Estudantes de MT cancelam viagem para pagar tratamento de colega

Alunos da Escola Municipal de Agropecuária de Tanguro, em Querência, no interior do Mato Grosso, deram um show de solidariedade. A turma decidiu cancelar e doar o dinheiro de uma viagem para o tratamento do colega.

Robson Emidio faz parte de uma turma multisseriada, com estudante do sétimo ano fundamental e das três séries do ensino médio.

Depois de ser selecionado para o Programa Jovem Aprendiz do Grupo AMAGGI, ele foi surpreendido com um diagnóstico médico mostrando que seu número de plaquetas estava abaixo.

Preocupados com a situação de Robson, os colegas procuraram a coordenadora da escola, Cleisa Silene Rosa Sales, para comunicar sobre a decisão de doar o dinheiro da viagem para o tratamento médico do amigo.

Feliz e ao mesmo tempo surpreso com a atitude dos amigos, Robson não conseguiu segurar o choro ao receber a notícia. Agora, ele está em Goiânia com a mãe e uma professora dando sequência ao tratamento.

Por fim, uma boa notícia. Por causa da solidariedade, os alunos ganharam ônibus e alimentação para fazer o passeio até o Parque das Águas Quentes.

“O passeio que seria bem simples, com dinheiro regrado, vai ser melhor do que a gente imaginava. A gente não esperava que fosse acontecer isso. Jamais imaginamos, mas a gente agradece a todos que estão ajudando.”

Fotos: Reprodução/Facebook/fonte:via

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Bancário Robin Hood tirava dinheiro da conta dos ricos para habilitar empréstimos a pobres

Se a veracidade da antiga lenda de Robin Hood, personagem do folclore inglês desde o século XIII que roubava dos nobres e ricos para dar aos pobres, é motivo de debate até hoje, a história do Robin Hood da pequena cidade de Forni di Sopra, na Itália, é real, na qual um gerente de banco “se apropriou” de cerca de 1 milhão de euros dos acionistas mais ricos para ajudar os empréstimos aos mais pobres.

Tudo começou em 2009, no auge da crise econômica global, quando Gilberto Baschiera viu mudarem as regras para a concessão de empréstimo em seu banco: o critério para permitir a oferta passava a ser a confiabilidade do cliente, estabelecida através de premissas avaliadas por um computador. Quando um morador local teve seu pedido recusado na mesa de Gilberto, o gerente teve pena pelo homem e, ao invés de dispensa-lo, retirou um pouco de dinheiro da conta de outro acionista rico e transferiu para a conta do pobre homem, para que ele se tornasse qualificado a receber o empréstimo. Assim que o empréstimo entrou, o gerente pediu que o valor fosse logo devolvido.

Na pequena comunidade de cerca de 1 mil pessoas, rapidamente a “generosidade” de Gilberto ganhou a boca do povo, e várias outras pessoas foram atrás dele para conseguir um empréstimo. E ele as deu, seguindo no mesmo método – sempre pedindo que o valor fosse devolvido rapidamente. Naturalmente que, com o passar do tempo, vários dos que receberam o dinheiro não devolveram o pequeno valor inicial, e assim, passados sete anos, o Robin Hood de Forni de Sopra acabou descoberto – e condenado a dois anos de prisão.

O fato de não ter pegado um centavo do dinheiro desviado para si fez diferença na aplicação da pena, e Gilberto não precisou ser efetivamente preso – perdendo, porém, seu emprego, sua casa, e a possibilidade de voltar a trabalhar em um banco. Arrependido pelo tanto que perdeu, o gerente diz que não repetiria hoje seu gesto, mas que tudo que queria era ajudar os que mais precisam. “O sistema bancário abandona os pensionistas que ganham o mínimo e os jovens sem recursos”, ele disse.

Após conseguir o acordo judicial, Gilberto telefonou a todos os acionistas que tiveram seu dinheiro utilizado para a transição para a explicar os motivos de suas ações. “Eu sempre pensei que, além de proteger nossos acionistas, nosso trabalho era ajudar os que precisam”, concluiu.

© fotos: reprodução/fonte:via

Tragédia: Agrotóxico da Monsanto está exterminando as abelhas, aponta estudo

A Monsanto é uma ameaça ao meio ambiente. O Roundup, vendido pela empresa norte-americana de agrotóxicos, é responsável pelo extermínio das abelhas. Um estudo feito pela Universidade do Texas, aponta que o glifosato presente no produto está afetando o microbioma intestinal das abelhas, as deixando vulneráveis à infecções.

