Pilares de Lena: a imponente floresta de pedra do leste da Rússia

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Por mais abundante e onipresente que sejam as belezas naturais do planeta, muitas vezes algumas joias a natureza nos esconde, e exige especial dedicação para que possamos aprecia-las. É o caso da incrível floresta de pedra de Lena, em Yakutsk, na Sibéria, uma das mais espetaculares maravilhas naturais da Rússia, onde os Pilares de Lena se estendem por dezenas de quilômetros à beira de um rio: para alcançar o local é preciso viajar por horas de avião até a região, e atravessar um passeio de barco por quatro dias.

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E o esforço definitivamente vale a pena: as formações de pedra de cerca de 500 milhões de anos crescem à alturas de até 150 metros rumo ao céu. As extremas temperaturas no Parque Natural Pilares de Lena – mais de 40 graus no verão, e cerca de -60 graus no inverno – provocam um processo criogênico nos pilares que fragmenta as pedras, criando os vãos entre elas feito fosse um bosque de pedras.

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O local foi decretado como Patrimônio Mundial em 2006, também por ser reduto de centenas de tipos de fósseis primitivos, como de mamutes, bisões e rinocerontes, assim como de milhares de outros registros ancestrais da vida na Terra. Acima de tudo, porém, a beleza estonteante e quase assombrosa do lugar nos lembra de como a criatividade e o impacto da natureza é efetivamente insuperável.

© fotos: reprodução/fonte:via

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Guardião da mata há 30 anos resgata sementes nativas

Há 30 anos, José Cícero da Silva, hoje com 50, se dedica a resgatar sementes nativas da Mata Atlântica na comunidade de São Manuel, Tamandaré, no litoral sul de Pernambuco.

Criado na mata desde os 12 anos, ele via o padrasto trabalhando como machadeiro e foi aprendendo o ofício. Hoje, José Cícero – ou Saberé, como é conhecido – é mateiro, responsável por coletar sementes que serão germinadas no viveiro do Polo Automotivo Jeep, em Goiana (PE).

O ofício começa às 4h da manhã, antes do sol nascer. As sementes colhidas por ele garantem que a biodiversidade da região seja preservada.

Quando o programa da Jeep teve início, em 2014, cerca de 174 espécies de plantas foram catalogadas. Hoje, com a ajuda de mateiros como Saberé, esse número já subiu para 295. Dentre estas, 27 espécies eram de plantas em extinção, que estão sendo recuperadas graças ao viveiro.

Após a coleta, as sementes são tratadas e, então germinadas no viveiro, que espera atingir a marca de 208 mil mudas plantadas até 2024, resultando em 304 hectares de área verde. O programa visa resgatar o bioma da Mata Atlântica, um dos mais ameaçados do país.

Fotos: reprodução/fonte:via

A árvore mais larga do mundo mais parece uma floresta inteira

/fonte:via

Quem se depara com a Grande Baniana pode achar que está diante de uma floresta, mas trata-se de somente uma árvore.

Localizada no Jardim Botânico de Acharya Jagadish Chandra Bose, em Haora, na Índia, a árvore se espalha por mais de 14 mil metros quadrados. Segundo o Oddity Central, o espaço ocupado por ela é maior do que uma construção média do Wal-Mart.

Acredita-se que a Grande Baniana tenha pelo menos 250 anos. As primeiras referências que se tem sobre a árvore datam do século 19 e foram encontradas em um diário de viagens.

E por que ela se parece tanto com uma floresta? Não é apenas por seu tamanho, mas também pelas enormes raízes que se levantam do chão como se fossem troncos de outras árvores.

São as próprias raízes que sustentam a planta, que teve seu caule removido após ser infectado por um fungo em 1925. Essa não foi a única intempérie à qual a árvore sobreviveu: ela também já aguentou dois ciclones ocorridos em 1864 e 1867. Mesmo assim, sua resistência não foi abalada e ela continua crescendo – mais de 2 acres foram ocupados pela Grande Baniana nos últimos 30 anos.

