Retratos cinematográficos e impressionantes feitos com luz natural por Alessio Albi

Dramáticas e etéreas, as obras do fotógrafo italiano Alessio Albi nos imergem em retratos com estética e emoção quase palpáveis. Trabalhando principalmente por instinto, o artista raramente prepara suas modelos e é guiado pelo ambiente disponível para ele. Ele brinca com as formas, as cores, o caráter das modelos e a luz para um resultado intoxicante e cinematográfico.

“É um paradoxo para mim, sou uma pessoa muito ansiosa em outros aspectos da vida e gosto de organizar tudo! É por isso que a fotografia é para mim como uma terapia e uma maneira de me desligar da realidade. Eu sou inspirado por outras formas de arte; como pintura, desenho, cinema, música e literatura. A natureza também tem um grande papel na minha produção; Crescer no centro da Itália ajudou-me a este respeito, graças ao seu incrível ambiente natural “, diz ele. Siga seu trabalho no Instagram.

Fotos: Alessio Albi/fonte:via

18 imagens que são candidatas ao prêmio de Melhor Fotografia Astronômica de 2018

Imagens do sol expelindo plumas de plasma no espaço, auroras deslumbrantes capturadas em vídeo e closes excepcionais da lua estão competindo para vencer o prêmio de melhor fotografia astronômica do ano.

As tomadas hipnotizantes pré-selecionadas pelos juízes do Royal Observatory Greenwich impressionam mostrando a beleza do universo. O vencedor do concurso receberá um prêmio em dinheiro de 10 mil libras ($ 13 mil dólares) e os vencedores de todas as outras categorias, incluindo o Fotógrafo de Astronomia Jovem do Ano, receberão £ 1.500 ($ 1.900) em dinheiro.

Confira as imagens:

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Fotógrafa registra a beleza impressionante das paisagens naturais

A mãe natureza nos oferece os mais belos shows! A fotógrafa britânica Rachael Talibart imortaliza paisagens selvagens e ásperas com as mais impressionantes cores e texturas naturais. O gelo hipnotizante, o mar revolto, o céu incrível, o reflexo da água ou a areia da praia voando; a artista visual capta com humilde simplicidade a arte e a poesia criadas pelos elementos naturais. Trabalhos que exigem respeito e contemplação da beleza do nosso meio ambiente.

Confira seu trabalho:

Fotos: Rachael Talibart/fonte:via

As vencedoras do Concurso de Fotos Subaquáticas 2018 vão te deixar sem fôlego

Desde 2015, uma organização britânica promove o Concurso de Fotografias Subaquáticas do Ano, com o objetivo de reunir as melhores imagens tiradas sob a água e mostrar como a vida subaquática é bela e curiosa.

Todas as fotos, é claro, deveriam ser tiradas sob a água, mas imagens com parte da composição fora do nível subaquático também eram permitidas. Fotógrafos de 63 países enviaram mais de 5 mil fotografias para participar das 11 categorias da competição.

Apesar de não restringir edições posteriores ao clique, a organização deixou claro que se trata de um prêmio de fotografia, não de Photoshop, e que as imagens deveriam representar a realidade.

Confira as fotos vencedoras:

Fotografia do Ano: Tobias Friedrich (Alemanha)

Fotografia Britânica do Ano: Grant Thomas (Reino Unido)

Fotógrafo Revelação do Ano: Man BD (Malásia)

Fotógrafo Britânico Revelação do Ano: Tony Stephenson (Reino Unido)

Grande Angular: Greg Lecoeur (França)

Macro: Shane Gross (Canadá)

Comportamento: Filippo Borghi (Itália)

Retrato: Tanya Houppermans (EUA)

Preto & Branco: Borut Furlan (Eslovênia)

Câmera Compacta: Simone Matucci (Nova Zelândia)

Macro em Águas Britânicas: Henley Spiers (Reino Unido)

Câmera Compacta em Águas Britânicas: Vicky Paynter (Reino Unido)

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‘Ibaré Lewá’: ensaio fotográfico retrata amizade bonita entre Orixá e natureza

O Orixá é uma divindade. Mas o Orixá também é energia presente nos elementos da natureza. Na água doce dos rios e cachoeiras; na salgada dos mares; em meio aos caminhos de florestas e matas, fato é que ‘kosi ewe kosi orisà’. ‘Sem folha não há orixá’.

