Cidade brasileira pode ter desconto no IPTU para quem reciclar lixo

reciclagem IPTU 3

Apesar de todo mundo já estar cansado de saber dos inúmeros benefícios da reciclagem do lixo, um estímulo nunca é demais, não é mesmo? Por isso, a cidade de Goiânia acaba de votar a favor de um projeto de lei que autoriza a troca de lixo reciclável por desconto no valor do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) no exercício do ano seguinte ao da geração dos créditos.

reciclagem IPTU 1

Entretanto, o projeto que já foi aprovado no final do mês passado na câmera dos vereadores, ainda precisa passar pelo veto do prefeito da cidade para que comece a ser colocado em prática. Com o nome de “Programa Recicle Mais, Pague Menos”, a proposta é que os moradores recebam o desconto proporcionalmente ao peso de material reciclado que eles entregarem nos postos autorizados.

reciclagem IPTU 2

O setor de reciclagem no Brasil movimenta anualmente quase R$ 12 bilhões por ano, porém, em contrapartida, R$ 8 bilhões que poderiam ser reciclados acabam sendo perdidos. A vereadora responsável pela iniciativa, Sabrina Garcêz, afirma que a proposta tem o objetivo de diminuir o impacto ambiental, mas também de gerar empregos no setor. Uma proposta inspiradora que podia ser aplicada no país inteiro, não é mesmo?

reciclagem IPTU 3

Fotos: Unsplash/fonte:via

Conheça as primeiras selecionadas como melhores fotografias de Instagram de 2018

O Instagram criou uma nova maneira de se tirar e compartilhar fotografias, sem que precisemos de um equipamento profissional. Qualquer um pode tirar fotografias incríveis a partir de seu smartphone, fazer melhorias com a imensa oferta de aplicativos de edição de imagem e, compartilhar a partir de uma das redes sociais mais utilizadas do mundo.

Foi para celebrar a democratização da fotografia, que a empresa Photobox lançou neste ano o prêmio PIPAsPhotobox Instagram Photography Awards, que vai escolher fotografias de pessoas comuns para compor uma exposição, no final do ano, em Londres. Mais de 180 mil fotografias foram submetidas para o concurso, totalmente de graça, desde que utilizassem a hashtag #THEPIPAS2018, com menção ao @photoboxuk.

Algumas fotos já foram escolhidas, no dia 3 de outubro, pelo júri, que é composto por profissionais da área, como a editora-chefe da Cosmopolitan – Farrah Storr ou o ex-editor de fotografia do The Guardian – Eamonn McCabe. Está curioso para saber quais foram estas fotos? Separamos algumas para vocês!

!


@andresson.photography

@patlyr2052

@darrenwilliamhall

@stevenbrunton

@gaelfontany

@mww2108

@musotravels

@gflandre

@traverserlepaysage

@mariacostantinaseri

@seguyger

  /fonte:via

Fotos que exprimem a beleza a partir da estética geométrica e surrealista

A beleza está nos olhos de quem a vê e, é exatamente isso que a fotógrafa Evelyn Bencicova, baseada na Eslováquia quer nos mostrar. Com apenas 26 anos ela possui uma capacidade única de misturar realidade com ficção, criando um todo um universo particular em suas fotografias.

A jovem começou a tirar fotos depois de uma cirurgia ocular que ela precisou fazer em decorrência de um grava acidente. Apesar de possuir um estilo muito característico e inovador, ela ainda não se considera fotógrafa e diz que usa sua arte como meio de expressão.

Cores, formas geométricas e alguns efeitos fazem parte da realidade de Evelyn, que ao site Cultura Inquieta, afirmou que desde criança sempre gostou de transformar as coisas a partir de sua alta criatividade.

Com uma estética conceitual, que une o clássico com o surreal, suas fotos são altamente hipnóticas e, um verdadeiro convite à imaginação!

Apesar da fotógrafa realizar diversos trabalhos para marcas de moda e publicidade, ela não abre mão se seu estilo que segundo ela, “reflete exatamente como eu sou”.

Fotos: Evelyn Bencicova  /fonte via

Artista brasileira coloriza fotos de uma prisioneira polonesa de apenas 14 anos em Auschwitz, e o resultado é muito comovente

A artista digital brasileira Marina Amaral, de Belo Horizonte, dá cor a fotos históricas para enfatizar seu significado, iluminar visualmente o passado e aumentar seu impacto.

Nesse ramo há três anos, em seu último projeto, Marina colorizou as imagens de uma prisioneira polonesa de apenas 14 anos, Czeslawa Kwoka, no campo de concentração nazista em Auschwitz.

“É muito mais fácil se relacionar com essas pessoas uma vez que as vemos em cores. Compreendemos melhor o que ela e milhões de outros passaram depois de ver suas contusões, o corte no seu lábio e o sangue vermelho no seu rosto. O Holocausto não começou com assassinatos em massa. Começou com a retórica do ódio”, disse a artista ao portal The Bored Panda.

