Kate Middleton e Príncipe William ‘perdem’ guarda dos filhos. Mas por quê?

A monarquia carrega consigo dogmas difíceis de entender. Pelo menos para os meros mortais, já que entre os seguidores do regime, cada linha é encarada com seriedade.

De acordo com uma lei real criada há 300 anos, o príncipe William e a duquesa Kate Middleton não possuem a guarda dos filhos. Isso não quer dizer que os dois, casados desde abril de 2011, vão deixar de ser pais de George, Louis e da princesa Charlotte.

Entretanto, aos olhos dos seguidores das leis monárquicas, os mais novos membros da família real são responsabilidade do rei ou da rainha. No caso Elizabeth II, no trono desde a década de 1950.

“O rei ou rainha conservam a guarda dos netos e bisnetos. Isto nasceu na época do Rei George I, que governou entre 1714 e 1727. Desde então, a lei nunca foi modificada”, explicou Marlene Koening, especialista em família real.

Koening lembra que a lei foi promulgada por causa da má relação entre o rei George I e seu filho, o futuro rei George III. “Ele aprovou esta lei para que pudesse ter a guarda de seus netos”.

A lei foi aprovada por 10 entre 12 juízes em 1717 e desde então não foi modificada. Isso explica muito que, mesmo com uma mudança significativa nos últimos tempos, a família real britânica é adepta ao tradicionalismo. Aliás, a medida vale também para os futuros herdeiros de Meghan Markle e Harry.

Fotos: Reprodução/Instagram/fonte:via

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Dia do Amigo: 9 grandes amizades que mudaram a história para sempre

A amizade é um fenômeno das reações humanas que desperta muita curiosidade. Talvez pela não existência de regras para que ela aconteça. Você já deve ter se deparado com pessoas de personalidades distintas dividindo uma cerveja no bar e histórias décadas a fio.

Como o ser humano é um bicho curioso, recentemente uma pesquisa norte-americana encabeçada pela Universidade da Califórnia buscou entender os sentimentos gerados quando se está na presença daquela pessoa que mora do lado esquerdo do peito.

Os genes dos humanos exercem algum papel relevante na eleição das amizades? Sim e não. Vamos lá, a pesquisa avaliou seis genes humanos e entre eles dois ganharam mais destaque, o DRD2 – vinculado ao desenvolvimento do alcoolismo e o CYP2A, aqui relacionado com o metabolismo de defesa contra substâncias como a nicotina.

Bom, o DED2 interveio diretamente na produção de neurotransmissores como serotonina, associada ao estado de ânimo e a dopamina, fundamental para a conservação da motivação, do aprendizado e atenção. Conclusão, para os estudiosos, estes elementos comprovam que na amizade não se busca apenas humor ou carisma, mas sobretudo elementos que completem os sentimentos.

Trocando em miúdos, amigo é aquela pessoa que chega em para preencher a parte que falta. No sentido mais poético, afinal de contas mesmo que diga-se que a felicidade deve ser construída sem dependência dos outros, é muito melhor quando se tem companhia para seguir pela estrada.

Para celebrar o Dia do Amigo, o Hypeness elegeu os nove amigos mais inseparáveis. São figuras das artes, política, mas que em comum possuem a vontade de estar ao lado do outro. Isso não significa a ausência de brigas ou rompimento, mas como diria o poeta, o importante é o triunfo do amor.

1. Lennon & McCartney

Provavelmente a parceria mais frutífera da história da música pop. Os dois rapazes de Liverpool são um perfeito retrato das nuances da amizade. Um canhoto. O outro destro. De um lado a guitarra. Do outro o baixo. Não importa, Paul e John se uniram por meio da paixão pela música.

Responsáveis pela criação de uma das bandas mais importantes de todos os tempos, os Beatles, a dupla dividiu por quase uma década a composição dos maiores sucessos musicais. Sabe aquele lance de individualizar duplas? Com Lennon e McCartney é bem esta a pegada. Lado a lado por tanto tempo, é impossível desassociar a existência de um do outro.

