Ex-interno da Fundação Casa é premiado em feira de ciências com projeto ecológico

A história do jovem Jonathan Felipe da Silva Santos, de 18 anos, é a perfeita ilustração não só de como a educação pode transformar a vida das pessoas (e, com isso, melhorar a realidade em nossa volta) como de que investir na instrução de detentos traz benefícios não só para o preso, mas para toda a sociedade. Jonathan acaba de ganhar o título de revelação na Feira de Ciências da Educação de São Paulo, com o projeto de um composto capaz de, através dos resíduos de giz, corrigir a acidez do solo. O diferencial é que o projeto foi todo desenvolvido nas aulas que o jovem teve enquanto era um interno da Fundação Casa.

Jonathan foi preso por ter comprado uma moto que não sabia que era furtada, e tentado revender suas peças. Ele ficou na Fundação por sete meses, onde elaborou o projeto com a ajuda de professores e orientadores. A ideia surgiu nas aulas de química, quando descobriu que a acidez do solo prejudicava a agricultura. Ele então desenvolveu um composto que neutraliza essa acidez utilizando resíduos de giz escolar.

Atualmente Jonathan está no segundo ano do ensino médio em uma escola na cidade de Araçatuba, e seu sonho é concluir os estudos para cursar medicina veterinária. “Um pedaço de giz mudou minha vida e quero me dedicar para buscar meu objetivo agora”, ele disse. Tornar-se veterinário e conseguir um emprego para ajudar sua mãe é seu sonho – e sua inteligência e a ajuda de quem não desistiu dele foram e seguirão sendo seus combustíveis.

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Exoesqueleto funciona como cadeira para você sentar a qualquer hora, em qualquer lugar

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Não encontrar lugar para sentar no transporte público, querer parar para um rápido descanso enquanto anda pela cidade ou ir para a balada e perceber que está um tanto velho e só queria um lugar para sentar… Situações pelas quais muita gente passa e fazem sonhar com uma cadeira portátil fácil de levar para qualquer lugar.

E não é que inventaram a solução para os problemas de quem odeia ficar em pé por muito tempo? A criação é da startup Astride Bionix, de Singapura, que criou uma espécie de exoesqueleto chamado LEX.

A invenção conta com duas ‘pernas’ de alumínio e vem em um kit para ser acoplado ao quadril. Basta abrir as alavancas para que a cadeira esteja pronta para uso.

O LEX pesa apenas 1kg, mas os criadores garantem que ele aguenta até 120kg. E não se trata apenas de um instrumento para combater o cansaço: o aparelho foi projetado para garantir uma postura perfeita ao sentar, aliviando dores na coluna.

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O equipamento também pode ser acoplado a mochilas, transferindo o peso delas dos ombros para a região abdominal, ajudando a combater as dores que quase todo mundo que precisa carregar bolsas pesadas precisa enfrentar.

Um financiamento coletivo foi criado no Kickstarter para tirar o projeto do papel e já arrecadou mais que o dobro da meta estipulada. A previsão é que as primeiras unidades do produto sejam entregues em dezembro de 2018.

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Fotos: reprodução/LEX/fonte:via