15 coisas que tinham um nome totalmente diferente e você nem imaginava

Ter grandes ideias capazes de impactar o mundo não é nada fácil. Mas há um passo quase tão difícil quanto esse: escolher um nome para sua criação. Muita gente já passou por isso, e um nome ruim pode arruinar todo o potencial de uma grande ideia.

O site Bored Panda compilou algumas empresas, bandas, filmes e séries de TV que, por muito pouco, não colocaram o futuro sucesso em risco por causa de nomes esdrúxulos. Esses são nossos favoritos:

1 – The Big Bang Theory – Lenny, Penny, And Kenny

A mudança no título de uma das séries de comédia mais bem sucedidas dos últimos tempos também teve um impacto secundário importante: Você consegue imaginar Sheldon Cooper se chamando Kenny?

2 – Friends – Six of One

O nome original de Friends era Six of One, expressão que indica que coisas diferentes são praticamente iguais – e também um jogo de palavras com os 6 personagens principais da série. Ainda bem que mudaram…

3 – Back to the Future – Spaceman From Pluto

Por que De Volta Para o Futuro poderia se chamar O Astronauta de Plutão? Bem, apenas porque Sid Sheinberg, presidente do estúdio responsável pelo filme, dizia que nenhum longa com ‘futuro’ no nome já havia feito sucesso.

A saída para o problema foi enviar um memorando para Sid dizendo que todos haviam achado sua sugestão muito engraçada. Ele jamais admitiria que estava falando sério, e Marty McFly acabou mesmo voltando para o futuro.

4 – Hannah Montana – Alexis Texas

Dizem que a personagem que tornou Miley Cyrus mundialmente conhecida se chamaria originalmente Alexis Texas. Os produtores não tiveram outra opção se não mudar depois de descobrirem que havia uma famosa atriz pornô com o mesmo nome…

5 – Mickey Mouse – Mortimer

Dizem que a mais famosa criação de Walt Disney só mudou de nome porque Lillian Bounds, a esposa do desenhista, odiava o nome Mortimer, formal demais para o personagem. Em inglês, porém, o personagem Ranulfo, rival de Mickey que tenta roubar Minnie do protagonista, se chama Mortimer.

6 – Bob Esponja Calça Quadrada – SpongeBoy

Bob Esponja (ou Spongebob) quase se chamou Spongeboy (ou Garoto Esponja). Para nossa sorte, o criador do personagem, Stephen Hillenbur, teve que mudar o nome porque uma empresa de esfregões tinha registrado o nome Spongeboy para um de seus produtos. O sobrenome Calça Quadrada (no original “Squarepants”) só surgiria depois da mudança.

7 – Limp Bizkit – Blood Fart

Fred Durst, vocalista do Limp Bizkit, revelou no Reddit que, quando a banda estava em busca de um nome, eles cogitaram se batizar Blood Fart, literalmente “peido de sangue”. “Nós não levávamos isso muito a sério, já que naquela época nem considerávamos que poderíamos fazer sucesso”, justificou.

8 – Sony – Tokyo Tsushin Kogyo

Em 1958, aquela que viria a se tornar uma das maiores empresas de tecnologia do mundo ainda operava basicamente no Japão, com o nome Tokyo Tsushin Kogyo. Certamente a mudança fez bem para os planos de internacionalizar a marca.

9 – Buzz Lightyear – Lunar Larry

Duas mudanças de última hora mudaram totalmente o destino de Toy Story: Buzz Lightyear jamais seria tão carismático se continuasse se chamando Lunar Larry, e a parceria dele com Woody não aconteceria se o personagem do cowboy não tivesse mudado de um idiota para o herói que conquistou a simpatia de todo o mundo.

10 – Firefox – Firebird

O navegador que enfrentou a hegemonia do Internet Explorer num passado já distante e anterior ao Google Chrome quase se chamou Firebird. A mudança de nome foi causada por uma outra companhia que já havia registrado a marca.

11 – O Rei Leão – O Rei da Selva

Esse clássico só não se chamou King of the Jungle (O Rei da Selva) porque… a história se passa em uma savana, e não em uma selva. A opção seguinte foi King of the Beasts (O Rei das Feras), mas os produtores decidiram simplificar e focar no reinado de Simba.

