Egito encontra múmias de gatos de 6 mil anos de idade

Você provavelmente já sabia que os gatos eram considerados sagrados no Antigo Egito. Acontece que, depois de arqueólogos encontrarem uma fábrica de cerveja com mais de 4 mil anos na região, agora foi a vez de outro achado: dezenas de gatos mumificados estavam em um sarcófago com pelo menos 6 mil anos de história.

Você provavelmente já sabia que os gatos eram considerados sagrados no Antigo Egito. Acontece que, depois de arqueólogos encontrarem uma fábrica de cerveja com mais de 4 mil anos na região, agora foi a vez de outro achado: dezenas de gatos mumificados estavam em um sarcófago com pelo menos 6 mil anos de história.

A descoberta foi anunciada pelo Ministério das Antiguidades do Egito, através do Twitter (ver acima). Os egípcios eram tão apaixonados por gatos que realizavam diversas homenagens e oferendas para os felinos em templos religiosos.

Dezenas de gatos mumificados encontrados no Egito

Os animais mumificados foram encontrados no sítio arqueológico de Sacara, próximo do Cairo. Os sarcófagos estavam lacrados e as múmias foram ocupavam pelo menos três tumbas no interior deles.

Estátua de madeira de um gato encontrado no Egito

Além disso, os gatinhos estavam na companhia de 100 estátuas de madeira em sua homenagem, bem como esculturas representando um leão, uma vaca e um falcão.

Uma coleção de escaravelhos mumificados também fez parte da descoberta. No Antigo Egito, estes insetos eram considerados como amuletos.

fonte:via Fotos: Reprodução Twitter/Ministério das Antiguidades do Egito

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As frases mais importantes da história da humanidade

“Se uma imagem vale mais que mil palavras, então diga isso com uma imagem”. Essa frase do grande humorista Millôr Fernandes define o espírito dessa seleção – pois, genial frasista que era, Millôr tinha razão: nada é mais forte para a expressão e comunicação humana do que as palavras. Uma frase é capaz não só de se imortalizar um momento como mudar a história. Em discursos, livros, peças de teatro, poemas ou entrevistas, grandes frases foram capazes de iniciar e encerrar guerras, alterar para sempre nossa forma de pensar, aprofundar a maneira como nos entendemos enquanto ser humano e muito mais.

Ditas por filósofos, líderes políticos e religiosos, personagens ficcionais e até astronautas, as grandes frases da histórias não são jamais esquecidas, e se tornam parte determinante do inconsciente coletivo, ampliando seu sentido e contexto original, e se tornando verdadeiros índices do conhecimento e da complexidade humana. Assim, separamos aqui algumas das mais importantes frases de todos os tempos – aquelas que, independentemente da orientação política, religiosa, da nacionalidade, da época ou mesmo da veracidade de sua afirmação, mudaram pra sempre nosso modo de pensar e viver.

Essa seleção não se apresenta de forma hierárquica, pois não há, afinal, como medir objetivamente maior ou menor importância em cada frase dessa coleção. O que podemos mesmo fazer é conhecer um pouco mais de cada uma dessas máximas que tanto nos ajudam a nos conhecermos melhor.

“Nada é permanente, exceto a mudança” (Heráclito)

Sabe-se pouco sobre a vida do filósofo grego pré-socrático Heráclito, e mesmo sua obra é formada por fragmentos e escritos soltos. Sua visão da vida, no entanto, mesmo tendo nascido em cerca de 535 a.C., é uma das mais influentes para a filosofia moderna. Oposto em pensamento ao outro grande pensador pré-socrático Parmenedes – que acreditava que nada mudava e que não deveríamos confiar em nossas percepções sensoriais – Heráclito era o pensador do “tudo flui”, vendo o mundo em um movimento perpétuo. Não é exagero afirmar que, sem ele, não teríamos Nietzsche, Marx, Jung, Deleuse e uma das mais importantes máximas da filosofia.

“Eu vos dou um novo mandamento: amai-vos uns aos outros” (Evangelho de João)

Mais conhecida e muito mais importante do que outras máximas da tradição judaico-cristão, como os dez mandamentos, a frase atribuída a Jesus e registrada no Evangelho de João é – ou deveria ser – o mais importante compromisso de todo o cristianismo. Colocando o amor universal como centro de sua palavra e de nossa missão na Terra, essa frase é a ideia que poderia tornar o cristianismo uma religião única. Lamentavelmente boa parte de seus seguidores não seguem a palavra clara e inequívoca de seu próprio líder.

