A incrível ponte que te permite caminhar entre as nuvens amparado por mãos gigantes

Se você já se encantou ao ver as fotos da escultura La Mano, localizada em Punta del Este, no Uruguai, então pode se preparar para comprar sua passagem para o Vietnã.

No país, a escultura de uma mão gigante suspende uma ponte e permite que os viajantes caminhem entre as nuvens em uma experiência surreal.

Da Nang Golden Bridge foi aberta ao público em junho deste ano e fica localizada nas montanhas de Ba Na. A 1.400 metros acima do nível do mar, a ponte se estende por 150 metros e oferece uma vista panorâmica da região montanhosa.

Embora sejam novas, as esculturas das mãos ganharam um efeito desgastado para que pareçam mais antigas. O canal do Youtube Amazing Things in Vietnam divulgou um vídeo que mostra a experiência e promete deixar qualquer um com vontade de se teletransportar para estas montanhas vietnamitas.

Confere só:

O projeto arquitetônico da ponte foi efetuado pela empresa TA Corporation e faz parte de um complexo turístico avaliado em US$ 2 bilhões.

A incrível ponte que te permite caminhar entre as nuvens amparado por mãos gigantes

Se você já se encantou ao ver as fotos da escultura La Mano, localizada em Punta del Este, no Uruguai, então pode se preparar para comprar sua passagem para o Vietnã.

No país, a escultura de uma mão gigante suspende uma ponte e permite que os viajantes caminhem entre as nuvens em uma experiência surreal.

Da Nang Golden Bridge foi aberta ao público em junho deste ano e fica localizada nas montanhas de Ba Na. A 1.400 metros acima do nível do mar, a ponte se estende por 150 metros e oferece uma vista panorâmica da região montanhosa.

Embora sejam novas, as esculturas das mãos ganharam um efeito desgastado para que pareçam mais antigas. O canal do Youtube Amazing Things in Vietnam divulgou um vídeo que mostra a experiência e promete deixar qualquer um com vontade de se teletransportar para estas montanhas vietnamitas.

Confere só:

O projeto arquitetônico da ponte foi efetuado pela empresa TA Corporation e faz parte de um complexo turístico avaliado em US$ 2 bilhões.

Este escultor é especialista em criar mesas funcionais e que também são obras de arte

O artista plástico norte-americano Michael Beitz é especialista em criar esculturas bizarras, mas ao mesmo tempo funcionais e capazes de fazer refletir sobre como o design de móveis é capaz de influenciar a maneira como as pessoas interagem entre si.

Além de um interesse por manipular a anatomia, ele se especializou em criar mesas um tanto surrealistas, mas que convidam para sentar e bater um papo com alguém.

Sua inspiração vem das “funções sociais, pessoas e materiais da mobília”, um dos temas preferidos de Michael, que desenhou a maioria das peças anos atrás, enquanto fazia um curso de Arte Contemporânea. Desde então, ele tem explorado diferentes materiais para tornar os projetos realidade.

Fotos © Michael Beitz/fonte:via

20 reconstruções faciais incríveis de pessoas que viveram séculos atrás

Quando procuramos por representações físicas de pessoas do passado, de uma época na qual ainda não existia a fotografia, as opções que nos restam são remanescentes esqueléticos ou obras artísticas muitas vezes pouco detalhadas ou imprecisas.Felizmente, a tecnologia avançou muito nos últimos anos, ao ponto de podermos empregar a ciência para descrever com precisão como eram pessoas da antiguidade, como se estivessem vivas hoje.

Confira 20 reconstruções faciais realizadas por equipes de todo o mundo, compiladas pelo portal The Bored Panda:

Henrique IV da França


Henrique IV foi rei da França de 1589 a 1610, quando foi assassinado por um católico fanático. Philippe Froesch fez essa reconstrução facial forense em 3D de seu rosto, usando seu crânio como base.

