Casal viaja o mundo transformando os lugares que conhece em incríveis bordados

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Uma das melhores coisas da vida é poder viajar e conhecer o mundo com o amor da nossa vida, mas e se juntos, conseguíssemos converter todos os lugares que conhecemos em arte? É exatamente isso que o casal Charles Henry e Elin Petronella faz. Ele – francês e, ela – sueca, viajam pela Europa transformando as paisagens que costumam ver em lindos bordados.

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Inspirados na diversidade da arquitetura europeia, o casal apaixonado encontrou uma maneira criativa e inovadora de eternizar as memórias que vivem junto pelo velho continente. Cada um exerce um papel fundamental na composição dos bordados: enquanto Elin concentra-se nos detalhes dos edifícios e nos elementos urbanos, seu marido escolhe as cores e texturas.

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O famoso bonde amarelo de Lisboa, as românticas ruas de Paris e os icônicos canais de Copenhague são apenas três exemplos de lugares que foram eternizados pelas mãos desse casal único. Em tempos de selfies, eles criaram uma maneira muito mais original de fabricar memórias de viagem.

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fonte:via Fotos: Elin Petronella

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Ele clicou um pedido de casamento épico de desconhecidos e agora finalmente encontrou o casal amor , casal , casamento

Resultado de imagem para Charlie Bear photography

É difícil não se emocionar com pedidos de casamento criativos – nós adoramos celebrações do amor, sejam elas criativas, familiares ou simplesmente malucas. Uma das mais legais dos últimos tempos aconteceu no Parque Nacional de Yosemite, na Califórnia (EUA), e fez sucesso na internet antes mesmo de os noivos serem identificados.

Aconteceu assim: Matthew Dippel é fotógrafo e estava admirando a vista de uma das montanhas do parque enquanto fazia cliques sem nenhum objetivo específico. De repente, ao olhar para o morro ao lado, ele viu um homem pedindo uma mulher em casamento e fez uma das fotos mais espontâneas e bonitas que poderia imaginar.

O clique aconteceu no dia 6 de outubro, e Matt logo publicou a imagem nas redes sociais para tentar localizar o casal. Depois de três semanas de espera, finalmente eles foram identificados: foi Charlie Bear quem fez o pedido à agora noiva Melissa – ambos californianos.

Mais de 100 mil pessoas tinham retweetado a foto de Matt para ajudar a encontrar o casal. Conversando com Charlie, o fotógrafo ficou sabendo que ele já havia feito o pedido à noiva em fevereiro, mas decidiu leva-la até o Yosemite e se ajoelhar novamente por ‘motivos pessoais’. Segundo ele, foi o mais especial dos pedidos, e, sem saber, o casal conseguiu uma foto épica de um momento tão especial.

Foto do pedido por Matthew Dippel

Fotos do casal via Charlie Bear /fonte:via

Fogo e água: fotografias capturam a paixão que mora em cada um de nós

Graças à computação gráfica, podemos criar fotografias fantasiosas, com uma aura mágica e, completamente diferentes do que nossos olhos costumam enxergar. Foi exatamente isso que o fotógrafo espanhol Joan Carol, baseado em Girona – Espanha, fez ao unir suas duas maiores paixões para criar uma série fotográfica, que deixa qualquer um de queixo caído.

Apaixonado por fotografia e artes gráficas, com muita sensibilidade e criatividade ele criou uma série dramática, inspirada no poder da água e do fogo sobre nós. Misturando cores e texturas com perfeição, suas fotografias são inspiradoras, misteriosas e, dramáticas.

Através da manipulação digital, ora sutil, ora propositalmente exagerada, sua arte abre um questionamento, de que é preciso deixar que nossas emoções fluam, assim como a natureza e a água. Suas fotografias representam a paixão e, ele soube explorar este aspecto como ninguém.

Fotos: Joan Carol /fonte:via

Este casal cresceu na mesma cidade, se conheceu do outro lado do mundo e passou a viver na estrada

Um casal que cresceu na mesma cidade, mas nunca tinha se falado, contou como eles estão agora viajando pelo mundo de mãos dadas depois que o acaso os uniu. Charlie Pauly, 27 anos, e Lauren Cliffe, 24, de Peterborough, se esbarraram depois de viajarem, cada um por si, para a Austrália e perceberam logo que tinham uma conexão.

