Fotógrafo clica cães ao lado de donos para provar que a convivência os torna iguais

Tal cão, tal humano. Ok, esse não é um ditado popular famoso, mas, para o fotógrafo britânico Gerrard Gethings, bem que poderia ser. Especialista em clicar animais, ele preparou uma série divertida que mostra as semelhanças entre diferentes pessoas e seus bichinhos.

Além de publicar a série na internet, Gerrard a transformou em um divertido Jogo da Memória com 25 pares de pessoas e cães que se parecem entre si – o ensaio, com 10 imagens, é uma prévia promocional.

O item está em pré-venda, com distribuição prevista para setembro, e custa 12,49 libras – sem contar o frete para o Brasil.

Imagens via Gerrard Gethings /fonte:via

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Para combater estereótipos, pitbulls ganham coroas de flores

Como muitas pessoas, Sophie Gamand nem sempre foi a maior fã de pitbulls. Como fotógrafa voluntária de abrigos de animais, ela costumava ficar tensa sempre que via um. E então algo mudou. Em 2014, a fotógrafa de Nova York decidiu confrontar seu medo e assumir um projeto que a forçaria a interagir com os pit bulls, relata o My Modern Met.

Inicialmente, ela queria ver por si mesma se os pitbulls eram realmente tão perigosos quanto as pessoas dizem que são – e o que ela aprendeu a surpreendeu.

Ela “descobriu a natureza doce e gentil dos pitbulls e como eles são obedientes e ansiosos para agradar”, disse Gamand ao site. “Eles são patetas, amorosos e muito ligados às pessoas”, relata.

Equipada com sua nova mentalidade, ela decidiu fotografar os cães individualmente com coroas de flores coloridas adornando suas cabeças na esperança de desafiar a percepção do público sobre a raça. E funcionou.

Gamand diz que a equipe de abrigos de animais frequentemente diz a ela que suas fotos, publicadas nas redes sociais com uma breve descrição da personalidade de cada cão, já salvaram inúmeros cães da eutanásia e ajudaram muitos outros a encontrar lares para sempre. “Elas ajudaram os cães a serem adotados, que tinham zero interesse por meses ou até anos”, diz ela.

Nos últimos anos, ela fotografou mais de 400 pitbulls e suas imagens serão publicadas em um futuro livro intitulado Pit Bull Flower Power: The Book. Será lançado em outubro para o Mês de Conscientização do Pitbull.

Ela diz que o estereótipo dos pit bulls sendo excessivamente agressivo é “completamente infundado”, acrescentando que a genética tem pouca ou nenhuma influência na personalidade de um cão. O que faz a diferença, no entanto, é o cuidado e o treinamento adequados, e é por isso que ela está dedicando o trabalho de sua vida para ajudar os cães a encontrar lares amorosos.

Quem aguenta essa fofura?

Além disso, os cães adoram as sessões de fotos. “Estes são todos cães de abrigo que passam a maior parte do tempo em uma gaiola”, diz Gamand. “Eles são tão felizes por toda a atenção, prazeres e amor que recebem nas filmagens. Eles amam nada mais do que ser bons meninos e meninas – aprendendo truques, sentados para conseguir um biscoito. É o momento especial deles. esforço de equipe entre o manipulador, o cachorro e eu mesmo “.

Suas fotos se espalharam por todas as redes sociais, e agora ela recebe pedidos para visitar abrigos de animais em todo o mundo, da Índia ao Kuwait e à China. Antes do Pit Bull Flower Power, o primeiro livro de Gamand, o Wet Dog – que apresenta cães molhados adoráveis ​​- foi publicado em 2015.

Continue rolando para ver mais da série Flower Power da Gamand e confira este projeto e outros em sua página do Instagram e website:

Fotos: Sophie Gamand/fonte:via

Aqui estão as provas de que, na verdade, carteiros e cachorros são ótimos amigos

Há uma crença popular que indica que carteiros/entregadores e cachorros são grandes inimigos. Você com certeza já viu algum desenho, quadrinho ou filme fazendo piada da relação, talvez mostrando um profissional aterrorizado fugindo de um cão de guarda.

Mas, veja bem, parece que essa teoria está furada. Prova disso é a página UPS Dogs no Facebook, que publica fotos feitas por funcionários da UPS, uma das maiores empresas de entregas dos Estados Unidos, dos cãezinhos que eles conhecem durante a rotina de trabalho.