Claro, houveram momentos de turbulência, especialmente nos últimos anos dos Fab Four. Quem não se lembra das brigas homéricas entre eles pela imprensa? Rolou até uma música, How do You Sleep, com John literalmente chamando Paul para a briga.

Entretanto, o que ficam são os momentos de ternura. Por isso a história por trás de Hey Jude não pode ser deixada de lado. O final da relação entre John e Cynthia Lennon deixou muito abalado o filho do casal. Então com cinco anos, Julian não conseguia conviver com a ideia do fim do casamento do pai.

Percebendo a confusão na mente do garoto Paul, bastante próximo do jovem, resolveu visitá-lo em Londres. No caminho, como de costume,  tornou a pensar em uma nova canção. Ao chegar começou a cantarolar Hey Julian’, enquanto improvisava a letra.

“Hey Jules, don’t make it bad, take a sad song and make it better” (Ei Julian, não se sinta mal, ouça uma música triste para se sentir melhor). O tempo passou e Hey Jules se transformou no clássico Hey Jude. Falando com os repórteres, Macca admitiu sempre lembrar de John, assassinado na década de 1980, quando canta Hey Jude.

2. Tina Turner & Cher

Estamos diante de duas divas da música pop. Cada uma a sua maneira, a dupla conserva mais de 50 anos de companheirismo. Neste tempo todo foram tantos momentos de confidências que é difícil escolher. Claro, não dá pra deixar de lado Shame, Shame, Shame, que marcou o ano de 1975 com estas duas mulheres dividindo os palcos.

Outro momento interessante foi uma entrevista recente realizada no programa de Oprah Winfrey. O esperado encontro entre as duas rainhas do show biz foi marcado por uma resposta ‘mais Cher impossível’. Perguntada por Oprah sobre os efeitos da idade ela respondeu, “é uma merda”, arrancando risos efusivos de Tina.

“A primeira vez em que Tina e eu trabalhamos juntas ela veio ao estúdio e eu estava esperando, você sabe, algo mais Tina Turner. Mas ela me chega vestindo uma camiseta calça e sapatos de salto. Porém quando ela começou a falar e eu ouvi aquela voz!”, revelou Cher.

“Ela ficava olhando pra mim como se pensasse ‘nossa, de onde saiu essa pessoa?’, lembra Tina.

3. Roberto Carlos & Erasmo Carlos

“Em outra encarnação eu gostaria de novamente ser parceiro, amigo, compadre, companheiro e irmão do Roberto”. A emotividade presente na confidência de Erasmo sobre a amizade com Roberto Carlos dá o tom de uma das relações mais belas da música popular brasileira.

A proximidade é tanta que algumas pessoas chegam a se questionar se os dois não seriam irmãos. Não são. Na verdade, Roberto e Erasmo, como a própria música diz são ‘amigos de fé, irmãos camaradas’.

Atravessando boa parte do século 20, a história se inicia no Rio de Janeiro, especificamente na Tijuca. Eram os anos 1950, auge do rock e Elvis Presley. Por intermédio do amigo Arlênio Lívio, Roberto Carlos foi levado ao encontro de um grupo de amigos que curtiam rock no Bar do Divino.

Chegando lá esbarrou com outro fã de rock’n’roll, Erasmo. O resto é história. Mas vale dizer que deste companheirismo surgiu nada menos do que a Jovem Guarda, até hoje considerada o sustentáculo do rock brasileiro.

4. Serena Williams & Meghan Markle

Você pode até não saber, mas a amizade entre Serena e Meghan vem de muito tempo. Aliás, relação entre a tenista e a atriz – atual Duquesa de Sussex, está sendo descrita por aí como uma ‘amizade empoderadora’. Isso pelo tamanho da representatividade de ambas.