“Ser ou não ser, eis a questão” (em Hamlet, escrito por William Shakespeare)

Possivelmente o mais famoso verso da literatura em todos os tempos, a frase de abertura do solilóquio dito por Hamlet na primeira cena do terceiro ato da peça que tem seu nome em princípio se refere à hesitação do príncipe da Dinamarca em vingar ou não a morte de seu pai. “Ser ou não ser, eis a questão”, porém, tornou-se uma das mais citadas, debatidas e reproduzidas frases desde 1600, período aproximado em que a peça foi escrita, até hoje. Shakespeare parece resumir a profundeza de tantos pensamento filosóficos em uma só frase, se tornando um ponto de partida para os questionamentos humanos em toda parte.

“Penso, logo existo” (René Descartes)

Uma das bases do pensamento ocidental e da ciência moderna, a máxima do matemático e filósofo francês foi pela primeira vez afirmada em seu livro Discurso sobre o Método, de 1637. Sua explicação “completa” seria “eu duvido, logo eu penso, logo eu sou”, oferecendo assim uma fundação firme para a ideia do conhecimento em detrimento da dúvida – especialmente em um contexto de perseguição contra a ciência por parte da igreja. Para Descartes, o próprio ato de poder questionar algo servia como prova de que há uma mente pensando, uma entidade pensante – há um self, um eu. “Nós não podemos duvidar de nossa existência enquanto duvidamos”, ele escreveu, abrindo os flancos, assim, para o surgimento não só de uma filosofia moderna, como de toda a ciência objetiva, enfim liberta de premissas religiosas imprecisas, incorretas ou contaminadas por intenções de poder.

“Independência ou morte!” (Dom Pedro I)

“Amigos, as Cortes Portuguesas querem escravizar-nos e perseguir-nos. A partir de hoje, as nossas relações estão quebradas. Nenhum vínculo unir-nos mais […] Para o meu sangue, minha honra, meu Deus, eu juro dar ao Brasil a liberdade. Brasileiros, que nossa palavra de ordem seja, a partir de hoje, ‘Independência ou Morte!’”. Esse é o discurso parcial dado por Dom Pedro I às margens do Rio Ipiranga, em São Paulo, que ficou conhecido como o Grito do Ipiranga, em 7 de setembro de 1822, evento determinante para a independência do Brasil de Portugal. A separação oficial só ocorreria de fato no dia 22 de setembro, em uma carta a seu pai, João VI. O símbolo, porém, da separação de Portugal e do nascimento do Império do Brasil, foi mesmo o grito – significado principalmente por sua frase ícone.

“Os proletários nada tem a perder a não ser seus grilhões. Eles tem um mundo a ganhar. Proletários do mundo, uni-vos!” (Karl Marx e Friedrich Engels)

A frase final do Manifesto Comunista, publicado em 1848, é um convite de Marx e Engels para que chegasse enfim a hora do proletariado se unir por uma nova ordem social, diante dos anos de exploração, opressão e diminuição da classe trabalhadora por parte do capitalismo europeu. O documento, escrito no contexto das revoluções de 1848 na Europa, é também uma análise profunda dos efeitos da revolução industrial, e tornou-se um dos mais influentes manifestos em todos os tempos. Clamando por reformas sociais, como a diminuição da jornada diária de trabalho e o voto universal, seja qual for a orientação ideológica de quem o lê, trata-se de um texto que não só fundamentou boa parte dos questionamentos e orientações políticas posteriores (seja contra, seja a favor) como efetivamente mudou o mundo – sua geografia, seus conflitos, sua realidade.

“Deus está morto!” (Friedrich Nietzsche)

Publicada pela primeira vez no livro A Gaia Ciência, de 1882, mas verdadeiramente popularizada no mais célebre trabalho do filósofo alemão Friedrich Nietzsche, Assim Falou Zaratustra, de 1883, a máxima sobre a morte de Deus não é exclusividade de Nietzsche – outros filósofos já vinham antes debatendo a ideia. O fato é, porém, que foi ele quem cunhou e popularizou a frase de forma clara e inconteste, referindo-se de modo geral aos efeitos do Iluminismo, com a ciência, a filosofia materialista e o naturalismo ocupando em uma direção factível, mensurável e pragmática a função que era antes de Deus – e significando, assim, uma das mais importantes viradas filosóficas e culturais de nossa história.