Entre suas inúmeras filosofias o Candomblé tem como alicerce a preservação da natureza, exatamente com dissemos acima. Mesmo com esta postura amigável e de incentivo ao cuidado com o meio ambiente, a religião seguida por uma parcela considerável da população negra brasileira ainda é alvo de visões equivocadas, repletas de estereótipos e preconceitos.

Ora, quem aí não ouviu alguém se dirigir ao culto aos Orixás de forma pejorativa e até com menosprezo? Para especialistas isso se dá pela presença do racismo na sociedade brasileira. Em função de conceito criminalizatório de tudo que se refere ao negro.

Em artigo publicado no Sindicato dos Servidores das Justiças Federais no Estado do Rio de Janeiro o coordenador de imprensa do Sisejufe Roberto Ponciano chama a atenção justamente para este fator gerador inclusive da intolerância religiosa.

“O ataque aos cultos afro-brasileiros, na verdade, é apenas a ponta do iceberg do racismo velado que existe neste país. A lei do racismo é um avanço, mas, de fato, apenas jogou para debaixo do tapete a sujeira. O preconceito contra o negro não é só preconceito de pele, ele se perpetua porque é, acima de tudo, preconceito contra a cultura negra e contra o legado do negro no Brasil”, analisa.

Diante deste cenário ainda preocupante é fundamental o espaço para iniciativas e obras que tenham como proposta a exaltação dos componentes de formação da cultura negra no Brasil. Neste sentido não há exemplo mais apropriado do que o Ibaré Lewá, que unindo arte, fotografia e religiosidade oferece ao público as cores, os sons, os cheiros e as linguagens artísticas dos Orixás, grandes inspiradores para o projeto.

Em iorubá, língua falada especialmente em países da África Ocidental, entre eles a Nigéria, ibaré lewá quer dizer amizade bonita entre uma pessoa e seu ancestral. Ancestralidade tão bem retratada pela colaboração entre Erica Azeviche, expoente do cenário artístico brasileiro e formada em Artes do Corpo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC) e a fotógrafa francesa Claire Jean.

Para entender os resultados deste trabalho é preciso voltar no tempo para o ano de 2012, quando Erica, devidamente diplomada pela PUC, vivenciou os costumes Ketu e Efon com a Iyalorisá Maria Helena Ti Yoba na casa de Candomblé Àse Egbé Òmò Yoba Tunde, de Pirituba, na Zona Oeste de São Paulo. Na ocasião a artista e candomblecista aprofundou pesquisas de costumes africanos da antiga civilização iorubana que chegou ao Brasil por meio de pessoas trazidas na condição de escravos.

Tais atividades existem hoje no país em mosaicos culturais de encontros entre africanos, indígenas, portugueses etc. Trocando em miúdos, a cultura africana é a semente base para o desenvolvimento da sociedade brasileira. Tendo isso em  mente, durante seus rituais iniciáticos Erica Azeviche teve a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre seus ancestrais africanos, neste caso, a rainha da sociedade Elekô Yoba.

Por meio de fotografias, a francesa Claire Jean — parceira no projeto — compartilha seu olhar em lentes que vislumbram o corpo nu em sua naturalidade, assim como pontua a existência humana como parte da natureza e não como um ser que a tem. Para compor este cenário nada mais coerente que apresentar o corpo humano entre árvores, sementes, terra, fogo, ar, etc. Um lugar de Orixá, um lugar em que são as forças da natureza que se mostram ao lado de outras maneiras de existir.

Realizado com o apoio do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria do Estado da Cultura, o projeto Ibaré Lewá já foi exposto em Santos, na Galeria de Artes Braz Cubas, em Cubatão, no Parque Anilinas e no Centro Cultural São Paulo.

O que se vê ao longo das fotografias são retratos de rara beleza. Como não se deixar levar pela singularidade de Obaluaê – Orixá responsável pela cura das chagas e doenças, desfilando seus mistérios no meio do matagal? Aliás, amor é tudo o que inunda os corações ao avistar a representação de Oxum – Orixá das águas doces, colhendo seus lírios na beira de uma cachoeira.  

Para facilitar o acesso às obras, a exposição também está disponível aqui: https://www.facebook.com/ibarelewa/

Fotos: Claire Jean/Guilherme Godoy/reprodução/fonte:via

Para combater estereótipos, pitbulls ganham coroas de flores

Como muitas pessoas, Sophie Gamand nem sempre foi a maior fã de pitbulls. Como fotógrafa voluntária de abrigos de animais, ela costumava ficar tensa sempre que via um. E então algo mudou. Em 2014, a fotógrafa de Nova York decidiu confrontar seu medo e assumir um projeto que a forçaria a interagir com os pit bulls, relata o My Modern Met.