Com 35 títulos de Grand Slam, Serena Williams é considerada a maior tenista de todos os tempos. Mulher negra, sempre levou consigo a importância do combate ao racismo. Recentemente a norte-americana suscitou um importante debate sobre maternidade ao retornar ao esporte depois de ser mãe.

Meghan não deixa barato também. Famosa por sua trajetória como atriz, com direito a participações em séries como CSI, Markle defende conceitos feministas. “Tenho orgulho de ser mulher e feminista”. Depois do casamento com o príncipe Harry a Duquesa de Sussex é apontada como fundamental para a modernização da família real britânica.

Apesar dos laços de amizade, as duas não eram vistas em público desde o NY Fashion Week, por causa da distância física mesmo. Meghan se mudou para Londres e Serena vive na Flórida. Mas não há nada que a distância possa mudar e no tão esperado casamento real lá estava Serena Williams, exuberante com seu longo vestido, como uma das principais convidadas da amiga querida.

5. Gil & Caetano

‘Caetano das Luzes’ e ‘Gilberto Misterioso’. Gil é nascido em Salvador, mas cresceu em Ituaçu, cidade do interior da Bahia. Desde pequeno dizia querer ser ‘musgueiro e pai de menino’. Já Caetano nasceu em Santo Amaro da Purificação, cidade do Recôncavo Baiano. Ainda criança dava pistas de que seria um homem diferente dos outros. Aliás, foi ele quem escolheu o nome de sua irmã, Maria Bethânia.

A amizade entre os dois começou antes mesmo do primeiro encontro. Na década de 1960 um então jovem Gilberto Gil participava semanalmente de um programa de TV. Caê acompanhava com afinco e todo mundo sabia, inclusive sua mãe, Dona Canô, que dizia, “Caetano, venha ver aquele preto que você gosta”.

“Eu sentia a alegria por Gil existir, por ele ser preto, por ele ser ele, e por minha mãe saudar tudo isso de forma tão direta e tão transcendente”, escreveu Veloso em trecho de seu livro Verdade Tropical.

O tão esperado encontro aconteceu já nos tempos de Salvador, pouco antes da revolução iniciada nos palcos do Teatro Castro Alves. O contato entre Gil e Caetano foi intermediado pelo produtor Roberto Sant’anna e Caetano foi logo elogiando as canções e Gil. Daquele jeito que só ele sabe fazer. Nós aqui ficamos imaginando um sorriso cheio de ternura vindo de Gilberto.

Dali em diante são 50 anos de amizade, companheirismo e claro, criações artísticas. O primeiro passo dado por eles foi o movimento tropicalista, marcado por uma verdadeira revolução na música e também na estética. Jorge Ben, Tom Zé, Gal Costa, todos seguiram os comandos da dupla de baianos em um movimento marcado pela contracultura.

Ao final da década de 1960, Gil e Caê passaram por momentos difíceis. Com o aumento da repressão provocada pela ditadura militar foram presos no Rio de Janeiro e depois exilados em Londres. Apesar do momento difícil, especialmente para Caetano, os dois se apoiaram e dividiram a mesma casa com suas mulheres e filhos.

Na volta o Brasil, apesar de tudo, foi presenteado com nada menos do que os Doces Bárbaros, quando Caetano e Gil convocaram Gal e Bethânia para uma turnê nacional. Outro momento catártico da nossa música.

“Com relação a Caetano, o que sinto não chamaria de medo. É respeito”, Gilberto Gil.

6. Malala & Varaidzo Kativhu

A história de vida da jovem paquistanesa Malala é um exemplo para todos nós. A prêmio Nobel é um vento que sopra esperança em tempos tão complexos. Agora, assim como todo mundo, ela não deixa de ser uma mulher dando os primeiros passos na vida adulta. Ou seja, Malala também precisa dos amigos por perto.

As notícias são escassas, mas podemos assegurar que ela encontrou uma companheira daquelas nos corredores da Universidade de Oxford. Trata-se de Varaidzo Kativhu, uma youtuber com quem Malala passa horas saboreando pratos de comida indiana e ouvindo Beyoncé e Rihanna.

