Artista transforma pets em miniaturas de crochê deles mesmos que são pura fofura

Já pensou se você pudesse levar seu cachorro mesmo a lugares que não são exatamente pet friendly?

Se depender dessa artista, você pode!

Rachel Holland cria versões em crochê inspiradas em animais de verdade. As peças são feitas sob encomenda e vendidas através de sua loja no Etsy, a The Faded Wildflower.

As miniatuas são vendidas em quatro tamanhos e custam a partir de R$ 170. Para confeccionar os modelos, a artista solicita que os clientes enviem uma foto de seu bichinho de estimação e, com base nisso, cria um boneco com todas as características do animal original.

Todos os detalhes são preservados e, antes de enviar o produto final aos compradores, Rachel envia uma foto do bichinho de crochê para aprovação. Caso tudo esteja conforme o esperado, o envio é feito e, em pouco tempo, o bichano ganha um amigo de pelúcia.

Fotos: The Faded Wildflower /fonte:via

Ele decidiu ressocializar detentos de presídio na Grande SP ensinando crochê

As consequências do modo de produção da moda convencional fizeram com quem Gustavo Silvestre procurasse,  depois de 10 anos trabalhando como estilista no mundo da moda, um propósito maior para sua profissão.

Quando tornou-se o único aluno homem em um curso de crochê – resgatando uma tradição familiar – Gustavo entendeu que, com isso, poderia ir mais longe, e estabeleceu um curso de crochê dentro da Penitenciária Desembargador Adriano Marrey em Guarulhos.

Assim, em 2015, nasceu o Projeto Ponto Firme, que uma vez por semana ensina crochê a 26 detentos. Mais de 150 presos já passaram pelas aulas e agulhas de Gustavo. Cada aluno ganham um dia a menos de pena a cada 12 horas de curso. Certificados são distribuídos a cada seis meses e até exposições com as peças desenvolvidas pelos detentos são realizadas dentro da penitenciária.

Dois preconceitos são, dessa forma, derrubados através do projeto: contra os detentos e contra a ideia de que crochê seria um oficio feminino.

Seus melhores alunos hoje já são monitores do curso, e um aluno seu está, em liberdade, atualmente trabalhando com ele no Ateliê Vivo – e, conforme Gustavo garante, a recompensa é ver o tal propósito que sempre procurou na prática – ensinando e aprendendo com os detentos, e quem sabe ampliando as possibilidades de um futuro melhor para seus alunos.

Gustavo no Projeto Ponto Firme

© fotos: Facebook/Fonte:[ via ]