12 – Nintendo – Marufuku Company

A história da Nintendo começou em 1889, com a fabricação de cards em Kyoto, no Japão. Só na década de 1950 a empresa mudou de nome para Nintendo, uma estratégia que ajudou a levar os produtos para todo o mundo – imagine comprar um videogame chamado Super Marukufu…

13 – Queen – Smile

Além de toda a genialidade artística que Freddie Mercury deu ao Queen, ele também salvou a banda de ter um dos nomes mais bregas da música: Smile, ou Sorriso. Segundo o cantor, a ideia surgiu do conceito de fazer parte de uma banda majestosa, assim como a Rainha (Queen).

14 – eBay – AuctionWeb

O maior site de compras e vendas do mundo se chamava AuctionWeb (algo como “Leilão na Rede”) e fazia parte do grupo eBay Internet até 1997. A mudança foi quase natural: como público e mídia chamavam o AuctionWeb de eBay, foi mais fácil simplificar e ficar com o nome mais famoso.

15 – Algodão Doce – Seda de Fada

Você sabia que o algodão doce existe há mais de 600 anos? Mas, naquela época, ele era feito de um jeito muito mais difícil e caro. Só no começo do século 20 ele voltou à moda, e foi rebatizado para Cotton Candy (Algodão Doce), em vez do original Fairy Floss (Seda de Fada)

Fotos: Reprodução/fonte:via

Centralia: a surreal história da cidade que está em chamas desde 1962

Colocar fogo no lixo que se amontoava no aterro sanitário era uma prática comum em Centralia, uma pequena cidade da Pensilvânia, nos EUA. Até que em 1962, a prefeitura local inaugurou um novo aterro, localizado sobre uma mina de carvão desativada.

No fim de maio daquele ano, os moradores começaram a se queixar do mau cheiro que se espalhava pela cidade de cerca de 1500 habitantes. A administração municipal convocou alguns bombeiros para colocar fogo nos dejetos e apaga-lo em sequência. Foi uma ideia tão ruim que fez de Centralia uma cidade fantasma.

Os bombeiros até conseguiram apagar o fogo, mas ele insistiu em voltar a arder nos dias seguintes. O que não se sabia é que, no subsolo, as chamas se espalhavam por uma rede de túneis da mina abandonada.

Durante os esforços para controlar o fogo, especialistas foram convocados e perceberam que algumas fendas ao redor do aterro sanitário estavam exalando monóxido de carbono em quantidades típicas de incêndios em minas de carvão.

O incidente aconteceu há mais de 50 anos, mas o fogo continua ardendo, e acredita-se que não deve apagar pelos próximos 200. Os moradores de Centralia passaram quase duas décadas vivendo normalmente, ainda que não pudessem visitar a zona onde ficava o aterro.

Mas, a partir do início da década de 80, a situação começou a ficar ainda mais complicada. Um garoto de 12 anos quase morreu ao ser tragado para um buraco de 1,2 m de largura e mais de 40 m de profundidade que se abriu de repente no quintal da casa onde ele vivia.

O risco de morte para os moradores começou a preocupar a população, e o Congresso norte-americano reservou mais de 42 milhões de dólares para pagar indenizações e fazer com que os cidadãos de Centralia deixassem a cidade. A maioria deles aceitou, mas alguns se recusaram a deixar suas casas.

Hoje, há sete pessoas vivendo em Centralia. O governo tentou obriga-los a sair, mas, diante das recusas, chegou a um acordo em 2013: eles poderão viver lá até os últimos de seus dias, mas, depois que falecerem, suas residências passarão a pertencer ao Estado, que segue buscando a evacuação total.

A cidade se tornou uma atração turística, e há até quem diga que ela inspirou a criação da série de jogos Silent Hill. Entre os locais preferidos dos visitantes estão grandes fendas nas ruas que seguem emanando gás, e também um trecho de rodovia que foi interditado por causa dos buracos e desníveis que surgiram com o tempo.

