Diretor de ‘Senhor dos Anéis’ restaura e colore 100 horas de filmagens da Primeira Guerra Mundial

Tornar realidade o que parecia impossível é algo que não intimida o diretor neozelandês Peter Jackson. Reconhecido pela memorável trilogia O Senhor dos Anéis, depois de levar às telas a incrível Terra Média dos livros de J. R. R. Tolkien, em seu mais novo trabalho Jackson se lançou novamente a uma tarefa árdua: restaurar, modernizar e trazer para a atualidade os registros cinematográficos da 1a Guerra Mundial. Para realizar o documentário “They Shall Not Grow Old” (Eles não devem envelhecer, em tradução livre), Jackson restaurou e coloriu aproximadamente 100 horas de imagens originais do conflito pertencentes ao acervo do Britain’s Imperial War Museum.

Cena restaurada do documentário de Jackson

O documentário utiliza cerca de 90 minutos do material restaurado para o projeto e, além de colorir as imagens, Jackson também as adaptou para exibições em 3D. Para reproduzir com precisão e correção as cores da época, Jackson estudou milhares de fotos, além de coleções de uniformes e armas da época.

As cenas divididas: de um lado, o filme original e, do outro, a versão restaurada e colorida da mesma cena

Para a narração do filme, através de gravações da década de 1960, foram utilizadas as vozes de veteranos verdadeiros da 1a guerra, que mobilizou boa parte do mundo entre 1914 e 1918.

“Eu quis atravessar a névoa do tempo e trazer esses homens para o mundo moderno, para que possam retomar suas humanidades mais uma vez, ao invés de serem vistos somente como figuras similares a um Charlie Chaplin nos arquivos de filmes antigos”, disse Jackson. “Ao utilizar o poder de nossos computadores para corrigir limitações técnicas de 100 anos de cinema, podemos ver e ouvir a Grande Guerra que eles vivenciaram”.

© fotos: reprodução/fonte:via

15 coisas que tinham um nome totalmente diferente e você nem imaginava

Ter grandes ideias capazes de impactar o mundo não é nada fácil. Mas há um passo quase tão difícil quanto esse: escolher um nome para sua criação. Muita gente já passou por isso, e um nome ruim pode arruinar todo o potencial de uma grande ideia.

O site Bored Panda compilou algumas empresas, bandas, filmes e séries de TV que, por muito pouco, não colocaram o futuro sucesso em risco por causa de nomes esdrúxulos. Esses são nossos favoritos:

1 – The Big Bang Theory – Lenny, Penny, And Kenny

A mudança no título de uma das séries de comédia mais bem sucedidas dos últimos tempos também teve um impacto secundário importante: Você consegue imaginar Sheldon Cooper se chamando Kenny?

2 – Friends – Six of One

O nome original de Friends era Six of One, expressão que indica que coisas diferentes são praticamente iguais – e também um jogo de palavras com os 6 personagens principais da série. Ainda bem que mudaram…

3 – Back to the Future – Spaceman From Pluto

Por que De Volta Para o Futuro poderia se chamar O Astronauta de Plutão? Bem, apenas porque Sid Sheinberg, presidente do estúdio responsável pelo filme, dizia que nenhum longa com ‘futuro’ no nome já havia feito sucesso.

A saída para o problema foi enviar um memorando para Sid dizendo que todos haviam achado sua sugestão muito engraçada. Ele jamais admitiria que estava falando sério, e Marty McFly acabou mesmo voltando para o futuro.

4 – Hannah Montana – Alexis Texas

Dizem que a personagem que tornou Miley Cyrus mundialmente conhecida se chamaria originalmente Alexis Texas. Os produtores não tiveram outra opção se não mudar depois de descobrirem que havia uma famosa atriz pornô com o mesmo nome…

5 – Mickey Mouse – Mortimer

Dizem que a mais famosa criação de Walt Disney só mudou de nome porque Lillian Bounds, a esposa do desenhista, odiava o nome Mortimer, formal demais para o personagem. Em inglês, porém, o personagem Ranulfo, rival de Mickey que tenta roubar Minnie do protagonista, se chama Mortimer.

6 – Bob Esponja Calça Quadrada – SpongeBoy

Bob Esponja (ou Spongebob) quase se chamou Spongeboy (ou Garoto Esponja). Para nossa sorte, o criador do personagem, Stephen Hillenbur, teve que mudar o nome porque uma empresa de esfregões tinha registrado o nome Spongeboy para um de seus produtos. O sobrenome Calça Quadrada (no original “Squarepants”) só surgiria depois da mudança.

7 – Limp Bizkit – Blood Fart

Fred Durst, vocalista do Limp Bizkit, revelou no Reddit que, quando a banda estava em busca de um nome, eles cogitaram se batizar Blood Fart, literalmente “peido de sangue”. “Nós não levávamos isso muito a sério, já que naquela época nem considerávamos que poderíamos fazer sucesso”, justificou.

