De tirar o fôlego! Você pode ajudar a escolher a melhor fotografia de 2018

Estas imagens de tirar o fôlego mostram animais de diversas partes do mundo usufruindo da plenitude da vida livre na natureza. Ao todo são 25 fotografias escolhidas pelo Museu de História Natural para o concurso People’s Choice Award.

São registros de 95 países, com pinguins, focas, leões e raposas dentro d’água, realizando rituais e encontros. A beleza das fotografias mora na espontaneidade e o público vai poder ajudar na escolha do melhor clique.

One Toy, Three Dogs, de Bence Mate

As belas fotos foram tiradas nos últimos 12 meses em lugares paradisíacos como a República Dominicana e a Península Antártica.  O ensaio da natureza em sua expressão dá, mais uma vez, o tom para a urgência da preservação e proteção do meio ambiente. Que o progresso a todo o custo não seja o instrumento único de desenvolvimento. Desfrute!

1. ‘A Polar Bear’s Struggle’, de Justin Hofman, EUA

2. ‘Bond of Brothers’, de David Lloyd, Nova Zelândia/Reino Unido

3. ‘Resting Mountain Gorilla’, de David Lloyd, Nova Zelândia/Reino Unido

4. ‘Red, Silver and Black’, de Tin Man Lee, EUA

5. ‘Ice and Water’, de Audun Lie Dahl, Noruega

6. ‘Isolated’, de Anna Henly, Reino Unido 

7. ‘Family Portrait’, de Connor Stefanison, Canadá

8. ‘Under the Snow’, de Audren Morel, França

9. ‘Fox Meets Fox’, de Matthew Maran, Reino Unido 

10. ‘Teenager’, de Franco Banfi, Suíça

11. ‘Gliding’, de Christian Vizl, México

12. ‘Curious Encounter’, de Cristobal Serrano, Espanha 

13. ‘Three Kings’, de Wim Van Den Heever, África do Sul 

14. ‘Ambush’, de Federico Veronesi, Quênia

Fotos: Reprodução/fonte:via

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Ilustrador famoso na internet por desenhos geométricos lança tattoos temporárias vendidas online

O filipino Kerby Rosanes é um ilustrador multitarefa: coleciona quase 1 milhão de seguidores no Instagram por causa de seus desenhos geométricos, que também já viraram bem sucedidos livros de colorir e produtos como capinhas para celulares. Sua nova empreitada é fazer com que as pessoas registrem os desenhos na pele.

Para isso, Kerby está lançando uma linha de tatuagens temporárias, daquelas que são aplicadas na pele usando esponja úmida, contendo ilustrações de sua série Geometric Beasts (“Feras Geométricas”), em que “retrata sua interpretação da batalha para romper com normais sociais e se tornar indivíduos únicos”.

As tatuagens já estão sendo vendidas e fãs do ilustrador têm usado o próprio Instagram para mostrar o resultado. Cada tatuagem mede 15 x 10.5 cm e pode ficar na pele por até sete dias, e os desenhos são vendidos individualmente ou em pacotes.

Cada uma custa 5 dólares, o pacote com cinco custa US$20 e a coleção completa sai por US$60. São 25 ilustrações no total, incluindo desenhos de animais como águia, beija-flor, borboleta, leão, lobo, raposa e tigre. Elas podem ser adquiridas através da loja online de Kerby. O frete convencional para o Brasil gira em torno de 7 dólares.

Imagens: Divulgação/Kerby Rosanes /fonte:via

Vegano Periférico: perfil no Instagram mostra que dá para ser vegano gastando pouco

Entre razões ambientais e compaixão pelos bichos, o número de pessoas repensando o consumo de carne só cresce em todo o mundo. Grandes marcas estão se adaptando a essa realidade, mas muita gente ainda vê um empecilho grande no vegetarianismo ou veganismo: parece ser uma forma mais cara de se alimentar.

Há algumas iniciativas independentes que buscam desmistificar essa ideia e mostrar que o estilo de vida vegano não é, necessariamente, mais caro que outros. Depois do grupo Veganos Pobres no Facebook, um que tem ganho destaque é o Vegano Periférico, no Instagram.

O administrador do perfil mora em Campinas (SP) e publica fotos de alimentos de origem vegetal que ele sua família consomem, além de pratos simples e nutritivos que podem ser feitos no dia a dia, sem alterar muito a rotina em comparação a quem inclui a carne na dieta.

Acompanhando as imagens, são postadas legendas sobre as maneiras como a indústria da carne nos torna culturalmente dependentes dos alimentos de origem animal. Vale a pena seguir e refletir.

fonte:via Fotos: Reprodução/Vegano Periférico

Ele escalou uma montanha de 2.500 metros e encontrou no topo a surpresa mais inesperada

O polonês Wojciech Jabczynski treinou bastante e se esforçou muito para escalar a montanha Rysy, a mais alta de seu país, cujo pico passa dos 2500 metros de altitude. Mas, mesmo com toda a preparação, ele jamais poderia imaginar o que encontraria por lá: um gato alpinista. Parece que os felinos não cansam de surpreender.