Treze pessoas são responsáveis pelos cuidados com a árvore, considerada a mais larga do mundo. Os curiosos podem visitá-la durante um passeio pelo Jardim Botânico, que fica a uma curta distância do centro da cidade de Kolkata, na Índia.

Nós já estamos pesquisando as passagens, e vocês?

Créditos das fotos sob as imagens/fonte:via

Drones estão ajudando a plantar árvores e monitorar desmatamento

Se antes eram um objeto de desejo acessível para poucos, os drones hoje se tornaram populares em diversas áreas de atuação – e são também um hobby para quem curte apenas brincar com os aparelhinhos.

Porém, o gadget pode ser útil para fins bem mais nobres, como o reflorestamento.

A startup americana DroneSeed espera utilizar o aparelho com esse fim em um futuro próximo. Em um voo de uma hora e meia, o dispositivo seria capaz de replantar uma área de cerca de quatro mil metros quadrados, segundo o The Greenest Post.

Para tornar isso possível, o drone espalharia sementes durante o voo. A altura que ele alcança é calculada para que as sementes sejam enterradas na terra graças à velocidade. Assim, aumentam as chances de que uma muda nasça do plantio.

Depois de espalhadas as sementes, os drones também ganham uma nova função: a de monitorar seu crescimento e garantir que nenhum tipo de desmatamento ilegal ocorra na região. No Brasil, um projeto similar prevê o uso de drones para monitorar a Amazônia a partir de 2019.

Infelizmente, a tecnologia de plantio da empresa ainda não está disponível. Enquanto isso, os drones da DroneSeed são usados para espalhar fertilizantes sobre as plantações – mas a gente espera que eles possam ser transferidos para um cargo mais nobre em breve! 🌱

Estas 10 fotos revelam a beleza pouco falada e divulgada da Eslovênia

O fotógrafo Filip Eremita vive na Eslovênia e se dedica a registrar as lindas paisagens da região. Ao longo de seis anos, ele fotografou a cidade em que vive durante caminhadas nas montanhas Balkans ao amanhecer ou anoitecer.

“Minha maior paixão deve ser a fotografia. E se você misturar com uma paixão por florestas e cogumelos, isso é o que você ganha. Sim, eu adoro fotografar cogumelos, aquelas pequenas e quase ignoradas ‘criaturas’ no chão da floresta”, escreve Filip no site Bored Panda.

Descubra seu lindo trabalho aqui:

 

Fotos: Filip Eremita/fonte:[via]

Islândia replanta florestas arrasadas pelos vikings mil anos depois

A Islândia está cada vez mais em alta como destino turístico. Apesar de suas paisagens incríveis, o país esconde uma verdade desconcertante: um alto índice de desmatamento.

Isso nem sequer é novidade por lá, já que grande parte das florestas que cobriam o país desapareceram há mais de mil anos, quando os vikings chegaram à região. Nos últimos anos, mais de 3 milhões de árvores já foram replantadas no território, mas a recuperação ainda é lenta.

Hoje, cerca de 40% do país é deserto, mas o Icelandic Forest Service está trabalhando para reduzir o efeito causado por séculos de desmatamento. Ainda assim, estima-se que, apesar dos esforços, o crescimento das florestas tenha sido de apenas 0,5%.

Atualmente, o objetivo da Islândia é recuperar sua área florestal dos atuais 2% para 12% até 2100. Para isso, eles contam com a ajuda de plantas não-nativas capazes de auxiliar na recuperação dos solos, pois a única espécie de árvore autóctone na região, a Betula pubescens, não está se adaptando ao replantio.

 

Fotos via Unsplash /fonte:[via]

Fotógrafo cria trilhas mágicas de arco-íris em meio à floresta

O fotógrafo e cineasta Daniel Mercadante sabe como dar cor e magia a paisagens de uma forma no mínimo diferente. Ele pinta trilhas de arco-íris usando luz e, em seguida, captura-os através de uma longa exposição. A técnica é chamada ligh painting, que é exatamente pintar com a luz.

Você pode imaginar onde esses caminhos iluminados e coloridos o levariam? Conheça mais o trabalho abaixo e no Instagram do artista.

 

Fotos: Daniel Mercadante/fonte:[via]