Companhia de ballet explora visual particular de Hong Kong em campanha deslumbrante

A Companhia de Ballet de Hong Kong é conhecida por criar brilhantes interpretações modernas para clássicos da dança. O conceito foi incorporado à nova campanha de divulgação da companhia, chamada “Never Stand Still”, ou “Nunca Fique Parado”.

Criada pelo estúdio Design Army, a campanha colocou os bailarinos da trupe em diferentes pontos de Hong Kong para criar uma linguagem visual impactante, capaz de, através de fotografias, captar a vibração e a energia da dança, em imagens que parecem desafiar a lei da gravidade.

“Criamos uma deslumbrante linguagem visual que fala sobre a vibração e a energia dessa forma de arte, dos dançarinos e da própria cidade. Projetamos um exuberante e rico mundo de fantasia através de moda, cor e tipografia, estabelecendo uma linguagem de marca reconhecível e dinâmica”, diz o site da Design Army.

Fotos via Hong Kong Ballet/fonte:via

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As poéticas bailarinas submersas de Adolfo Maciocco

Fascinado pela leveza e delicadeza da dança, o fotógrafo Adolfo Maciocco criou o projeto Liquid Dreams no qual retrata dançarinos clássicos debaixo d’água. Ele viajou ao norte da Sardenha, na Itália, para capturar os movimentos de dançarinos submersos em águas cristalinas sem nenhuma interferência da gravidade.

Para alcançar esta série, Maciocco foi cercado por grandes personalidades, como Davide Carrera, o campeão mundial do mergulho livre e a dançarina Diletta Antolini.

O resultado é realmente poético: os corpos flutuam sem esforço e uma suave luz natural destaca a graça de seus movimentos. Uma série tranquilizante que congela o tempo por um momento.

Confira:

 

Imagens: Reprodução/fonte:[via]

Dream Team de fotógrafos do Instagram clica dançarinos em locais inesperados

Três anos atrás, o coreógrafo Jacob Jonas pensava em maneiras de divulgar a arte da dança às novas gerações, em especial aos jovens que passam boa parte do dia conectados à internet. Foi assim que surgiu a ideia de unir dança e fotografia, criando o projeto Cameras and Dancers.

Uma vez por mês, Jacob reúne dançarinos e fotógrafos conhecidos no Instagram em alguma locação icônica, como o Píer de Santa Mônica, na Califórnia, ou a Biblioteca Pública de Nova Iorque, para promover sessões fotográficas rápidas, com duração de 3 a 4 horas, em que os grupos pensam rápido para criar lindas imagens da forma mais espontânea possível.

A 30ª edição do encontro foi realizada em agosto passado. Jonas diz que o projeto surgiu da vontade de “fazer algo para que sua forma de arte tivesse mais visibilidade online” e que “as fotos trazem o peso do engajamento dos usuários, mantendo a dança relevante e conectada ao público jovem através dos influenciadores digitais”.

Ao longo dos três anos de existência do Cameras and Dances, participaram fotógrafos influentes no Instagram, como Dave Krugman, Jessica Zollman, Kyle Huber, Lauren Randolph, Omar Robles, Michael O’ Neal, Ravi Vora, Sam Horine, Terry McLaughlin e Tyson Wheatley.

 

Gostou? Acesse o site ou o Instagram do projeto para conferir mais fotos!

Fotos: Cameras and Dancers/Jacob Jonas/fonte:via

Fotógrafa capta momentos belos e fugazes dos melhores dançarinos do mundo em ação

A arte da dança é hipnótica. Ao mesmo tempo em que a fluidez dos corpos maravilha, faz desejar que cada momento pudesse ser registrado. É mais ou menos a isso que a fotógrafa Lois Greenfield se dedica: capturar os instantes mais belos da ação dos melhores dançarinos do mundo.

Algumas das melhores imagens produzidas pela norte-americana nos últimos vinte anos foram reunidas no recente livro Moving Still (“Movimento Imóvel”, em tradução livre, que não tem versão em português, mas pode ser encontrado online).

Lois começou a carreira como fotojornalista, mas acabou se apaixonando pelo movimento enquanto trabalhava cobrindo a cena de dança experimental de Nova York para o semanário alternativo The Village Voice a partir de meados dos anos 70.

Passei os 35 últimos da minha carreira fotográfica investigando o movimento e seu potencial expressivo. Minha inspiração sempre foi a capacidade da fotografia de parar o tempo e revelar o que o olho nu não pode ver”, escreve a artista em seu site. “O que me move é criar imagens que surpreendem e confundem o observador, ao mesmo tempo em que ele sabe ou suspeita que realmente aconteceram”, completa.

Apesar de a exuberância das fotografias poder indicar que as imagens foram cuidadosamente planejadas, Lois garante que não. Ela conta que nunca começa com um conceito ou composição em mente, preferindo deixar que as coisas fluam de forma natural. Tudo o que ela leva aos dançarinos são elementos visuais como tecidos, e então deixa que eles interajam com eles como quiserem.

 

 

Fotos © Lois Greenfield/fonte:[via]