Bulgária cria biblioteca ‘portátil’, aberta e de madeira para ser instalada na rua

As pessoas estão cada vez menos lendo livros, seja pela altíssima oferta de informações que a internet  oferece, falta de tempo ou até mesmo, de incentivo. A questão ainda é mais evidente quando eles são impressos, já que muita gente hoje em dia prefere ler em tablets ou smartphones, mas se depender da cidade de Varna – na Bulgária, a realidade não precisa ser exatamente esta.

Uma equipe de arquitetos e designers desenvolveu uma biblioteca de rua simplesmente incrível, com um design moderno e prático, facilitando o acesso para os leitores, que podem até se sentar e, de vez em quando, assistir a um show, já que o local também possui um pequeno palco para apresentações de artistas de rua.

O formato é vazado e semicircular, feito para entrar a quantidade perfeita de luz, proporcionando um ambiente agradável e convidativo à leitura. A estrutura é portátil e tem capacidade para até 1500 exemplares, que serão muito bem aproveitados pela sortuda população da cidade.

Apelidada de ‘Rapana’, a equipe chegou a testar mais de 20 variações antes de decidir por este modelo, que se assemelha a um caracol marinho, já que a cidade está próxima ao mar e é conhecida por ser a capital marítima da Bulgária.

Quem não gostaria de ter a sua disposição uma biblioteca dessa?

Fotos: Rapana Library  /fonte via

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‘Black Mirror’ do dia: Moda já tem influenciadora robô com 1,4 milhão de seguidores

Se as modelos e os editoriais de moda tornaram-se ao longo dos anos amplificadores de padrões de beleza irreais e do estabelecimento de corpos, figuras e faces impossíveis na realidade, a mais nova tendência no meio parece, de forma ao mesmo tempo interessante, divertida e assustadora, tornar tal processo ainda mais agudo. São as modelos virtuais, personagens criados por uma mistura de fotografia, arte e computação, que se tornam supermodelos irretocáveis e perfeitas, com somente um detalhe nada mero: elas não existem.

Shudu, a primeira supermodelo virtual

O uso vem sendo feito por estilistas de vanguarda, como numa criativa interseção entre arte e moda. As modelos virtuais, no entanto, vem ganhando popularidade e trabalhos feito fossem de verdade – e muitas vezes é de fato difícil notar a diferença. A empresa Clo Co. é uma das mais atuantes em tal tendência, e a Looklet Co. vem desenvolvendo softwares para ajudar designers e artistas a construírem tais personagens e trabalhos.

Lil Miquela

Algumas das “modelos” já possuem milhares ou mesmo milhões de seguidores – como Shudu, a primeira e mais impressionante das supermodelos virtuais. Além dela, Lil Miquela e Perl também vem fazendo bastante sucesso nas redes sociais e plataformas em geral – assim como no próprio mundo da moda. Quem diria que a tecnologia acabaria por ameaçar até mesmo o emprego das supermodels?

Perl

© fotos: reprodução/fonte:via

Serena Williams está arrasando com seu tutu no Aberto dos EUA

Algumas pessoas insistem em se opor ao avanços. Foi o caso do corpo diretivo do Roland Garros, tradicional torneio francês, vencido por Serena Williams três vezes. Os responsáveis pela direção do aberto decidiram banir a roupa inspirada no filme Pantera Negra.

Segundo o presidente da Federação Francesa, Bernard Giudicelli, a norte-americana precisava “respeitar o jogo”. Lembrando que o figurino desenvolvido pela Nike para Serena Williams levava em consideração os problemas enfrentados por ela depois de dar à luz.

“Me senti uma guerreira naquela roupa. Uma verdadeira princesa de Wakanda. Eu estou usando calças quando jogo, assim consigo manter o sangue circulando. É uma roupa engraçada, mas ao mesmo tempo, funcional”, declarou.

A repercussão foi grande e muitas pessoas apoiaram a decisão da atleta. Fazendo vista grossa, a multi-campeã preparou uma surpresa para a estreia no Aberto dos Estados Unidos. Williams apareceu na quadra no bairro do Queens, em Nova York, vestindo um tutu  preto.