É isso mesmo: a 2500 metros de altura, Jabczynski encontrou um gato malhado, indiferente ao seu momento de superação, calmamente lambendo as próprias patas.

Ninguém sabe como o bichano foi parar lá até o momento, mas Jabczynski acredita que ele tenha escalado a partir de uma cabana de turistas instalada um pouco abaixo do pico.

Como a história é incrível demais para que as pessoas acreditem, o alpinista logo sacou o celular e fez alguns registros em foto e vídeo para comprovar que o gato realmente estava lá, completamente alheio ao frio ou à altura.

Imagens: Reprodução/fonte:via

Operação salva 120 cachorros de serem mortos para consumo ilegal de carne

O hábito de comer carne de cachorro em alguns países asiáticos causa polêmica,desta vez, uma operação de sucesso aconteceu em Chengdu, na China. A polícia local encontrou cerca de 120 cachorros presos por comerciantes de carne ilegal dos animais. Os cães foram achados amontoados, usando coleiras e focinheiras.

Roubados, eles foram levados para centros de proteção, como o Sichuan Qiming Small Animal Protection Center, que agora busca pelas famílias originais ou pessoas interessadas em adotar os animais.

Irene Feng é diretora da Animals Asia Cat and Dog Welfare e elogiou os esforços de autoridades e da polícia para combater a prática ilegal. “Nós precisamos agradecer a polícia por seu trabalho excelente em capturar a gangue brutal suspeita de ter roubado os animais de companhia de suas casas amorosas. Todos os cães estão à salvo e graças a vontade das autoridades em colaborar, grupos locais agora podem trabalhar no que eles fazem de melhor – cuidar dos animais e ajudá-los a encontrar seus guardiões originais.”

Apesar da insistência no consumo de carne de cachorro, o número de organizações de bem estar animal vem crescendo na última década. Para se ter ideia, em 2006 existiam apenas 30 grupos e atualmente são mais de 200 instituições criadas para a proteção dos animais.

Ao lado de autoridades e da polícia, elas trabalham pelo desenvolvimento de políticas avançadas de guarda legal dos cachorros ameaçados.

Apesar dos esforços o comércio ilegal de carne de cachorro ainda é forte na China. A Animals Asia diz receber denúncias atestando a prática em diversas regiões do país. Ao menos 250 relatos foram repassados às autoridades responsáveis, o que salvou a vida de milhares de cachorros.

O principal obstáculo é o Yulin Dog Meat Festival, que incentiva o consumo deste tipo de carne. Cerca de 10 mil cachorros são mortos por causa do festival de 10 dias. Ou seja, o evento representa por volta de 1% do total dos cães sacrificados.

O nível de preocupação sobe ao analisar os maus-tratos sofridos pelos pets. Os cachorros são mantidos em gaiolas e, em alguns casos, cozidos vivos.

Fotos: Reprodução/fonte:via

Projeto dá novos e positivos usos para gaiolas apreendidas da caça ilegal

 

Você provavelmente concorda que a caça ilegal de animais deve ser combatida e que é importante libertar os animais enclausurados para prazer humano, certo? Mas já parou para pensar no que fazer com as gaiolas que (ainda bem) ficam vazias depois disso?

A questão foi levantada no Grupo de Escoteiros de Treviso, uma cidade de Santa Catarina. Foi assim que nasceu o projeto “Quem ama deixa voar”, em parceria com a Polícia Militar Ambiental do estado e com o Instituto do Meio Ambiente.

Em conjunto com o ateliê Maria Lamparina, os escoteiros pegam as gaiolas, que antes estavam abandonadas em depósitos, e as transformam em luminárias, porta-velas, floreiras, comedouros para animais, jardins suspensos ou o que mais a imaginação permitir.

As gaiolas reformadas serão expostas na praça da cidade e posteriormente distribuídas em estabelecimentos comerciais de Treviso, para que sua utilidade seja permanente.

Além do aspecto lúdico da transformação dos materiais, é uma ação de conscientização ambiental importante para as crianças e adolescentes do Grupo de Escoteiros, que, antes de colocar a mão na massa, recebem explicações sobre as origens das gaiolas apreendidas e a importância de preservar a vida silvestre.

Fotos via Maria Lamparina /fonte:via

Tartaruga ganha cadeira de rodas de Lego pra se movimentar

Em julho, uma tartaruga foi encontrada com várias fraturas no casco. Depois de ser submetidas a cirurgias, o animal selvagem ganhou uma cadeira de rodas feita de blocos de Lego.

A ideia foi do veterinário Garrett Fraess, que na falta de cadeiras de rodas produzidas especialmente para tartarugas, resolveu improvisar.

Entusiasta do Lego, o profissional de saúde conta que a cadeira permitirá que o animal ande enquanto se recupera.

Neste momento, a tartaruga está em recuperação no zoológico de Maryland, nos Estados Unidos. Sua história correu o mundo e mostra que existem sim muitas possibilidades para ajudar. A previsão é que a tartaruginha ande por aí com sua cadeira de rodas de Lego durante seis meses.

Foto: Sinclair Miller/Zoológico de Maryland/Reprodução/fonte:via