8 – Sony – Tokyo Tsushin Kogyo

Em 1958, aquela que viria a se tornar uma das maiores empresas de tecnologia do mundo ainda operava basicamente no Japão, com o nome Tokyo Tsushin Kogyo. Certamente a mudança fez bem para os planos de internacionalizar a marca.

9 – Buzz Lightyear – Lunar Larry

Duas mudanças de última hora mudaram totalmente o destino de Toy Story: Buzz Lightyear jamais seria tão carismático se continuasse se chamando Lunar Larry, e a parceria dele com Woody não aconteceria se o personagem do cowboy não tivesse mudado de um idiota para o herói que conquistou a simpatia de todo o mundo.

10 – Firefox – Firebird

O navegador que enfrentou a hegemonia do Internet Explorer num passado já distante e anterior ao Google Chrome quase se chamou Firebird. A mudança de nome foi causada por uma outra companhia que já havia registrado a marca.

11 – O Rei Leão – O Rei da Selva

Esse clássico só não se chamou King of the Jungle (O Rei da Selva) porque… a história se passa em uma savana, e não em uma selva. A opção seguinte foi King of the Beasts (O Rei das Feras), mas os produtores decidiram simplificar e focar no reinado de Simba.

12 – Nintendo – Marufuku Company

A história da Nintendo começou em 1889, com a fabricação de cards em Kyoto, no Japão. Só na década de 1950 a empresa mudou de nome para Nintendo, uma estratégia que ajudou a levar os produtos para todo o mundo – imagine comprar um videogame chamado Super Marukufu…

13 – Queen – Smile

Além de toda a genialidade artística que Freddie Mercury deu ao Queen, ele também salvou a banda de ter um dos nomes mais bregas da música: Smile, ou Sorriso. Segundo o cantor, a ideia surgiu do conceito de fazer parte de uma banda majestosa, assim como a Rainha (Queen).

14 – eBay – AuctionWeb

O maior site de compras e vendas do mundo se chamava AuctionWeb (algo como “Leilão na Rede”) e fazia parte do grupo eBay Internet até 1997. A mudança foi quase natural: como público e mídia chamavam o AuctionWeb de eBay, foi mais fácil simplificar e ficar com o nome mais famoso.

15 – Algodão Doce – Seda de Fada

Você sabia que o algodão doce existe há mais de 600 anos? Mas, naquela época, ele era feito de um jeito muito mais difícil e caro. Só no começo do século 20 ele voltou à moda, e foi rebatizado para Cotton Candy (Algodão Doce), em vez do original Fairy Floss (Seda de Fada)

Fotos: Reprodução/fonte:via

Filme comove ao mostrar resistência de Pepe Mujica à ditadura em confinamento de 12 anos

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Em tempos de democracia ameaçada no Brasil e em vários lugares do mundo, cai como uma luva recordar histórias de quem, de fato, passou pelas garras massacrantes de um regime autoritário. Com estreia no dia 27 de setembro nos cinemas brasileiros, o filme “Uma Noite de 12 Anos” mostra a resistência de Pepe Mujica, ex-presidente do Uruguai, do começo ao fim dos anos sombrios da ditadura militar no país vizinho.

Na época, José Alberto Mujica Cordano, vulgo Pepe, era guerrilheiro no melhor estilo Marighella, tendo um papel importante dentro do grupo político de esquerda Movimiento de Liberación Nacional Tupamaros, no qual ingressou em meados de 1960. A formação que viria a ser inimiga número 1 do Estado totalitário incluía pessoas de diversas áreas, de advogados a profissionais liberais. Entre as principais características do movimento subversivo estava o de revelar casos de corrupção no governo e concentração de riquezas de empresários, assaltos a bancos e clubes de armas, sequestros e assassinatos. O dinheiro que conseguiam era distribuído entre a população mais pobre de Montevidéu, atraindo apoio popular.

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No longa de Alvaro Brechner, ele aparece sob representação do ator Antonio de la Torre, ao lado de outros dois colegas de luta e confinamento: Mauricio Rosencof (Chino Darín) e Eleuterio Fernández Huidobro (Alfonso Tort), vulgo Ñato. Num primeiro momento da trajetória histórica, o grupo aprisionou armas e arrecadou fundos com o intuito de se preparar para o enfrentamento das forças estatais. Depois de ser derrubado pela polícia, se reergueu de forma tão eficaz que o governo respondeu de forma histérica, colocando ainda mais meios de repressão para circular, como a proibição da imprensa noticiar quaisquer tipo de coisa sobre os Tupamaros.