“Apesar de tudo eu ainda acredito na bondade humana” (Anne Frank)

Uma das mais simples porém mais poderosas citações a compor essa lista, a frase escrita por Anne Frank em seu diário no dia 15 de julho de 1944 ofereceu um sopro de esperança e da própria bondade na qual ela afirma acreditar, apesar de estar no contexto de uma das maiores tragédias da história. Anne tinha somente 15 anos quando a escreveu, e viria a ser morta pelos nazistas menos de um ano depois, em um campo de concentração alemão. Seu diário se tornou um dos mais importantes e comoventes documentos a respeito dos horrores do nazismo na Europa, e sua vida e seu coração afirmam-se até hoje como exemplos luminosos do que de melhor, mesmo contra o horror, o ser humano pode ser.

“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos” (Artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos Humanos)

Escrita sob os efeitos da então recém encerrada barbárie da Segunda Guerra Mundial, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos visa estabelecer as bases de um mundo de paz, sob novas premissas ideológicas, e tem no seu primeiro artigo o fundamento essencial desse caminho. Ainda que tenha funcionado como alicerce para diversos tratados de paz pelo mundo nos últimos 69 anos – e de ser, segundo o Livro dos Recordes, o documento traduzido em maior número de línguas, com 508 traduções disponíveis – trata-se lamentavelmente ainda de uma utopia, algo a ser alcançado pela humanidade. Sua existência, de qualquer forma, serve inclusive como termômetro para tal questão: aquilo que deveria ser o primeiro passo das relações humanas ainda está longe de acontecer.

“Não se nasce mulher, torna-se mulher” (Simone de Beauvoir)

A célebre frase da filósofa e feminista francesa Simone de Beauvoir pode ser vista como a base não só de seu mais famoso livro, O Segundo Sexo, de 1949, como uma das premissas mais importantes do movimento feminista hoje. A ideia é que ser mulher é mais do que um dado natural e biológico, mas o resultado dos efeitos da história. Para além de suas definições fisiológicas, o que forma o feminino é a história da civilização, e para cada mulher específica, sua história de vida desde sua infância que determina a mulher que se é. A própria maioria absoluta de citações masculinas nessa lista comprova a tese de Beauvoir, diante de uma história da civilização que impediu que mulheres a protagonizassem.

“Saio da vida para entrar na história” (Getúlio Vargas)

Como de costume, em 1954 o Brasil atravessava uma intensa crise política, e o presidente Getúlio Vargas, dessa vez eleito pelo povo, sofria acusações diversas e pressão extrema da imprensa, dos militares e principalmente de seu inimigo Carlos Lacerda para que renunciasse. Na noite do dia 23 para o dia 24 de agosto, Getúlio redigiu uma memorável carta de despedida – na qual acusa seus detratores e coloca sua opinião sobre o contexto político da época – e tirou a própria vida com um tiro no peito. A frase final da carta, aqui selecionada, significa o efeito que sua morte provocou: ao ser velado nos braços do povo, Getúlio, mesmo morto, atrasou por 10 anos o golpe militar que se anunciava, e garantiu a eleição de Juscelino Kubitschek em 1956.

“Eu tenho um sonho, de que meus quatro filhos viverão um dia em uma nação onde não serão julgados pela cor de sua pele, mas pelo teor de seu caráter” (Martin Luther King)

O mais famoso discurso do pastor e líder do movimento pelos direitos civis nos EUA, Martin Luther King Jr., foi realizado em 28 de agosto de 1963 para uma imensa multidão de 200 mil pessoas, nos degraus do Memorial Lincoln, em Washington. Como parte da Marcha de Washington por Empregos e Liberdade, o discurso é considerado um dos mais importantes da história, e um gesto determinante no movimento pelos direitos civis no país. No ano seguinte, King ganharia o Prêmio Nobel da Paz, e o Ato de Direitos Civis, de 1964 e o Ato de Direito de Votos, em 1965, viriam a encerrar a segregação racial oficial nos EUA (ainda que siga existindo muita segregação para ser encerrada na prática). Em 1999, o que ficou conhecido como “Eu tenho um sonho” foi eleito o maior discurso estadunidense do século XX.