Elas são tão grudadas, que no Dia dos Namorados foram juntas em uma espécie de jantar das amigas. Não é lindo?

“Um ano e meio depois e minha melhor amiga é ninguém menos do que Malala Yousafzai, vencedora do prêmio Nobel!”

7. Angela Davis & Toni Morrison

Entre os nomes mais importantes do século 20, Toni Morrison e Angela Davis foram responsáveis por um pensamento feminista interseccional. A ideia era propor uma visão que fizesse um recorte para a realidade vivida pelas mulheres negras. Sempre com uma postura combativa, inclusive contra o FBI, estas duas mulheres negras se encontraram na militância há mais de 40 anos. Desde então cultivam uma das amizades mais notáveis do mundo.

A luta pelos direitos civis da população negra no mundo todo saiu ganhando. Veja, no caso de Davis, o pensamento de Morrison foi fundamental para o entendimento melhor sobre a escravidão, por exemplo.

“Com ela foi possível imaginar a escravidão muito diferente. A escravidão não destruiu a humanidade dos escravizados. Claro que a escravidão foi terrível, mas com Morrison conseguir perceber que estas pessoas conseguiram encarar o sistema escravocrata ao manterem sua humanidade”.

8. Betty Davis & Jimi Hendrix

A relação entre eles é do tamanho do impacto causado por ambos na música mundial. Dono de personalidades fortes e uma presença de palco poucas vezes vista na história, Betty Davis e Jimi Hendrix nutriram uma amizade tão complexa quanto o momento revolucionário surgido na década de 1960.

Durante o período Betty foi bastante influenciada pelo modo de fazer música de Hendrix – naquele tempo já se mostrando um virtuoso guitarrista. Percebendo a importância do momento, esta mulher de voz forte e fundamental para o desenvolvimento do feminismo, bebeu na fonte do rock produzido pelo guitarrista norte-americano para criar um novo estilo: o Jazz Fusion.

Em 1969 os jornais debatiam o perfil violento e explosivo de Miles Davis e os efeitos de tais características no casamento com Betty. O destempero respingou na amizade entre ela e Jimi. Miles não tinha dúvidas, os dois eram amantes. Nem a insistência de Betty e Hendrix de formar uma colaboração entre os três mudava a cabeça do músico.

Para tristeza de todos Jimi Hendrix morreu aos 27 anos vítima do abuso de drogas. Com isso o trabalho entre os três não pode se materializar e a amizade complexa entre Davis e Hendrix teve um final melancólico. Aliás, a tristeza pode ser percebida na expressão consternada de Betty Davis durante o enterro do amigo.

9. Tina Fey & Amy Poehler

Estas duas são uma espécie de Thelma e Louise do século 21. Elas foram líderes de uma das fases mais gloriosas do clássico humorístico Saturday Night Live.

Mas a amizade entre Tina e Amy nasceu tempos antes da fama. É uma relação de outros carnavais e que foi germinada há mais de 20 anos. Estes dois rostos engraçadíssimos se cruzaram em uma escola de teatro. Aqui pra nós, imagine só a peripécias cometidas por estas mulheres antes da fama.

Um dos momentos mais engraçados e afetuosos protagonizados por Tina e Amy foi durante o Globo de Ouro de 2014. Era a terceira vez em que as duas comandavam a cerimônia deste célebre prêmio do cinema mundial, mas as expectativas permaneciam altas. Não deu outra, elas arrasaram.

Na ocasião as atrizes usaram da acidez proporcionada pelo humor para comentar as acusações de estupro contra Bill Cosby. “Em ‘Caminhos da Floresta’ Cinderela foge do príncipe, Rapunzel é salva da torre por seu príncipe e a Bela Adormecida pensa que estava só tomando um café com Bill Cosby”, disseram arrancando risos da plateia.

