O Diário de Myriam: relato de menina sobre guerra síria chega ao Brasil graças a mobilização infantil

Myriam Rawick tem 13 anos hoje. Entre os 6 e os 12, ela escreveu um diário sobre o que via e sentia sendo uma criança de Aleppo, na Síria, uma das cidades mais afetadas pelo confronto entre governo e opositores, parte de uma guerra civil que já dura mais de sete anos.

A ideia de registrar as vivências de Myriam partiu da mãe da garota, e ganharam a mentoria do jornalista Philippe Lobjois quando ela tinha 8 anos. Foi o francês quem ajudou a transformar os relatos em livro e voltou para seu país em busca de uma editora disposta a publica-lo.

Foi assim que nasceu o livro “O diário de Myriam“, elogiado internacionalmente e comparado até a “O Diário de Anne Frank”. E a obra ganhou um combustível extra para ser traduzida para o português, em lançamento recente da editora DarkSide.

Alunos de uma escola pública de Osasco (SP) ficaram sabendo sobre o livro durante uma aula de informática, ao acessar o site de conteúdo infantil Joca. Interessadas em poder ler as histórias de Myriam, elas enviaram dezenas de cartas à redação do portal pedindo pela tradução do livro.

Estudantes de outros colégios, públicos e particulares, também escreveram para o Joca. A equipe do jornal decidiu procurar editoras dispostas a publicar a obra, e descobriu que a DarkSide já estava interessada no livro de Myriam.

Algumas cartinhas até foram publicadas na edição brasileira do livro para registar para sempre a movimentação dos estudantes. “O Diário de Myriam” pode ser comprado online, pela Saraiva ou pela Amazon.

Fotos: reprodução/fonte:via

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Artista ilustra as doces memórias de sua infância e o resultado vai te emocionar

O artista ítalo-inglês Omario2d faz sucesso por suas ilustrações capazes de transmitir emoções e nos transportar para lugares imaginários ou guardados na memória.

Embora a infância de cada um tenha dezenas de particularidades, também há lembranças que muita gente compartilha. É difícil pensar em alguém que não se identificaria com ao menos uma das ilustrações que Omario criou inspirado em suas próprias infância e adolescência.

Se quiser acompanhar o trabalho de Omario você pode segui-lo no Instagram ou no Facebook, ou até mesmo comprar suas artes no Etsy.

Imagens: Reprodução/Omario2d /fonte:via

Kate Middleton e Príncipe William ‘perdem’ guarda dos filhos. Mas por quê?

A monarquia carrega consigo dogmas difíceis de entender. Pelo menos para os meros mortais, já que entre os seguidores do regime, cada linha é encarada com seriedade.

De acordo com uma lei real criada há 300 anos, o príncipe William e a duquesa Kate Middleton não possuem a guarda dos filhos. Isso não quer dizer que os dois, casados desde abril de 2011, vão deixar de ser pais de George, Louis e da princesa Charlotte.

Entretanto, aos olhos dos seguidores das leis monárquicas, os mais novos membros da família real são responsabilidade do rei ou da rainha. No caso Elizabeth II, no trono desde a década de 1950.

“O rei ou rainha conservam a guarda dos netos e bisnetos. Isto nasceu na época do Rei George I, que governou entre 1714 e 1727. Desde então, a lei nunca foi modificada”, explicou Marlene Koening, especialista em família real.

Koening lembra que a lei foi promulgada por causa da má relação entre o rei George I e seu filho, o futuro rei George III. “Ele aprovou esta lei para que pudesse ter a guarda de seus netos”.

A lei foi aprovada por 10 entre 12 juízes em 1717 e desde então não foi modificada. Isso explica muito que, mesmo com uma mudança significativa nos últimos tempos, a família real britânica é adepta ao tradicionalismo. Aliás, a medida vale também para os futuros herdeiros de Meghan Markle e Harry.

Fotos: Reprodução/Instagram/fonte:via

Garotinho põe brinquedos à venda para pagar tratamento de seu cachorro doente

O pequeno Connor Jayne, hoje com 10 anos, tem no cão Copper seu melhor amigo há quatro. O animal foi adotado pela família pelo simples prazer de ter um animal de estimação, mas logo se provou fundamental como apoio emocional a Connor, que sofre com crises de ansiedade.

Há alguns meses, Connor e sua mãe, Jennifer, perceberam que Copper estava mancando e o levaram ao veterinário. O especialista avaliou o animal e disse acreditar que com alguns dias de repouso ele se recuperaria, o que não aconteceu.

Em uma nova consulta, Copper foi diagnosticado com Síndrome de Wobbler, uma doença que afeta a região cervical e pode levar a disfunções neurológicas. A família ficou sabendo que os custos para bancar o tratamento estavam além do orçamento, mas o pequeno Connor não teve dúvidas.

Ele disse à mãe que colocaria todos os seus brinquedos à venda na garagem de casa, entre vários bonecos, livros e até um videogame. Paralelo a isso, Jennifer criou uma campanha de financiamento coletivo e começou a espalhar a história pela cidade em que vivem, a pequena Fairport, no estado de New York.

Acontece que a atitude de Connor chamou a atenção de veículos de mídia locais e de vários usuários da internet. De repente, as doações para campanha passaram a aumentar, superando e muito a meta original, de 2800 dólares. Já são mais de US$18 mil arrecadados, e a família promete doar a diferença para ONGs dedicadas à causa animal.