Logo após o encontro, eles decidiram abandonar suas vidas no Reino Unido e viajar pelo mundo todo. Graças à sua química na câmera, a dupla acumulou mais de 90 mil seguidores no Instagram, fazendo com que suas viagens se tornassem seu modo de vida.

Junto com o Instagram, o casal passou a postar sobre suas andanças e também administrar um negócio de marketing de viagens. Contando sua história de amor, o casal disse: “É engraçado; nós dois estávamos em viagens individuais separadas e nos esbarramos em nosso shopping center local”. 

“Nós sabíamos um do outro, mas nunca falamos antes. Começamos a conversar sobre viagens e combinamos de sair e uma coisa levou a outra”. Em pouco tempo eles perceberam que poderiam ganhar a mesma quantia de dinheiro que recebiam de seus trabalhos com o blog e passaram a transformar seu site de moda em uma página de viagens.

“Nossas personalidades, morais e valores são idênticos. Dentro de algumas semanas, era inegável que não sairíamos do Reino Unido sem o outro”. Para arrecadar dinheiro para suas viagens, o casal seguiu em frente com sua marca de roupas Wanderers & Warriors e descobriram que podiam vender mais de 30 pacotes por semana em todo o mundo. “Começamos a economizar juntos, montamos uma marca de roupas e voltamos para a estrada”.

Sua primeira viagem juntos foi para a Índia, uma jornada que, segundo eles, realmente testou suas “personalidades, paciência e relacionamento”. No final, eles saíram com um ‘laço inquebrável’ e se aventuraram para o próximo lugar.

Charlie e Lauren visitaram oito países no ano passado e pretendem visitar um total de dez neste ano, incluindo passar o inverno na Europa. O destino favorito do casal até agora foram as Filipinas, graças ao seu cenário de tirar o fôlego. O local mais atraente para eles foram as favelas em Mumbai, por conta das pessoas incrivelmente receptivas. ]

Eles estão atualmente em Bali, na Indonésia, onde passaram os últimos seis meses se instalando e se instalando. Os pombinhos dizem que a região é “um lugar tão bonito, cheio de cultura e comida deliciosa”, acrescentando: “É uma boa base para entrar e sair da cidade para fins de viagem.

“Somos viajantes lentos, gostamos de dedicar pelo menos um mês a cada país porque queremos ver o máximo possível. A maior parte do tempo estamos vivendo de mochilas. Somos minimalistas, mas é um estilo de vida e nos permite fazer o que fazemos”. 

Tanto Charlie quanto Lauren creditam o Instagram por ajudá-los a criar uma carreira que podem ser trabalhadas de qualquer lugar. “Permitiu-nos sustentar nosso estilo de vida. Isso nos conectou com as pessoas e nos permitiu inspirar os outros”, contam. “Acima de tudo, temos um propósito que nos faz querer sair da cama às 5h da manhã para pegar a foto perfeita do nascer do sol. Somos apaixonados por compartilhar essas experiências com o mundo”.

“Esperamos mostrar às pessoas que viajar é acessível a todos e muito mais fácil do que você pensa. Se você trabalha duro e ama o que faz, então tudo é possível. Viajar nos ensinou a permanecer humildes, o mundo é um lugar enorme e as viagens vão te ensinar algumas lições valiosas. Se você tiver a oportunidade de viajar, faça as malas e vá explorar. Veja o mundo através de outra perspectiva e use a experiência para crescer como pessoa”, concluem.

Fotos: @wanderersandwarriors  /fonte:via

Marido de 84 anos aprende a maquiar esposa, que está perdendo a visão

Nunca é tarde para aprender algo novo, não é? Que o diga o irlandês Des, de 84 anos, que está se especializando em maquiagem por um motivo mais do que especial: ajudar a esposa, Mona, a se sentir linda mesmo após perder a visão.

Mona Monahan tem 83 anos e sabe que sua visão está se deteriorando. É praticamente certo que ela ficará cega. “Ela não vai mais conseguir se maquiar sozinha, então pensei que quanto antes eu aprender, melhor”, explicou o marido, que está tomando aulas desde outubro.

Diariamente, Des e Mona vão até uma loja de roupas e produtos de beleza onde a maquiadora Rosie O’Driscoll oferece o curso. O marido já sabe passar batom, base delineador como um expert, e continua se esforçando para aprender mais.

“Estou tendo dificuldade para distinguir diferentes tons, mas graças ao Des eu sei que minha maquiagem sempre estará ótima”, conta Mona. E Des até tira uma onda: “Estou tão confiante para maquiar agora que poderia até começar a dar minhas próprias aulas”, brinca.

