Fazendeiro italiano inova e cria centenas de galinhas soltas na floresta




O tratamento que a vasta maioria das fazendas de produção de ovos e galinhas oferecem aos animais é próximo à barbárie, com as aves vivendo amontoadas uma sobre as outras, e sendo submetidas a técnicas e condições análogas à tortura. A justificativa é a necessidade extrema das empresas de darem conta da demanda incessante por carne e ovos – mas um produtor italiano decidiu por criar seus animais e realizar sua produção de forma radicalmente oposta: suas mais de 2 mil galinhas vivem não somente soltas, como na liberdade de uma floresta alpina.

As galinhas de Massimo e seus ovos 

Massimo Rapella vive nos arredores montanhosos da cidade de Sondrio, no coração do Valtellina, um vale no nordeste italiano, que faz fronteira com a Suiça – e é num espaço de 2 hectares de floresta que vivem suas galinhas.

Inicialmente Massimo e sua esposa tinham somente 4 aves que alimentavam sua casa com ovos, mas hoje o produtor recolhe 1.300 ovos diários entre as árvores da floresta. Os ovos são colocados pelos animais em ninhos naturais, que as próprias galinhas fazem com matéria prima da floresta.

O produtor afirma que desde o início era visível a diferença que a liberdade e a alimentação natural – feita com folhas, nozes, minhocas e insetos – produziu nos animais desde o início. Penas mais brilhosas, animais mais vigorosos e ovos muito mais saborosos foram os efeitos que hoje tornam sua produção especial.

Massimo Rapella recolhendo seus ovos diários

Vendendo diretamente para restaurantes e moradores locais, Massimo não procura maximizar sua produção, que varia de acordo com o temperamento das galinhas e a época do ano – e esse é o segredo da saúde dos animais e, consequentemente, de quem se alimenta dos ovos que suas galinhas produzem.

© fotos: divulgação/reprodução/fonte:via

Aos 10 anos, este labrador se tornou pai adotivo de nove patinhos filhotes

Com 10 anos de idade, o labrador Fred mostrou que sempre é possível aprender novos truques.

Quando a equipe do Mountfitchet Castle, onde vive, encontrou nove patinhos abandonados, o cachorro logo se prontificou a adotá-los. Jeremy Goldsmith, diretor do castelo, contou ao Daily Mail que os funcionários do local sabiam que a mãe pato estava fazendo um ninho. Porém, quando os patinhos apareceram, não foi mais possível encontrá-la. A equipe acredita que o animal possa ter sido alvo de uma raposa.

Os patinhos absolutamente adoram Fred e ele agora se aposentou para cuidar dos nove bebês em casa. Eles estão ficando muito travessos e inclusive pegando carona nas suas costas e o seguindo até a água para nadar no fosso do castelo“, informa uma nota publicada no site da atração.

Mountfitchet Castle é um castelo de mota turístico localizado em Stansted, no Reino Unido. O local recria uma vila medieval e conta com diversos animais resgatados – entre eles, Fred e seus nove patinhos.

Fotos: Divulgação Mountfitchet Castle fonte:via

Veja fotos de 15 animais que foram extintos nos últimos 250 anos



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Ao longo dos anos, espécies raras vão desaparecendo do planeta por conta da ação menos cuidada do homem. Se alguns animais se extinguem por diferentes motivos, a verdade é que muitos outros desaparecem da superfície da Terra devido à caça praticada pelos humanos.

Alterações de clima, desastres naturais, doenças desconhecidas ou, também muito frequente, ataques de predadores, são algumas das ameaças naturais que os animais sofrem e que podem levar à extinção. Mas nenhuma das ameaças exteriores está provada como mais destrutiva que a ação humana, nomeadamente a caça.

Essa lista feita pela Revista SuperInteressante serve para recordar o passado, mas também pra alertar para o futuro. Veja 15 animais que nunca mais voltarão a viver entre nós:

1. Tilacino

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As suas costas listradas valeram-lhe a alcunha de tigre ou lobo da Tasmânia. Habitava a Austrália e a Nova Guiné e acabou sendo extinto, em 1936, por causa da caça. Era o maior marsupial carnívoro dos tempos modernos.

2. Bandicoot-pés-porco

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Marsupial originário do interior da Austrália, desapareceu nos anos 50, mas a causa de extinção permanece indefinida, uma vez que os relatos dos próprios habitantes afirmam que, mesmo antes da colonização europeia, o animal já era raro.