Hoje, ela é conhecida como Graffitti Highway, ou Rodovia do Grafite, porque, desde meados dos anos 2000, muitos turistas aproveitam o espaço livre para deixar suas marcas, entre desenhos de órgãos sexuais, imagens artísticas e mensagens reflexivas.

Fotos via Wikimedia Commons/fonte:via

2 anos após a adoção, chinesa descobre que seu cachorrinho era um urso

Que atire a primeira pedra quem nunca foi enganado por uma oferta tentadora demais para ser verdade. Foi o que aconteceu com a chinesa Su Yun, mas de uma forma bem mais bizarra que o normal: ela comprou um urso acreditando que fosse um cachorro.

O fato aconteceu em 2016, e só dois anos depois ela e a família entenderam o engano. Su Yun, que vive em um vilarejo na província de Yunnan, estava de férias quando um vendedor lhe ofereceu um filhote de Mastim Tibetano, uma raça de cães muito admirada na China, por um preço bem mais convidativo que o comum.

Ela levou o animal para casa, e, ironicamente, o batizou com um nome que, em português, significa Pretinho. A família logo estranhou o apetite voraz do bicho, que comia uma caixa de frutas e dois baldes de macarrão por dia, mas não chegou a suspeitar que ele não fosse um cão.

O Pretinho acabou crescendo assustadoramente – muito mais que o Masim Tibetano, raça de grande porte – e começou a andar sobre duas patas, o que, aliado à sua aparência obviamente cada vez mais parecida com a de um urso, fez com que a família se convencesse de que algo estava errado.

Su Yun entrou em contato com o Centro de Resgate da Vida Selvagem de Yunnan, que confirmou que Pretinho era um urso-negro-asiático, espécie ameaçada de extinção por causa do interesse de mercadores ilegais, que o utilizam em receitas gastronômicas e até com fins medicinais.

Mas o destino de Pretinho vai ser diferente: ele já está vivendo no Centro de Resgate da Vida Selvagem de Yunnan, onde especialistas ainda estudam seu comportamento para decidir se ele poderá ser reintegrado à natureza ou se, por causa da criação que teve junto aos humanos, precisará viver em santuários animais.

 

Fotos via China News /fonte:via

No século 16, escravo moçambicano se tornou o 1° samurai negro do Japão

Os samurais têm grande destaque ao se pensar na cultura ancestral japonesa, mas pouca gente conhece a história de Yasuke, o primeiro – e provavelmente único – negro a ter recebido a honra de portar uma katana, a espada típica dos guerreiros nipônicos.

Como viveu no século 16, há poucos registros oficiais sobre sua trajetória, mas acredita-se que ele era um escravo nascido em Moçambique que chegou ao Japão acompanhando Alessandro Valignano, um jesuíta italiano, pioneiro na introdução do catolicismo no oriente.

Foram as cartas trocadas entre Valignano e outro jesuíta, português Luis Frois, que garantiram que ao menos uma parte da história de Yasuke sobrevivesse à passagem do tempo.

De acordo com as comunicações entre os dois missionários, Yasuke servia os jesuítas no templo onde eles viviam, mas sua aparência e tamanho incomuns chamaram tanto a atenção da população de Kyoto que multidões se aglomeravam em frente à moradia para tentar vê-lo.

De acordo com as comunicações entre os missionários, Yasuke media cerca de 1,88m, uma altura que até hoje seria incomum no Japão, e com certeza lhe garantia muito destaque por volta de 1580, quando a missão de Valignano aconteceu.

A história do jovem negro, na época com cerca de 24 anos, chamou a atenção também de Oda Nobunaga, um Daimiô poderoso, que governava boa parte do país e acreditava na importância de unificar as dezenas de províncias japonesas.

Nobunaga fez questão de conhecer o visitante exótico, ficando também impressionado com sua altura e com a cor de sua pele – de acordo com as correspondências guardadas por Luis Frois, o Daimiô chegou a ordenar que Yasuke tirasse as roupas e se lavasse, imaginando que ele estava pintado.