Os pesquisadores dizem que o agrotóxico mais usado do mundo possui um princípio ativo chamado N-(fosfonometil)glicina, que contribui para a morte das abelhas. A artigo publicado no Proceedings of National Academy of Sciences explica que, assim como em seres humanos, a saúde das abelhas depende de um ecossistema de bactérias que vivem em seu trato digestivo.

O problema é que o glifosato inibe o desenvolvimento destas bactérias, causando um desequilíbrio que reduz a capacidade do inseto de combater infecções. O princípio ativo do Roundup age ao ser absorvido pela folha das chamadas plantas de crescimento rápido, o popular mato, impossibilitando a existência destas enzimas.

“Diretrizes atuais consideram que as abelhas não são prejudicadas pelo herbicida. Nosso estudo mostra que isso não é verdade”, explica Erick Motta – estudante de pós-graduação que liderou a pesquisa, ao lado da professora Nancy Moran.

O resultado foi possível por meio da realização de testes que expuseram as abelhas a níveis encontrados em plantações e jardins. Três dias depois de serem liberadas, os pesquisadores notaram uma redução da microbiota intestinal saudável nas abelhas.

Para se ter ideia dos efeitos, das oito espécies dominantes de bactérias saudáveis, quatro foram consideradas menos abundantes. O grupo mais atingido foi o da Snodgrassella alvi.

“Estudos em humanos, abelhas e outros animais mostraram que o microbioma intestinal é uma comunidade estável que resiste à infecção por invasores oportunistas. Se você interromper a comunidade normal e estável, estará mais suscetível a essa invasão de patógenos”, conta Nancy Moran.

O estudo integra uma longa lista de acusações contra a Monsanto. Há poucos meses, a companhia especializada em agrotóxicos foi condenada na Justiça dos Estados Unidos a pagar 290 milhões de dólares a um jardineiro com câncer terminal. A decisão foi considerada história e representa uma ameaça ao modo de operação de uma das empresas mais controversas do mundo.

Fotos: Creative Commons/fonte:via

A internet não soube lidar com o vídeo do CEO da Tesla fumando maconha ao vivo

Elon Musk atacou novamente. O polêmico CEO da Tesla, aquele mesmo que fez milhões de dólares com o lançamento de um lança chamas sem função aparente, provocou um intenso debate nas redes sociais por ter fumado maconha em um programa de rádio.

Durante entrevista ao apresentador Joe Rogan, o executivo sacou um cigarro de maconha. Os dois passaram mais de duas horas discutindo sobre inteligência artificial e seu impactos para a humanidade, mídias sociais e revelou inclusive que pretende construir um avião elétrico.

Daí que Musk resolveu acender um baseado tamanho família. “Isso é legal, né?”, questionou. “Totalmente legal”, respondeu Rogan. O apresentador aproveitou para perguntar se o CEO da Telsa já havia fumado maconha antes. “Eu acho que já fumei uma vez”.

A fala causou surpresa, já que em recente entrevista ao jornal The New York Times, Tusk admitiu não gostar de fumar a erva por causar sensações estranhas. Em todo o caso, o momento gerou uma enxurrada de GIFs e memes e um enorme debate no Photoshop Battle do Reddit. Mostrando, claro, que a internet não tem limites.

A atitude de Tusk não foi recebida com alegria pelo mercado financeiro. Depois do chefão ter fumado maconha ao vivo, as ações de Tesla caíram 10% na bolsa de Nova York.

Fotos: Reprodução /fonte via

Artista usa notas de dinheiro como telas para que sua arte viaje pelo mundo

Hypeness

Se o valor monetário de uma obra de arte é sempre um tanto abstrato e depende de uma porção de variáveis externas, no caso do trabalho de Mari Roldán Cañete o próprio suporte de suas pinturas já define um valor inicial – literalmente. A artista de Málaga, na Espanha, usa notas de Euro como tela, desenhando sobre o dinheiro. O que a levou a utilizar essa superfície, porém, não foi o valor agregado – mas sim a mobilidade que as notas naturalmente possuem.