3. Norfolk Kaka

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A Ilha Norfolk, na Austrália, era o habitat desta ave, que foi caçada até à extinção, por volta de 1800.

4. Rinoceronte Negro do Oeste Africano

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É o animal mais recentemente extinto desta lista. Em 2011, esta subespécie do rinoceronte desapareceu do centro-oeste africano. Consegue adivinhar o motivo? A caça de predadores.

5. Tigre-do-Cáspio

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Mais uma vez, a caça predatória dizimou esta espécie, que habitava o Curdistão, a China, o Irã, o Afeganistão e a Turquia. Desapareceu definitivamente nos anos 1960, mas já no século XIX o Império Russo tinha determinado a sua matança, para tornar a região mais colonizável.

6. Antílope Azul

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Desapareceu no longínquo ano de 1800, não só porque o seu habitat natural foi tomado por agricultores, como também devido à caça dos colonizadores europeus, na savana africana.

7. Foca-monge-do-caribe

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Mamífero de grandes dimensões – podia ultrapassar os dois metros de comprimento -, habitava o mar do Caribe e era cobiçado por pescadores, graças à sua pele. Foi vista pela última vez há mais de 80 anos.

8. Quagga

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Semelhante a uma zebra, se distinguia pelas listras só numa parte do corpo. Habitava a África do Sul e desapareceu, por conta da caça. A última foto de uma quagga selvagem foi tirada em 1870 e, em 1883, morreu a última mantida em cativeiro.

9. Periquito-das-Seychelles

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Extinto no começo do século XX, era, como o nome indica, um papagaio originário das Ilhas Seychelles.

10. Wallaby-rabo-de-prego-crescente

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Do tamanho de uma lebre, desapareceu em 1956 por conta de um novo predador na Austrália: a raposa.

11. Wallaby-toolache

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A pele deste canguru era muito apreciada, o que levou a espécie, originária da Austrália, à extinção, na década de 40 do século passado.

12. Dugongo de Steller

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Mais uma vez, a ação dos colonizadores, que apreciavam a carne saída deste mamífero, levou à sua extinção, em 1768. Habitava o mar de Bering, uma extensão do Oceano Pacífico.

13. Cervo de Schomburgk

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A caça foi também fatal para este animal, que habitava a Tailândia. Desapareceu por volta de 1938.

14. Bilby-pequeno

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Descoberto no final do século XIX, a passagem pela Terra não durou muito mais – acabou sendo extinto nos anos 50, por ação de outros animais, como a raposa e o gato que o caçavam, ou pela competição com coelhos, por exemplo, por comida. Habitavam a Austrália.

15. Emu-negro ou The King Island Emu

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Foi extinto ainda no século XIX (1822), devido à ação de colonizadores. Habitava uma ilha australiana, a King Island.

Apesar de algumas espécies terem sido extintas por motivos adversos, saber que os humanos foram responsáveis pela extinção várias delas é muito triste e nos faz refletir se realmente somos mesmo tão racionais como dizemos ser.

*Essa lista foi feita pela revista Super Interessante.fonte:via

Besouro aquático, aranha elétrica e mais 30 novas espécies descobertas na Amazônia

Entre batalhas pela proteção ambiental e a busca por manter a diversidade da fauna amazônica, a floresta mais famosa do mundo continua surpreendendo biólogos e zoólogos por sua incrível variedade de animais – em seu último relatório, a ONG WWF relata terem sido descobertas trinta novas espécies em 2017.

Todas as descobertas foram feitas na porção amazônica que fica em Guiana. Andrew Snyder, um zoólogo especializado em répteis e anfíbios, estava fazendo uma pesquisa quando descobriu acidentalmente uma nova espécie de aranha, a tarântula azul, que foi apelidada ‘aranha elétrica’ por causa de sua cor brilhante.

Seis novas espécies de peixes, cinco de libélulas carnívoras e 15 de besouros aquáticos também estão na lista de descobertas da WWF. Outros destaques são o sapo Groete Creek, que carrega seus ovos nas costas, e a rã dourada de Kaieteur.

A Guiana é um país pequeno, mas com altíssima biodiversidade e com grande parte de sua floresta nativa preservada. Os cientistas acreditam que podem descobrir muitas outras espécies de animais não catalogas por lá e continuam organizando expedições para estudar a fauna local.

Novas espécies de besouros e peixes também foram catalogadas

Fotos: Reprodução/WWF/ fonte:via

De tirar o fôlego! Você pode ajudar a escolher a melhor fotografia de 2018

Estas imagens de tirar o fôlego mostram animais de diversas partes do mundo usufruindo da plenitude da vida livre na natureza. Ao todo são 25 fotografias escolhidas pelo Museu de História Natural para o concurso People’s Choice Award.

