Gato é abandonado com nós terríveis no pelo, mas ganha vida nova após uma boa tosa

Se algumas pessoas dedicam suas vidas para cuidar de animais desamparados, adotando gatos e cachorros que cruzam seus caminhos, outras são tão negligentes, que deixam um gato ter 4,5 quilos de puro nó nos pelos, impedindo até mesmo o seu caminhar. O gato – de 10 anos, foi deixado no abrigo Douglas County Animal Care & Services, em Nevada – EUA, por uma pessoa que ainda não foi reconhecida.

Liz Begovich – a supervisora do abrigo, disse que no início pensou se tratar de um cachorro, já que são menos cuidadosos e higiênicos do que os gatos, o que aumentou ainda mais o seu choque: Oh meu Deus, é um gato!’ Eu nunca vi um gato com esse tipo de condição, disse ao site The Dodo.

O gato recebeu o nome de Bob Marley por causa de seus dreadlocks e precisou ser sedado para que a equipe pudesse trabalhar em sua tosa, um pouco dolorida, devido ao emaranhado absurdo que possuía em seus pelos. A situação era tão extrema, que ele não conseguia se locomover e, acabou ficando com muitos quilos a mais do que é considerado saudável.

A boa notícia é que Bob foi adotado e agora está em boas mãos, porém o o próximo passo é encontrar seu antigo dono, que pode ser o homem que o deixou no abrigo, ou não. Por isso, toda a cidade de Gardnerville já está empenhada em identificar o homem que aparece nas câmeras de segurança do abrigo que salvou a vida de Bob. Sendo ele ou não, é difícil acreditar que uma pessoa possa fazer isso com um ser indefeso!

Reação de gorila ao encontrar pequeno ser na floresta nos inspira a ser ‘animais melhores’

A ONG Ape Action Africa se dedica à conservação de espécies de primatas ameaçados. Seus voluntários costumam chamar os gorilas de gigantes gentis, e uma história recente envolvendo Bobo, o macho dominante de seu bando, provou que o título é mais que merecido.

Bobo tem 24 anos e vive no santuário da Ape Action desde 1996, quando foi resgatado. Em uma patrulha de rotina, a pessoa responsável pela área dos gorilas se surpreendeu ao vê-lo brincando docemente com um pequeno galago, um primata diminuto e de olhos grandes que costuma ter hábitos noturnos.

Se já é difícil ver um galago se movimentando em plena luz do dia, flagrar a interação com o gorila é ainda mais improvável – mas ela foi registrada em fotos e vídeo.

O filhote de galago mostrou não sentir medo de Bobo, correndo por seu corpo antes de sair pulando pela grama, para logo voltar às mãos do amigo. Os gorilas do bando de Bobo ficaram curiosos e tentaram se aproximar, mas ele os repeliu, fazendo questão de manter o pequeno galago seguro em duas mãos antes de o levar para uma árvore próxima, de onde ele partiu correndo para o meio da floresta.


Fotos: Divulgação/Ape Action Africa /fonte:via

Pessoas rejeitadas pelas famílias por serem gays ganham ‘abraço de mãe’ de desconhecidos

Infelizmente ainda são muitos os homossexuais que não recebem apoio de seus amigos e familiares e, essa questão fica mais evidente em cidades como o Texas, berço da cultura country e terra dos cowboys. Mas, se depender de Jen Hatmaker – autora, palestrante, blogueira e apresentadora de televisão cristã americana, todo mundo tem direito de ganhar um acolhedor  e indispensável abraço de mãe.

A norte americana, que faz parte da Austin New Church, se juntou a sua congregação e decidiu oferecer abraços para quem estava na Austin Pride Week, a semana do orgulho LGBTQ+ da cidade. De fato não existe nada mais reconfortante do que receber um ‘abraço de mãe’ e a ideia por trás desta ação surgiu a partir da história de Sara Cunningham, uma mulher muito religiosa que demorou para aceitar a sexualidade do filho.

Percebendo quantos jovens passam pela mesma situação de seu filho, Sara decidiu criar um grupo de apoio no Facebook com a ajuda de seu marido e, juntos passaram a oferecer apoio a eles. Foi então que surgiu a ideia de se oferecer como ‘mãe postiça’ nos eventos de orgulho gay e seu “serviço” começou a ficar conhecido. Assim nasceu o ‘Free Mom Hugs’ (‘Abraços de Mãe de Graça’) – sua organização, que além de oferecer os deliciosos e acolhedores abraços, dá suporte e recursos para a comunidade  LGBTQ+, através de palestras e eventos.

