Página no Facebook publica fotografias dos lanches servidos em escolas públicas brasileiras

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Com o escândalo da máfia das merendas vindo à tona, os olhos de muitos brasileiros se voltaram para o que era servido – ou deveria ser – de lanche nas escolas públicas. Para denunciar a falta de alimentos e o descaso nestas instituições, foi criada uma página no Facebook que divulga fotos das refeições servidas em diversas escolas brasileiras.

A página ganhou o nome de Diário da Merenda e se transformou em uma ferramenta de protesto para que cada vez mais pessoas contribuam para a merenda chegar exatamente onde deveria estar: no prato dos estudantes. Na página, ficam claras as diferenças entre as escolas: enquanto algumas oferecem uma refeição completa, com direito a feijão, arroz e até suco natural; outras disponibilizam apenas um suco de caixinha e biscoitos para os alunos.

Ao olhar as fotos, pode até parecer que alguns dos lanches considerados “ruins” seriam uma refeição normal, caso não fossem servidas todos os dias as mesmas coisas. Um dos principais problemas é o fato de que, para muitas das crianças e adolescentes que estudam nestas escolas, esta é a principal (senão a única) refeição do dia.

Dá só uma olhada em algumas das merendas servidas pelas escolas:

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E.E. Prof. Gabriel Ortiz – São Paulo: Bolo, achocolatado e abacaxi

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E.E. Wilson Rachid – São Paulo: Arroz, feijão, carne ao molho e purê de batata

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E.E. Fernão Dias Paes – São Paulo: Bolo de chocolate e pedaço de melão

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E.E.E.I. Alberto Torres – São Paulo: Iogurte e biscoitos

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E.E. Ana Rosa de Araújo – São Paulo: Bolo e achocolatado

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E.E. Prof. Gabriel Ortiz – São Paulo: Pão integral com patê de atum

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Escola Estadual Tiburtino Pena – Minas Gerais: Vitamina de banana

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E.E. Professor Alberto Conte – São Paulo: Resto de bolo com leite

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E.E. Wilson Rachid – São Paulo: Suco de goiaba e bolacha

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E.E. José Maria Matosinho, em Campinas – São Paulo: Suco de pozinho que não conseguimos identificar, bolacha de água e sal integral e barrinha de cereal

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Escola Municipal Santa Catarina – Rio de Janeiro: Arroz, feijão e ovo

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Estudantes da E.E. Hernani Furini, em Guarulhos, São Paulo: Água, pão e banana

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EE Julia Rios Athayde, em Sorocaba – São Paulo: Suco e bolacha

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E.E Bertha Corrêa e Castro Rocha, em Poá – São Paulo: Bolacha com café com leite

Todas as fotos: Divulgação/Facebook/fonte:via

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A incrível história do menino brasileiro que cresceu brincando com onças

Tiago Jácomo Silveira, de 12 anos, cresceu brincando com onças-pintadas. Ele não é uma daquelas crianças que foram criadas por animais, nem nada do tipo. Tiago é filho dos biólogos Anah Tereza Jácomo e Leandro Silveira responsáveis pelo Instituto Onça-Pintada, um órgão que luga pela preservação destes animais.

Ainda pequeno, Tiago amamenta uma onça bebê

Em entrevista à BBC, a família conta que o convívio do garoto com os animais começou quando ele era somente um bebê. A história se tornou viral após uma foto do menino ao lado de duas onças ser compartilhada nas redes sociais.

Tiago, 12 anos, aparece em um lago ao lado de duas onças-pintadas

Leandro, Tiago e Anah caminham ao lado de uma onça-pintada

Como os pais viviam no Intituto Onça-Pintada, cuidando de três onças recém-nascidas, o convívio de Tiago com os felinos ocorreu naturalmente. Desde muito pequeno, ele era instruído sobre como lidar e respeitar os limites dos animais.

Ao lado da mãe, Tiago aproxima o rosto de uma onça-pintada

À reportagem, o pai conta que costumava viajar de caminhonete com o menino e as onças juntos. No trajeto, faziam diversas paradas para dar mamadeira a Tiago e aos filhotes de animais. Mesmo assim, o garoto nunca ficou sozinho com os felinos e a família garante que nunca houve nenhum incidente que o colocasse em risco.

Tiago recebe “um abraço” de uma onça maior do que ele

Embora estejam presentes em cerca de 21 países, quase metade das onças-pintadas vivem em solo brasileiro. Apesar disso, o respeito a estes animais não é um consenso. O próprio exército chochou muita gente ao abater uma onça em Manaus e, no Pará, um caçador foi preso após matar dezenas de animais da espécie.

Fotos: Arquivo Pessoal /fonte:via

Linha de bonecas com vitiligo ajuda crianças a se amarem do jeito que são

Se ver representado através de artistas ou brinquedos e saber que há um lugar no mundo para pessoas como você é importante para toda criança se desenvolver mentalmente saudável. Mas sabemos que nem sempre isso acontece. E é para preencher o vácuo que precisamos de artistas como Kay Black.

Também conhecida como Kay Customz, a norte-americana pinta bonecas de porcelana para ampliar a representatividade de minorias como mulheres negras, de cabelos crespos ou cacheados e pessoas com vitiligo.

Foram as bonecas com vitiligo que viralizaram na internet e tornaram o trabalho de Kay mais conhecido. As bonecas são feitas por encomenda, e a artista faz o possível para que elas se pareçam ao máximo com as clientes, que enviam fotos para servir como modelo.

O preço varia de acordo com o trabalho, mas, atualmente, parte dos US$125. Nos poucos momentos em que fica sem encomendas, Kay se dedica a criar modelos como as bonecas com vitiligo com marca inspirada no mapa do continente africano ou com albinismo.

