Um rolê por dentro do museu dos cérebros humanos na Índia

O cérebro é mais complexo e misterioso órgão do corpo humano, e entender seu funcionamento mecânico não nos aproxima sequer de efetivamente compreende-lo. Ver um cérebro de fato, e mais ainda, segurar o órgão nas mãos, é necessariamente ver nossa própria complexidade humana, e segurar uma vida em toda sua profundidade – e é isso a que nos convida o Instituto Nacional de Saúde Mental e Neurociência, em Bangalore, na Índia. Além de expor uma vasta coleção de cérebros, esse curioso museu permite ao visitante segurar um.

Antes de se tornar sede do Instituto, o local era o asilo para lunáticos de Bangalore, e entre os cérebros expostos há uma série de exemplos de órgãos que sofreram de doenças mentais, como Mal de Parkinson, Alzheimer e esquizofrenia, além de cérebros que viveram ferimentos e hemorragias.

A ideia da visita ao instituto é de ajudar a justamente desmistificar o próprio cérebro e suas doenças. “As pessoas pensam que doenças neurológicas são como espíritos malignos. Nós queremos combater essa ideia”, disse Dr. S. K. Shankar, cientista que há décadas trabalha no instituto.

Além da coleção de cérebros, o local oferece outras atrações de nosso corpo, como o pulmão de um fumante inveterado, pâncreas, rins, um coração e um esqueleto completo.

Todo o acervo do instituto indiano é formado por pessoas que doaram seu corpo para a ciência, e para além dos 300 expostos, há um total de quase 3.000 cérebros no local – essa impressionante massa cinzenta que nos permite viver e pensar.

© fotos: reprodução/fonte:via

Médicos ficam chocados ao encontrar uma bolha de ar de 9cm onde deveria haver cérebro em paciente

Um homem de 84 anos na Irlanda chocou médicos quando chegou ao hospital parecendo ter um derrame, mas imagens de seu cérebro revelaram que um grande pedaço dele estava faltando.

Em vez de tecido cerebral, os médicos encontraram uma bolha de ar de 9 centímetros onde a maior parte de seu lobo frontal direito deveria estar.

O enigma

O espaço vazio foi particularmente espantoso porque o homem estava com suas faculdades mentais absolutamente normais e sem nenhuma aflição incomum para sua idade.

O paciente foi ao seu médico regular reclamando de quedas repetidas e de sentir-se instável nos últimos meses.

Quando acrescentou fraqueza no braço e perna esquerdos à lista de queixas, o doutor aconselhou-o a fazer exames, temendo um possível derrame.

No relatório do caso, os médicos observaram que, apesar da tontura e da fraqueza, o homem não estava confuso e nem apresentava distúrbios visuais ou de fala. Pelo contrário, vivia bem e de forma independente, realizando atividades físicas da vida diária normalmente.

Exames

Os exames de sangue do paciente voltaram normais. Os médicos não desistiram, no entanto.

Foi quando decidiram realizar dois exames cerebrais – tomografia computadorizada e ressonância magnética – que finalmente descobriram a grande bolha de ar pressurizado em seu cérebro, chamada de pneumatocele.

De acordo com Finlay Brown, o médico que analisou as imagens do cérebro do homem, o caso é chocante porque, normalmente, esses bolsos de ar são vistos em uma escala menor em pessoas que passaram por cirurgia cerebral. O paciente nunca havia feito uma.

Depois de estudar o episódio, os cientistas chegaram à conclusão de que a fonte provável do problema era um tumor ósseo benigno no seio nasal do homem, que corroeu uma pequena passagem por seu crânio.

Com base no pequeno número de casos similares relatados, os médicos especulam que o tumor criou uma pequena abertura que empurrou ar para o cérebro, como uma “válvula unidirecional”.

Consequências

A “bolha de ar” pode ter progredido ao longo de meses ou anos. Conforme o paciente cheirava algo, espirrava ou tossia, provavelmente empurrava pequenas quantidades de ar para dentro de sua cabeça.

Os médicos também notaram que bolsos de ar cerebrais como este, em casos raros, podem causar pequenos derrames, o que explicaria o evento que o homem sofreu e a fraqueza no lado esquerdo de seu corpo.

Enquanto o paciente poderia optar por uma cirurgia para liberar o ar e remover o tumor ósseo, decidiu não fazer qualquer intervenção, dados os riscos envolvidos.

Em um acompanhamento realizado pelos especialistas 12 semanas depois do incidente, o homem estava bem e sua fraqueza no lado esquerdo havia desaparecido.

