Macacos desconfiados e leopardo reflexivo: Os 10 vencedores do Wildlife Photographer of the Year 2018

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Serenos, reflexivos, concentrados e preocupados, dois macacos-de-nariz-arrebitado olham para a mesma direção. Sentados sobre pedras em um denso cenário de floresta, os macacos parecem ao mesmo tempo completamente selvagens e de semblante bastante humano, enquanto observam uma briga entre membros de seu grupo. Essa é a imagem vencedora do Wildlife Photographer of the Year 2018, o concurso anual de fotografias amadoras e profissionais do mundo inteiro, que registram “a beleza e a fragilidade do mundo natural”.

A foto vencedora foi tirada nas montanhas de Qinling, na China, pelo fotografo holandês Marsel van Oosten. Segundo Marsel, a foto exigiu dedicação e esforço, e retrata uma espécie em extinção, que poucas pessoas sequer sabem que existem. Segundo representantes do concurso, a foto venceu não tanto pelo impacto, mas pelas cores, a iluminação e por algo de fascinante que fazia com que sempre voltassem à imagem.

Os demais premiados nas diversas categorias mostram também a força e a beleza da natureza, nesse que é um dos mais importantes concursos de fotografia do mundo. Iniciada em 1964, a competição é realizada anualmente pelo Museu de História Natural de Londres, que receberá uma exposição com as melhores imagens de 2018.

Skye Meaker (Vencedor Categoria “Junior”) 

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Michael Patrick O’Neill (Vencedor categoria “Subaquática”)

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Javier Aznar González de Rueda (Vencedor categoria “Portfólio vida selvagem”)

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Joan de la Malla (Vencedor categoria “Fotojornalismo de animais selvagens”)

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Georgina Steytler (Vencedor categoria “Comportamento: Invertebrados”)

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David Herasimtschuk (Vencedor categoria “Comportamento: anfíbios e répteis”)

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Arshdeep Singh (Vencedor categoria “Até 10 anos”)

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Cristonal Serrano (Vencedor categoria “Animais em seu meio ambiente”)

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Orlando Fernandez Miranda (Vencedor categoria “Ambientes de terra”)

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© fotos: reprodução/fonte:via

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Guitarrista do Queen divulga fotos inéditas com Freddie Mercury em livro

Ver de perto os bastidores de uma das mais incríveis, bem sucedidas e espetaculares bandas de rock de todos os tempos foi privilégio para poucos. Por isso o livro que o guitarrista Brian May, um dos fundadores do Queen, lançou recentemente com as fotos que tirou das turnês de sua banda ao lado de John Deacon, Roger Taylor e Freddie Mercury rapidamente desapareceu das livrarias. Agora uma nova edição, trazendo ainda mais fotos, do livro “Queen in 3-D” ganhará as prateleiras.

May registrava frequentemente a trajetória de sua banda desde o início até o auge do sucesso, e esse material foi transformado no livro. A camaradagem, o bom humor, a alegria, o sucesso e os shows, tudo foi devidamente registrado em fotos, que mostram o que quase ninguém tinha acesso na história de uma das maiores bandas de todos os tempos. O gênio e a doçura de Freddie Mercury aparecem em boa parte das fotos, como registro da intimidade de um dos grandes cantores do século XX.

Uma atração especial dessa nova edição do livro são as imagens que May vêm fazendo dos bastidores da filmagem de “Bohemian Rhapsody”, o aguardado filme que contará a carreira da banda desde os esforços do início até o histórico show no Live Aid, em 1985, considerado por muitos como a maior apresentação ao vivo de uma banda de rock em todos os tempos. Brian e Roger podem ser vistos ao lado dos atores que os viverão nas telas, assim como de Rami Malek, ator que viverá Mercury na cinebiografia. O filme está previsto para ser lançado nos EUA em novembro desse ano.

© fotos: Brian May/fonte:via

O mediterrâneo e seus incríveis tons de azul vistos de cima

Alguém disse uma vez que todos os azuis do universo repousam no Mediterrâneo, nosso mar celestial. Testemunha do início de nossa civilização, o Mediterrâneo banhou nossa cultura e modo de vida com luz.

É por isso que o fotógrafo alemão Tom Hegen, com a câmera e a perspectiva aérea nas mãos, nos convida a passear por suas águas cristalinas, suas enseadas de beleza infinita e suas praias de areia e pedra cheias de história. Uma delícia de série fotográfica.

Fotos: Tom Hegen/fonte:via

Fotógrafo clica 20 gatos ‘loucões’ de catnip

O fotógrafo profissional de animais de estimação Andrew Cattila captura uma variedade de personalidades bobas e expressivas dos gatos enquanto eles reagem à sua viagem. Recentemente, ele terminou um projeto sobre o amor dos gatos pelo Catnip, ou a erva-do-gato.

Em seu livro Cats On Catnip, publicado em junho deste ano, ele faz uma coleção humorística de dezenas de fotos de gatos engraçados e adoráveis ​​enquanto brincam, rolam e comem seu lanche favorito. “Enquanto eu costumava ser terrivelmente alérgico a gatos, agora eu moro com minha namorada, nossos três gatos e uma enorme quantidade de gatinhos adotivos fora de D.C.”, conta Andrew.