Fotos: Reprodução/Kay Black/fonte:via

Ensaio fotográfico ilustra o que as crianças comem nas escolas ao redor do mundo

A educação alimentar é uma questão menos debatida do que deveria. Durante a juventude, crianças e adolescentes formam os hábitos que provavelmente os acompanharão por toda a vida, e terão impacto direto sobre sua saúde.

A Sweetgreen é uma rede de restaurantes norte-americana que serve comida saudável, e mantém um programa de educação alimentar em escolas para ajudar as crianças a aprender a fazer escolhas mais saudáveis na hora de se alimentar.

Para levantar o debate em torno da questão, a empresa preparou um ensaio fotográfico mostrando como seriam refeições típicas em escolas de diferentes países do mundo, em comparação com o que é servido nos EUA.

O ensaio foi criticado por dar a entender que as imagens representavam cardápios reais, servidos em escolas dos países. A Sweetgreen se defendeu, argumentando que o objetivo é mostrar que existem muitas opções de cardápios saudáveis para serem montadas baseando-se em alimentos disponíveis em cada região do mundo.

De acordo com a empresa, “para criar o ensaio foram consultadas fotos reais publicadas por estudantes na internet, além de terem sido feitas pesquisas sobre os programas de educação alimentar nas escolas dos países”.

Estados Unidos: Frango ‘pipoca’ frito, purê de batatas, ervilhas,  frutas e um biscoito de chocolate

Finlândia: Sopa de ervilha, salada de beterraba, salada de cenoura, pão e pannakkau (panqueca) com frutas frescas

Itália: Peixe local sobre uma cama de rúcula, macarrão com molho de tomate, salada caprese, pão e algumas uvas

França: Bife, cenoura, feijão verde, queijo e frutas frescas

Grécia: Frango assado sobre orzo, folhas de uva recheadas, salada de tomate e pepino, laranjas frescas e iogurte grego com sementes de romã

Espanha: Camarão salteado com arroz integral e legumes, gazpacho, pimentos frescos, pão e laranja

Brasil: Carne de porco com legumes mistos, feijão preto e arroz, salada, pão e banana assada

Ucrânia: Purê de batatas com salsicha, sopa de beterraba, repolho e syrniki (uma panqueca de sobremesa)

Coreia do Sul: Sopa de peixe, tofu com arroz, kimchi e legumes frescos

Fotos via Sweetgreen/fonte:via

‘Brinquem comigo, não com os celulares’, crianças protestam contra vício dos pais

As crianças, mais uma vez, deram o exemplo. Em Hamburgo, na Alemanha, meninos e meninas foram para as ruas protestar. Os pequenos exigiam que seus pais dessem menos atenção aos celulares.

“Brinquem comigo, não com os celulares”, dizia um dos cartazes empunhados pelos alemãezinhos. Aliás, não importava a idade, bastava ser criança para gritar contra o vício dos adultos nos smartphones.  

Ao todo foram 150 crianças, que marcharam pelas ruas da cidade escoltadas pela polícia local e claro, acompanhadas dos pais. Onde já se viu meninos e meninas de 10 anos saírem sozinhos por aí?

Parece brincadeira, mas o assunto é sério. Pesquisas demonstram que o uso excessivo do celular por adultos no ambiente familiar pode causar uma série de problemas comportamentais, mau humor, hiperatividade e frustração.

“Estamos aqui. Somos barulhentos! Eu desejo que depois desse protesto, muitas pessoas fiquem atentas para não olharem mais tanto para seus celulares”, declarou o jovem Emil Rustige, líder dos manifestantes.

A pesquisa Kinder-Medien-Studie, de 2018, apontou que cerca de metade das crianças entre quatro e 13 anos de idade já possuem seu próprio aparelho. /fonte via

Pai mostra o que aconteceria se desenhos infantis virassem realidade

Parece que as crianças veem o mundo de uma forma completamente diferente do que nós, adultos.

O mais legal é que elas não têm medo de desenhar as coisas do jeitinho que (acham) que são. E quem disse que essa visão não poderia ser realidade?

Tom é desenhista e pai de duas crianças: Al e Dom. A partir dos traços dos filhos, ele utiliza suas habilidades em edição de imagens para nos mostrar como seria um mundo que se parecesse com os desenhos infantis.

O resultado é, por vezes, assustador, mas, na maioria delas, as ilustrações se tornam apenas engraçadas. No Instagram, o trio já arrecada mais de 120 mil seguidores.

Os desenhos renderam até mesmo um livro, feito completamente em família, o Things I Have Drawn at The Zoo (“Coisas que eu desenhei no zoológico“, em inglês).

As criações vão de um Donald Trump ainda mais estranho do que o original até uma infinidade de animais – e pode apostar que elas irão animar seu dia.

Vem ver!

Este pai surpreendeu a filha fã de dinossauros da maneira mais incrível

Lyle Coram definitivamente merece um prêmio de melhor pai do ano.

Depois de transformar o quarto de sua filha Shelby em um verdadeiro castelo da Disney, ele decidiu surpreendê-la novamente – desta vez, com uma aventura radical.

Lyle transportou a filha diretamente para o tempo dos dinossauros. Segundo contou ao Bored Panda, a menina de 7 anos é fã da saga Jurrasic Park e ama dinossauros.

Em um vídeo que mostra a brincadeira, um dos animais parece até mesmo brincar com a bola que Shelby está segurando, mas o pai garante que foi apenas uma coincidência: o experimento não era interativo.

Depois de se encantar com a projeção, que ocupou todas as janelas da sala, a menina finalmente se assusta quando o Tiranossauro Rex aparece em cena e lança uma olhada furtiva para ela, que sai correndo do cômodo.

Olha só que coisa mais fofa!

Fotos: Reprodução /fonte:via