Príncipe William leva o filho George, de 5 anos, para caçar aves

A caça é, historicamente, um hábito da família real britânica. Experts em assuntos envolvendo a realeza garantem que a rainha gosta de comer algo que tenha vindo dos jardins ou propriedade do castelo. Por isso faisões, galo silvestre e perdizes, devem fazer parte do menu.

Quem assistiu o seriado exibido pelo Netflix The Crown, certamente viu Elizabeth e outros membros da família real britânica caçando aves e outros bichos em paisagens interioranas da Inglaterra.

Os tempos mudaram e a relação do seres humanos com os animais vem sendo fortemente questionada. Por exemplo, os cantores Paul McCartney e Morrissey, são dois que utilizam sua fama para criticar o consumo de alimentos de origem animal.

Porém, no Palácio de Buckingham as coisas seguem uma tradição e isso envolve inclusive as crianças. Caso do príncipe George, que aos cinco anos foi levado pelos pais, William e Kate para sua primeira experiência caçando.

De acordo com Emily Andrews, correspondente de realeza do tabloide britânico The Sun, o garoto assistiu seu pai abatendo perdizes – aves encontradas na Ásia e em partes da Europa. George estava acompanhado também por sua bisavó, a rainha Elizabeth II e avô, príncipe Charles.

A notícia dividiu opiniões e colocou de um lado os defensores das tradições e do outro, pessoas que exigem o fim das caças. Inclusive, circula na internet uma petição, já com mais de 100 mil assinaturas, pedindo que o assunto seja debatido no parlamento britânico.

Recentemente, o príncipe William foi chamado de ‘hipócrita’ pelo músico Morrissey. Em carta aberta, o cantor acusou William e seu irmão, Harry, de cinismo por integrarem uma campanha contra a caça ilegal de animais, mesmo enxergando a prática como esporte.

“Um dia antes de fazer um apelo público pelo bem-estar animal (!), o príncipe William podia ser encontrado na Espanha (acompanhado do príncipe Harry), acertando e matando o maior número de veados e javalis que podiam!. Embora o discurso de William (sem dúvida escrito por seus relações públicas na Clarence House) deva se concentrar em espécies ameaçadas de extinção, é estúpido da parte do príncipe ignorar que animais como tigres e rinocerontes estão perto de desaparecer graças a pessoas como ele e seu irmão, que atiram neles fora do mapa — tudo em nome do esporte e abate”, finalizou.

Foto: Reprodução/fonte:via

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‘Cozinha real’ abre vaga com salário de R$ 100 mil por ano e sem experiência prévia

Trabalhar para a realeza pode ser o sonho de muita gente, mas é preciso começar por baixo.

Que tal iniciar essa carreira real como auxiliar de cozinha no Palácio de Buckingham?

A vaga foi anunciada recentemente no site oficial do palácio e não requer experiência prévia. Entre as atividades envolvidas estão a organizção e limpeza da cozinha. Ocasionalmente, os auxiliares também irão participar do preparo das refeições.

O selecionado irá receber cerca de R$ 100 mil ao ano – ou £ 19.935,80 – para realizar as atividades. Além disso, estão previstos 33 dias de folga (incluindo feriados), treinamento profissional e “diversos benefícios”.

Um dos pré-requisitos da vaga, no entanto, é aceitar viver na residência real, em Londres, com todas as refeições incluídas. Nada mal, não é mesmo?

Candidate-se clicando aqui, ou veja todas as vagas disponíveis no Palácio de Buckingham neste link.

Foto em destaque via Pixabay /fonte:via

Kate Middleton e Príncipe William ‘perdem’ guarda dos filhos. Mas por quê?

A monarquia carrega consigo dogmas difíceis de entender. Pelo menos para os meros mortais, já que entre os seguidores do regime, cada linha é encarada com seriedade.

De acordo com uma lei real criada há 300 anos, o príncipe William e a duquesa Kate Middleton não possuem a guarda dos filhos. Isso não quer dizer que os dois, casados desde abril de 2011, vão deixar de ser pais de George, Louis e da princesa Charlotte.

Entretanto, aos olhos dos seguidores das leis monárquicas, os mais novos membros da família real são responsabilidade do rei ou da rainha. No caso Elizabeth II, no trono desde a década de 1950.

“O rei ou rainha conservam a guarda dos netos e bisnetos. Isto nasceu na época do Rei George I, que governou entre 1714 e 1727. Desde então, a lei nunca foi modificada”, explicou Marlene Koening, especialista em família real.

