Egito vai inaugurar em breve a maior fazenda de energia solar do mundo

Apesar de ser um produtor de combustível fóssil, e de historicamente depender quase que totalmente de tais fontes poluentes de energia, o Egito decidiu recentemente por uma guinada radical em tal preocupante realidade. Diante da confirmação de que sua capital, Cairo, é a segunda cidade grande mais poluída do mundo, o governo egípcio começou recentemente a construção da maior fazenda de energia solar do mundo. A ideia é que o Benban Complex possa alimentar centenas de milhares de residências e locais comerciais.

Localizado a 400 quilômetros de Cairo, o projeto custará 2,8 bilhões de dólares como parte de uma medida ainda maior por parte do governo do país, de migrar pelo menos 42% do consumo de energia do Egito para fontes renováveis. As 30 usinas solares do Benban Complex serão operadas por cerca de 4 mil trabalhadores, e será capaz de gerar até 1,8 gigawatts de eletricidade.

O presidente egípcio Abdel Fattah Sisi vem trabalhando para mudar a poluente realidade do país, que consome atualmente quase 90% de sua energia de combustíveis fósseis. Para isso, o governo vem incentivando outros projetos, como fazendas de energia eólica, e se valendo da ajuda de outros países para treinar profissionais e desenvolver o ensino de energia solar e eólica em escolas técnicas. Se o glorioso passado egípcio é ainda hoje admirado em espanto pelo mundo, quem sabe em tal campo seu presente também não venha a se tornar em breve também uma realidade a se admirar.

© fotos: repdorução/fonte:via

Zoológico no Egito garante que burro pintado e com listras desenhadas é uma zebra

Sabe aquela história do ‘comprou gato por lebre’? Foi exatamente o que fez um zoológico de Cairo ao pintar burros de branco e desenhar listras pretas para simular o que? Isso mesmo que você está pensando, a ideia segundo o jornal Extra News é suprir a falta de zebras.

Mas, como mentira tem perna curta, em função do calor extremo as listras pretas pretas começaram a derreter e junto com elas a farsa. Tudo foi presenciado pelo estudante Mahmoud A. Sarhan, que desconfiado da origem dos animais, tirou várias fotos e vídeos para compartilhar nas redes sociais .

Assim que o material viralizou, as autoridades entrou em contato com os administradores do parque. Na verdade bastava um pouco de atenção para perceber que não se tratavam de zebras. Orelhas grandes e manchas de tinta nos focinhos foram o suficiente para acabar com o fingimento.

“Eu ri demais quando vi o burro, foi um momento bem engraçado para mim”, disse o jovem.

Mesmo diante das evidências e da confirmação de profissionais consultados pelo jornal, os responsáveis pela atração garantem que os animais são sim zebras. Falando à rádio Nogoum FM Mohamed Sultan, diretor do zoológico, negou a falsidade dos animais.

É importante ressaltar que zebras e burros são primos distantes e podem até produzir híbridos. Os zebroides, que possuem as listras das zebras, mas são mais calmos do que os burros.  

Fotos: Reprodução/fonte:via

Arqueólogos encontraram o mais antigo registro do épico ‘Odisseia’, de Homero

Uma das capas da Odisseia

A Odisseia é um dos dois principais poemas épicos da Grécia Antiga. Acredita-se que seja uma sequência da Ilíada, também tida como obra de Homero. Os dois textos são poemas elaborados ao longo de séculos de tradição oral. A Odisseia relata o regresso de Odisseu, (ou Ulisses, como era chamado no mito romano), que leva dez anos para chegar à sua terra natal, Ítaca, depois da Guerra de Troia, que também havia durado dez anos. Por isso a paravra Odisseia em português tem o sentido de viagens longas e épicas.

Não é o texto completo, mas treze versos onde Odisseu conversa com seu amigo Eumaeus

Arqueólogos desenterraram uma antiga placa gravada com 13 versos da Odisséia na antiga cidade de Olímpia, no sul da Grécia. Este pode ser o registro mais antigo do poema épico, disse o Ministério da Cultura da Grecia. Acredita-se que a placa de argila tenha sido escrita no século 3 dC, durante a era romana. Se esta data for confirmada, a peça pode ser o mais antigo registro escrito do trabalho de Homero já descoberto na Grécia”, anunciaram. O trecho, tirado do livro 14, descreve o retorno de Ulisses à sua ilha natal de Ítaca.

A placa foi descoberta após três anos de escavações de superfície pelos Serviços Arqueológicos Gregos, em cooperação com o Instituto Alemão de Arqueologia. A relíquia foi encontrada perto das ruínas do Templo de Zeus, onde aconteciam os Jogos Olímpicos, na península Peloponeso.

Uma das capas da Odisseia

Composto oralmente durante o século VIII aC, o poema épico foi transcrito durante a era cristã para o pergaminho, do qual apenas alguns fragmentos foram descobertos no Egito. Os pesquisadores comemoram o que chamaram de “uma grande peça arqueológica, epigráfica, literária e histórica”.

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‘Mensagem do além’ é encontrada em cemitério descoberto no Egito

Nas grandes cidades ancestrais, que foram cenários do apogeu de antigas civilizações, um buraco mais fundo pode significar a descoberta de grandes tesouros arqueológicos. Localizada ao sul da capital Cairo, uma escavação recente na cidade egípcia de Menia revelou uma grande necrópole com mais de 2 mil anos e 40 sarcófagos. Dentre joias, cerâmicas, máscaras, estatuetas, jarros e outros artefatos, um colar vem se destacando pela singeleza de um detalhe: uma inscrição onde se pode ler “Feliz ano novo” em hieróglifos.

Segundo os arqueólogos, trata-se literalmente de uma mensagem enviada do além – curiosamente a descoberta aconteceu justamente na virada do ano passado para 2018. Para além da simpática mensagem, trata-se de uma descoberta realmente imensa: mais de 40 múmias, jarros com órgãos internos mumificados dentro, oito tumbas e mais de 1000 estatuetas já foram encontradas na necrópole.

Acredita-se que o cemitério seja de um importante sacerdote egípcio de Toth, o antigo deus da lua e da sabedoria, assim como de sua família. Espera-se que as descobertas ajudem a aquecer o turismo no país, tão importante para a economia do Egito, que vem sofrendo uma queda radical desde as turbulências políticas de 2011 para cá.

Trata-se, no entanto, somente do início da descoberta: a equipe de arqueólogos ligada ao Ministério das Antiguidades do Egito garante que serão precisos ao menos 5 anos para que o trabalho seja realmente concluído.

São muitos anos-novos ao longo de 5 anos: quem sabe ao longo do trabalho, novas mensagens também não aparecem ao longo desse tempo.

 

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