A felicidade das crianças pelas lentes de quatro fotógrafos consagrados

09“Nós olhamos para o mundo uma vez, quando crianças. O resto é memória”. A frada da poeta norta-americana Louise Glück nos remete às memórias de infância, quando qualquer canto pode ser um bom lugar para se divertir. Ainda que a gente não possa voltar a ser criança, ver os pequenos brincando também é capaz de nos encher de alegria.

Alguns dos mais notáveis fotógrafos da história apontaram suas lentes para as crianças e registraram com maestria a felicidade que é capaz de transbordar por imagens.

O francês Robert Doisneau ficou conhecido por seu olhar poético sobre a vida nas ruas, e seus registros da infância quase são capazes de colorir de alegria as fotos em preto e branco.

Alfred Eisenstaedt foi um fotojornalista norte-americano que gostava de registrar a naturalidade da vida cotidiana, além de ações que aconteciam sem aviso prévio e que só um fotógrafo bem ligado poderia registrar. Autor de imagens que contam histórias, ele também gostava de fotografar a energia natural das crianças.

Outro fotógrafo norte-americano que gostava de registrar sentimentos universais humanos foi Wayne Miller, que também teve uma fase em que focou nas fotografias de crianças, tendo até lançado um livro com imagens que registrou da própria família.

Citar Henri Cartier-Bresson é quase automático ao falar de registros icônicos em fotos. Um dos grandes mestres da fotografia, o francês sempre foi considerado um grande humanista, tendo usado sua arte para fazer registros sociais e se tornando o grande expoente da fotografia cândida, em que as imagens são feitas sem que os fotografados posem para a lente.

Fotos: Reprodução

A felicidade das crianças pelas lentes de quatro fotógrafos consagrados

09“Nós olhamos para o mundo uma vez, quando crianças. O resto é memória”. A frada da poeta norta-americana Louise Glück nos remete às memórias de infância, quando qualquer canto pode ser um bom lugar para se divertir. Ainda que a gente não possa voltar a ser criança, ver os pequenos brincando também é capaz de nos encher de alegria.

Alguns dos mais notáveis fotógrafos da história apontaram suas lentes para as crianças e registraram com maestria a felicidade que é capaz de transbordar por imagens.

O francês Robert Doisneau ficou conhecido por seu olhar poético sobre a vida nas ruas, e seus registros da infância quase são capazes de colorir de alegria as fotos em preto e branco.

Alfred Eisenstaedt foi um fotojornalista norte-americano que gostava de registrar a naturalidade da vida cotidiana, além de ações que aconteciam sem aviso prévio e que só um fotógrafo bem ligado poderia registrar. Autor de imagens que contam histórias, ele também gostava de fotografar a energia natural das crianças.

Outro fotógrafo norte-americano que gostava de registrar sentimentos universais humanos foi Wayne Miller, que também teve uma fase em que focou nas fotografias de crianças, tendo até lançado um livro com imagens que registrou da própria família.

Citar Henri Cartier-Bresson é quase automático ao falar de registros icônicos em fotos. Um dos grandes mestres da fotografia, o francês sempre foi considerado um grande humanista, tendo usado sua arte para fazer registros sociais e se tornando o grande expoente da fotografia cândida, em que as imagens são feitas sem que os fotografados posem para a lente.

Fotos: Reprodução/ fonte:via

Aos 11, ela teve a perna amputada por conta de um câncer. E virou modelo 20 anos depois

A vida nunca é fácil, mas para algumas pessoas ela pode ter momentos extremamente difíceis, onde somos obrigados a tomar decisões que irão nos marcar para sempre. A norte americana Tessa Snyder, tem 29 anos e, aos 11 tomou a dura decisão de amputar sua perna inteira, para aumentar suas chances de sobreviver após um câncer. Hoje, ela é modelo e uma verdadeira inspiração para as pessoas.

Ao site Bored Panda, ela conta que começou a sentir dores na perna, no ano de 2000, mas os médicos disseram que eram dores normais de crescimento. Um dia, ela acordou e não conseguia mais dobrá-la e, foi então que, foi diagnosticada com câncer no fêmur direito.

Depois de dois meses de quimioterapia, a garota se sentia cada vez mais fraca, já havia perdido o cabelo e foi obrigada a largar a escola, pois já não tinha força para nada. A ideia de amputar a perna surgiu dos pais, ao verem que a filha não estava respondendo bem ao tratamento, que ao mesmo tempo que pode nos curar, nos enfraquece em vários outros aspectos.

Pouco tempo depois, ela teve sua perna amputada e deu início a uma nova vida. Se a adolescência já é difícil por si só, imagina para uma garotinha com uma prótese na perna? Lidar com esta nova realidade não foi fácil, mas hoje ela conta sua história com orgulho da decisão que tomou e, tem inspirado muita gente que passa por algo parecido.

Tessa hoje é casada, modelo e tem 2 filhos. Tem dias em que não quer usar a prótese, pois incomoda e muitas vezes, machuca. Quase 20 anos depois, ela aprendeu a conviver com ela, que é o que permite que ela leve uma vida normal: Mas uma coisa eu percebi é que eu não poderia continuar vivendo minha vida odiando algo que eu não poderia mudar. Minha prótese é uma parte de mim e é quem eu sou“.

