Ensaio fotográfico ilustra o que as crianças comem nas escolas ao redor do mundo

A educação alimentar é uma questão menos debatida do que deveria. Durante a juventude, crianças e adolescentes formam os hábitos que provavelmente os acompanharão por toda a vida, e terão impacto direto sobre sua saúde.

A Sweetgreen é uma rede de restaurantes norte-americana que serve comida saudável, e mantém um programa de educação alimentar em escolas para ajudar as crianças a aprender a fazer escolhas mais saudáveis na hora de se alimentar.

Para levantar o debate em torno da questão, a empresa preparou um ensaio fotográfico mostrando como seriam refeições típicas em escolas de diferentes países do mundo, em comparação com o que é servido nos EUA.

O ensaio foi criticado por dar a entender que as imagens representavam cardápios reais, servidos em escolas dos países. A Sweetgreen se defendeu, argumentando que o objetivo é mostrar que existem muitas opções de cardápios saudáveis para serem montadas baseando-se em alimentos disponíveis em cada região do mundo.

De acordo com a empresa, “para criar o ensaio foram consultadas fotos reais publicadas por estudantes na internet, além de terem sido feitas pesquisas sobre os programas de educação alimentar nas escolas dos países”.

Estados Unidos: Frango ‘pipoca’ frito, purê de batatas, ervilhas,  frutas e um biscoito de chocolate

Finlândia: Sopa de ervilha, salada de beterraba, salada de cenoura, pão e pannakkau (panqueca) com frutas frescas

Itália: Peixe local sobre uma cama de rúcula, macarrão com molho de tomate, salada caprese, pão e algumas uvas

França: Bife, cenoura, feijão verde, queijo e frutas frescas

Grécia: Frango assado sobre orzo, folhas de uva recheadas, salada de tomate e pepino, laranjas frescas e iogurte grego com sementes de romã

Espanha: Camarão salteado com arroz integral e legumes, gazpacho, pimentos frescos, pão e laranja

Brasil: Carne de porco com legumes mistos, feijão preto e arroz, salada, pão e banana assada

Ucrânia: Purê de batatas com salsicha, sopa de beterraba, repolho e syrniki (uma panqueca de sobremesa)

Coreia do Sul: Sopa de peixe, tofu com arroz, kimchi e legumes frescos

Fotos via Sweetgreen/fonte:via

Anúncios

‘Brinquem comigo, não com os celulares’, crianças protestam contra vício dos pais

As crianças, mais uma vez, deram o exemplo. Em Hamburgo, na Alemanha, meninos e meninas foram para as ruas protestar. Os pequenos exigiam que seus pais dessem menos atenção aos celulares.

“Brinquem comigo, não com os celulares”, dizia um dos cartazes empunhados pelos alemãezinhos. Aliás, não importava a idade, bastava ser criança para gritar contra o vício dos adultos nos smartphones.  

Ao todo foram 150 crianças, que marcharam pelas ruas da cidade escoltadas pela polícia local e claro, acompanhadas dos pais. Onde já se viu meninos e meninas de 10 anos saírem sozinhos por aí?

Parece brincadeira, mas o assunto é sério. Pesquisas demonstram que o uso excessivo do celular por adultos no ambiente familiar pode causar uma série de problemas comportamentais, mau humor, hiperatividade e frustração.

“Estamos aqui. Somos barulhentos! Eu desejo que depois desse protesto, muitas pessoas fiquem atentas para não olharem mais tanto para seus celulares”, declarou o jovem Emil Rustige, líder dos manifestantes.

A pesquisa Kinder-Medien-Studie, de 2018, apontou que cerca de metade das crianças entre quatro e 13 anos de idade já possuem seu próprio aparelho. /fonte via

Pai mostra o que aconteceria se desenhos infantis virassem realidade

Parece que as crianças veem o mundo de uma forma completamente diferente do que nós, adultos.

O mais legal é que elas não têm medo de desenhar as coisas do jeitinho que (acham) que são. E quem disse que essa visão não poderia ser realidade?

Tom é desenhista e pai de duas crianças: Al e Dom. A partir dos traços dos filhos, ele utiliza suas habilidades em edição de imagens para nos mostrar como seria um mundo que se parecesse com os desenhos infantis.

O resultado é, por vezes, assustador, mas, na maioria delas, as ilustrações se tornam apenas engraçadas. No Instagram, o trio já arrecada mais de 120 mil seguidores.

Os desenhos renderam até mesmo um livro, feito completamente em família, o Things I Have Drawn at The Zoo (“Coisas que eu desenhei no zoológico“, em inglês).

As criações vão de um Donald Trump ainda mais estranho do que o original até uma infinidade de animais – e pode apostar que elas irão animar seu dia.

Vem ver!

Este pai surpreendeu a filha fã de dinossauros da maneira mais incrível

Lyle Coram definitivamente merece um prêmio de melhor pai do ano.

Depois de transformar o quarto de sua filha Shelby em um verdadeiro castelo da Disney, ele decidiu surpreendê-la novamente – desta vez, com uma aventura radical.

Lyle transportou a filha diretamente para o tempo dos dinossauros. Segundo contou ao Bored Panda, a menina de 7 anos é fã da saga Jurrasic Park e ama dinossauros.