Mas é claro que aconteceu exatamente o oposto e a fama dos guerrilheiros se espalhou para além das fronteiras uruguaias. Esse movimento de ação e reação foi crescendo como uma bola de neve. A luta armada se intensificou por volta de 1968, período em que o vizinho Brasil também já passava pelo rastro de horror do golpe de 1964. Nesse meio tempo vieram idas e fugas da cadeia, até que um dia não deu mais para correr. Como disse um próprio militar no filme, a essa altura não eram mais presos e sim reféns.

Os ativistas políticos amarguraram 12 anos numa solitária, que no melhor dos casos tinha tamanho de dois metros por um, passando por situações degradantes como beber a própria urina em prol da sobrevivência. Embora faça falta saber mais sobre os Tupamaros, o roteiro do filme faz um recorte muito minucioso da rotina em cárcere, sendo lento em vários momentos, mas em outros faz uso de flashbacks e recursos de câmera mais dinâmicos para dar ritmo à obra.

Como refém da opressão, Mujica era o mais solitário e, aparentemente, o mais perturbado deles por seus pensamentos compulsivos. A mãe, Lucy Cordano, se manteve ao seu lado e aparece no longa poucas porém marcantes vezes, enquanto Mauricio e Eleuterio levam a trama como personagens centrais, que encontram uma maneira de se comunicar entre si.

Mesmo que aborde um tema pesado, pautado pela tortura constante, por interrogatórios e mudanças constantes de cadeia, a trama não é apenas sobre violência, mas sim sobre a resistência e o sonho de liberdade, não só da prisão, mas do regime militar. As pequenas grandes vitórias diárias dão um sopro de esperança de que, no fundo e entre mil adversidades, o mal não irá vencer. Se ainda não vieram as lágrimas, há risco de descerem quando toca uma bela interpretação de “The Sound of Silence” (Simon & Garfunkel), na voz de Silvia Pérez Cruz.

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Do período caótico restaram homens que seguiram carreiras políticas, com exceção de Mauricio, o mais romântico dos Tupamaros, que se dedicou à literatura. Mujica sempre foi colocado como um homem informal, que deixou um grande legado governamental e alguns órfãos ao se aposentar. Aos 59 anos disputou a primeira eleição como senador, cargo ocupado por dois anos, e depois foi eleito presidente, ocupando a cadeira por cinco anos, período em que doava 90% de seu salário para a caridade, num ato anticapitalista. O período parece curto, mas foi de feitos progressistas, com a legalização do aborto, de casamentos homossexuais e da maconha no país.

A sua principal lição para o mundo, porém, diz respeito à sua personalidade rudimentar. O político sempre viveu em condições consideradas simples – afinal, o que é mesmo o luxo, não é? -, vivendo numa chácara de um quarto, que divide até hoje com a companheira de guerrilha e de vida Lucía Topolansky desde meados de 1970, tendo como automóvel um Fusca azul de 1987.

Pelo premiado cineasta sérvio Emir Kusturica, que dirigiu o documentário ‘El Pepe, una vida suprema’ sobre a sua trajetória, Mujica foi chamado de “o último herói da política”. A essa altura do campeonato, não há como discordar e saber mais sobre o tempo em que Mujica comeu o pão que o diabo amassou só reforça a ideia. Para quem não se recorda de como era a ditadura, ou sequer a sentiu na pele, eis no filme um bom lembrete.

Fotos: divulgação e arquivo/fonte:via

Crianças são obrigadas a serem os próprios ‘advogados’ em tribunais de imigração nos EUA

A Immigration Counseling Service (ICS), uma empresa norte-americana de advocacia sem fins lucrativos especializada em imigração, produziu um curta metragem para ilustrar mais uma monstruosidade posta em prática pelo governo Trump contra imigrantes nos EUA: depois de separar crianças e bebês de suas famílias e colocá-las em verdadeiras jaulas, muitas dessas crianças são postas em tribunais para se defenderem – sem sequer a presença de um advogado. As cenas representadas no curta foram roteirizadas a partir de transcrições de tais sessões nos tribunais de imigração.

Intitulado Unnaccompanied: Alone in America (Desacompanhado: sozinhos na América), o filme é dirigido e produzido pela cineasta Linda Freedman. “Eu me espantei com os obstáculos que as crianças enfrentam sozinhas, e com o desprezo pelos seus direitos básicos”, disse Freedman. “Eu sei em meu coração que o filme irá encontrar aqueles que se levantarão, como sempre fazem, para ajudar seus companheiros humanos na hora em que eles mais precisam”.

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No filme, vemos um juiz realizando perguntas para crianças na corte, que naturalmente se mostram incapazes de sequer compreender o que está acontecendo – mas que precisam defender seu futuro sozinhas.