Ava


Ava foi uma mulher da Idade do Bronze que morreu 3.700 anos atrás. Encontrada em uma cova incomum para o seu tempo, em vez de ser enterrada no solo, como os demais, sua tumba foi esculpida em rocha sólida, o que sugere que ela era especial. A arqueóloga escocesa Maya Hoole e o artista forense Hew Morrison se uniram para recriar seu rosto usando sofisticados softwares e gráficos de profundidade de tecido.

Meritamun


O rosto da múmia de 2.000 anos conhecida como Meritamun foi reconstruído por cientistas da Universidade de Melbourne através de pesquisa médica, ciência forense, tomografia computadorizada, impressão 3D, egiptologia e arte. A equipe usou seu crânio para descobrir que a mulher tinha entre 18 e 25 anos quando morreu, cerca de 1,57m de altura e era anêmica. Infelizmente, a causa de sua morte não pode ser determinada.

Dublinense de 500 anos atrás


Em 2014, os arqueólogos encontraram quatro conjuntos de esqueletos de homens que morreram há cerca de 500 anos, todos com sinais de desnutrição infantil e trabalho manual pesado, o que sugere que eram pobres. Como um dos crânios estava bem preservado, os pesquisadores puderam reconstruir o rosto de um deles.

Nicolau Copérnico


Copérnico foi um dos mais brilhantes matemáticos e astrônomos da era da Renascença. Foi ele que formulou o modelo astronômico que colocou o sol, e não a Terra, no centro do nosso sistema. Ele morreu com a idade de 70 anos. Uma equipe forense polonesa reconstruiu seu rosto a partir de seus restos mortais.

Johann Bach

Johann Sebastian Bach foi um compositor e músico do período barroco, considerado um dos maiores de todos os tempos. Ele viveu de 1685 a 1750. A antropóloga escocesa Caroline Wilkinson realizou medições dos seus ossos faciais para recriar uma imagem em 3D do compositor.

Homem neolítico

Essa reconstrução da cabeça de um homem neolítico foi feita com base no esqueleto de um adulto escavado em 1863 na Inglaterra. Os especialistas definiram que ele era tinha 40 anps, era esguio e viveu cerca de 5.500 atrás, 500 anos antes do primeiro monumento em Stonehenge ser erguido.

Mãe biológica do Rei Tutancâmon, provavelmente Nefertiti


Testes de DNA revelaram que uma múmia conhecida como “Jovem Senhora” é a mãe de Tutancâmon. Embora sua identidade não tenha sido totalmente determinada, muitos acreditam que os restos pertencem à Rainha Nefertiti, esposa real de Aquenáton, pai de Tutancâmon. A paleoartista Élisabeth Daynès usou digitalizações para reconstruir o busto da rainha egípcia.

Jane


Jane era uma jovem de apenas 14 anos de idade que foi comida por colonos da cidade de Jamestown, nos EUA, no século XVII. Seu crânio mutilado e osso da perna decepada foram encontrados em 2012, entre os restos de animais massacrados. O Dr. Douglas Owsley, principal antropólogo forense do Museu de História Natural Smithsonian, examinou o esqueleto e determinou que os seus cortes e marcas eram provenientes de uma tentativa de separar tecido e cérebro dos ossos. Owsley então concluiu que foi um caso de canibalismo, já que tais marcas são consistentes com outros casos de canibalismo e com o fato de que o povo de Jamestown estava morrendo de fome durante o inverno de 1609 e 1610.

Maximilien de Robespierre


Maximilien de Robespierre foi um político e advogado francês, mais conhecido por seu papel na Revolução Francesa (1789 – 1799) e no Reino do Terror. Ele foi executado pela guilhotina em 28 de julho de 1794, aos 36 anos. Os cientistas usaram sua máscara mortuária, bem como registros históricos e médicos para reconstruir seu rosto e determinar as doenças das quais ele sofria. Vários sinais clínicos foram descritos por testemunhas contemporâneas: problemas de visão, hemorragias nasais, icterícia, cansaço contínuo, úlceras recorrentes nas pernas e cicatrizes de uma infecção prévia por varíola. Os historiadores especulam que ele sofria de sarcoidose. No dia anterior à sua decapitação, Robespierre sofreu uma ferida de arma de fogo na mandíbula em circunstâncias duvidosas.