“Um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a humanidade” (Neil Armstrong)

Segundo consta, ninguém na NASA ou mesmo na tripulação da Apollo 11 sabia que o astronauta americano Neil Armstrong havia preparado uma frase tão impactante para enunciar no instante em que se tornou o primeiro ser humano a pisar na lua. Estima-se que 500 milhões de pessoas assistiram naquele 21 de julho de 1969 a chegada da humanidade no solo do nosso satélite vizinho – à época o acontecimento mais visto de nossa história – e instantaneamente a frase de Armstrong se tornou imortal, significando a sensação de todo o planeta diante de um evento tão impactante.

© fotos: reprodução/fonte:via

A história de resistência da bailarina polonesa que atirou em nazistas a caminho da câmara de gás

Resistir é uma palavra forte, que cria raízes em tempos difíceis.

E um ato de resistência de uma mulher a caminho da câmara de gás, em Auschwitz, se tornou um ícone para outros prisioneiros que esperavam seu fim. Passada de boca em boca, a história diz que a bailarina polonesa Franceska Mann, ou Franciszka Mannówna, teria desarmado um oficial e atirado em dois nazistas quando caminhava para a morte certa.

Conforme reportagem realizada pela Vice, é difícil confirmar que Franceska seja a autora da revolta, mas há evidências que corroboram essa tese.

O que se sabe é que a bailarina foi enviada para Auschwitz em 1943. Diz a lenda que ela teria tentado seduzir os nazistas Josef Schillinger and Wilhelm Emmerich com um striptease a caminho da câmara de gás. Enquanto se despia, a polonesa teria usado o próprio sapato para atingir Schillinger na cabeça e roubar sua arma, atirando nele e em Emmerich.

Entre os relatos do período, há o registro de uma revolta datada do mesmo ano, porém não há detalhes sobre o fato. Há ainda a história contada por Jerzy Wesoloski, um homem que escapou do campo de concentração. Ele conta que duas mulheres se defenderam e que um oficial da SS chamado “Schiller” teria falecido, mas não identifica quais seriam as mulheres envolvidas.

A informação foi publicada pelo Auschwitz Memorial através do Twitter, afirmando que, embora acredite-se que a autora da revolta tenha sido de fato Franceska, ainda não é possível confirmar 100% sua identidade.

Uma das mulheres sentiu o perigo em que estava e pegou de surpresa a pistola do oficial da SS Josef Schillinger. Ela atirou nele e o feriu gravemente e também atirou em um segundo homem da SS, Wilhelm Emmerich. Esse era um sinal para as outras mulheres atacarem. Entretanto, a SS suprimiu o motim muito rápido e finalmente matou todas as mulheres. Schillinger morreu a caminho do hospital em Katowice. Emmerich sobreviveu, mas ficou mutilado“, diz a publicação.

Navio naufragado mais antigo do mundo é descoberto no Mar Negro

2400 anos sob a água, mas ainda praticamente intacto. Acredite se quiser, mas essa é a condição em que arqueólogos encontraram um navio naufragado no Mar Negro, que fica no leste europeu.

A embarcação tem 23 metros de comprimento e os pesquisadores acreditam que tenha sido construída na Grécia Antiga. O navio está com mastro, lemes e bancos de remo bastante preservados, provavelmente por estar a cerca de 1,6km da superfície, num local com pouco oxigênio.

Os arqueólogos acreditam que o navio fosse usado comercialmente, e dizem que só se conhecia embarcações parecidas com essa graças à arte grega, principalmente às pinturas em objetos de cerâmica, como o chamado Vaso de Sereia, que está exposto no Museu Britânico, em Londres.

A intenção dos pesquisadores é que o navio seja mantido onde está e, caso seja estudado, isso aconteça mesmo debaixo do mar. Um pedaço da embarcação foi levada para a Universidade de Southampton, na Inglaterra, e passou por uma datação por carbono, que indicou a idade aproximada de 2400 anos, o que o transforma no navio naufragado mais antigo já descoberto.

A equipe de arqueólogos está em uma missão de três anos que tem como objetivo explorar o Mar Negro e entender melhor como mudanças no nível do mar durante a pré-história impactaram a humanidade. Até agora, mais de 60 navios naufragados foram encontrados durante o processo.

Foto do navio: Divulgação Científica

Foto do vaso via British Museum/fonte:via

Filmagem sinistra mostra o maior teste nuclear subterrâneo da história

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Impressionantes 5 megatons, com milhares de vezes mais poder destrutivo que as bombas que explodiram sobre Hiroshima e Nagasaki, no Japão, em 1945. Esse era o terrível potencial do chamado Cannikin, o maior teste nuclear subterrâneo oficialmente registrado pela história.

