Este cachorrinho se finge de morto toda vez que é tirado do colo do dono

Há quem se esforce bastante para conseguir educar ou ensinar truques para seu cãozinho de estimação. Esse chihuahua parece nem precisar disso: ele mesmo ‘aprendeu’ a fingir de morto para evitar uma condição desconfortável.

E essa situação é simples: o cachorrinho não gosta que Daniel, filho de seu tutor, o pegue no colo. Ele simplesmente paralisa ao ser tocado por Daniel, e volta a agir naturalmente quando é levado de volta até seu humano preferido.

O hilário vídeo mostrando o que acontece já angariou milhões de visualizações desde que foi publicado, em 2014, e voltou a circular com frequência nas redes sociais nas últimas semanas.

Imagens: Reprodução/fonte:via

Garotinho põe brinquedos à venda para pagar tratamento de seu cachorro doente

O pequeno Connor Jayne, hoje com 10 anos, tem no cão Copper seu melhor amigo há quatro. O animal foi adotado pela família pelo simples prazer de ter um animal de estimação, mas logo se provou fundamental como apoio emocional a Connor, que sofre com crises de ansiedade.

Há alguns meses, Connor e sua mãe, Jennifer, perceberam que Copper estava mancando e o levaram ao veterinário. O especialista avaliou o animal e disse acreditar que com alguns dias de repouso ele se recuperaria, o que não aconteceu.

Em uma nova consulta, Copper foi diagnosticado com Síndrome de Wobbler, uma doença que afeta a região cervical e pode levar a disfunções neurológicas. A família ficou sabendo que os custos para bancar o tratamento estavam além do orçamento, mas o pequeno Connor não teve dúvidas.

Ele disse à mãe que colocaria todos os seus brinquedos à venda na garagem de casa, entre vários bonecos, livros e até um videogame. Paralelo a isso, Jennifer criou uma campanha de financiamento coletivo e começou a espalhar a história pela cidade em que vivem, a pequena Fairport, no estado de New York.

Acontece que a atitude de Connor chamou a atenção de veículos de mídia locais e de vários usuários da internet. De repente, as doações para campanha passaram a aumentar, superando e muito a meta original, de 2800 dólares. Já são mais de US$18 mil arrecadados, e a família promete doar a diferença para ONGs dedicadas à causa animal.

Jennifer aproveitou para criar uma página no Facebook para deixar os seguidores atualizados sobre a situação de saúde de Copper. Segundo ela, há dias em que o cão mal consegue se mexer, e outros em que caminha sem tantos problemas, apenas mancando de leve. Como o tratamento demora um pouco para surtir efeito e começou há poucas semanas, a expectativa da família é de observar mais sinais de melhora em breve.

Fotos: Reprodução/Jennifer Jayne/fonte:via

Eles caminharam 12 horas para salvar um cachorro que se feriu em uma armadilha

Até bem pouco tempo, Sean McCormack – um resgatador independente de cães baseado ao norte de Taiwan – nem teria sonhado fazer uma trilha íngreme, mas foi o que o que ele fez. Ao lado do amigo, Ross Tweedie, recentemente McCormack fez uma trilha épica de 12 horas apenas para ajudar um cachorro ferido.

Tudo começou quando alguém encaminhou uma foto para McCormack através do Facebook. Na foto, um cachorro de 1 ano de idade aparecia machucado e deitado em um forno de metal fora de uso em uma pousada no Parque Nacional de Taroko.

Quando McCormack entrou em contato com a mulher que tirou a foto, ele explicou que viu o cachorro, agora batizado Sandy, em uma caminhada, e estava preocupada com seus ferimentos – Sandy havia ferido as patas em uma armadilha.

“Há um grande problema em Taiwan com armadilhas”, disse McCormack ao The Dodo. “A maioria dos nossos resgates são cães que foram mutilados por um desses dispositivos.”

McCormack assegurou à mulher que ele resgataria o cachorro, mas na época, ele não tinha ideia do que estava se metendo e inicialmente imaginou que poderia dirigir até lá.

“A mulher disse: ‘É uma caminhada de seis horas’ e pensei: ‘Deve haver uma estrada secundária. Deve haver porque há uma casa de hóspedes lá. E o Google Maps disse que eu poderia dirigir até lá “, contou.

Mas ele se enganou – não havia estrada e ele definitivamente não podia dirigir até lá. O único caminho para a casa de hóspedes era fazer uma trilha íngreme e escorregadia. Seis horas acima e seis horas abaixo.