Marina afirmou ainda que foi muito difícil olhar no rosto da garotinha por tantos minutos sabendo o que aconteceu com ela. “Eu queria dar a Czeslawa a oportunidade de contar sua história, que é [também] a história de tantas outras vítimas”.

A foto

Originalmente, as imagens de Czeslawa foram tiradas por Wilhelm Brasse, o famoso fotógrafo do campo de concentração de Auschwitz.

Em entrevista, ele afirmou que se lembrava distintamente dessa garota em particular. Quando ela chegou ao acampamento, não entendia o que lhe diziam.

“Então, uma mulher, Kapo (uma superintendente), pegou uma vara e a bateu no rosto. Esta mulher alemã estava apenas descontando sua raiva na garota. Uma linda garota tão inocente. Ela chorou, mas não podia fazer nada. Antes que a fotografia fosse tirada, a menina secou suas lágrimas e o sangue do corte no lábio. Para dizer a verdade, me senti como se tivesse sido atingido também, mas não consegui interferir. Isso teria sido fatal para mim”, contou.

Czeslawa foi uma das aproximadamente 230 mil crianças e jovens com menos de 18 anos – e uma entre as 1,3 milhões de pessoas – deportadas para Auschwitz-Birkenau de 1940 a 1945.

Ela foi transportada de Zamosc para Auschwitz em 13 de dezembro de 1942. Em 12 de março de 1943, morreu aos 14 anos. As circunstâncias de sua morte não foram registradas.

Outas fotos históricas

A artista digital também já coloriu muitas outras fotos históricas. Por exemplo:

“The Burning Monk” – o monge que ateou fogo em seu próprio corpo durante uma manifestação na cidade de Saigon, Vietnã do Sul, contra a política religiosa do governo de Ngo Dinh Diem

Uma vítima de bombardeio americano

Inglês órfão em Londres (1945)

Um menino francês se apresentando a soldados indianos

Três meninos franceses olhando um tanque alemão derrubado

Presos do campo de concentração de Wobbelin, na Alemanha

Mãe migrante

Médicos das 5ª e 6ª Engineer Special Brigade, brigadas especiais dos EUA

Refugiados poloneses

Abraham Lincoln

Airmail Pilot

Broad Street, New York

Elvis Presley, Priscilla Presley And Lisa Marie

John And Jacqueline Kennedy

Drink Dr. Pepper

Winston Churchill

Acesse o website de Mariana Amaral, ou sua página no Behance, para mais informações sobre a artista.

fonte:[via][BoredPanda]

Gigantescas manchas de cocô levam à descoberta de um super colônia de pinguins

Um grupo de pesquisadores de vários países conseguiu encontrar uma mega colônia de pinguins-de-adélia ao observar imensas manchas de cocô em imagens de satélite. Esses animais vivem na ilhas de Danger Islands, na Antártida.

Depois de notar os sinais, os pesquisadores foram às ilhas, tiraram fotos e contaram o número de pinguins dessa colônia, e o resultado impressiona: 1,5 milhões. Isso surpreendeu os pesquisadores, uma vez que a apenas 160km dali, aves da mesma espécie estão vivendo em condições não muito promissoras.

O número de pinguins-de-adélia está em declínio há 40 anos na Península Antártica. Os pesquisadores já sabiam que eles provavelmente viviam na região norte da península, mas a dificuldade de acesso havia os impedido de chegar até lá até agora, então eles supuseram (erroneamente) que as populações dali também estivessem minguando.

O nome Danger Islands (Ilhas do Perigo) não é uma brincadeira. O explorador que a nomeou no século XIX, James Clark Ross, sabia do que estava falando. As águas ao redor do conjunto de ilhas são agitadas e contêm pedaços grandes de gelo mesmo durante o verão. Este local é de difícil acesso, e as expedições científicas para lá são raras.

Por isso, a ecologista Heather Lynch, da Universidade Stony Brook (EUA) fez uma parceria com Mathew Schwaller, que trabalha na NASA, para analisar as populações de pinguins da isolada região através de imagens de satélite. As fotos revelaram enormes manchas de cocô de pinguim, sugerindo que muitas aves viviam ali. A observação motivou uma expedição às ilhas em 2015, envolvendo profissionais das universidades de Oxford, Louisiana State, Woods Hole Oceanographic Institute e outras instituições.

Logo depois da chegada, a equipe percebeu que contar pinguim por pinguim seria impossível. Para completar essa missão monumental, eles usaram um drone modificado para conseguir imagens em ângulo olho de peixe para observar melhor o aglomerado de pássaros. As fotos foram unidas em um mosaico massivo, mostrando quatro ilhas em 2D ou 3D.

De volta ao laboratório, os pesquisadores usaram um tipo de Inteligência Artificial para analisar a montagem, contando meticulosamente cada ninho de pinguim. No total, eles encontraram 751.527 casais, sem contar os filhotes e solteiros.

Curiosos sobre a evolução da colônia, os pesquisadores tiveram acesso a imagens antigas de satélite do mesmo conjunto de ilhas e observaram que o grupo de aves vive ali pelo menos desde 1959. “Cientificamente, enquanto este é um enorme número de “novos” pinguins, eles são novos apenas para a ciência”, diz o co-autor da pesquisa, Tom Hart, pesquisador de Oxford.