Koening lembra que a lei foi promulgada por causa da má relação entre o rei George I e seu filho, o futuro rei George III. “Ele aprovou esta lei para que pudesse ter a guarda de seus netos”.

A lei foi aprovada por 10 entre 12 juízes em 1717 e desde então não foi modificada. Isso explica muito que, mesmo com uma mudança significativa nos últimos tempos, a família real britânica é adepta ao tradicionalismo. Aliás, a medida vale também para os futuros herdeiros de Meghan Markle e Harry.

Fotos: Reprodução/Instagram/fonte:via

Primo da Rainha Elizabeth II protagoniza primeiro casamento gay da realeza britânica

Aparentemente os que acreditavam em uma modernização da família real britânica estavam certos. Os primeiros indícios surgiram com o casamento entre o príncipe Harry e atriz Meghan Markle. Mulher negra, sem qualquer relação com a realeza, a norte-americana foi responsável por trazer a realeza britânica para o século 21.

Esta foi só a ponta do iceberg, pois no último fim de semana, Lorde Ivar Mountbatten consumou a união com James Coyle, companheiro de dois anos. O primo da Rainha Elizabeth II se revelou bissexual em 2016 e recebeu o apoio da então esposa de 16 anos de casamento.

A ex-mulher Ivar Penny compareceu ao casório acompanhada das filhas do casal. O registro da cerimônia foi compartilhado nas redes sociais do próprio Lorde Ivar. “Bem, finalmente conseguimos. Foi um lindo dia apesar do horrível clima britânico”.

O casamento contou com a presença do coral de professores de Bristol. “Mais importante, um enorme obrigado às minhas três maravilhosas meninas pela compreensão e apoio. Sem vocês nada disso teria acontecido. E finalmente, o maior obrigado a James por ser apenas perfeito”, disse o membro da família real britânica.  

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Do corredor da morte à família real: a história do beagle Guy, adotado por Meghan Markle

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Para os mais otimistas o casamento entre Harry e Meghan Markle representa avanços substanciais na família real britânica. Famosa por sua defesa do feminismo e de um mundo mais igual, Markle é esperança de progresso para a monarquia britânica.

Por isso a notícia de que a mais nova duquesa de Sussex acaba de salvar um cachorro do corredor da morte rendeu uma série de elogios para a atriz norte-americana.

Guy, um beagle de três anos, estava há tempos em busca de uma lar no Canadá, mas sem obter sucesso. Sua sorte mudou ao cruzar o caminho de ninguém menos do que a duquesa de Sussex. Antes de consumar a união com o príncipe Harry, Meghan resolveu levar o dog pra casa.

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Dali em diante a vida de Guy se transformou e além de virar um companheiro inseparável de ninguém menos do que Meghan Markle, o animalzinho ganhou status de celebridade no Instagram.

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Depois do casamento entre Meghan e Harry ele foi recebido de braços abertos pela família real. Aliás, a presença de Guy caiu como uma luva para Elizabeth II, que em função da idade avançada decidiu não criar mais os cachorros da raça Corgi, mas agora pode curtir sem compromisso ao lado do beagle da nora.

Agora Guy, o ‘cachorro real’, está morando feliz em um chalé da realeza britânica.

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Fotos: Reprodução/Instagram/fonte:via

Harry e Meghan doam flores do casamento para alegrar hospital psiquiátrico

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Desde a consumação da união entre o príncipe Harry e a atriz Meghan Markle em cerimônia realizada no Castelo de Windsor no último sábado (19), notícias sobre uma das cerimônias mais esperadas dos últimos tempos não param de pipocar.

Apontados como representantes de uma monarquia mais diversa e com pensamentos menos conservadores, Meghan e Harry receberam elogios pela atitude de doar as flores que decoraram o casamento real para um hospital de saúde mental de Londres.

O gesto foi recebido com alegria pelo St. Joseph’s Hospice, que por meio de sua página oficial do Facebook postou um texto em agradecimento aos dois.

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“Recebemos uma entrega muito especial. Lindos buquês com as flores do #royalwedding que demos aos nossos pacientes. Um super obrigado ao Harry e Meghan e à florista Philippa Craddock. Nosso hospital está cheiroso e mais bonito. Que gesto encantador”, celebrou em postagem com mais de 6 mil curtidas.

Oficialmente duquesa de Sussex, Meghan fez questão de lembrar de Diana, mãe de Harry. Além das rosas brancas e miosótis, inspiradas na princesa de Gales, o anel de noivado de Markle possui dois diamantes de Lady Di.

Foto: Divulgação/fonte:via