McCormack não estava na forma física ideal para esse tipo de caminhada, mas ele estava determinado a ajudar Sandy. Então ele procurou seu amigo Tweedie, dono de uma empresa de trekking para ajudá-lo a chegar até lá.

A caminhada foi ainda mais desafiadora do que McCormack imaginou e ele quase desistiu várias vezes. Mas quando eles finalmente chegaram à casa de hóspedes, depois de seis árduas horas, eles se depararam com um novo problema – não conseguiam encontrar o cachorro.

Então eles viram algum movimento debaixo de uma pilha de cadeiras de plástico. “O cachorrinho estava lá embaixo, abanando o rabo”, disse McCormack.

“Ele veio e colocou a cabeça no meu colo parecendo que queria um abraço”, acrescentou McCormack.

“Ele estava muito feliz em nos ver, mas obviamente com dor”, disse McCormack. McCormack e Tweedie sabiam que Sandy precisava de um veterinário o mais rápido possível, então decidiram retornar imediatamente pela montanha, o que significou outras seis horas de caminhada. Então eles carregaram Sandy na mochila de Tweedie e se revezaram levando-a montanha abaixo.

“Ele não fez nenhum som”, disse Tweedie. “Ele não latiu, não choramingou, não chorou. Ele era um anjo”.

Quando finalmente chegaram, McCormack levou Sandy ao veterinário, que acabou amputando as patas dianteiras, o que ajudou a salvar a vida de Sandy. Uma vez curada, Sandy será equipada com próteses especiais para ajudá-lo a andar novamente.

“Ela está indo muito bem”, disse McCormack, que mantém Sandy em casa enquanto melhora. Ele imediatamente começou a brincar com alguns dos cachorros mais jovens aqui e é um cachorro muito doce e feliz”.

Quando Sandy se recuperar completamente, ele tem um lar para onde ir – um dono de restaurante em Taipei leu sobre a história de seu resgate nas redes sociais e se ofereceu para adotá-la. McCormack e Tweedie não poderiam estar mais felizes sobre como tudo funcionou tão bem.

“Nós estamos orgulhosos por termos feito esse enorme esforço”, disse McCormack. “Quando você transforma a vida de um animal, especialmente um que provavelmente não receberá ajuda de ninguém, é uma coisa muito gratificante a se fazer.”

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Cachorra resgatada ‘fareja’ câncer em nariz de tutora: ‘Ela sente quando estou mal’

Já falamos por aqui algumas vezes sobre o amor incondicional dos cães por quem cuida deles. Agora mais um caso surge e este é impressionante: uma cadela conseguiu perceber um câncer no nariz de sua dona. Lauren Gauthier percebeu que sua cachorra, Victoria, cheirava insistentemente um inchaço que tinha em seu nariz e decidiu ir ao médico checar. Assim descobriu que na verdade era carcinoma basocelular, o tipo mais comum de câncer de pele.

“É realmente incrível que minha cadela foi tão persistente em cheirar a área que era câncer de pele. A cirurgia em si mudou meu rosto, e se ela não tivesse insistido, eu poderia ter ignorado o local, o que poderia ter arriscado mais desfiguração ainda”, disse Lauren ao site Sweet Buffalo.

Lauren e Victoria

Ela sabia do olfato aguçado dos cães, mas nunca pensou que se beneficiaria disso pessoalmente. Como o câncer foi descoberto logo no início, não se espalhou pelo rosto ou causou mais danos à saúde de Lauren.

Esta cadela tão “intuitiva” foi resgatada por Lauren de um abrigo, em Kentucky, nos EUA. Victoria literalmente salvou Lauren. “Estou muito agradecida por Victoria. Ela e eu sempre tivemos um vínculo estreito e ela sente quando estou chateada ou estressada. Eu não tinha ideia de que ela seria capaz de detectar que eu tinha câncer escondido debaixo da minha pele”, disse ao site Love What Matters.

Lauren descobriu um tipo de câncer de pele

A americana acredita que o câncer seja fruto de diversas sessões de bronzeamento artificial que ela fez. Assim, agora ela aconselha todos a se afastarem dessa prática. “Meu conselho para adolescentes que estão considerando fazer bronzeamento artificial é: não façam”, disse. “O custo e os danos que você causa à sua pele são altos demais, e mesmo que envelhecer pareça um mundo distante, quando você for mais velho, pagará um preço por bronzeamento artificial e camas de bronzeamento”.