Jennifer aproveitou para criar uma página no Facebook para deixar os seguidores atualizados sobre a situação de saúde de Copper. Segundo ela, há dias em que o cão mal consegue se mexer, e outros em que caminha sem tantos problemas, apenas mancando de leve. Como o tratamento demora um pouco para surtir efeito e começou há poucas semanas, a expectativa da família é de observar mais sinais de melhora em breve.

Fotos: Reprodução/Jennifer Jayne/fonte:via

Artista ilustra seu dia a dia como mãe e só quem tem filhos vai entender

Jyldyz Bekova é uma artista talentosa e mãe dedicada de duas lindas crianças, Arina e Kamilla, que decidiu mostrar suas alegrias e lutas diárias em ilustrações em aquarela divertidas e adoráveis. A artista de Bishkek, no Quirguistão, pinta como pequenos momentos da vida, como cozinhar, ir ao banheiro ou simplesmente dormir, parecem quando você é responsável por esses pequenos seres humanos – e aqueles que têm filhos vão se identificar na hora. Role para baixo para descobrir mais:

Arte: Jyldyz Bekova /fonte:via

Robert Plant se encanta com baterista japonesa de 8 anos tocando clássico do Led Zeppelin

A japonesa Yoyoka Soma, uma talentosa baterista de somente 8 anos de idade, já havia provocado espanto quando, há dois meses, um vídeo com sua participação em um concurso de bateristas e percussionistas mulheres ganhou a internet.

A firmeza e a precisão com as baquetas na mão com que executava uma impressionante canção de sua escolha fez com que a pequena Soma se agigantasse e conquistasse a todos os milhões que assistiram o tal vídeo.

https://player.vimeo.com/video/263985244?app_id=122963

Recentemente, no entanto, uma pessoa verdadeiramente especial também se encantou com Soma – e sua reação diante da jovem baterista foi filmada e transformada em um vídeo igualmente viral.

A música que Soma havia escolhido para seu vídeo no concurso era nada menos que Good Times Bad Times, do Led Zeppelin – uma das levadas mais lendárias da história, defendida originalmente por seu baterista preferido, o incrível John Bonham. Acontece que o furor provocado pela qualidade da execução da pequena baterista era tamanha que o próprio Robert Plant, em um programa de rádio, assistiu a Soma tocando a música de sua banda – e mais: ele já conhecia a menina e sua baquetas.

“Que fantástico! Eu já vi isso outro dia. Ouça isso!”, diz Plant logo de cara, com um largo sorriso no rosto – para em seguida colocar os óculos como quem quer ver melhor para poder crer naquilo que está soando aos seus ouvidos. “É tecnicamente uma coisa realmente difícil de fazer”, comenta Plant, não sem soltar gritos de excitação diante da execução e da felicidade (e facilidade) com que Soma toca. O apresentador não se furta a perguntar a Plant o que todos que assistem ao vídeo pensam: o que John Bonham diria diante de tal encantadora prodígio? “Acho que ele ficaria espantado e realmente orgulhoso. É incrível”, responde Plant.

O vídeo original de Soma foi realizado para a sétima edição do concurso Hit Like a Girl – 2018 – algo como “Bata como uma garota”, competição anual entre percussionistas mulheres. A categoria em que Soma, que é uma das finalistas, concorre é de bateristas com menos de 18 anos. O resultado do concurso ainda não foi anunciado – mas Soma já saiu com um grande prêmio: de ter, aos 8 anos, Robert Plant em pessoa encantado com seu talento.

© fotos: reprodução/fonte:via

Aos 7 anos ela se tornou a mulher mais jovem a escalar o Kilimanjaro por um excelente motivo

Onde alguns veem um obstáculo, a pequena Montannah Kenney, de 7 anos, viu um desafio.

Durante suas férias escolares, a menina pediu para escalar o monte Kilimanjaro – e se tornou a mulher mais jovem a conquistar este feito, segundo o USA Today.

Montannah treinou de quatro a oito horas durante os finais de semana para conseguir subir os mais de 5 mil metros da montanha. Durante a semana, ela escalava distâncias menores como parte do treinamento. A menina também praticou basquete, corridas e nado para se preparar para a viagem. Tudo foi supervisionado por sua mãe, Hollie Kenney, uma triatleta profissional.

Embora tenha topado o desafio proposto pela menina, a mãe precisou solicitar uma permissão especial para a escalada, pois a idade mínima legal para subir o Kilimanjaro é de 10 anos, segundo informa o Bored Panda. A viagem foi acompanhada por uma equipe de 25 pessoas.

Mas de onde surgiu a ideia? Montannah quis realizar a escalada para ficar mais próxima de seu pai, falecido quando ela tinha apenas três anos.

O pai, cujo nome não foi divulgado, sofria de estresse pós-traumático e precisava realizar uma terapia conhecida como EMDR. Dessa forma, a família aproveitou o feito para criar uma campanha de arrecadação de fundos para aqueles que necessitam este tipo de tratamento. Em três meses, mais de US$ 5 mil já foram arrecadados – e qualquer pessoa pode contribuir através deste link.

Fotos: Hollie Kenney /fonte:via