Gatos adoram catnip. Quer seja comê-lo, brincar com ele ou rolar nele, a erva transforma nossos amigos felinos domésticos em divertidos bailes de atividade. Despreocupados e desimpedidos, eles são livres para serem tolos, excepcionalmente brincalhões e honestos.

Um divertido e delicioso olhar para nossos companheiros peludos, este livro é perfeito para todos os amantes do gato.

Fotos: Andrew Cattila/fonte:via

Filmes encontrados no lixo mostram a vida de oficiais poloneses prisioneiros dos nazistas

Era uma noite de inverno em 1999 e Olivier Rempfer, então com 19 anos, caminhava pela cidade onde vive, Cagnes-sur-Mer, no sudeste da França, depois de passar uma noite com amigos na cidade vizinha de Saint-Laurent-du-Var. Uma caixa de madeira em cima de um recipiente de lixo chamou sua atenção. Curioso, ele abriu a caixa e viu vários objetos cilíndricos embrulhados em papel.

Rempfer esperou até chegar em casa para desembrulhar os objetos e, quando ele o fez, encontrou antigos rolos de filme preto e branco de 35mm. Segurando as tiras de filme contra a luz, ele viu uniformes, quartéis, torres de vigia e homens em trajes no palco. Supondo que as fotos deviam ter sido tiradas durante as filmagens de um filme de guerra, e os homens neles para serem atores, Rempfer deixou a caixa de lado e tratou de esquecer da história.

Anos depois, seu pai, Alain Rempfer, encontrou a caixa. O velho Rempfer, um fotógrafo, também não tinha certeza do que os negativos do filme mostravam, mas em 2003, quando ele comprou um scanner de filme, resolveu dar uma olhada mais de perto nas cerca de 300 imagens. “Rapidamente percebi que eram fotos reais, históricas, tiradas durante a guerra em um campo de concentração”, disse. “O nome da marca ‘Voigtländer’ foi escrito na borda do filme. Esse nome não me era familiar em filmes, mas eu sabia que o Voigtländer era um fabricante alemão de câmeras”.

Rempfer procurou alguma pista sobre onde as fotos poderiam ter sido tiradas. Uma mostrava um caminhão com vários homens sentados dentro e, na parte de trás, era possível ler as palavras “PW CAMP MURNAU” em letras brancas, depois as letras “PL”. Uma pequena pesquisa mostrou que, de 1939 a 1945, a cidade alemã de Murnau era o local de uma prisão de guerra para oficiais poloneses.

Pai e filho estudaram as fotografias de perto e com fascínio. “Todos esses jovens olhavam diretamente para nós através da câmera, durante o tempo em que viviam no acampamento”, disse Alain. “E nós não sabemos seus nomes ou como era a vida diária deles, não sabemos nada sobre suas esperanças, seus sentimentos”. Foi uma experiência estranha, como se alguém tivesse desligado o som e os deixassem assistindo a um filme mudo.

O pai e o filho decidiram que um site seria a melhor maneira de mostrar as imagens ao mundo. Eles esperavam que as imagens atingissem qualquer um que pudesse estar interessado nelas, mas especialmente membros da família dos ex-prisioneiros de guerra que talvez estivessem procurando informações ou pudessem reconhecer alguém nas fotos.

Fotos: Arquivo/fonte:via

Artista cria paisagens surrealistas que vão bugar sua mente

Inspirado por pintores surrealistas e armado com o Photoshop, Justin Peters edita fotografias coletadas na internet para criar mundos paralelos e oníricos. Entre colagens digitais e imagens naturais, o artista, que estuda design gráfico em Stuttgart, na Alemanha, consegue criar uma outra dimensão.

Segundo ele, “tudo é possível quando você abre a sua mente”. Nada é esperado e tudo é surpreendente em cada nova colagem. Seu trabalho desafia a lógica, criando uma beleza estranha e rica de elementos. Confira:

Arte: Justin Peters/fonte:via

16 fotografias vintage raras e surpreendentes do cabaré Moulin Rouge

Com mais de 120 anos de história, não há no mundo um cabaré mais conhecido que o parisiense Moulin Rouge. Inaugurada no dia 10 de outubro de 1889, a casa de espetáculos ficou famosa pelas apresentações de grandes dançarinas, e transformou o Cancan em um fenômeno conhecido em todo o planeta.

O nome da casa é inspirado no moinho vermelho que chama a atenção de longe – Moinho Vermelho é exatamente a tradução literal de Moulin Rouge. Artistas franceses, membros da aristocracia e turistas se tornaram frequentadores habituais do local.

Além do moinho, outro item de decoração bastante chamativo foi um enorme elefante de madeira, instalado em 1900, que ficava no jardim, ao lado de um palco menor que o do interior. Havia uma escada que levava à ‘barriga’ da escultura, onde também aconteciam performances.

O Moulin Rouge pegou fogo em 1915, mas foi reconstruído e reinaugurado em 1921. Durante a Segunda Guerra Mundial, enquanto as tropas da Alemanha nazista ocuparam Paris, o cabaré se tornou ponto de encontro dos soldados, que admiravam as apresentações e as dançarinas.

O Moulin Rouge segue famoso, especialmente depois de inspirar o filme homônimo, de 2001, e continua atraindo turistas do mundo inteiro.

1928

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Fotos: Reprodução/fonte:via