Lauren recuperada da cirurgia

 

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Cão que defendeu dono de 16 anos de invasores armados acaba baleado

O que nós humanos fizemos para merecer os cachorros? Se você não sabe do que estou falando, então considere isso: imagine que você é uma criança pequena. Eis que, de repente, algumas espécies gigantes e alienígenas o roubam de sua mãe, pai e irmãos. Você chega a uma terra estrangeira, em uma casa que nunca viu antes, e é forçado a viver o resto de seus dias comendo o que lhes dão de comer, usando roupas ridículas e fazendo graça para as câmeras. Ah, sem contar que eles te castram. Então voltamos à pergunta: por que recebemos tanto amor deles?

O Rex, por exemplo, é definitivamente um desses grandes companheiros que recebeu uma quantidade insana de amor de seu dono, Javier Mercado, de 16 anos. Tanto amor, que estava disposto a morrer por Javier.

Pastor alemão salva garoto de 16 anos em assalto

Na tarde do dia 21 de fevereiro de 2018, Javier estava relaxando em casa com Rex, quando ouviu um barulho. Ele olhou para fora e viu um carro na entrada que ele não reconheceu, seguido do som de vidro quebrando. Foi quando Rex entrou em ação.

“Eu ouvi a porta de correr quebrar e, como ela é de vidro, fez um barulho muito alto. Meu cachorro correu lá para baixo e começou a latir sem parar. Ouvi um dos caras gritar ‘o cachorro me mordeu, agarre ele’”, conta o garoto.

Quando Javier ouviu o homem gritar, ligou imediatamente para a polícia e se escondeu no armário. Rex correu então para o quarto onde ele estava para vigiá-lo enquanto os assaltantes vasculhavam a casa em busca de dinheiro e objetos de valor. Quando tentaram entrar no quarto onde Javier estava, o pastor alemão avançou. Os ladrões dispararam contra o cão, o atingindo quatro vezes. Rex não teve mais forças e caiu no chão enquanto seu dono continuava escondido.

Na hora que a polícia apareceu, os bandidos fugiram. Apesar dos graves ferimentos, Rex ainda estava vivo. Os ferimentos causados pelos tiros precisavam ser sanados às pressas e ele precisou passar por uma cirurgia para ter maiores chances de sobreviver. Infelizmente, a família Mercado não tinha recursos para a operação e medicamentos que dariam uma nova chance ao cão.

Assim, os familiares iniciaram uma campanha de financiamento coletivo para pagar pelos cuidados com Rex. Eles não só conseguiram o dinheiro que precisavam, como chegaram a seis vezes o valor inicial. Foi criada ainda uma página no Facebook para acompanhar os cuidados com o cachorro.

Para Javier, não restam dúvidas que Rex salvou sua vida. “Eles não pensaram duas vezes antes de atirar. Se Rex não tivesse lá, eles teriam aberto a porta e me encontrado”, conta.

Uma nova chance para Rex

São ou não nossos melhores amigos?

 

Fotos: Rex The Hero Dog /fonte:[via]

9 meses que valem pela eternidade. Uma carta de despedida ao melhor amigo peludo

A fotógrafa norte-americana Stephanie Jarstad e seu marido, Michael, se casaram em abril de 2017, e logo na primeira semana de união ganharam a companhia do pequeno Kolohe, um lindo filhote de husky siberiano.

Os três viveram felizes por 9 meses, entre brincadeiras e caminhadas pela floresta, até que uma doença degenerativa levou o cão ao falecimento precoce. Para se ajudar a lidar com a perda do amigo canino, Stephanie criou uma série fotográfica reunindo as imagens favoritas de Kolohe, além de escrever uma carta de despedida.

Confira:

“Você nasceu na mesma semana em que eu e Michael nos casamos. A espera pela sua chegada pareceu uma eternidade. Aqui estão algumas coisas que nunca te contei.

Fiquei nervosa sobre ter um husky porque sabia do quanto você precisaria de exercícios e me perguntava se conseguiria cumprir com essa tarefa.

Você me transformou numa corredora e essa foi a melhor experiência para nos conectar. Eu me planejava ao redor dos dias em que poderia te levar ao parque. Ver você brincar e correr atrás dos seus amigos caninos se tornou o melhor momento das minhas semanas.

Fiquei nervosa quando descobrimos que seus pelos eram mais longos que o normal, porque precisaria estar aspirando a cada passo que você desse.

Rapidamente, essa se tornou minha coisa preferida em você. Te abraçar é como abraçar uma nuvem. Você é o travesseiro mais macio. Obrigado por enxugar todas minhas lágrimas com penugem incrível.