Hoje com 23 anos, Cañete diz que tem duas paixões desde muito jovem: a pintura e a vontade de viajar. Desenhar foi hábito que manteve da infância em diante, e chegou a pensar em se tornar aeromoça só para poder conhecer o mundo todo, mas nenhum dos dois desejos efetivamente se tornou seu trabalho – até recentemente, quando teve uma epifania reveladora: se ela não podia viajar o mundo, ao menos sua arte poderia. E a melhor maneira de fazer isso acontecer seria pintando em dinheiro.

Hypeness

Hypeness

Ela agora se dedica de fato à sua arte, e usa a natureza móvel do dinheiro, sempre passando de bolso em bolso para todas as partes do planeta, para que seus desenhos possam fazer as viagens que ela ainda não pode. Assim, seu trabalho chega às novas culturas e pessoas que ela sonha em conhecer.

Hypeness

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Quase sempre reproduzindo pinturas clássicas ou ícones da cultura pop na face das notas de euro e dólar, com seu talento é ela quem agrega valores maiores aos estabelecidos para cada cédula. Cañete vem começando a ser reconhecida – e assim seus dois sonhos vão efetivamente ficando cada vez mais próximos.

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© fotos: Mari Roldán Cañete /fonte via

Resort de luxo nas Maldivas contrata livreiro com acomodação inclusa

Ilhas Maldivas, um pequeno paraíso localizado no continente asiático. Conhecida pela abundância da vida marinha e os vários tons de azul das águas salgadas do mar, o lugar atrai atenção de pessoas em busca de uma experiência íntima com o que de melhor a vida pode oferecer.

Se passar férias em um ambiente destes já é um sonho dourado, imagine só ganhar dinheiro para atravessar uma temporada trabalhando? Um dos hotéis mais luxuosos das Maldivas está com vagas abertas para livreiros interessados em estimular o hábito da leitura nos clientes.  

Philip Blackwell, dono de uma livraria na região desde 2006, está a procura de alguém para trabalhar no Soneva Fushi Resort. A arquitetura do hotel é de cair o queixo. Instalado há alguns metros de uma ilha coberta por uma densa vegetação, o edifício é todo feito de madeira e passa a sensação de estar flutuando no meio do oceano.

“É um emprego dos sonhos para muitas pessoas. Se eu tivesse 25 anos de novo, certamente me candidataria”, declarou Philip em entrevista ao The Guardian.

O selecionado terá acomodação inclusa e vai trabalhar dentro do resort, instalado na ilha privada. Entre as funções, está também a de alimentar um blog sobre a experiência de viver em uma ilha deserta e contar histórias infantis para crianças.

Os interessados devem ter paixão por livros e estarem livres para ficar nas Ilhas Maldivas por pelo menos três meses. Criatividade e inspiração são diferenciais. Os resultados serão publicados no Book Brunch.  

Fotos: reprodução/fonte:via

Maias usavam chocolate como unidade monetária, aponta estudo

Para muitos, um bom chocolate é tão valioso como ouro – e os Maias já sabiam disso. Um estudo sobre a antiga civilização pré-colombiana revelou que os Maias utilizaram por séculos o chocolate como unidade monetária, em especial o chocolate quente, servindo como medida de troca por serviços, objetos ou outras comidas. Sim, para os Maias, o chocolate era dinheiro.

O estudo foi realizado pela arqueóloga americana Joanne Baron, da Faculdade Bard, de Nova Jersey, nos EUA, e publicado na revista Economic Anthropology, e se baseou em imagens, murais, pinturas, esculturas e outras obras que retratavam os Maias durante o período de 250 a.C e 900 d.C. As imagens mostram representações de tais “trocas”, oferecendo chocolate como pagamento em comércios e até mesmo em impostos para reis da civilização.

Inicialmente o chocolate era ofertado como troca, mas a partir do final do século VII ela se torna de fato uma espécie de moeda – como um meio de pagamento. Grãos secos de cacau funcionavam como moedas, aparecendo em cerca de 180 cenas retratadas em murais e cerâmicas do período entre 691 d.C e 900 d.C.

A confirmação do uso, segundo Baron, se deu diante de imagens em que os grãos aparecem em sacolas com grandes quantidades, como pagamentos de taxas e impostos às autoridades, ofertando quantidades muito maiores do que o que era consumido nos palácios.

Assim, se pra você o chocolate é determinante para sua qualidade de vida feito fosse dinheiro, para a civilização Maia você tem toda razão.

© fotos: reprodução/fonte:via