Usuário do Twitter encontra detalhe em post da Samsung que (quase) ninguém percebeu

A Samsung está passando por uma saia justa depois da postagem de um a fotografia atribuída ao novo lançamento da marca. Em sua conta no Twitter, empresa publicou a imagem de um casal, supostamente tirada pela câmera frontal do Galaxy A8.

Um usuário mais atento das redes sociais questionou a companhia sobre a veracidade da fotografia. Segundo Felipe, ela não teria sido tirada pelo novo aparelho telefônico.

A Samsung, por sua vez, manteve a postagem, garantindo que sim, ela foi feita com a câmera frontal do Galaxy A8.

Eis que o usuário joga por terra o argumento da empresa, mostrando que a foto do casal estava, na verdade, hospedada em um banco de imagens. Tem mais, ele selecionou outra imagens utilizadas pela Samsung, que também foram tiradas do GettyImages. Para piorar, os retratos foram feitos em 2015, muito antes do lançamento do Galaxy A8.

Diante da grande repercussão negativa, a Samsung retirou a postagem do ar. Em pronunciamento emitido pelo porta-voz, a empresa admitiu recorrer aos bancos de imagem, pontuando que ela “estão alinhadas com a identidade visual da campanha de marketing dos produtos”.

“A Samsung informa que nas redes sociais trabalha com fotos clicadas pelos smartphones e também, em alguns casos, com fotos de bancos de imagens que estão alinhadas com a identidade visual da campanha de marketing dos produtos. Sobre o post em questão, a empresa esclarece que, ao contrário do que foi informado em sua página oficial no Twitter, a peça publicitária é uma das que são provenientes de um banco de imagens como parte da comunicação do smartphone. A Samsung reforça que segue os mais altos padrões éticos na conduta de seus negócios e no relacionamento com o consumidor”.

Então, Felipe apresentou outras fotos que não foram tiradas pelos celulares da marca:

Fotos: Reprodução/fonte:via

Busca por selfies radicais já matou mais de 250 pessoas entre 2011 e 2017

O que você se dispõe a fazer em troca de uma selfie incrível, aquela foto impressionante, capaz de atrair centenas de curtidas, vários novos seguidores e, quem sabe, impulsionar uma carreira como digital influencer?

Existem na internet relatos de pessoas que alugam roupas, carros e até alugam diárias em hotéis de luxo para produzirem fotografias que elas consideram interessantes o suficiente para bombar nas redes sociais. Mas há também quem arrisque a própria vida.

De acordo com um estudo publicado na Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA, foram registradas exatamente 259 mortes relacionadas a selfies arriscadas ao redor do mundo entre 2011 e 2017.

O número está crescendo bastante: em 2011, foram apenas 3 fatalidades do tipo, enquanto 2016 registrou 98 ocorrências, além de 93 casos em 2017 (o estudo não leva em conta o mês de dezembro de 2017).

Para fazer o estudo, os pesquisadores escolheram palavras-chave para procurar notícias sobre mortes relacionadas a selfies em sites de notícias do mundo todo. Isso significa que o número de casos pode ser ainda maior.

De acordo com os dados, os países com maior número de mortes do tipo são, na ordem, Índia, Rússia, Estados Unidos e Paquistão. 72,5% dos mortos eram homens e 27,5% eram mulheres, e a idade média das vítimas fatais é de 22,9 anos.

A maioria das mortes esteve relacionada a quedas e afogamentos, com o topo de montanhas, de prédios e lagos como os locais mais comuns para as mortes. Ataques de animais, eletrocussão e mortes por armas de fogo também aparecem com frequência.

Como conclusão do estudo, os pesquisadores sugerem que pontos turísticos com locais perigosos para selfies deveriam determinar que nas áreas mais arriscadas seja proibido o uso de câmeras e smartphones para tirar fotos.

Fotos: Reprodução/Internet/fonte:via

‘Brinquem comigo, não com os celulares’, crianças protestam contra vício dos pais

As crianças, mais uma vez, deram o exemplo. Em Hamburgo, na Alemanha, meninos e meninas foram para as ruas protestar. Os pequenos exigiam que seus pais dessem menos atenção aos celulares.

“Brinquem comigo, não com os celulares”, dizia um dos cartazes empunhados pelos alemãezinhos. Aliás, não importava a idade, bastava ser criança para gritar contra o vício dos adultos nos smartphones.  

Ao todo foram 150 crianças, que marcharam pelas ruas da cidade escoltadas pela polícia local e claro, acompanhadas dos pais. Onde já se viu meninos e meninas de 10 anos saírem sozinhos por aí?

Parece brincadeira, mas o assunto é sério. Pesquisas demonstram que o uso excessivo do celular por adultos no ambiente familiar pode causar uma série de problemas comportamentais, mau humor, hiperatividade e frustração.

“Estamos aqui. Somos barulhentos! Eu desejo que depois desse protesto, muitas pessoas fiquem atentas para não olharem mais tanto para seus celulares”, declarou o jovem Emil Rustige, líder dos manifestantes.

A pesquisa Kinder-Medien-Studie, de 2018, apontou que cerca de metade das crianças entre quatro e 13 anos de idade já possuem seu próprio aparelho. /fonte via