A página foi criada pelo entregador Sean McCarren cinco anos atrás. Segundo ele, é comum que os funcionários da empresa aproveitem os intervalos entre as entregas para brincar com os cachorros que circulam pelas ruas – em cidades menores, muitos deles ficam soltos e podem correr atrás dos caminhões livremente.

Sean passou a receber muitas fotos enviadas por colegas que viraram fãs da página e começou a publicá-las. Ele e outros entregadores afirmam que ver a alegria dos animais ao avistar o caminhão é um dos melhores momentos da jornada de trabalho.

Ah, e é interessante apontar que nem só a cães se resume a amizade entre entregadores e animais: há também fotos com gatos e até alces, cavalos e galinhas!

Fotos: Reprodução/fonte:via

Conheça Lulu, a cachorra que foi ‘demitida’ por falta de vontade de trabalhar na CIA

Sabe aquela história de não se sentir bem com a carreira que parece ser seu destino profissional? Uma filhote de labrador passou por isso nos Estados Unidos, mas, graças à atenção de seus treinadores, conseguiu encontrar um caminho mais adequado.

A protagonista dessa trama é Lulu, que estava na turma de labradores treinados pela CIA para fazer parte da K9, um grupo de cães especializados em detectar explosivos a partir do faro.

Conforme o treinamento avançava, os tutores dos animais perceberam em Lulu alguns sinais de que ela não estava gostando muito daquelas coisas.

De acordo com a CIA, é normal que os cães tenham dias bons ou ruins no treinamento, mostrando preguiça, tentando simplesmente adivinhar de onde vêm os odores ou mesmo ignorando tudo que se passa ao redor.

Como normalmente esse tipo de comportamento dura um ou dois dias, eles decidiram tentar com Lulu algumas técnicas que funcionam com outros cães desinteressados, como brincar mais, acrescentar novos desafios ou simplesmente descansar.

Não resolveu, e ficou claro para os treinadores que fazer parte da divisão K9 não era mesmo do agrado de Lulu. Quando isso acontece, é comum dispensar os cães do programa, e seus treinadores têm a oportunidade de adotá-los, o que geralmente acontece.

Agora, Lulu está vivendo na casa de um dos treinadores da CIA. Ela já se tornou amiga de Harry, outro labrador preto que vive com a família. Agora, ela passa os dias brincando no quintal, farejando coelhos e esquilos e se divertindo junto das filhas do seu novo tutor.

Fotos: Divulgação/CIA/fonte:via

O procedimento de clonagem sul coreano que promete trazer seu cão falecido de volta

Não se trata da trama do filme Cemitério Maldito, em que um falecido gato, enterrado em um misterioso cemitério indígena, volta à vida, mas sim de um complexo processo científico oferecido por uma empresa sul-coreana. A Fundação Sooam de Pesquisa Biotecnológica, da Coreia do Sul, pode “ressuscitar” seu pet através da clonagem. O custo? 100 mil dólares.

Cães clonados dentro dos laboratórios da fundação

Especializados em clonagem de porcos e gado para pesquisas científicas, a fundação garante que a clonagem cães é, em verdade, seu serviço mais requisitado – foram quase 800 cachorros “trazidos de volta à vida” desde 2006. Entre príncipes, celebridades, bilionários, são diversos os clientes que pagaram essa pequena fortuna para terem um clone de seus antigos animais de estimação.

O processo leva cerca de dois meses, e pode soar um tanto mórbido: primeiro é preciso enrolar o corpo do cão em toalhas molhadas e colocado-lo em uma geladeira – não no congelador, que fique claro. Depois de entregar o cadáver à empresa, uma célula madura do cão é misturada com um óvulo em que o material genético anterior foi devidamente retirado, e implantar o embrião em uma “mãe” canina. Dois meses depois, seu cãozinho está de volta, como um filhote.

A prática é controversa, mas o fundador da empresa, Hwang Woo-Suk – que já se envolveu em diversos processos jurídicos por questões éticas – afirma que a felicidade das pessoas (junto de seu dinheiro) faz tudo valer a pena. “É como se eles tivessem encontrado uma criança desaparecida”, afirma. “Um momento de pura alegria, que me lembra a razão pela qual faço isso”.

O controverso Dr. Hwang Woo-Suk com dois de seus cães clonados

O próximo ambicioso projeto da empresa de Woo-Suk é simplesmente clonar um mamute a partir de restos congelados encontrados na Sibéria. Difícil será encontrar uma família para adotar esse filhote.

 

© fotos: divulgação/Getty Images/fonte:via