Fotos via Carter News/fonte:via

Há 40 anos, indiano trocou tudo por uma bike e pedalou 5 mil km para encontrar seu amor na Suécia

“Isso foi decidido pelos céus. Nós fomos destinados a nos encontrar”. Foi com essas frases que o indiano Pradyumna Kumar Mahanandia (ou P K Mahanandia) começou a explicar para a sueca Charlotte Von Schedvin por que ele acreditava que o amor dos dois estava previsto em uma profecia.

O encontro aconteceu em Délhi, em dezembro de 1975, mas, de acordo com Mahanandia, era só questão de tempo. Segundo o indiano, que nasceu em 1949, em uma família da casta dalit, a mais inferior do hinduísmo, era comum na região que astrólogas visitassem as casas com crianças recém-nascidas para falar sobre o que o futuro lhes reservaria.

Sobre Mahanandia, a astróloga disse que ele não se casaria em um casamento arranjado, mas que se uniria a uma “mulher estrangeira, vinda de terras distantes, nascida sob o signo de Touro, dona de uma selva ou floresta e que tocasse flauta”.

A história era repetida pela mãe de Mahanandia sempre que o filho ficava desanimado após ser perseguido na escola por sua condição de dalit. Era a forma que ela encontrava para mostrar que o futuro lhe reservava algo melhor.

O encontro com Charlotte aconteceu em Délhi, onde o indiano, aos 25 anos, vivia como artista de rua, anunciando ser capaz de desenhar retratos em apenas dez minutos, cobrando 10 rúpias por cada um.

É assim que ele descreve o encontro: “Me lembro claramente: era 17 de dezembro de 1975, e uma mulher com longos e belos cabelos loiros e olhos azuis se aproximou de mim ao fim da tarde. Quando ela apareceu além do meu cavalete, foi como se eu não pesasse nada. Palavras não são precisas o suficiente para descrever a sensação”.

“Seus olhos eram tão azuis, grandes e redondos, e eu senti como se ela não olhasse para mim, mas sim para meu interior”, continua. Apesar da vontade de fazer justiça à beleza de Charlotte, Mahanandia conta que ficou nervoso e seu retrato não saiu tão bom. Então ele pediu que ela voltasse no dia seguinte.

Foi quando ele decidiu se arriscar e fazer as perguntas da profecia. Após confirmar que a jovem, então com 19 anos, era do signo de Touro, possuía uma floresta em sua terra natal, e tocava flauta (além de piano), ele decidiu falar sobre aquilo que tinha sido anunciado pela astróloga logo que nasceu.

Por mais incrível que possa parecer, Charlotte, que havia se sentido estranhamente atraída pelo local onde Mahanandia fazia seus retratos, decidiu dar uma chance a ele e topou sair para tomar chá, depois combinando de visitar a vila onde a família dele morava.

Eles passaram cerca de duas ou três semanas juntos, até que Charlotte precisou voltar para a Suécia – ela havia viajado para a Índia junto e algumas amigas, percorrendo a chamada “Trilha Hippie”, que ligava a Europa ao sul da Ásia, passando pela Turquia e pelo Oriente Médio.

Os dois passaram um ano e meio trocando cartas, até que Mahanandia decidiu que era hora de vender tudo que ele possuía e ir ao encontro de seu grande amor. Ele comprou uma bicicleta usada, guardou um pouco de dinheiro para a viagem e partiu pelo mesmo caminho que havia levado Charlotte até a Índia.

Sua jornada começou em 22 de janeiro de 1977. Com mais de 6 mil km para percorrer, ele pedalou cerca de 70 km por dia, alternando com algumas caronas de caminhão. Graças ao talento artístico, conseguiu trocar retratos e outros desenhos por dinheiro, comida ou um lugar para passar a noite.

Em 28 de maio, depois de pouco mais de quatro meses de viagem, ele chegou à Europa, em Istambul e depois Viena, e viajou até a Gotemburgo, na Suécia, de trem. Depois de alguns choques culturais e da dificuldade para impressionar os pais de Charlotte, finalmente os dois se casaram.

Eles já estão juntos há mais de 40 anos e seguem se amando, tendo criado dois filhos. A história do casal virou o livro A Incrível História do Homem que Pedalou da Índia à Europa por Amor e, segundo especulações, pode se tornar um filme em breve.

Fotos: Reprodução/Arquivo Pessoal

Com informações da BBC e National Geographic /fonte:via