Esta equipe de basquete feminino da década de 1920 é apenas maravilhosa

Acredita-se que o basquete feminino tenha iniciado em 1892 na Smith College, nos Estados Unidos, durante as aulas da professora de educação física Senda Berenson.

Senda teria adaptado as regras do esporte criadas por James Naismith. Entretanto, a primeira partida de basquete feminino entre univeridades ocorreu apenas quatro anos depois, no dia 4 de abril de 1896. O jogo ocorreu entre a Universidade de Stanford e a Universidade da Califórnia.

Flash forward para 1920, já era possível encontrar equipes de basquete formadas apenas por mulheres poderosas, que usavam toda a sua agilidade para arremessar a bola ao cesto. Uma foto de um time deste período ficou conhecida ao ser compartilhada no Flickr pelo usuário Lynee’s Lens.

Embora não haja muita informação sobre a imagem, é possível notar nove orgulhosas jogadoras, provavelmente após ganhar uma competição. Segundo a descrição da rede social, as mulheres pertenceriam ao Sparks, mas não há evidências de que essa informação seja verdadeira.

Elas não são maravilhosas?

Foto: Lynee’s Lens /fonte:via

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Fotos raras mostram o dia a dia dos Panteras Negras nos anos 1960 e 1970

Era 1967 e Stephen Shames ainda era um jovem fotojornalista dedicado a usar seu talento com a câmera para chamar atenção para questões sociais que precisavam ser debatidas. E um encontro com Bobby Seale foi fundamental para impulsionar a carreira de Stephen.

Bobby foi um dos fundadores do Partido dos Panteras Negras, uma organização para defesa dos direitos de pessoas negras nascido durante o Movimento dos Direitos Civis.

Foi Bobby quem pediu que Stephen se tornasse fotógrafo oficial dos Panteras, documentando as atividades diárias do grupo com um grau de intimidade que nenhum outro fotojornalista conseguiu atingir – o jovem era a única pessoa de fora do Partido com acesso direto aos ativistas.

À Vice França, Stephen declarou que seu objetivo era “mostrar os Black Panthers a partir de dentro, não simplesmente a documentar as suas lutas, ou a intenção de pegar em armas”, para “revelar o que acontecia nos bastidores e fornecer um retrato mais completo dos ‘Panteras’”.

Algumas das icônicas fotografias clicadas por Stephen estão em exibição em Lille, na França, dentro de ume vento chamado Power to The People. Confira algumas imagens que a Galeria Steven Kasher liberou para divulgar a obra de Stephen Shames.

Fotos por Stephen Shames (Cortesia da Steven Kasher Gallery)/fonte:via

Estas podem ser as imagens de cachorros mais antigas de que se tem notícia

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A amizade entre humanos e cachorros é tão antiga que os pesquisadores acreditam que as duas espécies convivem desde o período Neolítico.

Recentemente, no entanto, foram encontradas o que podem ser as imagens mais antigas de nossos amigos peludos.

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Tratam-se de pinturas rupestres gravadas em falésias localizadas no deserto da região norte de onde hoje se encontra a Arábia Saudita. Os painéis foram documentados pela arqueóloga Maria Guagnin, do Instituto Max Planck para a Ciência da História Humana na Alemanha, em conjunto com a Comissão Saudita de Turismo e Patrimônio Nacional. A descoberta foi publicada em março deste ano pelo Journal of Anthropological Archaeology.

Ao todo, foram documentados 1.400 painéis, com 6.618 representações de animais. Em alguns dos registros, os cães aparecem presos por uma espécie de coleira ligada à cintura dos humanos. De acordo com os pesquisadores, as imagens retratam os cachorros como companheiros de caça.

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As estimativas dizem que as pinturas podem ter surgido entre o sexto e nono milênio antes da nossa era. Entretanto, as evidências de data das figuras ainda não são conclusivas. Se confirmado, estas podem ser as imagens mais antigas de cães já encontradas. Já pensou?

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  imagens Maria Guagnin /fonte:via

Este apartamento disponível no AirBnb é uma verdadeira cápsula do tempo

Quantas histórias já se passaram dentro de um apartamento que foi construído no fim do século XVIII? Se ele pudesse falar, certamente ouviríamos coisas inimagináveis, porém é possível se aproximar mais de tudo que aconteceu lá dentro, já que ele está disponível no Airbnb. Localizado em plena fervura da cidade de Nova Iorque, no bairro Hudson Square, a James Brown House nos transporta para outro século.

Listado no Registro Nacional de Lugares Históricos, ele é um verdadeiro marco e, recebeu este nome porque pertenceu originalmente ao soldado James Brown, veterano afro-americano que lutou na Revolução americana de 1776. Na época, ele também inaugurou a primeira tabacaria da Nova Iorque, localizada no subsolo do prédio.

Em 1890 um imigrante irlandês o comprou e transformou em uma das primeiras tabernas da cidade e, depois disso, ele viveu mais de um século de histórias. Com quadros centenários, banheiro com pastilha azul clara e móveis que já viram muita coisa, você também pode voltar ao tempo, por pouco mais de 500 reais a noite.

Fotos: Airbnb /fonte:via

Cientistas descobrem gravuras rupestres que podem dar pistas de civilização perdida

Desenhos feitos em paredes de cavernas no oeste da Índia, que há anos são reverenciados como mensagens divinas pelos habitantes locais, podem ser a pista inicial para a descoberta de uma antiga civilização jamais estudada antes.