Agora é Jen Hatmaker que se orgulha de ter levado sua igreja para participar da Austin Pride Parade, entretanto, esta não foi a primeira vez que a autora mostrou apoio à comunidade, já que, em uma entrevista em 2016, ela criticou o presidente Donald Trump e afirmou que casamentos LGBTQ+ deveriam ser sagrados.

Fotos: Jen Hatmaker /fonte:via

O emocionante reencontro de gato com sua humana após 13 anos de separação

Constatar que seu animal de estimação desapareceu é terrível. Aviso aos amigos, anúncios em jornais e distribuídos por postes e, hoje, nas redes sociais, nem sempre resultam em final feliz. Foi assim com a inglesa Janet Adamowicz, que vive em Harrogate.

Em 2005, sua gatinha Boo, então com quatro anos, desapareceu. Janet fez tudo o que era possível para encontrá-la, mas não teve sucesso. Depois de um ano de busca, desistiu e aceitou que o melhor a fazer era acreditar que Boo estava em um novo lar onde recebesse carinho e atenção.

Hoje, ela cuida de dois gatos, Ollie, que adotou em 2008, e Tessie, desde 2014. Ao receber a ligação de uma clínica veterinária que dizia estar com seu gato perdido, ela estranhou. “Os dois estão comigo”, disse, antes de ser surpreendida com a notícia de que estavam falando de Boo.

A gatinha foi encontrada Pocklington, cidade a mais de 60 km de onde Janet vive. Ao analisar os dados contidos em um microchip instalado no animal, os veterinários localizaram Janet e seu telefone de contato. Foram quase 13 anos separadas.

De acordo com Janet, ao rever Boo ficou nítido que a gata se lembrava dela. “Apesar de ter só cinco anos quando se perdeu, ela ainda se recorda de mim e tem sido minha sombra desde que voltou para casa”, disse.

Boo reconheceu a dona na hora, e em poucos minutos ela estava esfregando o rosto, pedindo carinho e miando”, contou uma das pessoas que trabalha na clínica. “Garantimos que não houve um olho seco em todo o prédio”, completou.

Janet contou que Boo sempre gostou de sair e passear, mas que voltava para casa todas as vezes. É impossível saber como ela foi parar em uma cidade a mais de 60 km de distância, mas os veterinários acreditam que ela viveu nas ruas esse tempo todo, procurando comida ou sendo alimentada por humanos. Apesar de estar um pouco desidratada, ela foi encontrada em boas condições de saúde e passa muito bem.

Fotos via SWNS /fonte:via

Ele retrata o amor entre casais debaixo d’água e o resultado é de tirar o fôlego

O amor existe mesmo nos cenários mais adversos, onde a pressão é alta e nos falta o ar. Amar até debaixo d’água é um paradigma de como o sentimento mais nobre e prazeroso pode resistir aos contextos mais difíceis – e literalmente isso que o fotógrafo Pierre Violle registra em seus ensaios subaquáticos: um casal se amando debaixo d’água.

Fotografando há 10 anos o amor em piscinas ou no oceano, Pierre garante que, dentre os mais incríveis cenários que já clicou, o mais espetacular são os cenotes da Riviera Maia, no México, onde vive.

“Cada casal que levo para a água é um novo desafio pra mim, pois tenho de me adaptar às suas capacidades e personalidades, e leva-los a realizar o que nem eles acreditavam que eram capazes”, ele diz, lembrando o que inevitavelmente o próprio amor nos propicia: irmos além do que pensamos ser nossas capacidades, até debaixo d’água.

© fotos: Pierre Violle /fonte:via

Garotinho põe brinquedos à venda para pagar tratamento de seu cachorro doente

O pequeno Connor Jayne, hoje com 10 anos, tem no cão Copper seu melhor amigo há quatro. O animal foi adotado pela família pelo simples prazer de ter um animal de estimação, mas logo se provou fundamental como apoio emocional a Connor, que sofre com crises de ansiedade.

Há alguns meses, Connor e sua mãe, Jennifer, perceberam que Copper estava mancando e o levaram ao veterinário. O especialista avaliou o animal e disse acreditar que com alguns dias de repouso ele se recuperaria, o que não aconteceu.

Em uma nova consulta, Copper foi diagnosticado com Síndrome de Wobbler, uma doença que afeta a região cervical e pode levar a disfunções neurológicas. A família ficou sabendo que os custos para bancar o tratamento estavam além do orçamento, mas o pequeno Connor não teve dúvidas.

Ele disse à mãe que colocaria todos os seus brinquedos à venda na garagem de casa, entre vários bonecos, livros e até um videogame. Paralelo a isso, Jennifer criou uma campanha de financiamento coletivo e começou a espalhar a história pela cidade em que vivem, a pequena Fairport, no estado de New York.

