As melhores cidades do mundo para morar se você é um millennial falido

A geração millennial é reconhecida por sua sede de aventuras. No entanto, um dos maiores empecilhos para transformar os sonhos de desbravar o mundo em realidade costuma ser o orçamento reduzido de um jovem falido.

Se depender da companhia de mudanças MoveHub, essa não será mais uma desculpa. Em um estudo recente, a empresa analisou 32 cidades para descobrir quais delas eram mais apropriadas para millennials sem dinheiro no bolso.

O estudo considerou não apenas o custo de vida, mas também itens como renda média, valor de aluguel de um apartamento de um quarto, transporte público e a densidade de lugares onde é possível comer barato, além dos índices de segurança da cidade e do preço de um cappuccino. Os dados foram retirados de fontes já existentes, como o Deutsche Bank, Numbeo, Expatistan, TripAdvisor e informações das Nações Unidas.

Ao final, cada cidade ganhou uma nota de 0 a 100. Quanto mais alta a pontuação, mais ela se encaixaria no quesito “barata e interessante”. Abaixo, você confere quais destinos ficaram com as 10 primeiras posições nessa lista!

1. Edimburgo, Escócia – 82,95

2. Viena, Áustria – 78,85

3. Berlim, Alemanha – 78,25

4. Praga, República Tcheca – 77,33

5. Madrid, Espanha – 74,17

6. Helsinque, Finlândia – 73,86

7. Copenhague, Dinamarca – 71,12

8. Mumbai, Índia – 70,84

9. Melbourne, Austrália – 70

10. Varsóvia, Polônia – 69,51

Fotos: Unsplash e Pixabay /fonte:via

Empresa cria papéis de parede personalizados com mapas de cidades do mundo

Um desenho legal é bem melhor que uma parede branca, né? Então que tal esses papeis de parede que replicam os mapas de quaisquer cidades do mundo?

Criados pela norte-americana Point Two Design, especializada em transformar mapas em decoração, esses papeis de parede estilizam a cartografia de várias cidades ao redor do mundo.

E, graças ao banco de dados da empresa, que já criou pôsteres de Manaus, São Paulo e Rio de Janeiro, é possível personalizar o papel de aprede com qualquer cidade do planeta – mesmo as menos conhecidas.

O tamanho do papel de parede também é customizável, custando 9 dólares por metro quadrado, e o produto pode ser enviado para o Brasil. Há duas opções de material: em papel de parede tradicional, com revestimento em camurça, e um de vinil, que pode ser colocado ou tirado com facilidade.

Roma

Amsterdam

Dublin

Londres

Berlim

Paris

San Diego

Washington

Manhattan

Portland

Los Angeles

Vancouver

Montreal

Toronto

Melbourne

Sydney

Tóquio

Imagens: Divulgação/fonte:via

Fotógrafa visita famílias comuns 20 anos depois para saber como suas vidas mudaram

A fotógrafa californiana Beth Yarnelle Edwards não se sentia tão confortável dentro do “Sonho Americano”. A vida nos chamados subúrbios, aqueles municípios calmos ao redor das grandes cidades, a fazia sentir “isolada e presa”.

Moradora de San Carlos, na Califórnia, Beth percebia que “as pessoas ao redor realmente amavam estar ali”. Foi assim que, em 1997, ela decidiu começar uma série de retratos para capturar momentos rotineiros de seus amigos e conhecidos da cidade.

Para isso, ela começava com longas entrevistas para entender melhor o dia a dia dos personagens, depois pedia que eles reproduzissem atividades comuns da forma mais natural possível para fotografar.

20 anos depois, ela, que deixou San Carlos para viver em San Francisco, passou por um divórcio e um novo casamento antes de voltar a morar nos subúrbios, decidiu reencontrar os fotografados para mostrar como suas vidas mudaram – ou não.

É interessante pontuar que, durante esse período, a região em que Beth vivia passou por várias transformações, passando a ser conhecida como Vale do Silício. Empresas de tecnologia levaram muito dinheiro à área, e algumas pessoas ficaram ricas vendendo suas propriedades, enquanto o aumento do custo de vida fez com que outras tivessem de se mudar.

Observando aqueles que ficaram, Beth se surpreendeu com o fato de suas vidas terem mudado pouco. “Essa população é meio que abençoada. Não é assim que a maioria das pessoas vive”, contou à Time.

Niki, Rita e Lucia – 2000/2017

Erin – 1997/2017

Antonette e James – 2002/2017

Lilah – 2004/2016

Lisette – 2002/2017

Marg e John – 2000/2017

Kyle – 1997/2016

Gostou das fotos? Na Time, é possível ler depoimentos, em inglês, das personagens, contando um pouco sobre as mudanças em suas vidas.

 

Todas as fotos © Beth Yarnelle Edwards /fonte:via

Designer cataloga azulejos e gradis de Olinda para que eles não sejam esquecidos

Em uma cidade com um vasto passado cultural como Olinda, em Pernambuco, a arquitetura em seus detalhes e elementos decorativos podem contar e significar parte importante da história e da memória da cidade. Em Olinda especialmente as características arquitetônicas de tal forma narram e simbolizam elementos e forças locais que o centro histórico hoje é tombado pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e reconhecido como Patrimônio Mundial Cultural pela Unesco. Foi nesse rico cenário que a designer gráfica Renata Paes cresceu, e é essa identidade gráfica arquitetônica que ela quis preservar em seu mais recente trabalho.