Durante entrevista coletiva antes da estreia no US Open, Serena Williams resolveu colocar panos quentes e ressaltar a boa relação com Giudicelli. “Nós já conversamos e está tudo certo, gente”, finalizou.

Polêmicas de lado, o tutu foi um arraso e ela repetiu a dose na segunda partida. Desta vez, Williams jogou toda de lilás. O design é de autoria de Virgil Abloh e faz parte da linha QUEEN, colaboração entre o artista e a Nike. Claro, inspirada na diva Serena.  

Fotos: Reprodução/fonte:via

Arquitetura impossível é tema de série de colagens surrealistas de artista alemão

O designer gráfico alemão Matthias Jung passou boa parte de sua infância no laboratório de fotografia de seu pai, onde se aventurava fazendo os mais diversos recortes e colagens, sempre beirando o impossível. Como a afinidade com a arquitetura sempre existiu, em 2015 ele passou a trabalhar em sua série de edificações impossíveis e imaginárias e o resultado é tão enigmático quanto encantador.

Através de fotografias de viagens, o artista cria efeitos surrealistas com o uso do Photoshop e, ainda afirma que, “a grande vantagem de usar o programa de edição é poder voltar atrás se alguma coisa der errado”.

Com um misto de fantasia e realidade, ele se aproveita de algumas lembranças de sua infância, criando efeitos únicos, como este telhado de ovelhas: “Eu amo ovelhas. Tê-las na cobertura simboliza uma reconciliação com a natureza”.

Suas composições são definidas por ele mesmo como “pequenos poemas arquitetônicos” e suas casas flutuantes são verdadeiras metáforas, onde ele mistura sonho, realidade, paisagens e muita criatividade!

Fotos: Matthias Jung /fonte:via

Por dentro do apartamento-ateliê vintage e psicodélico dos artistas Rafael Silveira e Flávia Itiberê

Difícil competir com artistas no que diz respeito à criatividade. Com talento praticamente nato, a dupla Flávia Itiberê e Rafael Silveira dorme e trabalha sob o mesmo teto em Curitiba há nove anos. Ao longo do tempo, o apartamento que começou minimalista foi se transformando num baú de memórias e peças artísticas.

Foi através de amigos em comum que a artista têxtil conheceu o artista plástico, a 11 anos atrás. “Sempre íamos nos mesmos circuitos, shows e bares de rock da cidade. Aí sempre acabávamos nos encontrando e desde então temos muitas afinidades”.

A primeira afinidade a ser notada é a arte, é claro. Os dois possuem mentes borbulhantes para trabalhos manuais que dialogam entre si, seja por linhas ou tintas. Os bordados dela são de cair o queixo, enquanto a pintura e ilustração surrealista dele traz um frescor divertido para a cultura pop.

Fotos: reprodução/fonte:via

O incrível conceito de casa-submarino das Terras Altas da Escócia

Imagine uma casa projetada para trazer uma sensação de nostalgia náutica. A obra arquitetônica da Roderick James Architects foi construída em forma de submarino, com revestimento de alumínio permite que a luz banhe seu interior. Com uma visão tão esplêndida e expansiva, esta casa contemplativa é o lugar ideal para refletir e descansar.

A casa está localizada nas Terras Altas da Escócia e é impressionante. Confira as imagens:

Fotos: Roderick James Architects/reprodução/fonte:via

Este escultor é especialista em criar mesas funcionais e que também são obras de arte

O artista plástico norte-americano Michael Beitz é especialista em criar esculturas bizarras, mas ao mesmo tempo funcionais e capazes de fazer refletir sobre como o design de móveis é capaz de influenciar a maneira como as pessoas interagem entre si.

Além de um interesse por manipular a anatomia, ele se especializou em criar mesas um tanto surrealistas, mas que convidam para sentar e bater um papo com alguém.

Sua inspiração vem das “funções sociais, pessoas e materiais da mobília”, um dos temas preferidos de Michael, que desenhou a maioria das peças anos atrás, enquanto fazia um curso de Arte Contemporânea. Desde então, ele tem explorado diferentes materiais para tornar os projetos realidade.

Fotos © Michael Beitz/fonte:via