Os pesquisadores estão curiosos para saber porque essa colônia continua populosa enquanto suas vizinhas do lado oeste da península estão diminuindo. A diminuição das outras colônias tem sido justificada pelo aquecimento global, segundo Mike Polito, pesquisador da Louisiana State University.

É possível que esse sucesso deva-se às condições do gelo sobre o mar na região ou quantidade de alimento disponível. Mas essas hipóteses ainda devem ser investigadas.

Mesmo assim, o estudo pede maior proteção às colônias do lado oeste, que estão mais expostas à atividade humana e que estão em declínio. O trabalho foi publicado na revista Scientific Reports.

fonte:[via][Gizmodo]

As melhores fotos da Terra tiradas no ano passado vão te fazer ver o mundo de outra forma

O mundo é um lugar deslumbrante. Caso você não esteja seguro disso ainda, te convido a apreciar algumas das mais incríveis paisagens do nosso planeta abaixo.

Essas imagens foram vencedoras do concurso “International Landscape Photographer of the Year”, ou “Fotógrafo Internacional de Paisagem do Ano”, em 2017.

Elas destacam nossas poderosas montanhas, cores, luzes e belezas abstratas, mostrando que a melhor parte da Terra é, sem dúvida, sua natureza exuberante.

Lençóis Maranhenses


O fotógrafo brasileiro Cristiano Xavier ganhou o prêmio de fotografia aérea com esta visão belíssima dos Lençóis Maranhenses, no nordeste do Maranhão.

Chapada dos Veadeiros


O fotógrafo brasileiro Marcio Cabral ganhou o prêmio de exposição prolongada por essa imagem reveladora de galáxias, feita do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás.

Bisti Wilderness Area


Huibo Hou, fotógrafa sedeada em San Diego, nos EUA, ganhou o terceiro lugar geral na competição com essa imagem da Bisti Wilderness Area, uma região selvagem do estado americano do Novo México.

Yellowstone


Outras imagens em preto e branco feitas por Huibo Hou, desta vez do Parque Nacional de Yellowstone (EUA) no inverno.

Islândia


O fotógrafo Alex Nail, do Reino Unido, ganhou na categoria montanha por esta foto da região de Southern Highlands, na Islândia.

Romênia


O fotógrafo romeno Cosmin Stan venceu na categoria neve com esta imagem do Parque Nacional das Montanhas Ciucas, na Romênia.

Lago Watersprite


O canadense Adam Gibbs ficou em segundo lugar geral na competição. Essa imagem mostra o Lago Watersprite em Squamish, Colúmbia Britânica.

Fairy Lake


Outra de Adam Gibbs. A foto mostra o lago Fairy Lake em Port Renfrew, Colúmbia Britânica.

Parque Nacional Yoho


Gibbs também capturou esta ponte natural do Parque Nacional Yoho, na Colúmbia Britânica.

Mount Seymour


Essa vista espetacular do Parque Provincial de Mount Seymour, na Colúmbia Britânica, é também de Adam Gibbs.

Ace Hill


O fotógrafo Stephen King, sedeado em Hong Kong, venceu na categoria árvore com esta imagem de Ace Hill, em Hokkaido, Japão.

Patagônia


O fotógrafo Max Rive, da Holanda, ficou em primeiro lugar na competição “Fotógrafo Internacional de Paisagem do Ano” pelo conjunto da sua obra, que inclui essa foto da Patagônia.

Monte Fitz Roy


Rive começou a tirar fotos em 2008 e se tornou profissional nos últimos três anos. Nesta imagem, ele mostra o Monte Fitz Roy, na Argentina.

Cerro Torre


Esta imagem de Rive, tirada no lado argentino da Patagônia, também ganhou na categoria individual “Fotografia do Ano”. Mostra Cerro Torre no fundo.

Alpes Suíços


Mais uma foto de Rive, dos espetaculares Alpes Suíços.

fonte:[via][BusinessInsider]

Exposição de arte celebra o cinema dos irmãos Coen

Os irmãos Joel e Ethan Coen têm uma legião de fãs graças a filmes como Fargo, O Grande Lebowski e Onde Os Fracos Não Têm Vez. O humor peculiar, os personagens excêntricos, as reflexões existenciais e morais fazem sucesso há décadas, e uma exposição em NY homenageia a carreira dos dois.

Exibida na Spoke Art até 25 de fevereiro, a mostra O Coen, Where Art Thou? reúne tributos feitos por cinquenta artistas de diferentes países ao redor do mundo. Pinturas, esculturas, desenhos e pôsteres alternativos estão entre o material disponível para apreciação.

Para o deleite de quem não pode conferir a exposição pessoalmente, a galeria disponibilizou várias das obras em seu site. É de deixar os fãs morrendo de vontade de colocar pelo menos uma na parede de casa…

 

Fotos: Divulgação/Spoke Art /fonte:via