Senhora de 70 anos que vivia há 60 em hospital é adotada por mulher mais jovem






Se toda história de adoção é por definição emocionante, algumas parecem evocar ainda mais o que o ser humano pode ter de melhor – e é esse o caso de Cotinha e Gláucia. Quem vê Cotinha aos 70 anos e Gláucia aos 27 vai provavelmente supor errado a respeito de quem adotou quem: foi a jovem que adotou a senhora, a fim de oferecer enfim a vida que Cotinha jamais teve – além de uma nova irmãzinha, Emily, filha mais nova de Glaúcia.

A “mamãe” Glaucia

Quando era criança, Cotinha e seu irmão foram atropelados por um caminhão, e só Cotinha sobreviveu. O hospital tentou encontrar seus pais, mas ninguém apareceu – e ela passou a viver no hospital, onde permaneceu por 60 anos, até o fechamento do local.

Foi no hospital que Cotinha conheceu Gláucia, quando esta foi para lá trabalhar como copeira. As duas se aproximaram, mas com o fechamento a senhora acabou movida para um abrigo.

Acima, Cotinha; abaixo, a dupla – filha e mãe

A história foi contada pelo canal Inspire Fundo, e possui esse final surpreendente: quando Glaucia foi visitar Cotinha em seu novo lar, percebeu que sua amiga não queria ficar por lá. Ela decidiu agir, e mesmo passando por dificuldades, e acabou por adota-la. “Se é pra passar fome, a gente vai passar fome juntas”, ela disse.

Em 2017 o processo foi concluído, e Glaucia conseguiu enfim o registro de Cotinha – que não quer mais ir embora de sua nova casa e família por nada.

Apesar de transbordar afeto, Glaucia não tem condições financeiras suficientes para cuidar de Cotinha. É importante incentivar pessoas que fazem o bem, não é? Se você se sensibilizou e ficou com vontade de ajudar de alguma forma, procure Natalia Freitas e Glaucia nos telefones (16) 98200-9625 ou (16) 99963-2598.

© fotos: reprodução/fonte:via

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Quando os filhos e netos de Bob Marley se reuniram para um retrato pela primeira vez em uma década

Bob Marley, a lenda do reggae, deixou um legado vivo: foram 11 filhos com sete mulheres diferentes, e essa é só a conta oficial. Ele também assumiu a criação de dois filhos de uma relação anterior de sua esposa, Rita Marley.

Alguns deles seguiram os passos musicais do pai e até alcançaram algum sucesso – casos de Ziggy, Stephen, Julian e Damian -, enquanto outros atingiram sucesso de outras maneiras, ligadas ou não à música – Cedella é uma empresária bem-sucedida e Karen se deu bem na indústria fashion.

Nem todos os descendentes de Bob são próximos, mas alguns deles, incluindo os netos Skip, que também é músico, e Joseph, se reuniram há algum tempo para participar de uma sessão fotográfica registrada pela GQ. O resultado é um ensaio de família pra lá de estiloso.

Cedella Marley

Ziggy Marley

Stephen Marley

Rohan Marley

Robert “Robbie” Marley

Karen Marley

Julian Marley

Ky-Mani Marley

Damian “Jr. Gong” Marley

Joseph “Jo Mersa” Marley (filho de Stephen)

Skip Marley (filho de Cedella)

Fotos por Eric Ray Davidson via GQ fonte: via

Irmãos recriam fotos da infância décadas depois para presentear a mãe pelos 50 anos

Recriar fotos da infância ou juventude é uma maneira divertida de relembrar os velhos tempos e um jeito interessante de observar as mudanças trazidas pelo tempo.

Para Simon Tester e seu irmão, foi também uma maneira criativa de homenagear a mãe em seu aniversário de 50 anos. Os dois escolheram nove entre as dezenas de fotos da dupla que ela mantém em retratos pela casa e refizeram tudo mais de 20 anos depois.

Além de emocionar a mãe revelando as fotos e as exibindo em grandes molduras, Simon diz que a experiência foi especialmente divertida porque seu irmão, apesar de ser dois anos e meio mais novo, ficou bem mais alto que ele.

Fotos: Reprodução/fonte:via

Funcionário de limpeza é surpreendido por estudantes com £1,500 para ver família na Jamaica

Um grupo de estudantes da Universidade de Bristol, na Inglaterra, deu um grande exemplo ao juntarem pouco mais de 1 mil libras, por volta de 5 mil reais, para viabilizar a viagem de Herman Gordon para a Jamaica.

Aos 65 anos, o homem é responsável pela limpeza de uma das instituições de ensino mais conceituadas da Inglaterra e há tempos nutre o desejo de se reunir com os familiares em sua terra natal. O problema é que Gordon não tinha como arcar com a viagem sozinho.

“Ainda estou tremendo diante deste gesto”, declarou ao Daily Mail.  

Tudo foi viabilizado por meio do sistema de crowdfunding, ou vaquinha virtual aqui pra nós brasileiros. Ao todo foram registradas mais de 200 doações para levá-lo ao lado da mulher Denise para uma temporada de férias na Jamaica. ❤

A boa ação coloca fim em uma separação que dura desde os 12 anos, idade em que Gordon, hoje com mais de 60, deixou a cidade de Kingston, no país da América Central.

“Eu nunca vi tanto dinheiro na minha vida. Tem grana suficiente para mais de duas semanas. Estou negociando com um agente de viagem para garantir um bom contrato”, encerrou bastante emocionado.  

