Cavalo pistola invade bar galopando e bota humanos pra correr

A natureza está revoltada com os seres humanos. Depois de um homem tomar uma polvada enquanto navegava em mar aberto, um cavalo fugiu de uma pista de corrida e foi parar dentro de um bar.

O caso aconteceu na França e as imagens capturadas pela câmera de segurança mostram o cavalo transtornado e galopando em meio aos clientes, que saem correndo assustados.

Distribuindo coices, o animal vai até o fundo do bar e volta. Ninguém se feriu, mas o susto foi grande. Assim que o bar é esvaziado, o cavalo sai galopando, da mesma forma que entrou.

Hypeness

E por mais incrível que pareça, o animal não quebrou nada, sequer tirou as cadeiras do lugar. Ironia ou não, o bar é especializado em apostas.

Sobre a polvada, a situação inusitada aconteceu na Nova Zelândia. Enquanto o rapaz navegava em seu caiaque, de repente, foi surpreendido com um tabefe de um polvo. O animal tinha acaba do ser capturado pela foca.

Foto: Reprodução/fonte:via

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Hípica de Brasília cria polêmica ao colocar crianças para rabiscar cavalo

A Sociedade Hípica de Brasília, os defensores dos animais e representantes da Escola de Equitação da Hípica estão em um imbróglio envolvendo maus-tratos aos animais e novos métodos de ensino. Tudo se inicia a partir da denúncia da advogada e ativista Ana Paula Vasconcelos contra a adoção de um exercício de ‘rabiscar’ um dos cavalos do local.

“Eles tiveram a brilhante ideia de colocar o cavalo como tela de pintura, dizendo que seria atividade pedagógica. Disseram que era um cavalo resgatado, mas isso não justifica. A crueldade é a mesma”, declarou Ana Paula ao G1.

Em sua defesa a hípica argumenta que a atividade, considerada pedagógica, não agride o animal. Segundo a instituição de ensino esta é uma prática adotada em diversos países do mundo e utiliza tinta atóxica, que sai com água.

A Escola de Equitação da Hípica ressalta que o ato de pintar um cavalo com tinta faz parte das atividades de equoterapia da colônia de férias e incentiva a interação da criança com o animal. O objetivo é trabalhar com jovens que tenham necessidades especiais.

Por outro lado ONGs enxergam o exercício como maus-tratos e resolveram acionar fiscais do Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), que estivera na escola e não constataram os abusos.

Até o momento a Hípica foi notificada pelo Ibama, mas não autuada. O Ibama pediu a apresentação de um plano pedagógico para decidir se autua ou não. A instituição se pronunciou dizendo que vai apresentar um laudo veterinário para atestar as boas condições dos cavalos.

Foto: Reprodução/Ana Paula Vasconcelos/fonte:via