Quando os filhos e netos de Bob Marley se reuniram para um retrato pela primeira vez em uma década

Bob Marley, a lenda do reggae, deixou um legado vivo: foram 11 filhos com sete mulheres diferentes, e essa é só a conta oficial. Ele também assumiu a criação de dois filhos de uma relação anterior de sua esposa, Rita Marley.

Alguns deles seguiram os passos musicais do pai e até alcançaram algum sucesso – casos de Ziggy, Stephen, Julian e Damian -, enquanto outros atingiram sucesso de outras maneiras, ligadas ou não à música – Cedella é uma empresária bem-sucedida e Karen se deu bem na indústria fashion.

Nem todos os descendentes de Bob são próximos, mas alguns deles, incluindo os netos Skip, que também é músico, e Joseph, se reuniram há algum tempo para participar de uma sessão fotográfica registrada pela GQ. O resultado é um ensaio de família pra lá de estiloso.

Cedella Marley

Ziggy Marley

Stephen Marley

Rohan Marley

Robert “Robbie” Marley

Karen Marley

Julian Marley

Ky-Mani Marley

Damian “Jr. Gong” Marley

Joseph “Jo Mersa” Marley (filho de Stephen)

Skip Marley (filho de Cedella)

Fotos por Eric Ray Davidson via GQ fonte: via

Idosos provam que você não precisa se preocupar com as tattoos quando envelhecer

Hypeness

Ainda que a pele seja de cada um, é comum que pessoas com uma ou várias tatuagens sejam questionadas sobre seu gosto por essa forma de arte e expressão. “E quando você envelhecer?” é uma das questões mais ouvidas.

O coletivo de artistas holandês GetOud produziu um livro e uma exibição chamados ‘TattooAge. Never too old’ (algo como “Idade para tatuar: nunca velho demais”), em que vários idosos foram fotografados exibindo as tattoos em suas salas de casa.

Foram 25 personagens retratados no total, entre pessoas que fizeram a tatuagem como presente para os netos ou para lembrar sempre de alguém amado que já partiu. Há pessoas que têm tatuagens há muitos anos, e também quem só fez a primeira depois dos 80.

Hypeness

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Fotos via GetOud /fonte:via

Perseguindo a inovação, ela descobriu como transformar cocô de vaca em roupas

Todo mundo sabe que o esterco é importante para adubar terras e torna-las férteis para a produção de alimentos, mas uma startup holandesa descobriu uma utilidade inovadora e totalmente surpreendente para o cocô de vacas: tecido para roupas do dia a dia.

Acredite: é mais interessante e menos nojento do que você está pensando. A iniciativa é da Mestic, empresa criada por Jalila Essaïdi, especialista em biocultura que promete atacar dois problemas de uma só vez: a poluição de rios causada pelo excesso de excrementos animais ligado à pecuária e os efeitos ao meio ambiente trazidos pela indústria têxtil.

“Nós vemos o esterco como material residual, uma coisa nojenta e fedida. Mas os processo de fabricação de outros tecidos também não são nada limpos ou bonitos no começo. Você precisa mostrar às pessoas a beleza oculta na transformação da celulose”, disse Jalila ao Guardian.

A empreendedora explica que o esterco é composto por 80% de água, e o resto é basicamente celulosa, vinda do capim e dos grãos dos quais os animais se alimentam. O processo de fabricação separa o material líquido do sólido, e tira do primeiro os solventes que transformam o segundo em tecido.

O método é mais eficiente energeticamente do que o tradicional porque não precisa usar altas pressões para soltar as fibras, já que o estômago das vacas já iniciou esse processo.

Mas a pergunta que certamente passa pela cabeça de todo mundo que fica sabendo da empreitada da Mestic é a mesma: as roupas são fedidas? Bem, de acordo com este teste feito por uma rede de televisão holandesa, não.

Eles levaram as peças às ruas e pediram que transeuntes tentassem identificar qualquer coisa de diferente em seu odor. A resposta geral foi de que não, e as pessoas afirmaram que usariam as roupas, mesmo depois de saber do que elas eram feitas.

Por enquanto, as roupas da Mestic só foram criadas em coleções experimentais, mas a empresa está em contato com fabricantes que se mostraram dispostas a utilizar o tecido em seus produtos, mas ainda não sabem como contornar o efeito adverso que a ideia de vestir algo feito a partir de esterco causaria nos consumidores.

Para inovar e empreender, é preciso ter coragem, ousadia e acreditar na sua própria essência e potencial. Por isso, o Hypeness uniu forças com o programa Shark Tank Brasil, do Canal Sony, para contar histórias e dar dicas inspiradoras de quem conseguiu usar experiência de vida, muito trabalho e criatividade para ter sucesso com um negócio próprio. Para tentar convencer os investidores, que no programa procuram negócios originais e inovadores, os empreendedores precisam se superar e, fora dos estúdios, a realidade não é diferente. Acompanhe estas histórias e inspire-se!

Fotos: Divulgação/Mestic/fonte:via

Empresa cria papéis de parede personalizados com mapas de cidades do mundo

Um desenho legal é bem melhor que uma parede branca, né? Então que tal esses papeis de parede que replicam os mapas de quaisquer cidades do mundo?