A região de Konkan, no estado de Maharashtra, conta com dezenas de vilarejos cheios de petróglifos (desenhos rupestres em pedras). Alguns deles estavam em cavernas que foram transformadas em templos pela população local, mas a grande maioria estava escondida sob terra e lama.

Os desenhos foram encontrados em 52 vilarejos, mas só em cinco deles os moradores sabiam da existência das gravuras. Pesquisadores indianos ficaram sabendo dos petróglifos graças a fotografias tiradas por estudantes locais, curiosos para entender do que se tratavam as imagens.

De acordo com os arqueólogos envolvidos no projeto, os petróglifos devem ter sido feitos por volta de 10 mil a.C. Eles são parecidos com outras pinturas rupestres já achadas em outras partes do mundo e retratam majoritariamente pessoas e animais.

Os pesquisadores acreditam que a antiga civilização local baseava-se na caça e na coleta de alimentos, já que há desenhos relacionados a esses temas, mas não à agricultura. Nenhuma imagem relacionada a cultivo agrícola foi localizada.

Entre os desenhos foram encontrados representações de pássaros, tubarões, baleias e tartarugas. Uma questão que intriga os cientistas é que também há pinturas de animais parecidos com hipopótamos e rinocerontes, que, desde que a ciência pode registrar, vivem na África, e não na Ásia.

Um dos objetivos dos pesquisadores agora é entender se os autores dos desenhos viveram na África antes de migrar para a região que conhecemos como Índia, ou se é possível que animais pré-históricos parecidos com os hipopótamos e rinocerontes atuais tenham vivido na Ásia.

Fotos: reprodução/fonte:via

Refugiado sírio abre 2 restaurantes em São Paulo e fatura R$ 1 milhão

eyad, sírio (Foto: Arquivo Pessoal)

Eyad Abou Harb tem apenas 24 anos e muita história para contar. Em 2011, o jovem sírio teve que deixar o seu país e família para trás, em busca de uma nova vida longe da guerra e da triste realidade que ele vivia. Passou 2 anos na Jordânia, onde trabalhou em um restaurante e, em 2013, quando soube que o Brasil estava aceitando refugiados, decidiu atravessar o mundo para viver no ocidente.

Chegou em São Paulo sem conhecer a língua e ninguém, porém foi aconselhado a viver no bairro do Brás, lar de uma grande comunidade árabe. Conseguiu emprego em um restaurante árabe e passou um ano morando na casa de uma família brasileira, que o ensinou português e o ajudou a economizar o suficiente para que ele conseguisse abrir o seu próprio restaurante.

Sua especialidade é o shawarma, lanche típico do oriente médio, que faz sucesso nas movimentadas ruas da maior cidade do Brasil. Na icônica Avenida São João, bem em frente ao monumento da Mãe Preta, Eyad prepara diariamente o suculento  shawarma, que fez tanto sucesso, que ele precisou abrir uma outra unidade para dar conta do recado, no bairro da Penha, zona leste de São Paulo.

Hoje, ele vende cerca de 200 unidades por dia, por 10 reais cada, faturando 1 milhão ao ano. Uma história que começou mal, porém após muita força de vontade, determinação e generosidade daqueles que cruzaram seu caminho, é um verdadeiro relato de superação.

Fotos: arquivo pessoal/fonte:via

Unicórnios existiram e conviveram com humanos há 29 mil anos

O 'unicórnio da Sibéria' vivia em campos e pradarias — Foto: W S VAN DER MERWE (via BBC)

Depois de ler esta notícia, você vai ter argumentos consistentes contra a corrente que nega a existência dos unicórnios. Pesquisadores encontraram no Cazaquistão um fóssil de um unicórnio, que teria vivido no país asiático há cerca de 29 mil anos.

Com isso, é provável que nossos ancestrais tenham sim convivido e até caçado unicórnios. Agora, eles não eram tão fofinhos como os desenhos contemporâneos mostram. Na verdade, segundo a recriação feita pelos paleontólogos, eles eram bem assustadores.

O achado provocou uma alteração nas estimativas de paleontólogos, que acreditavam que os unicórnios teriam sido extintos há pelo menos 350 mil anos. A disparidade, segundo os pesquisadores, se dá por causa do isolamento provocado pelas baixas temperaturas entre as regiões onde os diferentes fósseis foram encontrados.

A área habitada pelo Unicórnio Siberiano (Elasmotherium sibiricum) fica onde atualmente está a Sibéria. Por já ser uma região fria, os animais não sentiram as intensas mudanças de temperatura, que ocorreram com mais intensidade durante a Era Glacial. Por isso, foi criado uma espécie de ‘santuário de preservação’ para as espécies que resistiram por mais tempo.

O unicórnio de verdade está longe de ser um cavalo bonitinho com chifre. Ele lembra mais um rinoceronte ou um mamute com uma densa camada de pelos. O tamanho também assusta e na vida adulta, eles podiam atingir até dois metros, pesando quatro toneladas.

Quanto ao chifre, era sua principal arma de defesa, medindo mais de 1 metro e pesando cerca de 60 kg.

Esqueleto do mamífero no Museu de Stavropol — Foto: Igor Doronin (via BBC)

Esqueleto do mamífero no Museu de Stavropol — Foto: Igor Doronin (via BBC)

Fotos: Ruian Hastwsky/Reprodução/fonte:via