Como funcionam as piscinas biológicas, que substituem cloro por plantas

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Por maior que seja o prazer de mergulhar em uma piscina, e por mais benesses para a saúde que o hábito de nadar possa nos trazer, o fato é que muitas vezes a quantidade de cloro e químicos presente na água podem fazer um mal danado para nossa pele e corpo em geral. Tais agentes são usados em piscinas para eliminar bactérias e fungos mas, antes que junto eliminem parte de nossa saúde, alguma pessoas vêm utilizando uma alternativa mais saudável, agradável e bonita ao cloro: plantas aquáticas.

São as chamadas piscinas biológicas, que basicamente utilizam micro-organismos e plantas como filtros para a água. Para tal, divide-se a piscina em uma parte para nadar e outra para as plantas – o que é importante, pois protege o banhista de nadar entre as plantas, que podem conter insetos e girinos.

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Através da fotossíntese, as plantas produzem biomassa, que serve como alimento para os micro-organismos. São eles que transformam a matéria em substâncias inorgânicas, como dióxido de carbono e sais minerais, fundamentais para o crescimento das plantas e para a conclusão de todo o ciclo.

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A piscina precisa ser construída em um buraco escavado, de pelo menos 10 por 15 metros, com uma tela impermeável protegendo-a. As plantas – criadas em viveiros por empresas especializadas – purificam a água liberando oxigênio durante a fotossíntese.

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Ainda que o custo de fabricação possa ser um pouco elevado, os custos posteriores são mínimos, pois não exige equipamentos elétricos nem produtos químicos – chegando a um resultado arquitetonicamente incrível, natural e delicioso – é, afinal, como ter um lago natural em sua própria casa.

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© fotos: divulgação/reprodução/fonte:via

Nova Zelândia vai proibir sacos plásticos até 2019

Governantes de todo o mundo tem anunciado ações para combater o uso indiscriminado de materiais plásticos, com foco nos objetos descartáveis, em um esforço para preservar a biodiversidade, especialmente a vida marinha. Jacinda Ardern, primeira-ministra da Nova Zelândia, é o mais novo nome na lista.

Na última semana ela anunciou que lojas e mercados do país terão até o começo de 2019 para abandonar a distribuição de sacolas plásticas, sob risco de pagar até 100 mil dólares neozelandeses (cerca de R$250 mil) como multa caso não sigam a lei.

“Todo ano usamos centenas de milhões de sacolas descartáveis. Uma montanha delas, e muitas acabam poluindo nossos preciosos ambientes costeiros e marinhos, causando sérios problemas à vida marinha. E isso tudo enquanto há alternativas viáveis tanto para comerciantes quanto consumidores”, afirmou a primeira-ministra.

Associações de comerciantes já anunciaram que vão acatar a decisão e pretendem eliminar o uso dos sacos plásticos até o fim de 2018. A questão tem chamado a atenção da população neozelandesa, e uma petição com 65 mil assinaturas pedindo o banimento das sacolas motivou Aldern a tomar a decisão. “Também é o assunto sobre o qual as crianças mais me escrevem”, disse a mandatária.

De acordo com a ONU, dezenas de países já proibiram o uso de sacolas plásticas. O primeiro foi Bangladesh, em 2002, motivado pela descoberta de que os materiais atrapalhavam os sistemas de drenagem e eram decisivos para as constantes enchentes no país.

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Após quase serem extintas, ariranhas reaparecem nos rios da Amazônia

Os esforços para proteger espécies ameaçadas de extinção ganharam a atenção do noticiário no fim do século XX, e, apesar de muitas delas terem sucumbido frente à ganância humana, há exemplos que nos ajudam a manter a fé em dias melhores na nossa relação com a natureza.

É o caso de um estudo recente que indica que as ariranhas, que chegaram as ser consideradas localmente extintas nos rios da Bacia Amazônica, estão voltando a habitar a região, após terem sua população quase que dizimada pela caça.

O estudo, liderado pela bióloga Natália Pimenta, nasceu graças à observação de índios baniwa, que há alguns anos têm observado o retorno das ñeewi, palavra que usam para se referir às ariranhas. Inicialmente, os índios, que vivem na Bacia do Içana, começaram a encontrar carcaças de peixes com marcas de mordidas de um bicho que eles não eram capazes de reconhecer. Com o passar do tempo, os sinais aumentaram, e muitos moradores chegaram a ver as ariranhas na região.

O animal não era registrado por lá desde os anos 1940, quando caçadores se espalhavam pela Amazônia para matar animais e vender suas peles. Alguns estudos indicam que mais de 23 milhões de animais, de diferentes espécies, foram mortos entre 1904 e 1969.

De acordo com Natália Pimenta em entrevista à BBC Brasil, as ariranhas eram encontradas em toda a América do Sul, da Venezuela ao sul da Argentina, mas a caça fez com que os animais ficassem restritos a poucas áreas, como o Pantanal e alguns rios amazônicos. Elas têm reaparecido também na Bolívia, na Colômbia e nas Guianas.

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Como funcionam as piscinas biológicas, que substituem cloro por plantas

Por maior que seja o prazer de mergulhar em uma piscina, e por mais benesses para a saúde que o hábito de nadar possa nos trazer, o fato é que muitas vezes a quantidade de cloro e químicos presente na água podem fazer um mal danado para nossa pele e corpo em geral. Tais agentes são usados em piscinas para eliminar bactérias e fungos mas, antes que junto eliminem parte de nossa saúde, alguma pessoas vêm utilizando uma alternativa mais saudável, agradável e bonita ao cloro: plantas aquáticas.

São as chamadas piscinas biológicas, que basicamente utilizam micro-organismos e plantas como filtros para a água. Para tal, divide-se a piscina em uma parte para nadar e outra para as plantas – o que é importante, pois protege o banhista de nadar entre as plantas, que podem conter insetos e girinos.

Através da fotossíntese, as plantas produzem biomassa, que serve como alimento para os micro-organismos. São eles que transformam a matéria em substâncias inorgânicas, como dióxido de carbono e sais minerais, fundamentais para o crescimento das plantas e para a conclusão de todo o ciclo.

A piscina precisa ser construída em um buraco escavado, de pelo menos 10 por 15 metros, com uma tela impermeável protegendo-a. As plantas – criadas em viveiros por empresas especializadas – purificam a água liberando oxigênio durante a fotossíntese.

Ainda que o custo de fabricação possa ser um pouco elevado, os custos posteriores são mínimos, pois não exige equipamentos elétricos nem produtos químicos – chegando a um resultado arquitetonicamente incrível, natural e delicioso – é, afinal, como ter um lago natural em sua própria casa.

A empresa liberou um tutorial em vídeo para a fabricação das piscinas.

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