Contexto 958


Esse indivíduo que viveu 700 anos atrás foi apelidado de “Contexto 958” pelos pesquisadores que analisaram seus ossos e dentes. Esses restos fazem parte de uma pesquisa mais ampla da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, com o objetivo de entender como as pessoas viviam e morriam na época medieval. O Contexto 958 era provavelmente um prisioneiro do Hospital de São João, uma instituição de caridade que fornecia comida e moradia para indigentes. A equipe também determinou que ele tinha cerca de 40 anos quando faleceu, e que teve uma vida de trabalho duro, com base nas marcas de desgaste em seu esqueleto.

Ricardo III


Ricardo III foi rei da Inglaterra entre 1483 e 1485 e uma figura proeminente durante as Guerras de Rosas e a Batalha de Bosworth Field, onde morreu. Esta foi a batalha decisiva do conflito entre as famílias de Lancaster e York. Ele tinha 32 anos na época. Seus restos mortais ficaram perdidos por mais de cinco séculos – pensava-se que eles haviam sido jogados no rio Soar -, mas foram redescobertos em 2012 em um estacionamento municipal de Leicester. Pesquisadores usaram o crânio e amostras de DNA para fazer uma reconstrução 3D de seu rosto.

Maria da Escócia


Mary Stuart foi Rainha da Escócia entre 1542 e 1567. Ela tinha apenas 6 dias quando aderiu ao trono. Passou seus últimos 18 anos sob custódia da Rainha Elizabeth da Inglaterra, até ser considerada culpada de conspirar para assassinar Elizabeth em 1586. Com 44 anos, foi executada. Especialistas da Universidade de Dundee compilaram todos os retratos disponíveis de Mary Stuart para recriar uma imagem em 3D de como ela teria se parecido durante seu reinado.

Santo Antônio de Pádua


Santo Antônio de Pádua era um padre católico nascido em 1195, filho de uma rica família de Lisboa, Portugal. Ele morreu aos 35 anos em Pádua, na Itália. Como seus contemporâneos reconheciam sua devoção e amor pelos pobres e doentes, bem como sua poderosa pregação, Antônio foi um dos santos mais rapidamente canonizados da história da igreja. Em 2014, pesquisadores forenses da Universidade de Santo Antônio de Pádua recriaram sua imagem facial a partir de uma cópia digital de seu crânio.

Arish


Arish viveu em Cartago (atual Tunísia) há 2.500 anos. O homem tinha entre 19 e 24 anos quando morreu. Pesquisadores usaram técnicas de investigação criminal e dermoplastia para reconstruir a aparência de Arish quando estava vivo.

Donzela medieval de Edimburgo


Esta senhora é uma das 400 pessoas encontradas no cemitério da Igreja Paroquial de South Leith, no Reino Unido, escavada em 2009. Os esqueletos datam do século XVI. Especialistas analisaram os restos mortais e determinaram que a moça morreu com uma idade entre 25 e 35 anos. Além disso, tinha uma altura de 1,50 m, 4 centímetros mais baixa que a altura média de uma mulher medieval na população encontrada.

Arqueiro de Mary Rose


O navio de guerra Mary Rose, da marinha inglesa do rei Henrique VIII, afundou em 1545 enquanto liderava um ataque à frota francesa. 500 anos depois, o navio e a maioria de sua tripulação foram recuperados e os cientistas examinaram os restos mortais. Enquanto algas e outros crescimentos dificultaram a análise dos esqueletos, a equipe foi capaz de identificar os ossos de um homem que empunhava um arco longo. Os cientistas também determinaram que ele tinha 1,82m. Uma impressão 3D de seu crânio foi usada para reconstruir seu rosto.

Robert Burns


Robert Burns (1759 – 1796) foi um poeta e compositor escocês que morreu aos 37 anos. Os pesquisadores usaram seu crânio para fazer uma reprodução de Burns em 3D.

