A internet não soube lidar com o vídeo do CEO da Tesla fumando maconha ao vivo

Elon Musk atacou novamente. O polêmico CEO da Tesla, aquele mesmo que fez milhões de dólares com o lançamento de um lança chamas sem função aparente, provocou um intenso debate nas redes sociais por ter fumado maconha em um programa de rádio.

Durante entrevista ao apresentador Joe Rogan, o executivo sacou um cigarro de maconha. Os dois passaram mais de duas horas discutindo sobre inteligência artificial e seu impactos para a humanidade, mídias sociais e revelou inclusive que pretende construir um avião elétrico.

Daí que Musk resolveu acender um baseado tamanho família. “Isso é legal, né?”, questionou. “Totalmente legal”, respondeu Rogan. O apresentador aproveitou para perguntar se o CEO da Telsa já havia fumado maconha antes. “Eu acho que já fumei uma vez”.

A fala causou surpresa, já que em recente entrevista ao jornal The New York Times, Tusk admitiu não gostar de fumar a erva por causar sensações estranhas. Em todo o caso, o momento gerou uma enxurrada de GIFs e memes e um enorme debate no Photoshop Battle do Reddit. Mostrando, claro, que a internet não tem limites.

A atitude de Tusk não foi recebida com alegria pelo mercado financeiro. Depois do chefão ter fumado maconha ao vivo, as ações de Tesla caíram 10% na bolsa de Nova York.

Fotos: Reprodução /fonte via

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Artista usa notas de dinheiro como telas para que sua arte viaje pelo mundo

Se o valor monetário de uma obra de arte é sempre um tanto abstrato e depende de uma porção de variáveis externas, no caso do trabalho de Mari Roldán Cañete o próprio suporte de suas pinturas já define um valor inicial – literalmente. A artista de Málaga, na Espanha, usa notas de Euro como tela, desenhando sobre o dinheiro. O que a levou a utilizar essa superfície, porém, não foi o valor agregado – mas sim a mobilidade que as notas naturalmente possuem.

Hoje com 23 anos, Cañete diz que tem duas paixões desde muito jovem: a pintura e a vontade de viajar. Desenhar foi hábito que manteve da infância em diante, e chegou a pensar em se tornar aeromoça só para poder conhecer o mundo todo, mas nenhum dos dois desejos efetivamente se tornou seu trabalho – até recentemente, quando teve uma epifania reveladora: se ela não podia viajar o mundo, ao menos sua arte poderia. E a melhor maneira de fazer isso acontecer seria pintando em dinheiro.

Ela agora se dedica de fato à sua arte, e usa a natureza móvel do dinheiro, sempre passando de bolso em bolso para todas as partes do planeta, para que seus desenhos possam fazer as viagens que ela ainda não pode. Assim, seu trabalho chega às novas culturas e pessoas que ela sonha em conhecer.

Quase sempre reproduzindo pinturas clássicas ou ícones da cultura pop na face das notas de euro e dólar, com seu talento é ela quem agrega valores maiores aos estabelecidos para cada cédula. Cañete vem começando a ser reconhecida – e assim seus dois sonhos vão efetivamente ficando cada vez mais próximos.

© fotos: Mari Roldán Cañete /fonte via

Resort de luxo nas Maldivas contrata livreiro com acomodação inclusa

Ilhas Maldivas, um pequeno paraíso localizado no continente asiático. Conhecida pela abundância da vida marinha e os vários tons de azul das águas salgadas do mar, o lugar atrai atenção de pessoas em busca de uma experiência íntima com o que de melhor a vida pode oferecer.

Se passar férias em um ambiente destes já é um sonho dourado, imagine só ganhar dinheiro para atravessar uma temporada trabalhando? Um dos hotéis mais luxuosos das Maldivas está com vagas abertas para livreiros interessados em estimular o hábito da leitura nos clientes.  

Philip Blackwell, dono de uma livraria na região desde 2006, está a procura de alguém para trabalhar no Soneva Fushi Resort. A arquitetura do hotel é de cair o queixo. Instalado há alguns metros de uma ilha coberta por uma densa vegetação, o edifício é todo feito de madeira e passa a sensação de estar flutuando no meio do oceano.

“É um emprego dos sonhos para muitas pessoas. Se eu tivesse 25 anos de novo, certamente me candidataria”, declarou Philip em entrevista ao The Guardian.

O selecionado terá acomodação inclusa e vai trabalhar dentro do resort, instalado na ilha privada. Entre as funções, está também a de alimentar um blog sobre a experiência de viver em uma ilha deserta e contar histórias infantis para crianças.

Os interessados devem ter paixão por livros e estarem livres para ficar nas Ilhas Maldivas por pelo menos três meses. Criatividade e inspiração são diferenciais. Os resultados serão publicados no Book Brunch.  

Fotos: reprodução/fonte:via

Maias usavam chocolate como unidade monetária, aponta estudo

Para muitos, um bom chocolate é tão valioso como ouro – e os Maias já sabiam disso. Um estudo sobre a antiga civilização pré-colombiana revelou que os Maias utilizaram por séculos o chocolate como unidade monetária, em especial o chocolate quente, servindo como medida de troca por serviços, objetos ou outras comidas. Sim, para os Maias, o chocolate era dinheiro.

O estudo foi realizado pela arqueóloga americana Joanne Baron, da Faculdade Bard, de Nova Jersey, nos EUA, e publicado na revista Economic Anthropology, e se baseou em imagens, murais, pinturas, esculturas e outras obras que retratavam os Maias durante o período de 250 a.C e 900 d.C. As imagens mostram representações de tais “trocas”, oferecendo chocolate como pagamento em comércios e até mesmo em impostos para reis da civilização.