Fotos: Tessa Snyder /fonte:via

Mãe vira escudo humano para proteger bebê durante tempestade de gelo

Uma mãe passou por poucas e boas para garantir a segurança de sua pequena filha. Fiona Simpson estava dirigindo em Kingaroy, na Austrália, com a bebê  e a avó quando uma das janelas do carro acabou estilhaçada.

O vidro não resistiu a força dos ventos provocados por um tornado e se partiu. Com isso, a bebê ficou exposta ao frio, vidro e gelo. Fiona não pensou duas vezes e para protegê-la, a mãe envolveu a criança em seu corpo, se transformando em um verdadeiro escudo humano.

“A janela desapareceu, deixando pedaços de vidro espalhados pelo carro. Eu tirei meu cinto de segurança, sentei no banco de trás e fiquei em cima dela esperando a tempestade cessar”, declarou ao jornal Ten Daily.  

Com queimaduras provocadas pelas pedras de gelo (algumas do tamanho de uma bola de tênis), Fiona disse não ter tido tempo para sentir dor.

“Eu não podia focar na dor. Só tinha tempo de permanecer sobre a bebê e protegê-la. Não houve tempo para pensar em outra coisa”, finalizou. Apesar dos esforços da mãe, a criança acabou machucando a cabeça sem gravidade.  

Fotos: Reprodução/fonte:via

O Diário de Myriam: relato de menina sobre guerra síria chega ao Brasil graças a mobilização infantil

Myriam Rawick tem 13 anos hoje. Entre os 6 e os 12, ela escreveu um diário sobre o que via e sentia sendo uma criança de Aleppo, na Síria, uma das cidades mais afetadas pelo confronto entre governo e opositores, parte de uma guerra civil que já dura mais de sete anos.

A ideia de registrar as vivências de Myriam partiu da mãe da garota, e ganharam a mentoria do jornalista Philippe Lobjois quando ela tinha 8 anos. Foi o francês quem ajudou a transformar os relatos em livro e voltou para seu país em busca de uma editora disposta a publica-lo.

Foi assim que nasceu o livro “O diário de Myriam“, elogiado internacionalmente e comparado até a “O Diário de Anne Frank”. E a obra ganhou um combustível extra para ser traduzida para o português, em lançamento recente da editora DarkSide.

Alunos de uma escola pública de Osasco (SP) ficaram sabendo sobre o livro durante uma aula de informática, ao acessar o site de conteúdo infantil Joca. Interessadas em poder ler as histórias de Myriam, elas enviaram dezenas de cartas à redação do portal pedindo pela tradução do livro.

Estudantes de outros colégios, públicos e particulares, também escreveram para o Joca. A equipe do jornal decidiu procurar editoras dispostas a publicar a obra, e descobriu que a DarkSide já estava interessada no livro de Myriam.

Algumas cartinhas até foram publicadas na edição brasileira do livro para registar para sempre a movimentação dos estudantes. “O Diário de Myriam” pode ser comprado online, pela Saraiva ou pela Amazon.

Fotos: reprodução/fonte:via

Artista ilustra as doces memórias de sua infância e o resultado vai te emocionar

O artista ítalo-inglês Omario2d faz sucesso por suas ilustrações capazes de transmitir emoções e nos transportar para lugares imaginários ou guardados na memória.

Embora a infância de cada um tenha dezenas de particularidades, também há lembranças que muita gente compartilha. É difícil pensar em alguém que não se identificaria com ao menos uma das ilustrações que Omario criou inspirado em suas próprias infância e adolescência.

Se quiser acompanhar o trabalho de Omario você pode segui-lo no Instagram ou no Facebook, ou até mesmo comprar suas artes no Etsy.

Imagens: Reprodução/Omario2d /fonte:via

Kate Middleton e Príncipe William ‘perdem’ guarda dos filhos. Mas por quê?

A monarquia carrega consigo dogmas difíceis de entender. Pelo menos para os meros mortais, já que entre os seguidores do regime, cada linha é encarada com seriedade.

De acordo com uma lei real criada há 300 anos, o príncipe William e a duquesa Kate Middleton não possuem a guarda dos filhos. Isso não quer dizer que os dois, casados desde abril de 2011, vão deixar de ser pais de George, Louis e da princesa Charlotte.

Entretanto, aos olhos dos seguidores das leis monárquicas, os mais novos membros da família real são responsabilidade do rei ou da rainha. No caso Elizabeth II, no trono desde a década de 1950.

“O rei ou rainha conservam a guarda dos netos e bisnetos. Isto nasceu na época do Rei George I, que governou entre 1714 e 1727. Desde então, a lei nunca foi modificada”, explicou Marlene Koening, especialista em família real.

Koening lembra que a lei foi promulgada por causa da má relação entre o rei George I e seu filho, o futuro rei George III. “Ele aprovou esta lei para que pudesse ter a guarda de seus netos”.

A lei foi aprovada por 10 entre 12 juízes em 1717 e desde então não foi modificada. Isso explica muito que, mesmo com uma mudança significativa nos últimos tempos, a família real britânica é adepta ao tradicionalismo. Aliás, a medida vale também para os futuros herdeiros de Meghan Markle e Harry.

Fotos: Reprodução/Instagram/fonte:via