Os médicos enfatizaram que esse caso ilustra a importância da realização de exames como a tomografia e a ressonância em avaliações iniciais de sintomas neurológicos, mesmo quando estes parecem rotineiros.

fonte:[via][ArsTechnica]

Norte-americana relata que marido quase morreu por consumo excessivo de energéticos

Mesmo sabendo que não é saudável consumir grandes quantidades de cafeína diariamente , muita gente abusa de cafés e bebidas energéticas para encontrar a energia para um dia cheio de trabalho e estudos. Mas o que, exatamente, poderia acontecer de tão ruim com quem toma muita cafeína?

 

Um casal estadunidense compartilhou sua história para alertar outras pessoas dos perigos do exagero do consumo de bebidas energéticas.

Austin e Brianna se preparavam para ganhar o primeiro filho do casal quando Austin caiu no hábito de tomar muitas latas de energético por dia para dar conta do emprego puxado. Um dia, poucas semanas antes do parto de Brianna, a mãe de Austin a acordou e disse que o pai do seu bebê estava no hospital.

“Depois de dirigir duas horas até o hospital, descobri que meu marido, o pai do meu filho, a pessoa por quem estou profundamente apaixonada, teve uma hemorragia cerebral. Por quê? Os médicos concluíram, depois de fazer seis testes de drogas e descartarem as substâncias, que este evento horrível aconteceu por seu consumo excessivo de energético”, explica a Brianna. Ela conta que o marido começou a tomar mais e mais bebidas energéticas quando começou a trabalhar mais horas por dia e a passar muito tempo indo e voltando do trabalho.

Austin passou por uma cirurgia que durou várias horas e a família finalmente pôde vê-lo. “Enquanto todos prestavam atenção em seu rosto irreconhecível ligado a todo tipo de máquinas e tubos, tudo o que eu podia ver eram seus pais. Vi a luz deixar os olhos de sua mãe quando ela viu seu filho sem movimentação deitado em uma cama de hospital. Vi seu pai cair no choro enquanto ele se segurava à esposa. Eles não sabiam se a vida que eles haviam criados juntos iria acordar”.

 

A recuperação de Austin foi lenta e difícil, e ele precisou passar por muitas cirurgias. “Depois disso teve derrames, convulsões, inchaços e muitas outras coisas que não estávamos preparados”. Ele também perdeu a seção frontal do cérebro e do crânio.

 

“Depois de duas semanas no hospital, me perguntando se ele seria tirado de nós, eu voltei para casa. Estava na hora de dar à luz o bebê”, descreve a esposa. Mesmo em meio a tanto estresse, Brianna passou pelo enorme desafio sem o apoio do marido. “Não vou mentir, foi difícil. Eu planejava que Austin fosse parte desse momento importante. Estando ao meu lado. Segurando minha mão. Estando lá para cortar o cordão umbilical. Estando lá para receber nosso filho ao mundo.”

Brianna conta que logo depois do parto, como um milagre, Austin acordou. Mas foi apenas dois meses depois do nascimento que Austin conseguiu conhecer o filho.

Agora o bebê está com oito meses de vida e Brianna conta mais sobre a rotina da família: “Acordo todo dia para cuidar do nosso lindo menino e do meu marido. Eu preparo as refeições, faço fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional. Eu o ajudo com a higiene pessoal. Eu o ajudo a andar. Eu ajudo em todos os aspectos da vida dele. Entre essas tarefas eu cuido do nosso agitado bebê. É difícil e estou cansada, mas aproveito ao máximo”.

Quantidade limite de energético


A maioria dos energéticos contêm grandes quantidades de cafeína, açúcar e outras substâncias. O salto energético é curto, e pode trazer outros problemas maiores, como nervosismo, irritabilidade, insônia, batimento cardíaco acelerado, pressão sanguínea aumentada.

Para a maioria das pessoas, uma lata de bebida energética de vez em quando não traz problema algum, mas o consumo não deve passar de uma lata por dia. A Dra. Katherine Zeratsky, da Mayo Clinic (EUA), afirma que se a pessoa se sente fatigada constantemente, deve considerar uma alternativa mais saudável para ganhar energia, como boas noites de sono, boa alimentação e exercício físico regular.

Uma lata por dia já pode trazer problemas

Um estudo publicado na Journal of the American Medical Association mostra que apenas uma lata de energético pode aumentar a pressão cardíaca e a produção de hormônios de estresse, mesmo em jovens. Isso poderia aumentar os riscos de problemas cardiovasculares mesmo em pessoas saudáveis.

fonte:[ Via Bored Panda, Mayo Clinic, Mayo Clinic]