Fotos: Reprodução/fonte:via

“A família transafetiva existe”, pastora trans adota menino especial e menina transexual

Manifestações de afeto como a que você vai ler a seguir deixam ainda mais desconcertados os defensores de uma ideia de família mais do que ultrapassada.

A boa notícia foi dada pelo jornalista Neto Lucon e fala sobre o caso envolvendo uma pastora transgênero que adotou um garoto com necessidades especiais e uma garota trans. As duas crianças vão fazer parte agora da família que Alexya Salvador, de 36 anos, mantém há oito anos com Roberto Salvador Junior.

A vontade de ter crianças sempre esteve no radar, porém o casal resolveu se preparar sete anos para encarar os desafios de criar outro ser humano. Prontos para assumir tal responsabilidade e dar sobretudo amor, os dois encontraram o primeiro filho, Gabriel, em um abrigo de Mairiporã, onde tiveram que enfrentar o espanto de alguns funcionários surpresos pela opção por uma pessoa com necessidades especiais.

“Nossa, tanta criança saudável, você vai escolher justo o que é doentinho? Vai escolher o doente?”, disse uma das funcionárias.

Pastora da Igreja da Comunidade Metropolitana, Alexya Salvador pode ter se tornado a primeira transexual a desfrutar a licença-maternidade e do direito de ser mãe. A conquista ganhou ainda mais força com a chegada de Ana Maria.

“Mainha, tenho uma coisa para te contar. Eu não sou um menino, eu sou uma menina. A senhora vai me amar mesmo assim?”, dizia com receio a jovem pernambucana com medo de que o fato de ser trans impedisse a consumação do fato. O que evidentemente não aconteceu.

Ciente do preconceito existente em um país como Brasil, figurando em segundo lugar na lista de assassinatos de pessoas trans e travestis, Alexya se agarra na potência do desejo de ser mãe para mudar tal realidade.

“Nasci para ser mãe. Além de ter nascido para ser filha, esposa, pastora, vou ser a primeira reverenda trans da América Latina, eu nasci para ser mãe. Quero encorajar todas as pessoas transgêneras que desejam ser pai ou mãe. É possível sim. A família transafetiva existe.”

Ela clicou o dia a dia de seus avós para registrar sua atitude positiva perante a vida

A fotógrafa vietnamita Ha My considera todos os avós pessoas especiais, mas, é claro, tem um carinho extra pelos seus. Foi por isso que ela criou uma série de retratos para registrar o amor que eles sentem um pelo outro, além de partes de suas rotinas, entre memórias do passado e interação com a tecnologia. Retratos bonitos e que mostram como a vida do outro lado do mundo pode ser bastante parecida com a no Brasil.

Aos 87 anos, o avô é “fisicamente forte, mentalmente alerta e curioso. Ele gosta dos desafios da tecnologia moderna e aprendeu a usar o Facebook para se manter em contato com a família”. Além disso, ele até usa ferramentas de edição de imagem e vídeo para criar clipes e enviar para os parentes.

Já a avó tem 82 anos, e mantém firmes o amor e a sensibilidade pela família e a comunidade. Ao longo dos anos, ela encontrou conforto na poesia, em que se expressa escrevendo sobre a natureza e a vida familiar. Agora, ela está aprendendo mais sobre a tecnologia com o marido, um ótimo professor.

A união dos dois já dura seis décadas, tendo se conhecido no exército durante a Guerra do Vietnã. Seus 10 filhos nasceram durante tempos difíceis e tiveram de ser criados por conhecidos no Camboja. Demorou alguns anos até que o casal finalmente pudesse se reunir definitivamente com a família.

 

Fotos © Ha My /fonte:via

Vasculhando fotos antigas, casal descobre que havia se cruzado 11 anos antes de se conhecer

Ao passar por algumas fotografias antigas, o casal Ye e Xue, de Chengdu, China, fizeram uma descoberta surpreendente. No ano de 2000, 11 anos antes de se conhecerem, foram fotografados juntos na mesma fotografia, tendo estado no mesmo lugar ao mesmo tempo, sem nunca saber disso.

Agora, isso pode não parecer tão notável à primeira vista, mas considere que a China é um país de mais de 1 bilhão de pessoas e eles não estavam em uma pequena cidade onde ambos cresceram, mas na grande cidade de Qingdao, do outro lado deste vasto país. As chances de ter um encontro tão próximo com seu futuro parceiro vitalício, anos antes de fazer a conexão real, são incrivelmente remotas.

Mais de uma década após a fotografia ter sido tirada, o casal se encontrou em Chengdu, casou-se e teve filhos. Foi na casa da mãe da Sra. Xue, onde encontraram a foto esquecida.

O Sr. Ye conseguiu encontrar a foto que ele também havia tirado exatamente na mesma hora e lugar e compartilhou a história do encontro casual notável, que viralizou nas mídias sociais na China.

Os amigos do casal interpretaram a foto como um sinal de que eles estavam destinados a ficar juntos, enquanto os próprios pares ficaram chocados com o poder do destino e acreditam que o encontro foi um milagre. Qingdao agora possui um lugar especial em seus corações.

“Parece que Qingdao é certamente uma das cidades mais especiais para nós. Quando as crianças estiverem mais velhas, iremos novamente para Qingdao e a família vai tirar outra foto”.

 

Imagens: Reprodução/fonte:[via]