A força de Yasuke – cujo nome original ou o nome cristão não são conhecidos – fez com que Nobunaga afirmasse que ele tinha a força de dez guerreiros comuns, e diz-se que foi ele quem “rebatizou” o africano. Há quem suspeite que Yasuke seja uma adaptação do nome com o qual ele se apresentava anteriormente.

Não se sabe exatamente como, mas a simpatia de Yasuke fez com que Nobunaga o transformasse em escudeiro, e posteriormente lhe concedesse a honra de ser um guerreiro samurai. Sua lealdade garantiu que Nobunaga o considerasse um de seus braços-direitos, providenciando uma moradia individual e até o privilégio de jantar com o Daimiô.

Em 1582, não muito tempo depois de Yasuke atingir o status de samurai, o general Akechi Mitsuhide traiu Oda Nobunaga e atacou seu castelo. Após se ver cercado e sem chances de vitória, Nobunaga cometeu o haraquiri, e seu filho, Oda Nobutada, assumiu a responsabilidade de tentar defender o território.

Yasuke se manteve leal à família, mas sem sucesso. Depois de acabarem com todos os focos de resistência, as tropas de Mitsuhide tomaram conta do castelo. Yasuke se rendeu e ofereceu lealdade ao novo Daimiô, mas Mitsuhide não se empolgou com a ideia.

Assim, o samurai Yasuke foi enviado de volta a Kyoto para viver junto dos missionários jesuítas, onde passou o resto de seus dias. Um filme sobre a trajetória de Yasuke, chamado The Black Samurai, foi anunciado em 2017, mas ainda não há previsão de lançamento.

Mistério de astronauta em foto de garotinha britânica já tem mais de 50 anos sem resposta

Era um belo dia do verão de 1964 em Carlisle, no norte da Inglaterra, e a família Templeton decidiu dar uma volta pela cidade, terminando no lugar favorito do pai, Jim, da mãe, Annie, e da pequena Elizabeth.

Foi lá que Jim tirou a fotografia que faria seu nome percorrer o mundo: ele registrou a filha usando um vestido recém-comprado, mas só ao receber as fotos reveladas é que ele percebeu a presença de outra criatura na imagem.

Jim, que faleceu em 2011, passou a vida jurando que não havia mais ninguém por ali além de si, de Elizabeth e de Annie, que estava atrás dele. Duas senhoras conversavam dentro de um carro, mas distantes do local onde a família estava sentada.

Jim achou estranho e levou a fotografia até a polícia, suspeitando de alguma manipulação – os policiais não encontraram nenhum indício que indicasse isso. A história ficou famosa na região e logo chegou até os grandes jornais britânicos, que chamaram a atenção de veículos de todo o planeta.

A Kodak, empresa que fabricara todo o equipamento envolvido na fotografia, fez uma perícia e constatou não haver nenhuma alteração, inclusive oferecendo um prêmio a alguém que provasse se tratar de uma fraude – algo que nunca ocorreu.

Os ufólogos não tiveram dúvidas: o traje branco e o capacete com um visor preto só poderiam significar que se tratava de um astronauta. Vale lembrar que a corrida espacial entre EUA e URSS estava a todo vapor, e aparições de supostos OVNIs eram assunto frequente.

 

Jim contou que, após a fotografia ficar famosa, ele foi visitado por dois homens que diziam ser do governo e não contaram seus nomes, afirmando que suas identificações eram os números 9 e 11.

Eles o levaram até o local da imagem e começaram a fazer perguntas, mas ficaram bravos quando ele explicou que não tinha visto a criatura enquanto fazia a foto. Foram embora e o deixaram lá mesmo. Meses depois, Jim confessou achar que se tratou de uma fraude, e que ele caiu em uma pegadinha de dois homens se passando por agentes do governo.

De qualquer forma, a fotografia continua sendo um mistério difícil de explicar. Há quem fale na aparição de um espírito, outros afirmam que Jim ou Elizabeth tinham poderes psíquicos.

Uma outra fotografia tirada no mesmo dia mostra Elizabeth sentada e a mãe, Annie, agachada ao lado, com um vestido azul. Isso levou os céticos a teorizar que provavelmente Annie saiu de trás de Jim e ele não percebeu por causa da câmera.

