‘Café dos ouriços’ permite descontrair na companhia dos simpáticos bichinhos

Os chamados ‘Pet Cafés’ têm feito sucesso no Japão (e em outros países que gostaram da ideia) por permitirem que os frequentadores levem seus animais de estimação, especialmente cães e gatos, para acompanha-los durante momentos de relaxamento ou até trabalho.

Mais do que uma moda, os Pet Cafés já estão estabelecidos no Japão, e há estabelecimentos inovando no conceito: conheça o Chikuchiku, ou Hedgehog Home & Café, onde vários ouriços (os animais que inspiraram o personagem Sonic) circulam próximos aos clientes.

Os bichinhos moram em dez casas temáticas construídas por Akiko Tanimoto, um conhecido designer de casas de bonecas japonês. Os funcionários da cafeteria têm experiência para lidar com os ouriços e a casa só abre ao meio-dia, já que eles são animais noturnos e precisam descansar pela manhã.

Crianças de até 6 anos não podem tocar os bichinhos, e aquelas com menos de 12 precisam estar junto de um adulto para isso. Às quintas e sextas, o Chikuchiku fica aberto até mais tarde e serve drinks alcoólicos. Por 25 dólares é possível passar uma hora dentro do café, com direito a dois drinks com álcool e bebida não alcoólica ilimitada.

 

Imagens: Reprodução/Chikuchiku /fonte:via

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Arara mal educada xinga bombeiros ao ser resgatada de telhado

Piadas envolvendo papagaios que aprenderam palavrões com humanos boca-suja são clássicos do humor, e um caso do tipo maravilhosamente aconteceu na vida real, lá em Londres, com uma arara.

O Corpo de Bombeiros da capital inglesa recebeu um chamado inusitado na semana passada: a arara Jessie havia fugido de sua gaiola e permaneceu por três dias no telhado do vizinho até que seu dono acionou a ajuda especializada.

Um dos bombeiros subiu no telhado e, para ganhar a confiança de Jessie, disse que a amava e ofereceu uma tigela de comida. A resposta, no entanto, não foi tão educada: a arara até replicou o ‘eu te amo’, mas depois mandou o humano ‘se fod*r’.

Os bombeiros e quem acompanhava a tentativa de resgate se divertiram com a situação, mas permaneceram preocupados com Jessie, que não aceitou a aproximação, pensando que ela poderia estar ferida. No fim das contas ficou tudo bem: o animal voou para outro telhado, demonstrando estar saudável, e acabou voltando para casa por conta própria.

Imagens via Corpo de Bombeiros de Londres/fonte:via

Após quase serem extintas, ariranhas reaparecem nos rios da Amazônia

Os esforços para proteger espécies ameaçadas de extinção ganharam a atenção do noticiário no fim do século XX, e, apesar de muitas delas terem sucumbido frente à ganância humana, há exemplos que nos ajudam a manter a fé em dias melhores na nossa relação com a natureza.

É o caso de um estudo recente que indica que as ariranhas, que chegaram as ser consideradas localmente extintas nos rios da Bacia Amazônica, estão voltando a habitar a região, após terem sua população quase que dizimada pela caça.

O estudo, liderado pela bióloga Natália Pimenta, nasceu graças à observação de índios baniwa, que há alguns anos têm observado o retorno das ñeewi, palavra que usam para se referir às ariranhas. Inicialmente, os índios, que vivem na Bacia do Içana, começaram a encontrar carcaças de peixes com marcas de mordidas de um bicho que eles não eram capazes de reconhecer. Com o passar do tempo, os sinais aumentaram, e muitos moradores chegaram a ver as ariranhas na região.

O animal não era registrado por lá desde os anos 1940, quando caçadores se espalhavam pela Amazônia para matar animais e vender suas peles. Alguns estudos indicam que mais de 23 milhões de animais, de diferentes espécies, foram mortos entre 1904 e 1969.

De acordo com Natália Pimenta em entrevista à BBC Brasil, as ariranhas eram encontradas em toda a América do Sul, da Venezuela ao sul da Argentina, mas a caça fez com que os animais ficassem restritos a poucas áreas, como o Pantanal e alguns rios amazônicos. Elas têm reaparecido também na Bolívia, na Colômbia e nas Guianas.

fonte:via

2 anos após a adoção, chinesa descobre que seu cachorrinho era um urso

Que atire a primeira pedra quem nunca foi enganado por uma oferta tentadora demais para ser verdade. Foi o que aconteceu com a chinesa Su Yun, mas de uma forma bem mais bizarra que o normal: ela comprou um urso acreditando que fosse um cachorro.

O fato aconteceu em 2016, e só dois anos depois ela e a família entenderam o engano. Su Yun, que vive em um vilarejo na província de Yunnan, estava de férias quando um vendedor lhe ofereceu um filhote de Mastim Tibetano, uma raça de cães muito admirada na China, por um preço bem mais convidativo que o comum.