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Primo da Rainha Elizabeth II protagoniza primeiro casamento gay da realeza britânica

Aparentemente os que acreditavam em uma modernização da família real britânica estavam certos. Os primeiros indícios surgiram com o casamento entre o príncipe Harry e atriz Meghan Markle. Mulher negra, sem qualquer relação com a realeza, a norte-americana foi responsável por trazer a realeza britânica para o século 21.

Esta foi só a ponta do iceberg, pois no último fim de semana, Lorde Ivar Mountbatten consumou a união com James Coyle, companheiro de dois anos. O primo da Rainha Elizabeth II se revelou bissexual em 2016 e recebeu o apoio da então esposa de 16 anos de casamento.

A ex-mulher Ivar Penny compareceu ao casório acompanhada das filhas do casal. O registro da cerimônia foi compartilhado nas redes sociais do próprio Lorde Ivar. “Bem, finalmente conseguimos. Foi um lindo dia apesar do horrível clima britânico”.

O casamento contou com a presença do coral de professores de Bristol. “Mais importante, um enorme obrigado às minhas três maravilhosas meninas pela compreensão e apoio. Sem vocês nada disso teria acontecido. E finalmente, o maior obrigado a James por ser apenas perfeito”, disse o membro da família real britânica.  

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Do corredor da morte à família real: a história do beagle Guy, adotado por Meghan Markle

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Para os mais otimistas o casamento entre Harry e Meghan Markle representa avanços substanciais na família real britânica. Famosa por sua defesa do feminismo e de um mundo mais igual, Markle é esperança de progresso para a monarquia britânica.

Por isso a notícia de que a mais nova duquesa de Sussex acaba de salvar um cachorro do corredor da morte rendeu uma série de elogios para a atriz norte-americana.

Guy, um beagle de três anos, estava há tempos em busca de uma lar no Canadá, mas sem obter sucesso. Sua sorte mudou ao cruzar o caminho de ninguém menos do que a duquesa de Sussex. Antes de consumar a união com o príncipe Harry, Meghan resolveu levar o dog pra casa.

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Dali em diante a vida de Guy se transformou e além de virar um companheiro inseparável de ninguém menos do que Meghan Markle, o animalzinho ganhou status de celebridade no Instagram.

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Depois do casamento entre Meghan e Harry ele foi recebido de braços abertos pela família real. Aliás, a presença de Guy caiu como uma luva para Elizabeth II, que em função da idade avançada decidiu não criar mais os cachorros da raça Corgi, mas agora pode curtir sem compromisso ao lado do beagle da nora.

Agora Guy, o ‘cachorro real’, está morando feliz em um chalé da realeza britânica.

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Fotos: Reprodução/Instagram/fonte:via

Harry e Meghan doam flores do casamento para alegrar hospital psiquiátrico

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Desde a consumação da união entre o príncipe Harry e a atriz Meghan Markle em cerimônia realizada no Castelo de Windsor no último sábado (19), notícias sobre uma das cerimônias mais esperadas dos últimos tempos não param de pipocar.

Apontados como representantes de uma monarquia mais diversa e com pensamentos menos conservadores, Meghan e Harry receberam elogios pela atitude de doar as flores que decoraram o casamento real para um hospital de saúde mental de Londres.

O gesto foi recebido com alegria pelo St. Joseph’s Hospice, que por meio de sua página oficial do Facebook postou um texto em agradecimento aos dois.

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“Recebemos uma entrega muito especial. Lindos buquês com as flores do #royalwedding que demos aos nossos pacientes. Um super obrigado ao Harry e Meghan e à florista Philippa Craddock. Nosso hospital está cheiroso e mais bonito. Que gesto encantador”, celebrou em postagem com mais de 6 mil curtidas.

Oficialmente duquesa de Sussex, Meghan fez questão de lembrar de Diana, mãe de Harry. Além das rosas brancas e miosótis, inspiradas na princesa de Gales, o anel de noivado de Markle possui dois diamantes de Lady Di.

Foto: Divulgação/fonte:via