O teste aconteceu em Amchitka, uma pequena ilha que pertence ao Alaska, mas fica localizada no Oceano Pacífico, bem longe da costa. As explosões subterrâneas aconteceram em 6 de novembro de 1971, durante a Guerra Fria, e foram registradas em vídeo – e uma parte das filmagens pode ser vista no Youtube. As imagens mostram a terra e as construções sobre a ilha se movendo de maneira impressionante.

Foram cinco anos de preparos para o Cannikin, que envolveram polêmicas sobre a segurança do teste, com temores a respeito da formação de terremotos ou tsunamis. James R. Schlesinger, um dos responsáveis pelo programa nuclear norte-americano, levou a esposa e as duas filhas para a ilha para demonstrar que estava certo sobre a segurança da operação.

A detonação aconteceu mais de uma milha abaixo no nível do mar – algo em torno de 1,6 km sob a terra. Além de imagens impressionantes e avanços tecnológicos para o programa militar dos Estados Unidos, o teste também deixou outro legado: o Greenpeace.

A semente do que viria a ser a maior ONG focada na preservação ambiental do planeta foi germinada durante os protestos contra o Cannikin. Um comitê de opositores ao programa nuclear se formou no Canadá e nos EUA e, em um dos atos mais simbólicos, embarcou em um navio batizado Greenpeace com destino à ilha Amchitka para protestar.

Ainda que jamais tenham chegado até lá, sendo impedida de prosseguir pela Guarda Costeira dos EUA, as relações que se formaram durante as manifestações foram se fortalecendo e levaram à fundação da ONG, que passou por diversas transformações de 1971 até os dias de hoje.

Fotos via Wikimedia Commons/fonte:via

Esta equipe de basquete feminino da década de 1920 é apenas maravilhosa

Acredita-se que o basquete feminino tenha iniciado em 1892 na Smith College, nos Estados Unidos, durante as aulas da professora de educação física Senda Berenson.

Senda teria adaptado as regras do esporte criadas por James Naismith. Entretanto, a primeira partida de basquete feminino entre univeridades ocorreu apenas quatro anos depois, no dia 4 de abril de 1896. O jogo ocorreu entre a Universidade de Stanford e a Universidade da Califórnia.

Flash forward para 1920, já era possível encontrar equipes de basquete formadas apenas por mulheres poderosas, que usavam toda a sua agilidade para arremessar a bola ao cesto. Uma foto de um time deste período ficou conhecida ao ser compartilhada no Flickr pelo usuário Lynee’s Lens.

Embora não haja muita informação sobre a imagem, é possível notar nove orgulhosas jogadoras, provavelmente após ganhar uma competição. Segundo a descrição da rede social, as mulheres pertenceriam ao Sparks, mas não há evidências de que essa informação seja verdadeira.

Elas não são maravilhosas?

Foto: Lynee’s Lens /fonte:via

Fotos raras mostram o dia a dia dos Panteras Negras nos anos 1960 e 1970

Era 1967 e Stephen Shames ainda era um jovem fotojornalista dedicado a usar seu talento com a câmera para chamar atenção para questões sociais que precisavam ser debatidas. E um encontro com Bobby Seale foi fundamental para impulsionar a carreira de Stephen.

Bobby foi um dos fundadores do Partido dos Panteras Negras, uma organização para defesa dos direitos de pessoas negras nascido durante o Movimento dos Direitos Civis.

Foi Bobby quem pediu que Stephen se tornasse fotógrafo oficial dos Panteras, documentando as atividades diárias do grupo com um grau de intimidade que nenhum outro fotojornalista conseguiu atingir – o jovem era a única pessoa de fora do Partido com acesso direto aos ativistas.

À Vice França, Stephen declarou que seu objetivo era “mostrar os Black Panthers a partir de dentro, não simplesmente a documentar as suas lutas, ou a intenção de pegar em armas”, para “revelar o que acontecia nos bastidores e fornecer um retrato mais completo dos ‘Panteras’”.

Algumas das icônicas fotografias clicadas por Stephen estão em exibição em Lille, na França, dentro de ume vento chamado Power to The People. Confira algumas imagens que a Galeria Steven Kasher liberou para divulgar a obra de Stephen Shames.

Fotos por Stephen Shames (Cortesia da Steven Kasher Gallery)/fonte:via