Ele caminhou 32 km no 1º dia de trabalho. E ganhou um carro do chefe

O primeiro dia de trabalho é sempre cercado de expectativas e um certo nervosismo. Apesar da frase ‘a primeira impressão é a que fica’ não ser uma verdade absoluta, é sempre importante cumprir algumas obrigações.

Talvez o principal item da cartilha seja a pontualidade. É complicado chegar depois do horário logo de cara. Walter Carr viveu uma situação semelhante e precisou encontrar uma saída desafiadora para chegar ao trabalho depois de seu carro ter quebrado.

A pé em pleno subúrbio de Birmingham, no Alabama, Carr resolveu caminhar 35 quilômetros durante a noite para cumprir o compromisso de trabalho. Durante o trajeto o rapaz foi interpelado por um policial militar, que sensibilizado com sua história, o convidou para tomar café e institui em acompanhá-lo até o destino.

O expediente começava às 8h e Carr estava encumbido de realizar a mudança de uma das clientes da empresa. Por volta das 6h30 a campainha é acionada. Ao abrir a porta Jenny Lamey se surpreendeu ao ver o estudante acompanhado do oficial.

“Ele contou que tinha pegado aquele bom rapaz em Pelham, logo cedo pela manhã. Walter disse que estava ali para me ajudar na mudança”, escreveu em relato publicado no Facebook.

O caso gerou grande comoção, inclusive do chefe do rapaz, que reconhecendo o gesto de superação, resolveu presenteá-lo com um carro novo. Luke Marklin, diretor da empresa de mudanças Bellhops, se deslocou do Tennesse ao Alabama para encontrar pessoalmente o funcionário. Na sequência lhe entregou as chaves do próprio veículo.

Estudante de um curso na área de saúde, Walter Carr disse ter sido a primeira oportunidade de emprego em alguns anos. O jovem, cujo a família teve que deixar Nova Orleans depois do furacão Katrina, queria mostrar sua dedicação.

“Walter, você não tem ideia de quantas vidas você mudou e inspirou. Você é um jovem muito especial e vai fazer grandes coisas”, finalizou Jenny.

Fotos: Reprodução/CBS/fonte:via

Estas são as obras de arte que o Facebook censurou como ‘conteúdo pornográfico’

As regras de uso do Facebook e o combate à nudez promovido pela empresa voltaram a chamar atenção depois de a rede social censurar a obra de arte “A Liberdade guiando o povo“, do francês Eugène Delacroix, famosa por representar a chamada Revolução de Julho. O grande problema é o fato de os mamilos da personagem estarem expostos.

O Facebook chegou a emitir um comunicado admitindo que errou ao fazer a censura da tela, utilizada em uma campanha publicitária francesa. Vale ressaltar que não se tratou apenas de uma ação automática dos algoritmos do Facebook, mas algo reforçado pela equipe da rede.

O comunicado não foi o bastante para evitar as críticas ao combate aos mamilos, prática recorrente não apenas no Facebook, mas também no Instagram, também controlado pela empresa de Mark Zuckerberg. Muita gente questiona por que a rede social se preocupa tanto em combater os mamilos enquanto discursos de ódio frequentemente são espalhados sem grandes problemas.

Não foi a primeira vez em que o Facebook censurou obras de arte enquadrando-os como conteúdo pornográfico. Confira outros casos:

Vênus de Willendorf

No início de março, o Facebook já havia se desculpado publicamente depois de censurar uma imagem da estátua pré-histórica Vênus de Willendorf. Postada pela artista italiana Laura Ghianda, a imagem foi apagada meses depois de ser publicada e ter relativa repercussão.

Netuno

Atraindo a atenção de turistas que visitam Bolonha, na Itália, há incontáveis anos, a estátua do deus grego do mar colocada na Piazza del Nettuno fez com que uma escritora e historiadora da arte italiana também tivesse seu post apagado na rede social.

“O uso da imagem não foi aprovada porque ela viola as regras do Facebook. Ela apresenta conteúdo que é explicitamente sexual e mostra um grau elevado do corpo, concentrando-se desnecessariamente em certas partes do corpo”, justificou o Facebook.

Hércules

Hércules foi outro ser da mitologia grega que acionou os dispositivos de censura no Facebook. O departamento de turismo da cidade de Kassel, na Alemanha, havia publicado uma foto da estátua em uma galeria com pontos locais famosos, mas teve o trabalho removido da rede social por causa da nudez.

A Pequena Sereia

Mais uma estátua famosa que não passou pelo crivo da censura do Facebook: A imagem da Pequena Sereia, instalada em Copenhague, Dinamarca, há mais de um século, fez com que o post de uma antiga ministra da agricultura do país fosse apagado da rede social.

A fotografia ilustrava um post que Mette Gjerskov havia escrito em um blog. Depois de ter a publicação apagada, a política classificou a decisão como ‘cômica’, e até o Facebook parece ter concordado, já que reativou a publicação.

 

Com informações da  DW /fonte:via