Menino de 9 anos comete suicídio depois de bullying homofóbico

Muito se fala sobre os efeitos da homofobia em adultos. Entretanto, os tentáculos desta manifestação preconceituosa afetam também as crianças. O pequeno Jamel Myles, de 9 anos, cometeu suicídio depois de ser vítima de abusos e intimidações recorrentes de colegas.

O garoto estudava na Escola Fundamental Joe Shoemaker, em Denver, nos Estados Unidos. Para sua mãe, Leia Pierce, Jamel começou a ser discriminado pelos colegas a partir do momento em que se assumiu gay.

Falando ao jornal Denver Post, ela contou em que o filho havia dito ser gay durante as férias de verão. Leia relata ter dado todo o apoio e afeto ao pequeno, porém não foi o cenário encontrado por Myles na instituição de ensino.

“Ele parecia tão assustado quando me contou. Ele disse, ‘mamãe, eu sou gay’. Eu pensei que ele estava brincando, então olhei para trás, porque estava dirigindo, e ele estava tão assustado. Eu disse, ‘e eu continuo amando você’”, encerrou.  

Bastaram quatro dias de agressões para que Jamel sucumbisse. O jovem tomou a atitude drástica pois, segundo a filha mais velha, os colegas “disseram para ele se matar”.

“É tão triste que ele não tenha me procurado. Eu não consigo imaginar o que disseram pra ele”, declarou.   

A escola de Denver instaurou uma comissão para analisar o caso de Jamel. Professores da Escola Fundamental dizem que um espaço para estudantes compartilharem sentimentos e processarem suas emoções foi criado.

Desde a notícia, diversas manifestações de apoio foram enviadas aos familiares do garoto de 9 anos. “Devemos ter responsabilidade pelo bullying. As crianças sabem que é errado. As crianças não gostariam de ser tratadas dessa forma. Eu acho que os pais devem ser punidos porque, obviamente, eles estão ensinando as crianças a agirem assim ou estão as tratando dessa forma”, pontuou a mãe do garoto.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) mostrou que entre 2002 e 2012, houve um aumento de 40% na taxa de suicídio entre crianças e adolescentes de 10 a 14 anos. A cada 40 segundos uma morte deste tipo é registrada.

Foto: Reprodução/Facebook/fonte:via

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Californiana é a 1ª skatista mulher a completar ‘manobra insana’ em pista de Tony Hawk

O lendário Tony Hawk, responsável por colocar o skate em outro patamar, possui uma das pistas mais desafiadoras para os praticantes deste esporte radical. Localizada em Vista, na Califórnia, o percurso foi alvo de um feito histórico.

A jovem Lizzie Armanto, de 25 anos, conquistou o posto de primeira skatista do sexo feminino a completar a famosa ‘manobra insana’ do percurso projetado por Hawk. O movimento é dos mais desafiadores e consiste em um giro completo de 360 graus em uma pista construída em formato cilíndrico.

O nome insano não nasceu de graça, pois durante a manobra, a norte-americana chegou a ficar de cabeça para baixo, fazendo muitas pessoas lembrarem do globo da morte. Apesar de ter caído no meio da primeira tentativa, Lizzie não se deu por vencida e botou pra quebrar na segunda volta.

A execução perfeita impressiona, principalmente no momento em que ela fica em pé, de cabeça para baixo, totalmente suspensa. O feito histórico foi celebrado com entusiasmo pela skatista de 25 anos.

Lizzie Armanto nasceu em Santa Mônica, Califórnia. Os passos iniciais no skate foram dados em 2007, quando conquistou o primeiro lugar na Copa do Mundo de Skate. Ao longo de 10 anos, ela ganhou mais de 30 prêmios, entre eles o ouro na primeira edição feminina do X Games, em Barcelona.

Foto: Commons Media/fonte:via

Ele caminhou 32 km no 1º dia de trabalho. E ganhou um carro do chefe

O primeiro dia de trabalho é sempre cercado de expectativas e um certo nervosismo. Apesar da frase ‘a primeira impressão é a que fica’ não ser uma verdade absoluta, é sempre importante cumprir algumas obrigações.