John de Strivelyn

 

John de Strivelyn (também conhecido como John Stirling) foi um cavaleiro escocês medieval que morreu em 1378. Seus restos mortais foram encontrados no Castelo de Stirling, sob uma capela perdida do século XII. A Universidade de Dundee trabalhou nos restos mortais para recriar uma imagem tridimensional de como o cavaleiro se parecia, usando técnicas de digitalização.

Roberto I da Normandia


Roberto I foi rei dos escoceses de 1306 até sua morte em 1329, bem como um dos mais famosos guerreiros de sua geração. Ele liderou as forças contra a Inglaterra na Primeira Guerra da Independência Escocesa, conseguindo recuperar o status do país como independente. Até hoje, é considerado um herói nacional na Escócia. Em 2016, historiadores da Universidade de Glasgow e da Universidade John Moores reconstruíram seu rosto usando moldes do que se acredita ser o seu crânio.fonte:via

As árvores de São Francisco são (quase) esculturas naturais

A fotógrafa Kelsey McClellan, conhecida por sua série Wardrobe Snacks, captura as extravagantes árvores do subúrbio de São Francisco. Residente na cidade californiana há 2 anos, a artista americana fotografa essas criações incríveis da natureza – verdadeiras esculturas de plantas. Caminhando pelas ruas, ela descobre arbustos maravilhosos com formatos cada vez mais excêntricos.

Conheça a série de imagens:

Fotos: Kelsey McClellan /fonte:via

Artista ou cientista? Artista cria esculturas que desaparecem diante dos nossos olhos

Usando a ciência e a arte, Julian Voss-Andreae cria incríveis esculturas que podem desaparecer bem diante de nossos olhos. Composta por uma série de chapas de aço em camadas, as obras formam uma imagem humana em um certo ângulo, mas desaparecem em outros.

“Quando se aproxima da frente ou de trás, a escultura parece consistir em aço sólido, mas quando vista de lado desaparece visualmente quase completamente”, diz ele.

Julian é formado em física quântica na Alemanha e depois estudou esculturas no Oregon, primeiro aprendendo as formas e funções das proteínas. Em 2006 ele construiu sua primeira escultura invisível.

Para fazê-las, ele usa um scanner 3D para fotografar um sujeito em todos os ângulos, o que consiste basicamente em 165 pequenos computadores, cada um com uma pequena câmera. Usando estas fotos, as informações 3D são calculadas para as esculturas começarem a serem confeccionadas. Os modelos são feitos no computador e então ele usa um laser para cortar o ferro, bronze e titanium.

Sobre o efeito da invisibilidade, o artista explica:

“Esse efeito fascinante oferece uma gama de possíveis interpretações. No contexto da arte da física quântica, é natural ver este tipo de escultura como uma metáfora para a dualidade onda-partícula, o fenômeno de que toda a matéria exibe propriedades parecidas com ondas ou semelhantes a partículas, dependendo da pergunta experimental que fazemos”.

 

Imagens: Reprodução/fonte:via

Ela passou 4 meses criando corais de papel e o resultado é de cair o queixo

A talentosíssima artista francesa Mlle Hipolyte costuma dedicar seu tempo à ilustração e à direção de arte, mas são seus trabalhos com papel que mais nos chamaram atenção.

Ela é capaz de fazer incríveis obras inspiradas em aves e plantas, mas seu último trabalho, inspirado nos corais, atingiu um outro nível. Foram 4 meses em que ela se dedicou à obra, que tinha como um dos objetivos fazer com que ela aprimorasse sua técnica.

Com cortes 100% feitos à mão, Mlle também quis chamar atenção para a necessidade da proteção ambiental, por isso escolheu os corais, animais cuja ameaça de extinção pode causar um impacto tremendo à biodiversidade.

“Símbolo da fragilidade e de questionamentos sobre passado, presente futuro”, o trabalho incrível da francesa se tornou um quadro de 2 x 1 metros, mas cada pedaço é uma obra de arte em si.

Lindo, não é? Vale a pena acompanhar o trabalho da artista no Instagram ou no Facebook!

 

Arte por Mlle Hipolyte /fonte:via