Ela levou o animal para casa, e, ironicamente, o batizou com um nome que, em português, significa Pretinho. A família logo estranhou o apetite voraz do bicho, que comia uma caixa de frutas e dois baldes de macarrão por dia, mas não chegou a suspeitar que ele não fosse um cão.

O Pretinho acabou crescendo assustadoramente – muito mais que o Masim Tibetano, raça de grande porte – e começou a andar sobre duas patas, o que, aliado à sua aparência obviamente cada vez mais parecida com a de um urso, fez com que a família se convencesse de que algo estava errado.

Su Yun entrou em contato com o Centro de Resgate da Vida Selvagem de Yunnan, que confirmou que Pretinho era um urso-negro-asiático, espécie ameaçada de extinção por causa do interesse de mercadores ilegais, que o utilizam em receitas gastronômicas e até com fins medicinais.

Mas o destino de Pretinho vai ser diferente: ele já está vivendo no Centro de Resgate da Vida Selvagem de Yunnan, onde especialistas ainda estudam seu comportamento para decidir se ele poderá ser reintegrado à natureza ou se, por causa da criação que teve junto aos humanos, precisará viver em santuários animais.

 

Fotos via China News /fonte:via

Pequenos roedores brincando entre as tulipas provam que nem todo rato é assustador

Encontrar um rato em sua casa pode ser uma das piores experiências possíveis, especialmente para os moradores de grandes cidades, onde os animais são logo relacionados a sujeira e doenças. Mas essa galeria de fotos mostra que nem sempre a presença dos roedores é ruim.

O britânico Miles Herbert é um fotógrafo e amante dos animais que vive em Bournemouth, na Inglaterra. Ele costuma observar pequenos camundongos brincando em meio a flores perto de sua casa, e um dia decidiu fotografá-los em ação.

“Eles amam comer os estames e o néctar das flores, além de gostar muito de escalar as tulipas”, contou. “Observá-los e fotografá-los é fascinante e só um pouquinho viciante”, brincou o fotógrafo, que dedica boa parte de seu tempo a ensinar outras pessoas a fazer registros de belos animais – vendo as imagens dá para ver que ele é mesmo bom nisso!

 

Fotos por Miles Herbert /fonte:[via]

Este porco foi criado com 5 cachorros e tem certeza que é um deles

O porco Chowder, de 6 anos, foi adotado Shelby Madere, moradora da Califórnia, e cresceu junto de cinco cães resgatados por sua humana: Rika, Slick, Nya, James e Bashe. A convivência fez com que eles desenvolvessem uma bela amizade, e o porquinho até criou hábitos caninos.

Shelby mantém uma conta no Instagram em que compartilha fotografias da gangue. Chowder gosta de brincar junto com os cães e às vezes até tenta se encaixar nas caminhas dos companheiros – sem sucesso, é claro.

“Quando olho para o grupo, vejo o reflexo de quem eu sou”, escreve Shelby. “A felicidade, segurança e saúde deles dependem de mim, e eu jamais vou desapontá-los”, conta a tutora, que faz de tudo para garantir que eles levem uma boa vida.

Fotos: Shelby Madere/fonte:via

Esta é Quimera, a gatinha ‘duas caras’ mais fofa da internet

Chamar uma pessoa de ‘duas caras’ não é exatamente um elogio, mas, quando se trata de felinos, pode ser algo digno de admiração. Pelo menos é o que acontece com os gatos quimera, que têm diferentes características em cada lado do corpo.

O nome é inspirado nas Quimeras, figuras mitológicas da Grécia com aparência híbrida entre dois ou mais animais – uma das mais famosas tem cabeça de leão, corpo de cabra e cauda de serpente.

Uma gatinha com essa característica, batizada justamente de Quimera, tem feito sucesso no Instagram por sua beleza mais que especial.

De um lado, pelos beges e olho acobreado, do outro, pelos pretos e olho azul. Do pescoço para baixo, o padrão de cor dos pelos se inverte.

Quimera é um animal perfeitamente saudável, como praticamente todos com essa característica – e que nem são tão raros assim. Segundo os biólogos, animais quimeras ficam assim porque têm dois tipos de DNA, algo causado por conta da fusão de embriões.

Diferentes populações de células com diferentes características fenotípicas mantêm suas estruturas, resultando em um animal com os traços que já tinham começado a se desenvolver nos embriões separadamente. Esse tipo de fusão também pode acontecer em humanos – se for antes do quatro dia de gestação, há poucas mutações visíveis, mas, se for depois, produz gêmeos siameses.

Siga a Quimera no Instagram para ver mais!

Imagens: Reprodução/Instagram/fonte:via