Talvez o principal item da cartilha seja a pontualidade. É complicado chegar depois do horário logo de cara. Walter Carr viveu uma situação semelhante e precisou encontrar uma saída desafiadora para chegar ao trabalho depois de seu carro ter quebrado.

A pé em pleno subúrbio de Birmingham, no Alabama, Carr resolveu caminhar 35 quilômetros durante a noite para cumprir o compromisso de trabalho. Durante o trajeto o rapaz foi interpelado por um policial militar, que sensibilizado com sua história, o convidou para tomar café e institui em acompanhá-lo até o destino.

O expediente começava às 8h e Carr estava encumbido de realizar a mudança de uma das clientes da empresa. Por volta das 6h30 a campainha é acionada. Ao abrir a porta Jenny Lamey se surpreendeu ao ver o estudante acompanhado do oficial.

“Ele contou que tinha pegado aquele bom rapaz em Pelham, logo cedo pela manhã. Walter disse que estava ali para me ajudar na mudança”, escreveu em relato publicado no Facebook.

O caso gerou grande comoção, inclusive do chefe do rapaz, que reconhecendo o gesto de superação, resolveu presenteá-lo com um carro novo. Luke Marklin, diretor da empresa de mudanças Bellhops, se deslocou do Tennesse ao Alabama para encontrar pessoalmente o funcionário. Na sequência lhe entregou as chaves do próprio veículo.

Estudante de um curso na área de saúde, Walter Carr disse ter sido a primeira oportunidade de emprego em alguns anos. O jovem, cujo a família teve que deixar Nova Orleans depois do furacão Katrina, queria mostrar sua dedicação.

“Walter, você não tem ideia de quantas vidas você mudou e inspirou. Você é um jovem muito especial e vai fazer grandes coisas”, finalizou Jenny.

Fotos: Reprodução/CBS/fonte:via

Fotógrafo caçador de tornados que arrisca vida em busca de cliques aterrorizantes

O australiano Daniel Shaw arrisca sua vida em busca dos cliques perfeitos.

Todos os anos, ele viaja aos Estados Unidos para caçar tornados. A paixão pela profissão é tanta que o hábito persiste, mesmo após Daniel ter ficado preso no pior tornado da história do país, em 2013, responsável pela morte de três de seus colegas de trabalho. “Foi sem dúvida uma das experiências mais assustadoras da minha vida. Eu estava esperando para morrer“, disse ele em entrevista ao jornal britânico Daily Mail.

O interesse de Daniel por fenômenos climáticos começou ainda cedo, quando, aos 11 anos, assistiu a uma tempestade de raios na Austrália. Anos depois, ele se tornaria um fotógrafo e cinegrafista trabalhando para diversos jornais do país como “caçador de tempestades”.

Em 2004, sua primeira experiência cobrindo tornados nos Estados Unidos aconteceu – na Austrália, o fenômeno costuma ser muito menos intenso do que na América do Norte. Desde então, o fotógrafo busca aprender tudo que pode sobre o assunto e já é treinado em primeiros socorros para poder auxiliar em casos de emergência.

Espia só alguns dos cliques mais assustadores de Daniel!

Fotos © Daniel Shaw /fonte:via

Artistas mexicanos e norte-americanos se unem na fronteira para criar mega-mural de graffiti

Esperava-se que a fronteira entre os Estados Unidos e o México se transformasse em mais um campo de batalha em um mundo repleto de guerras.

Isso em função da agressividade do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que desde os primeiros momentos de sua campanha à Casa Branca colocou os imigrantes, em especial os mexicanos, como um de seus principais inimigos.

Em comícios espalhados por todos o país, o então candidato do partido republicano prometeu inclusive a construção de um muro para impedir a entrada de cidadãos mexicanos pela fronteira.

“Eles não estão nos enviando as suas melhores pessoas. E são pessoas provenientes de outros países, não só do México. Temos traficantes de drogas vindos de outros países, temos estupradores, temos assassinos. Você acha que eles vão nos enviar suas melhores pessoas? A resposta é não.”