Fiquei nervosa sobre ter um cachorro no que parecia ser o segundo seguinte a nos casarmos. Me perguntava se não deveríamos nos adaptar a essa nova temporada da vida, só os dois, para começar.

Agora, não consigo imaginar nosso começo sem você. Crescemos como casal em nossa adoração mútua por nosso lindo filhote. Você ilumina nossas vidas e não podemos imaginá-las sem você.

Fiquei nervosa sobre você ser um daqueles huskies típicos: malandros, fugitivos e teimosos.

E bem, você era. O husky que escavou a lagoa e fugiu para a casa do vizinho é o mesmo que fez o veterinário perguntar se nosso husky estava quebrado, de tão obediente.

Fiquei nervosa por te amar tão profundamente e ter que encarar o difícil destino de precisar dizer adeus um dia.

E esse dia chegou cedo demais. Eu ainda não acredito que precisamos dar tchau para nosso filhote de 9 meses. Te vi envelhecer 15 anos em 2 semanas.

Eu limparia sua bagunça por 15 anos se fosse a única coisa que estivesse errada. Eu te daria frango cozido na boca por 15 anos se fosse a única coisa que estivesse errada. Eu seria sua humana-guia para te ajudar com a cegueira por 15 anos se fosse a única coisa que estivesse errada.

Eu cuidaria das suas convulsões por 15 anos se fosse a única coisa que estivesse errada. Eu seguraria sua tigela de água para você não aspirar por 15 anos se fosse a única coisa que estivesse errada. Eu seria seus ouvidos quando você ficasse surdo por 15 anos se fosse a única coisa que estivesse errada.

Eu pegaria suas patas traseiras quando você estivesse muito fraco para subir as escadas por 15 anos se fosse a única coisa que estivesse errada.

Você lidou com tudo isso e uma doença cerebral degenerativa que te tirou de nós rapidamente.

Eu queria poder tirar sua dor e te manter com a gente. Se significasse que você viveria 9 meses ou 9 anos, eu faria tudo de novo, desde que você vivesse conosco.

Eu queria que você pudesse conhecer nossos futuros filhos e lamber as bochechas gordas deles. Queria que você pudesse ver seu primeiro Natal, sua primeira nevasca, seu primeiro aniversário.

Te amamos tanto, Kolohe, Bubba, Pupper Nutter, Derp. Temos tanta sorte de te chamar de nosso. Descanse em paz. 19/03/17 – 19/12/17

Para ler o texto original, em inglês, acesse o blog de Stephanie.

 

Fotos via Stephanie Jarstad /fonte:via

Em meio aos escombros, cão espera por dono morto em terremoto no México

Dona Toñita, de 87 anos, perdeu seu marido, Trinidad, de 97 anos, no terremoto de 7.1 graus de magnitude que atingiu a região da Cidade do México na semana passada. Enquanto ela estava fora de casa alimentando animais no quintal, e por isso sobreviveu ao abalo, ele não conseguiu sair a tempo, e acabou falecendo soterrado pelos escombros da própria casa. Quando as equipes de resgate chegaram ao local, receberam o luto de Dona Toñita, mas logo perceberam uma curiosa cena.

Exatamente ao lado do local onde antes ficava a casa, Jacinto, o cão que por muitos anos acompanhou o senhor Trinidad, permanecia sempre deitado no mesmo ponto.

“Por mais que tentássemos tirá-lo do lugar para remover escombros, ele voltava e deitava justamente no local em que seu dono de 97 anos perdeu a vida”, escreveu em um post no Facebook um dos membros do grupo de trabalho. “Esta é uma mostra gigante de amor e fidelidade de um cão a seu dono falecido”.

Naturalmente o amor de Jacinto po Trinidad vem sendo comparada com a mítica história de Hachiko, o cão japonês da raça Akita que, por mais de 9 anos, voltou diariamente à estação de trem para encontrar seu dono, já falecido, no ponto onde costumavam encontrar-se. Segundo Dona Toñita, Jacinto e Trinidad iam todos os dias juntos trabalhar no campo. Ela afirma que, triste, o cão não deixou o local em que o marido faleceu desde o terremoto.

Jacinto já tornou-se um dos símbolos do difícil luto pelo qual o México passa no momento, com mais de 340 mortos por conta do tremor.

O fiel cão japonês ganhou uma estátua exatamente no ponto em que postava-se diariamente para esperar por seu dono.

© fotos: divulgação/Fonte:via