“Você entende do que se tratam esses procedimentos aqui na corte?”, pergunta, no filme, o juiz. Um garotinho diz que não com a cabeça. “Você sabe o que é um advogado? Você tem um advogado?” e a resposta é a mesma, para crianças diversas. São cenas de rachar o coração, e que assombram ainda mais diante do fato de não serem ficção – é uma realidade comum, que vem sistematicamente acontecendo no mais rico país do mundo.

© fotos: reprodução/fonte:via

‘Ao infinito… E além!’: Da comida à decoração, avião recria ‘Toy Story’ por inteiro

Se você acha que viajar de avião é tedioso, talvez a companhia China Eastern Airlines tenha uma boa solução: eles acabam de lançar um avião temático inspirado na série de filmes Toy Story.

Na parte frontal da fuselagem, Buzz Lightyear se prepara para ir “ao infinito… e além”. Atrás, Woody se posiciona para voar por aí. O interior também é decorado, com Lotso, o ursinho do mal, no teto, e vários personagens, como o Sr. Cabeça de Batata, Rex e Jessie estampam mesas e os encostos das poltronas.

Os bagageiros também foram enfeitados, com fundo azul e nuvenzinhas, além de alguns personagens. O cartão de embarque e as máquinas de check-in também são personalizados, e o serviço de bordo oferece comida e bebida com nomes relacionados aos filmes.

O avião será usado em rotas até e a partir de Xangai, cidade que abriga um resort temático da Disney, onde um parque inspirado em Toy Story acaba de ser inaugurado (veja imagens abaixo).

Fotos do avião via China Eastern Airlines

Fotos do parque via Shanghai Disney Resort/fonte:via

Fotos inéditas mostram parque totalmente dedicado ao ‘Toy Story’ na Disney

No próximo mês um dos maiores sucessos do cinema e da vida dos que viveram os anos 1990 vai ganhar um parque temático para chamar de seu. Mas, como a internet é uma bênção, já estão circulando pela rede fotos do parque dedicado ao desenho Toy Story.

O espaço, que vai funcionar na Flórida, será o maior na categoria de parques temáticos e terá atrações feitas exclusivamente para o filme lançado em 1995.

Entre as principais atrações está uma montanha russa com o formato do cachorro salsicha Slinky, eterno companheiro do cowboy Woody.

Claro que o simbólico Pizza Planet, onde Buzz foi raptado pelo malvado Cid foi lembrado pela Disney, que idealizou um trecho só para ele e seus alienígenas.

Ao passarem os portões que serão abertos em 30 de junho, o público vai se encantar o com o gigantismo da área, extensão do Hollywood Studios. Entrelaçado com os trilhos da montanha russa dá para ver a cowgirl Jessie, laçando os pisca-piscas, mas não se fique tão distraído ao ponto de tomar um susto com o tiranossauro Rex.

A recepção é feita pelos famosos combatentes de guerra vestidos com seu uniforme verde. Aliás, quem não lembra da participação da tropa na operação que descobriu os presentes de Natal endereçados para Andy?

Então, como diria Buzz Lightyear, “ao infinito e além!”

Fotos: Divulgação/Disney/fonte:via

Pessoas compartilham fotos incríveis de lugares que parecem saídos de um filme de Wes Anderson

A fotografia dos filmes de Wes Anderson possui características bem marcadas. Geralmente estão pinceladas de cores fores e com um toque retrô, ao mesmo tempo em que os cenários de seus filmes parecem exalar algo de mágico. Os fãs do diretor certamente vão se encontrar na rua pensando que aquele bar da esquina poderia muito bem fazer parte do set de filmagens de Grande Hotel Budapeste ou que a casa de algum amigo ficaria perfeita como cenário de Os Excêntricos Tenenbaums.

Já existe um espaço pensado para essas pessoas compartilharem seus achados no Reddit. É o Subreddit Accidental Wes Anderson. É lá que os amantes dos filmes de Wes Anderson publicam fotografias de lugares reais que poderiam muito bem estar em uma das obras do diretor. A foto em destaque foi capturada pelo usuário dekdekwho, em Hong Kong.

Espia só outros exemplos:

Auditório na Coreia do Norte. Foto: Watson92

Sala de conferências na Coreia do Norte. Foto: Nekhera

Grand Hotel Misurina, Itália. Foto: crboakes

Quarto no Ostel Hotel, em Berlim. Foto: MeunderWears

Zoológico de Londres em 1953. Foto: cleon_salmon

Berlim. Foto: lazyusernamelamp

Jane Hotel, Nova York. Foto: Rustedbones

Foto: ferrets54

Good Records, em Dallas. Foto: BlueberryGarcia

Trem em Flam, Noruega. Foto: asdlkfdjldsknlas

Foto: ScroogeMcDuckII

Singapura. Foto via /fonte:via