São registros de 95 países, com pinguins, focas, leões e raposas dentro d’água, realizando rituais e encontros. A beleza das fotografias mora na espontaneidade e o público vai poder ajudar na escolha do melhor clique.

One Toy, Three Dogs, de Bence Mate

As belas fotos foram tiradas nos últimos 12 meses em lugares paradisíacos como a República Dominicana e a Península Antártica.  O ensaio da natureza em sua expressão dá, mais uma vez, o tom para a urgência da preservação e proteção do meio ambiente. Que o progresso a todo o custo não seja o instrumento único de desenvolvimento. Desfrute!

1. ‘A Polar Bear’s Struggle’, de Justin Hofman, EUA

2. ‘Bond of Brothers’, de David Lloyd, Nova Zelândia/Reino Unido

3. ‘Resting Mountain Gorilla’, de David Lloyd, Nova Zelândia/Reino Unido

4. ‘Red, Silver and Black’, de Tin Man Lee, EUA

5. ‘Ice and Water’, de Audun Lie Dahl, Noruega

6. ‘Isolated’, de Anna Henly, Reino Unido 

7. ‘Family Portrait’, de Connor Stefanison, Canadá

8. ‘Under the Snow’, de Audren Morel, França

9. ‘Fox Meets Fox’, de Matthew Maran, Reino Unido 

10. ‘Teenager’, de Franco Banfi, Suíça

11. ‘Gliding’, de Christian Vizl, México

12. ‘Curious Encounter’, de Cristobal Serrano, Espanha 

13. ‘Three Kings’, de Wim Van Den Heever, África do Sul 

14. ‘Ambush’, de Federico Veronesi, Quênia

Fotos: Reprodução/fonte:via

Ilustrador famoso na internet por desenhos geométricos lança tattoos temporárias vendidas online

O filipino Kerby Rosanes é um ilustrador multitarefa: coleciona quase 1 milhão de seguidores no Instagram por causa de seus desenhos geométricos, que também já viraram bem sucedidos livros de colorir e produtos como capinhas para celulares. Sua nova empreitada é fazer com que as pessoas registrem os desenhos na pele.

Para isso, Kerby está lançando uma linha de tatuagens temporárias, daquelas que são aplicadas na pele usando esponja úmida, contendo ilustrações de sua série Geometric Beasts (“Feras Geométricas”), em que “retrata sua interpretação da batalha para romper com normais sociais e se tornar indivíduos únicos”.

As tatuagens já estão sendo vendidas e fãs do ilustrador têm usado o próprio Instagram para mostrar o resultado. Cada tatuagem mede 15 x 10.5 cm e pode ficar na pele por até sete dias, e os desenhos são vendidos individualmente ou em pacotes.

Cada uma custa 5 dólares, o pacote com cinco custa US$20 e a coleção completa sai por US$60. São 25 ilustrações no total, incluindo desenhos de animais como águia, beija-flor, borboleta, leão, lobo, raposa e tigre. Elas podem ser adquiridas através da loja online de Kerby. O frete convencional para o Brasil gira em torno de 7 dólares.

Imagens: Divulgação/Kerby Rosanes /fonte:via

Vegano Periférico: perfil no Instagram mostra que dá para ser vegano gastando pouco

Entre razões ambientais e compaixão pelos bichos, o número de pessoas repensando o consumo de carne só cresce em todo o mundo. Grandes marcas estão se adaptando a essa realidade, mas muita gente ainda vê um empecilho grande no vegetarianismo ou veganismo: parece ser uma forma mais cara de se alimentar.

Há algumas iniciativas independentes que buscam desmistificar essa ideia e mostrar que o estilo de vida vegano não é, necessariamente, mais caro que outros. Depois do grupo Veganos Pobres no Facebook, um que tem ganho destaque é o Vegano Periférico, no Instagram.

O administrador do perfil mora em Campinas (SP) e publica fotos de alimentos de origem vegetal que ele sua família consomem, além de pratos simples e nutritivos que podem ser feitos no dia a dia, sem alterar muito a rotina em comparação a quem inclui a carne na dieta.

Acompanhando as imagens, são postadas legendas sobre as maneiras como a indústria da carne nos torna culturalmente dependentes dos alimentos de origem animal. Vale a pena seguir e refletir.

fonte:via Fotos: Reprodução/Vegano Periférico