Inicialmente o chocolate era ofertado como troca, mas a partir do final do século VII ela se torna de fato uma espécie de moeda – como um meio de pagamento. Grãos secos de cacau funcionavam como moedas, aparecendo em cerca de 180 cenas retratadas em murais e cerâmicas do período entre 691 d.C e 900 d.C.

A confirmação do uso, segundo Baron, se deu diante de imagens em que os grãos aparecem em sacolas com grandes quantidades, como pagamentos de taxas e impostos às autoridades, ofertando quantidades muito maiores do que o que era consumido nos palácios.

Assim, se pra você o chocolate é determinante para sua qualidade de vida feito fosse dinheiro, para a civilização Maia você tem toda razão.

© fotos: reprodução/fonte:via

Funcionário de limpeza é surpreendido por estudantes com £1,500 para ver família na Jamaica

Um grupo de estudantes da Universidade de Bristol, na Inglaterra, deu um grande exemplo ao juntarem pouco mais de 1 mil libras, por volta de 5 mil reais, para viabilizar a viagem de Herman Gordon para a Jamaica.

Aos 65 anos, o homem é responsável pela limpeza de uma das instituições de ensino mais conceituadas da Inglaterra e há tempos nutre o desejo de se reunir com os familiares em sua terra natal. O problema é que Gordon não tinha como arcar com a viagem sozinho.

“Ainda estou tremendo diante deste gesto”, declarou ao Daily Mail.  

Tudo foi viabilizado por meio do sistema de crowdfunding, ou vaquinha virtual aqui pra nós brasileiros. Ao todo foram registradas mais de 200 doações para levá-lo ao lado da mulher Denise para uma temporada de férias na Jamaica. ❤

A boa ação coloca fim em uma separação que dura desde os 12 anos, idade em que Gordon, hoje com mais de 60, deixou a cidade de Kingston, no país da América Central.

“Eu nunca vi tanto dinheiro na minha vida. Tem grana suficiente para mais de duas semanas. Estou negociando com um agente de viagem para garantir um bom contrato”, encerrou bastante emocionado.  

Fotos: Reprodução/fonte:via

Café constrói um bairro inteiro para pessoas em situação de rua

Um café na Escócia tomou para si o conceito de responsabilidade social e está transformando a vida da comunidade local. Além de empregar pessoas sem-teto, o Social Bite criou um sistema de distribuição gratuita de comida e agora vai construir uma vila com 11 casas para acomodar pelo menos 20 pessoas em situação de rua.

Em atividade desde 2012, a rede possui cinco representações na Escócia e 1 a cada 5 funcionários é sem-teto. A ideia de utilizar a marca como aceleradora de desenvolvimento nasce a partir da percepção de Josh Littlejohn de que esta parcela da população é ignorada pelo governo.

“Se seguirmos chamando a atenção de lideranças políticas para este assunto podemos resolver este problema”, declarou ao site da Reuters Littlejohn.

Apenas em 2017 a rede distribuiu 100 mil pratos de comida e atualmente assiste cerca de 300 mil pessoas por semana. A atuação do Social Bite faz parte de uma crescente onda de empreendimentos com cunho social, que ao mesmo tempo em que dão dignidade para um setor marginalizado, geram lucros para a economia do país britânico.

Atualmente cerca de 11 mil pessoas não têm onde morar na Escócia, número que vem subindo desde 2015. Para a contenção dos avanços o governo injetou mais de 50 milhões de libras destinadas para a criação de políticas sociais, entre elas o incentivo ao surgimento de empreendimentos sociais.

Foto: Reprodução/Twitter/fonte:via

MPF pede proibição de exportação de animais vivos para serem abatidos

A relação do Brasil com consumo de carne está na berlinda. Com o estouro de operações como a Carne Fraca, que investiga o trato dos animais em grande frigoríficos do país, todas as atenções estão voltadas para o setor.

Recentemente quem se manifestou foi o Ministério Público Federal, que por meio do Procurador Regional da República na 3ª Região, Sérgio Monteiro, quer proibir a exportação de cargas de animais vivos para o abate.

Segundo o texto do MPF, “a exportação de animais vivos para serem abatidos no exterior viola a constituição, é um ato de crueldade e, portanto, deve ser proibida”. A movimentação do órgão federal pede ainda a revalidação de liminar que impediu a saíde de carga viva de todos os portos do Brasil, suspensa pelo mesmo TRF3.

O impedimento foi fruto de Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, realizado em janeiro em função da descoberta de 27 mil bois aglomerados no navio MV Nada, atracado no porto de Santos com destino à Turquia, lá seriam mortos e vendidos para alimentação.

Para ativistas e defensores dos direitos animais a manifestação do Ministério Público Federal vem em boa hora e dialoga diretamente com suas exigências contrárias ao que batizaram de ‘Porto da Vergonha’.

A descoberta do navio MV Nada coloca por terra o argumento dos favoráveis a exportação de cargas vivas, que dizem não haver crueldade com os animais e que o negócio é fundamental para a economia brasileira.

Para o MPF o cenário é outro e não existem até aqui evidências plausíveis de que a exportação de animais seja um aditivo para a economia. “Essa modalidade de comércio representa uma parcela ínfima do agronegócio”, completa a nota.

Agora é esperar o julgamento da ação pelo Órgão Especial do Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Sem data definida até o momento.

Foto: Reprodução/Ministério Público/Pulsar Imagens/fonte:via