Inicialmente, ela queria ver por si mesma se os pitbulls eram realmente tão perigosos quanto as pessoas dizem que são – e o que ela aprendeu a surpreendeu.

Ela “descobriu a natureza doce e gentil dos pitbulls e como eles são obedientes e ansiosos para agradar”, disse Gamand ao site. “Eles são patetas, amorosos e muito ligados às pessoas”, relata.

Equipada com sua nova mentalidade, ela decidiu fotografar os cães individualmente com coroas de flores coloridas adornando suas cabeças na esperança de desafiar a percepção do público sobre a raça. E funcionou.

Gamand diz que a equipe de abrigos de animais frequentemente diz a ela que suas fotos, publicadas nas redes sociais com uma breve descrição da personalidade de cada cão, já salvaram inúmeros cães da eutanásia e ajudaram muitos outros a encontrar lares para sempre. “Elas ajudaram os cães a serem adotados, que tinham zero interesse por meses ou até anos”, diz ela.

Nos últimos anos, ela fotografou mais de 400 pitbulls e suas imagens serão publicadas em um futuro livro intitulado Pit Bull Flower Power: The Book. Será lançado em outubro para o Mês de Conscientização do Pitbull.

Ela diz que o estereótipo dos pit bulls sendo excessivamente agressivo é “completamente infundado”, acrescentando que a genética tem pouca ou nenhuma influência na personalidade de um cão. O que faz a diferença, no entanto, é o cuidado e o treinamento adequados, e é por isso que ela está dedicando o trabalho de sua vida para ajudar os cães a encontrar lares amorosos.

Quem aguenta essa fofura?

Além disso, os cães adoram as sessões de fotos. “Estes são todos cães de abrigo que passam a maior parte do tempo em uma gaiola”, diz Gamand. “Eles são tão felizes por toda a atenção, prazeres e amor que recebem nas filmagens. Eles amam nada mais do que ser bons meninos e meninas – aprendendo truques, sentados para conseguir um biscoito. É o momento especial deles. esforço de equipe entre o manipulador, o cachorro e eu mesmo “.

Suas fotos se espalharam por todas as redes sociais, e agora ela recebe pedidos para visitar abrigos de animais em todo o mundo, da Índia ao Kuwait e à China. Antes do Pit Bull Flower Power, o primeiro livro de Gamand, o Wet Dog – que apresenta cães molhados adoráveis ​​- foi publicado em 2015.

Continue rolando para ver mais da série Flower Power da Gamand e confira este projeto e outros em sua página do Instagram e website:

Fotos: Sophie Gamand/fonte:via

O lago mais profundo e limpo do mundo tem registros impressionantes de sua fase congelada

A fotógrafa russa Kristina Makeeva, que vive em Moscou, fez duas visitas ao Baikal, o lago mais profundo e limpo da Terra. Quando estava planejando a viagem, ela não tinha ideia que o lugar fosse tão maravilhoso, majestoso e encantado. “Nós fomos tão arrebatados por sua beleza, que quase não dormimos durante os 3 dias que estivemos aqui”, conta.

O Lago Baikal tem cerca de 600 km de comprimento. A espessura atinge de 1,5 a 2 metros, podendo suportar cerca de 15 toneladas nos lugares mais firmes. O gelo tem padrões diferentes em cada parte do lago, já que a água vai congelando camada por camada. “O gelo no Baikal é o mais transparente do mundo! Você pode ver tudo até o fundo: peixes, pedras e plantas. A água no lago é tão clara, que você pode ver tudo que está até 40 metros de profundidade.

Baikal também é o lago mais profundo do mundo. Sua idade certa ainda provoca debates entre cientistas, mas o certo é que este é o maior reservatório de água doce do planeta e sua profundidade é de 1.642 metros. Além de Baikal, existem apenas dois lagos com mais de 1000 metros de profundidade: o lago Tanganica, com 1.470 metros e o mar Cáspio, com 1.025 metros.

“Em algumas partes, o gelo é escorregadio como o espelho. Você pode fotografar reflexos ideais e capturar viajantes andando de patins, bicicleta ou trenó. Lugar maravilhoso”, conta Kristina.

Confira as imagens:












 

Fotos: Kristina Makeeva/fonte:via