Acontece que a atitude de Connor chamou a atenção de veículos de mídia locais e de vários usuários da internet. De repente, as doações para campanha passaram a aumentar, superando e muito a meta original, de 2800 dólares. Já são mais de US$18 mil arrecadados, e a família promete doar a diferença para ONGs dedicadas à causa animal.

Jennifer aproveitou para criar uma página no Facebook para deixar os seguidores atualizados sobre a situação de saúde de Copper. Segundo ela, há dias em que o cão mal consegue se mexer, e outros em que caminha sem tantos problemas, apenas mancando de leve. Como o tratamento demora um pouco para surtir efeito e começou há poucas semanas, a expectativa da família é de observar mais sinais de melhora em breve.

Fotos: Reprodução/Jennifer Jayne/fonte:via

Este casal cresceu na mesma cidade, se conheceu do outro lado do mundo e passou a viver na estrada

Um casal que cresceu na mesma cidade, mas nunca tinha se falado, contou como eles estão agora viajando pelo mundo de mãos dadas depois que o acaso os uniu. Charlie Pauly, 27 anos, e Lauren Cliffe, 24, de Peterborough, se esbarraram depois de viajarem, cada um por si, para a Austrália e perceberam logo que tinham uma conexão.

Logo após o encontro, eles decidiram abandonar suas vidas no Reino Unido e viajar pelo mundo todo. Graças à sua química na câmera, a dupla acumulou mais de 90 mil seguidores no Instagram, fazendo com que suas viagens se tornassem seu modo de vida.

Junto com o Instagram, o casal passou a postar sobre suas andanças e também administrar um negócio de marketing de viagens. Contando sua história de amor, o casal disse: “É engraçado; nós dois estávamos em viagens individuais separadas e nos esbarramos em nosso shopping center local”. 

“Nós sabíamos um do outro, mas nunca falamos antes. Começamos a conversar sobre viagens e combinamos de sair e uma coisa levou a outra”. Em pouco tempo eles perceberam que poderiam ganhar a mesma quantia de dinheiro que recebiam de seus trabalhos com o blog e passaram a transformar seu site de moda em uma página de viagens.

“Nossas personalidades, morais e valores são idênticos. Dentro de algumas semanas, era inegável que não sairíamos do Reino Unido sem o outro”. Para arrecadar dinheiro para suas viagens, o casal seguiu em frente com sua marca de roupas Wanderers & Warriors e descobriram que podiam vender mais de 30 pacotes por semana em todo o mundo. “Começamos a economizar juntos, montamos uma marca de roupas e voltamos para a estrada”.

Sua primeira viagem juntos foi para a Índia, uma jornada que, segundo eles, realmente testou suas “personalidades, paciência e relacionamento”. No final, eles saíram com um ‘laço inquebrável’ e se aventuraram para o próximo lugar.

Charlie e Lauren visitaram oito países no ano passado e pretendem visitar um total de dez neste ano, incluindo passar o inverno na Europa. O destino favorito do casal até agora foram as Filipinas, graças ao seu cenário de tirar o fôlego. O local mais atraente para eles foram as favelas em Mumbai, por conta das pessoas incrivelmente receptivas. ]

Eles estão atualmente em Bali, na Indonésia, onde passaram os últimos seis meses se instalando e se instalando. Os pombinhos dizem que a região é “um lugar tão bonito, cheio de cultura e comida deliciosa”, acrescentando: “É uma boa base para entrar e sair da cidade para fins de viagem.

“Somos viajantes lentos, gostamos de dedicar pelo menos um mês a cada país porque queremos ver o máximo possível. A maior parte do tempo estamos vivendo de mochilas. Somos minimalistas, mas é um estilo de vida e nos permite fazer o que fazemos”. 

Tanto Charlie quanto Lauren creditam o Instagram por ajudá-los a criar uma carreira que podem ser trabalhadas de qualquer lugar. “Permitiu-nos sustentar nosso estilo de vida. Isso nos conectou com as pessoas e nos permitiu inspirar os outros”, contam. “Acima de tudo, temos um propósito que nos faz querer sair da cama às 5h da manhã para pegar a foto perfeita do nascer do sol. Somos apaixonados por compartilhar essas experiências com o mundo”.

“Esperamos mostrar às pessoas que viajar é acessível a todos e muito mais fácil do que você pensa. Se você trabalha duro e ama o que faz, então tudo é possível. Viajar nos ensinou a permanecer humildes, o mundo é um lugar enorme e as viagens vão te ensinar algumas lições valiosas. Se você tiver a oportunidade de viajar, faça as malas e vá explorar. Veja o mundo através de outra perspectiva e use a experiência para crescer como pessoa”, concluem.

Fotos: @wanderersandwarriors  /fonte:via