Vovó de 89 anos cria site e vendas das bolsas que ela cria bombam

Talento definitivamente não tem idade, e o novo empreendimento da indiana Latika Chakraborty é a prova de que nunca é tarde para começar um grande projeto. Aos 89 anos, com a ajuda de seu neto, ela lançou sua linha de bolsas, manufaturadas por ela – e a mesma beleza do seu trabalho que espantou o neto e o levou a criar para sua avó um site vem conquistando o público do mundo todo. Da Alemanha à Nova Zelândia, a Latika’s Bags é um sucesso.

Antes de seu neto Joy descobrir as bolsas que a avó confeccionava e criar seu site, o trabalho de Latika só era conhecido mesmo entre amigos e familiares. Há 4 anos que que ela começou a criar as bolsas, que tomam cerca de 3 dias cada uma para ficarem prontas.

Hoje Latika já produziu mais de 300 peças, todas exclusivas e devidamente batizadas por essa senhora indiana.

A costura era até então somente um passatempo de Latika, que ao longo da vida aproveitou as viagens de trabalho do falecido marido para colecionar tecidos de todas as regiões da Índia. O passatempo, com a ajuda do neto, se tornou um negócio, e hoje os pedidos chegam do mundo todo. As bolsas da Latika’s Bags são vendidas a preços que variam de R$ 28 a R$ 86, que ainda reaproveitam tecidos antigos em lindas novas peças, fazendo bem à natureza e aos nossos olhos.

© fotos: reprodução/fonte:via

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Ela transforma roupas velhas e sem caimento em peças estilosas e exclusivas

Você sabia que a indústria da moda é a segunda maior poluidora industrial, perdendo apenas para o petróleo e que o norte americano costuma jogar fora cerca de 70 quilos de roupas todos os anos? Foi essa preocupação, somada com a necessidade de economizar dinheiro, que fizeram com que a norte americana Sarah Tyau passasse a dar nova vida às roupas velhas, que já tinham o lixo como destino certo.

Ela, que é mãe de 3, começou a reciclar as peças de roupa antigas que encontrava em brechós e com a sua família, logo que sua primeira filha nasceu e, desde então essa tornou-se sua ideologia. Com o tempo escasso e sem nunca ter feito um curso de corte e costura, Sarah já conquistou mais de 135 mil seguidores no Instagram e tem mostrado que suas habilidades não são poucas.

Escandalizada com o fato de que as marcas de fast fashion costumam lançar cerca de 52 mini coleções todos os anos (uma por semana), ela decidiu diminuir seu impacto no meio ambiente e inspira as pessoas a fazerem o mesmo. Sua dica? “Comprar peças clássicas mais intemporais e misturá-las com algumas peças da moda aqui e ali. Dessa forma, você não joga fora tantas roupas e nem sempre precisa comprar constantemente para continuar na moda”, disse ao site Bored Panda.

Com um canal no Youtube onde ensina a fazer transformações geniais em roupas que ninguém daria nada, ela já possui quase 5o mil inscritos e agora planeja sua própria linha de roupas, sempre mantendo a mesma ideologia e, com os lucros destinados às crianças carentes.

Autodidata, consciente e direta, Tyau deixa um recado: As roupas, como qualquer outra coisa materialista, não lhe dão felicidade duradoura, mas apenas um momento fugaz de excitação. Em vez de dar tanta importância ao que você veste, quanto custa ou qual marca de grife você está usando, concentre-se em ser gentil, ter integridade e moral e você sempre estará na moda”.

Fotos: Sarah Tyau /fonte:via

Fotógrafo clica pessoas camufladas por seus suéteres e o resultado não podia ser mais incrível

O fotógrafo inglês Joseph Ford afirma que gosta de ser movido pela dificuldade para criar suas obras, e a série Knitted Camouflage (“Camuflagem Tricotada”) não o deixa mentir.

Há algum tempo, ele se interessou pela ideia de fotografar pessoas camufladas em meio às paisagens urbanas de Londres, onde vive. Para isso, contou com a ajuda da amiga e costureira Nina Dodd, que tricotou as peças cuidadosamente pensadas por Ford para que se encaixassem nos cenários que ele escolheu ao circular pela capital inglesa.

Cada uma das fotografias levou cerca de 10 horas para ser finalizada, pois exigiu perfeição no posicionamento dos modelos e do fotógrafo, assim como da luz, para que o resultado os integrasse plenamente ao cenário. Aliás, todos os fotografados foram recrutados por Ford nas ruas de Londres.

Além da dificuldade para fotografar, o artista conta que foi complicado encontrar os tons ideais dos fios usados por Nina, e que os dois até se esforçaram para que as texturas dos tecidos fossem parecidas com as dos cenários das fotos. O esforço valeu a pena, e o resultado é sensacional.

Fotos via Joseph Ford /fonte:via