Criados pela norte-americana Point Two Design, especializada em transformar mapas em decoração, esses papeis de parede estilizam a cartografia de várias cidades ao redor do mundo.

E, graças ao banco de dados da empresa, que já criou pôsteres de Manaus, São Paulo e Rio de Janeiro, é possível personalizar o papel de aprede com qualquer cidade do planeta – mesmo as menos conhecidas.

O tamanho do papel de parede também é customizável, custando 9 dólares por metro quadrado, e o produto pode ser enviado para o Brasil. Há duas opções de material: em papel de parede tradicional, com revestimento em camurça, e um de vinil, que pode ser colocado ou tirado com facilidade.

Roma

Amsterdam

Dublin

Londres

Berlim

Paris

San Diego

Washington

Manhattan

Portland

Los Angeles

Vancouver

Montreal

Toronto

Melbourne

Sydney

Tóquio

Imagens: Divulgação/fonte:via

Fotografias mostram porque Audrey Hepburn é um ícone fashion até hoje

O estilo elegante de Audrey Hepburn e sua beleza delicada são sinônimo de glamour e, até hoje, ela é considerada um verdadeiro ícone de moda.

Nascida na Bélgica em 1929, Hepburn chamou a atenção do mundo com um papel extraordinário em A Princesa e o Plebeu no qual ganhou o Oscar de Melhor Atriz em 1954. Daí em diante sua carreira se moveu rapidamente e seu próximo filme, Sabrina, não só cimentou seu status como uma das melhores atrizes de sua época, mas a apresentou ao designer de quem ela se tornaria musa – Hubert de Givenchy.

Givenchy passou a desenhar as roupas pessoais da atriz e os vestidos famosos usados por ela em filmes como Cinderela em Paris e Bonequinha de Luxo. Sobre Givenchy ela diria em uma entrevista, anos mais tarde: “Ele faz as únicas roupas na qual eu sou eu. Ele é muito mais que um costureiro, ele é um criador de personalidade”.

Em 2006, o vestido preto de Givenchy, famoso em Bonequinha de Luxo, foi vendido por 800 mil dólares – o preço mais alto pago por um vestido de um filme, sinal do legado duradouro de Hepburn como ícone de estilo.

Ninguém capturou os corações do setor da moda mais do que ela. Mesmo após sua morte, em 1993, seu status como um ícone de estilo ainda permanece. Mary Quant a chamou de “mulher mais elegante que já viveu”. Hubert de Givenchy disse que ela foi “um presente dos céus”. Hoje ela ainda influencia estrelas fashion como Victoria Beckham e as gêmeas Olsen.

Ironicamente, mesmo no auge de sua carreira, quando ela era universalmente considerada a mulher mais bonita do mundo, a atriz se achava “esquisita” e dizia ser magrela, ter dentes tortos, sobrancelhas grossas, clavícula ossuda, peito reto e pés enormes.

Confira a galeria com algumas das fotos que comprovam porque Audrey continua sendo o maior ícone de estilo de todos os tempos:

 

Imagens: Reprodução/fonte:via

Se você ainda acha que tattoo não é arte precisa conhecer o trabalho de Chen Jie

Com inspiração clara na pintura tradicional de seu país, ela manda bem demais nas cores, com desenhos que poderiam estar em telas penduradas por aí, muitas vezes tendo animais ou flores como tema.

Destaque para a habilidade da tatuadora de trabalhar com o sombreado, em criar sensação de movimento e nos detalhes que mais parecem pinceladas, e não tatuagens. Pena que ela trabalha longe, lááá em Pequim…

Quer ver mais? Siga Chen Jie no Instagram!

 

Fotos: Reprodução/Chen Jie/fonte:[via]

Esse garoto de 20 anos é mais um a conseguir uma carreira de modelo através da ‘mugshot’ que tirou quando foi preso

Em 2014, um mugshot – foto de fichamento em delegacia – se espalhou pela internet após ser divulgada no Facebook do departamento de polícia de Stockton, Califórnia. Na imagem aparecia Jeremy Meeks, um detento de 33 anos indiscutivelmente gato que, desde que foi solto em 2016, se tornou modelo.

Agora, outro criminoso bonitão vem chamando atenção por conta da foto de sua ficha na polícia. Mekhi Alante, de apenas 20 anos, já foi preso algumas vezes e a última, em abril de 2016, aconteceu por dirigir um veículo roubado.

Esta foto, tirada em sua mais recente detenção, acabou indo parar na internet e chegou até Demanti O’Bryant, gerente da St. Claire Modeling, com sede em Atlanta, no Texas. Como Mekhi conseguiu evitar a prisão, ele assinou um contrato com a agência e começou uma nova vida como modelo.

A heterocromia do modelo, anomalia genética que faz com que ele tenha um olho de cada cor, é seu grande diferencial. Dá uma olhada na foto que mudou sua vida:

A partir daí, tudo mudou e hoje sua conta Instagram já possui mais de 25 mil seguidores.

 

Imagens: Reprodução/fonte:via