Em um vídeo que mostra a brincadeira, um dos animais parece até mesmo brincar com a bola que Shelby está segurando, mas o pai garante que foi apenas uma coincidência: o experimento não era interativo.

Depois de se encantar com a projeção, que ocupou todas as janelas da sala, a menina finalmente se assusta quando o Tiranossauro Rex aparece em cena e lança uma olhada furtiva para ela, que sai correndo do cômodo.

Olha só que coisa mais fofa!

Fotos: Reprodução /fonte:via

Crianças são obrigadas a serem os próprios ‘advogados’ em tribunais de imigração nos EUA

A Immigration Counseling Service (ICS), uma empresa norte-americana de advocacia sem fins lucrativos especializada em imigração, produziu um curta metragem para ilustrar mais uma monstruosidade posta em prática pelo governo Trump contra imigrantes nos EUA: depois de separar crianças e bebês de suas famílias e colocá-las em verdadeiras jaulas, muitas dessas crianças são postas em tribunais para se defenderem – sem sequer a presença de um advogado. As cenas representadas no curta foram roteirizadas a partir de transcrições de tais sessões nos tribunais de imigração.

Intitulado Unnaccompanied: Alone in America (Desacompanhado: sozinhos na América), o filme é dirigido e produzido pela cineasta Linda Freedman. “Eu me espantei com os obstáculos que as crianças enfrentam sozinhas, e com o desprezo pelos seus direitos básicos”, disse Freedman. “Eu sei em meu coração que o filme irá encontrar aqueles que se levantarão, como sempre fazem, para ajudar seus companheiros humanos na hora em que eles mais precisam”.

https://player.vimeo.com/video/268812608?app_id=122963

No filme, vemos um juiz realizando perguntas para crianças na corte, que naturalmente se mostram incapazes de sequer compreender o que está acontecendo – mas que precisam defender seu futuro sozinhas.

“Você entende do que se tratam esses procedimentos aqui na corte?”, pergunta, no filme, o juiz. Um garotinho diz que não com a cabeça. “Você sabe o que é um advogado? Você tem um advogado?” e a resposta é a mesma, para crianças diversas. São cenas de rachar o coração, e que assombram ainda mais diante do fato de não serem ficção – é uma realidade comum, que vem sistematicamente acontecendo no mais rico país do mundo.

© fotos: reprodução/fonte:via

Mãe relata como as viagens transformaram a vida de sua filha com autismo

Diagnosticada com autismo severo aos dois anos de idade, Iris Grace encontrou nas viagens em família uma forma de se tornar mais sociável e confiante.

Ao site Bored Panda, sua mãe, Arabella Carter-Johnson, escreveu um relato contando como as viagens haviam transformado a vida da menina, hoje com oito anos. “Cada viagem é feita sob medida para os interesses de Iris e nós a educamos durante a jornada, bem como construímos sua independência e habilidades para a vida“, descreve

Em abril deste ano, a família realizou uma viagem de carro de duas semanas pela Grécia. Entre cidades históricas, praias, ruínas e algumas das árvores mais antigas da Europa, Iris pode se manter em contato com a natureza e desenvolver novas habilidades.

Arabella compartilha as fotos da viagem como uma forma de inspirar outras pessoas que convivem com crianças autistas e mostrar que a diferença não deve ser encarada como um problema.

Quando não está viajando, Iris adora pintar quadros, que são vendidos para ajudar a pagar por seu tratamento e educação. Talvez você se lembre de um vídeo em que ela parece ao lado de seu gatinho de estimação, Thula, com quem criou uma amizade sem precedentes e aprendeu a se comunicar melhor – clica aqui para assistir.

Mãe registra infância da filha com lábio leporino sem expor sua condição nas redes

Fotógrafos dificilmente resistem a compartilhar as fotos de seus filhos e pessoas amadas online.

Quando a filha da fotógrafa Kelley Hudson nasceu com lábio leporino, ela considerou que, ao crescer, a menina poderia não gostar de ver as fotos que mostram sua condição expostas na internet. E, como uma boa profissional, encontrou uma maneira criativa e delicada de registrar a infância da menina sem que ela se sentisse exposta.

O labio leporino ocorre quando o lábio do bebê não é fechado completamente. Dessa forma, uma espécie de fenda aparece na região, como se fosse um sulco abaixo do nariz. Segundo o site Trocando Fraldas, a condição acontece em uma a cada mil crianças e, portanto, pode ser considerada comum.

Como a fissura afeta a aparência do rosto da criança, mas tem cura, Kelley Hudson preferiu deixar que sua própria filha decidisse um dia se gostaria de compartilhar fotos deste momento da vida.

Fiquei preocupada porque talvez minha filha não gostaria que todas suas fotos de bebê e no hospital fossem postadas… Que compartilhar demais sobre a identidade da minha filha poderia tirar o seu direito à anonimidade online“, escreveu ela em uma postagem no site Bored Panda.

O resultado da série são cliques simplesmente maravilhosos! ♥

Conheça mais do trabalho da fotógrafa através de seu site, Instagram e no Facebook.

Fotos © Kelley Hudson /fonte:via