Ela seria o suposto astronauta, estando de costas para as lentes de Jim. A superexposição à luz teria feito com que ela aparecesse como alguém toda de branco, e não de azul.

Mesmo assim, a teoria não convence a todos, e o mistério da fotografia segue causando a curiosidade de pessoas de todo o mundo.

 

Fotos: Jim Templeton/fonte:via

15 fotos de bastidores mais assustadoras que os personagens nas telas

O momento em que um ator se transforma em um monstro é de fato marcante. E esses momentos, quando vistos por trás das cenas, são talvez até mais assustadores do que os próprios personagens na tela. Isso por que eles são uma espécie de metáfora visual para as máscaras que todos colocamos em nossas vidas diárias.

Confira algumas imagens de bastidores de grandes filmes, que são mais assustadores do que os personagens em si.

Anos 1930

Frankenstein (1931)

Anos 1940

Cidadão Kane (1941)

Anos 1950

Godzilla

Anos 1960

A Noite dos Mortos-Vivos (1968)

Anos 1970

Anos 1980

Mad Max 2 - A Caçada Continua (1981)

Ghostbusters - Os Caça-Fantasmas (1984)

Anos 1990

O Vingador do Futuro (1990)

Abracadabra (1993)

Batman: O Retorno (1992)

 

Fotos: vintag.es/fonte:[via]

A história do fotógrafo que foi mordido por uma cobra venenosa, mas sobreviveu para terminar seu trabalho

As cores, formas e movimentos das cobras fascinaram tanto o fotógrafo norte-americano Mark Laita que ele resolveu criar um projeto só para retratá-las.Depois de um bom tempo capturando imagens de serpentes, ele sofreu um pequeno acidente: foi mordido por uma mamba-negra, uma das espécies mais venenosas do mundo. Mas, acredite se quiser, nem se importou tanto.

O incidente aconteceu alguns anos atrás, quando Mark estava na Costa Rica.Ele já tinha rodado os Estados Unidos e parte da América Central atrás de zoológicos, laboratórios e colecionadores que o ajudassem no projeto.

A sessão com a mamba-negra já estava finalizada quando a cobra começou a rodear seus pés.

Mark explica que não ficou com medo da serpente, pois ela tinha se mostrado bastante dócil durante o trabalho, e também por ser um animal mais velho, sem tanto ímpeto agressivo. Ele mirou a lente para baixo e começou a registrar os movimentos da cobra a seu redor, até que o dono dela decidiu usar seu bastão para tira-la de lá.

O problema é que ele acabou mexendo em um cabo do equipamento de Mark, assustando a mamba-negra, que atacou o fotógrafo. Em meio ao azar, a sorte: ele conseguiu captar o exato momento da mordida – e só descobriu isso no dia seguinte.

Sua canela começou a sangrar muito, encharcando a meia e o tênis do visitante. Mas sorte mesmo foi ter sobrevivido: praticamente todas as vítimas das mabma-negras morrem, e há até relatos de elefantes que perderam a vida ao cruzar com uma dessas cobras.

Algumas pessoas acusaram Mark de ter forjado o ataque para divulgar seu livro, mas ele nega. Em entrevista, o fotógrafo disse que estava usando uma bermuda porque alguns donos de serpentes disseram que a pior coisa que poderia acontecer seria um dos animais subir pela sua calça.

Ele nem foi a um hospital para se certificar que estava tudo bem, o que especialistas lhe disseram ter sido uma “grande estupidez”. De acordo com Mark, ele sentiu bastante dor no local à noite, como se tivesse vários alfinetes espetadss, mas depois ficou tudo bem. Especialistas acreditam que ele tenha levado uma “mordida seca”, quando o animal não injeta veneno.

Apesar da estupidez, Mark sobreviveu para seguir fotografando serpentes, o que resultou no livro Serpentine. As fotos são todas tiradas sobre um fundo preto para ressaltar ao máximo as cores e formatos dos animais.

Antes de conferir algumas das belas imagens, não custa lembrar que em qualquer caso de mordida por serpente é indicado correr para o hospital ou centro médico mais próximo o mais rápido possível.

Fotos © Mark Laita /Fonte:via