Enquanto a medida, vista por muitos como xenofóbica e preconceituosa não é aplicada, artistas mexicanos e norte-americanos se uniram para criar um mega-mural com grafites por mais de dois quilômetros.

Os desenhos foram pensados para celebrar a paz e a união entre as duas nações. Liderado por Enrique Chiu, nascido no México e criado nos Estados Unidos, o esforço além de propagar o respeito, tem como objetivo constar no Livro dos Recordes e se transformar em uma das maiores respostas ao pensamento nacionalista e as políticas anti-imigração defendidas por Trump.

O Mural da Irmandade foi lançado em dezembro passado e já contou com a participação de mais de 2.600 voluntários e a expectativa é que ele cruze as cidades de Tijuana, Mexicali, Cuidad Juarez, Naco e Reynosa.

 

Fotos: Reprodução/fonte:[via]

Desenhos primitivos gravados em ‘jornal de pedra’ mostram como era a vida há mais de 2 mil anos

Os cânions norte-americanos são conhecidos em todo o mundo por sua grandiosidade e beleza. Passear em meio a eles é capaz de provocar reflexões sobre a importância que temos como seres hoje, mas, dependendo de onde você estiver, também de vislumbrar como era a vida de humanos que pisavam sobre o mesmo chão muitos anos atrás.

Em San Juan County, no estado de Utah, fica o Newspaper Rock, uma área cheia de petróglifos (tipo de arte rupestre em baixo relevo) em dezenas de rochas. O nome, que pode ser traduzido como “Jornal de Pedra”, faz alusão à crença que povos antigos usavam a técnica para registrar elementos presentes em seu dia a dia.

Apesar do nome, o Newspaper Rock não se trata de uma única rocha, mas de um sítio com várias delas, ao menos 650. Especialistas acreditam que os primeiros petróglifos da região tenham sido gravados cerca de 2000 anos atrás, e que diferentes povos tenham deixado suas marcas por ali.

A concentração de tantos desenhos em rochas tão próximas indica que o local era importante para os povos. Há quem especule que os desenhos incluam símbolos de clãs ou famílias, guardem significados espirituais, representem espécies de calendários ou marquem limites territoriais ou rotas migratórias.

Analisando os petróglifos, é possível perceber que eles foram feitos em diferentes períodos históricos – alguns mais recentes foram datados de 600 anos atrás, e maiores têm 1,5 metro de altura. Não há histórias lineares, e as coleções incluem búfalos, veados, lagartos, antílopes e pessoas cavalgando. O Newspaper Rock faz parte de uma lista de lugares históricos norte-americanos e é visitado por bastante gente por causa de sua conexão com várias gerações do passado.

 

Fotos sem crédito: Wikimedia Commons/fonte:via

Esses pôsteres vão te fazer colocar os parques nacionais dos EUA no topo da lista de viagens

Para explorar a diversidade e compartilhar a beleza dos parques nacionais dos Estados Unidos, um grupo de artistas e designers amantes da natureza, criou uma colorida coleção retrô de cartazes.

Nostalgicamente conhecidos como “a melhor ideia da América”, os Parques Nacionais abrangem uma incrível variedade de formas e paisagens impressionantes. Com isso em mente, os talentosos artistas capturaram as características distintivas de cada um dos 59 parques nacionais e a beleza natural de todo país. De cânions e cavernas a lagos e vulcões, os cartazes mostram todo o esplendor da América.

É possível comprar os pôsteres na loja online da Fifty-Nine Parks. A renda com as vendas das obras, vai para o fundo que administra os parques.

Confira alguns deles:

01
Kilian Eng.

02
Thomas Danthony

03
Chris Turnham.

04
Benjamin Flouw

05
Dan McCarthy

06
Camp Nevernice

07
Matt Taylor

08
Marc Aspinall

09
Two Arms Inc.

010
Brave the Woods

Imagens: Fifty-Nine Parks –  Website | Facebook | Instagram | Twitter |fonte;via