Filha de um arquiteto preservacionista, Renata desde pequena costumava caminhar com o pai pela cidade, reparando em ladrilhos, azulejos, cobogós, gradis e tantos outros detalhes que compõem a impactante arquitetura olindense. “Quando tive que escolher meu trabalho de conclusão de curso, percebi quanto essa memória gráfica permeava minha infância”, ela disse. O catálogo Memória Gráfica da Arquitetura de Olinda, lançado em 2017, é o resultado de sua pesquisa, mas também dessa vida de caminhadas e observações pelo centro histórico, traduzida em um registro fotográfico dessa identidade arquitetônica de sua cidade.

A pesquisa de Renata não se deu somente caminhando pela ruas, mas também entrando nas casas, conversando com as pessoas, recebendo indicações e ouvindo histórias – vivendo na prática o que ela própria já sentia: a relação entre o design e o afeto, a relação entre as pessoas, suas casas e sua cidade. Os detalhes e objetos arquitetônicos remetiam a lembranças, sonhos, a passados que já não existem mais – à própria história das pessoas e, assim, de Olinda.

Para Renata, o catálogo se tornou, portanto, não só um registro fotográfico e visual, mas também um levante da própria importância de um patrimônio cultural. A história de uma cidade está também inscrita nos adornos, portões, gradis e cobogós de suas casas – e agora em seu catálogo. Memória Gráfica da Arquitetura de Olinda está disponível na plataforma Cidades Educadoras, e também na memória e nos corações dos moradores da cidade.

 

© fotos: Renata Paes/fonte:via

Por que a Suécia ergueu um monumento para celebrar as abelhas

As abelhas já entraram para a lista das espécies em processo de extinção nos Estados Unidos. Uma das principais hipóteses para a diminuição da população destes insetos é o crescente uso de pesticidas no mundo. Mas, considerando que cerca de um terço da comida que alimenta os humanos é polinizada pela espécie, fica fácil entender que o problema vai muito além da colmeia.

Para homenagear as abelhas e lembrar sua importância, um grupo de designers criou um monumento celebrando sua existência. A obra foi uma criação do escritório de arquitetura e design Carpenter | Lowings. O projeto foi exposto durante a Agrikultura, uma trienal de obras públicas e intervenções urbanas sediada em Malmö, na Suécia.

Com o nome de “Orientação – Monumento às Abelhas“, a obra faz referência aos elementos de orientação das abelhas. “O projeto também faz referência à ameaça mortal para a população de abelhas causada pelos inseticidas onipresentes com os quais as sementes são tratadas, o que interrompe os processos de orientação neural pelos quais as abelhas encontram seus alimentos“, explica o site da trienal.

A exposição terminou no último 27 de agosto. Desde então, a instalação já foi adquirida pela cidade de Bergen, na Noruega, onde deverá fazer parte de um Parque de Esculturas no início do próximo ano, de acordo com informações do Arch Daily.

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Ela homenageia as cidades que visita criando selos maravilhosos

A ilustradora e diretora de arte Elen Winata, baseada em Cingapura, criou um série de selos postais minimalistas, onde homenageia diversas cidades ao redor do mundo. Repleto de linhas simples e cores fortes, o projeto foi batizado de Stamp: Cities e é um verdadeiro deleite aos olhos.

A artista consegue tornar os selos que, geralmente são sem graça, em pura poesia, retratando ícones locais, cartões postais e até mesmo personalidades como Mary Poppins e King Kong. “A série é uma compilação de cidades que eu adoraria visitar, inspiradas em cartas que nunca enviarei”, contou.

Confira alguns selos abaixo e, caso tenha interesse, é possível adquiri-los no site da ilustradora.

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Todas as imagens © Elen Winata /fonte:via

A pequena vila norueguesa localizada na cidade mais ao norte do mundo

Hammerfest, na Noruega, é considerada a cidade mais ao norte do mundo. Com pouco mais de 10 mil habitantes, situa-se na ilha de Kvalo, a 480 km a norte do Círculo Polar Ártico.

E a fotojornalista norte-americana Greta Rybus foi até lá para retratar suas pequenas vilas através de imagens incríveis. “É um local que quase ninguém conhece. Até mesmo os noruegueses raramente o visitam”, contou.

Greta clicou uma de suas comunidades em particular, Akkarfjord, que conta com apenas 80 habitantes. Apesar da baixíssima densidade demográfica, o local possui uma escola local, correios e supermercados, além de um pub, aberto apenas em ocasiões especiais e aniversários.

A principal atividade local é a pesca e, por estar bem ao norte, a vila conta com um inverno bastante rigoroso, com nevascas e ventanias intensas. “Fui levada pelo vento algumas vezes, como um personagem de desenho animado, com os pés voando acima da minha cabeça”, disse a fotógrafa.

A julgar pelas imagens feitas por Greta, o lugar é impressionante. Mesmo tão distante, a vontade é de fazer as malas e ir correndo (ou voando) para lá! Confira:

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Todas as fotos © Greta Rybus/fonte:via