The Weather Channel se supera novamente com efeitos artificiais aterrorizantes

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Não faz muito tempo que o The Weather Channel surpreendeu aos espectadores ao mostrar os efeitos de um furacão recriados em 3D e em tempo real na tela.

Agora, o canal ousa novamente e mostra os riscos de incêndios em áreas naturais, um problema que vem crescendo e já acomete uma área duas vezes maior do que em 1970.

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Embora o clima tenha um papel fundamental neste tipo de desastre, a apresentadora Stephanie Abrams indica que 80% dos incêndios florestais começam devido à atividade humana. Pode ser uma fogueira esquecida que manteve sua brasa ou aquele cigarro que foi jogado no lugar errado (e ainda aceso).

Em pouco tempo, o fogo pode se espalhar e tornar-se quase indetível, destruindo áreas de tamanho equivalente a um campo de futebol a cada segundo.

A produção demonstra os impactos deste tipo de incêndio e mostram como as chamas podem facilmente se propagar a cidades próximas. Ao final, a apresentadora faz um alerta a pessoas que vivem em áreas propensas a desastres ambientais: é importante ter um plano de fuga, pois residentes nessas regiões podem ter apenas algumas horas ou minutos para escapar.

Fotos: Reprodução The Weather Channel/fonte:via

Idoso ‘esquecido’ em incêndio resiste e é encontrado vivo após 5 dias

Um incêndio destruiu um complexo para idosos em Washington, nos Estados Unidos. Os bombeiros conseguiram resgatar cerca de 130 pessoas, entretanto um idoso de 74 não teve a mesma sorte.

O idoso permaneceu desaparecido por uma semana. Sem revelar a identidade, pessoas que trabalhavam no local disseram tê-lo encontrado sentado dentro de um dos quartos do Arthur Capper.

Falando em sorte, talvez ela tenha exercido um papel importante, já que o idoso só foi localizado pois, enquanto verificavam a integridade do edifício, conseguiram ouvir o homem gritar.

“Ele estava de bom humor. Quando dissemos que estávamos indo até ele, ele respondeu: ‘Não vou a lugar algum’”, revelou o engenheiro Allyn Kilsheimer à imprensa.

O paciente da casa de repouso foi levado ao hospital mais próximo para tratar ferimentos leves.

Apesar da boa notícia, o incêndio ainda está sendo investigado. Os moradores do prédio instalado em Washington reclamam de não terem ouvido nenhum alarme de incêndio. Somente depois de avisados pela Marinha norte-americana, as pessoas souberam o que se passava.

A prefeita da capital norte-americana diz que uma investigação já está apurando as circunstâncias e como um homem foi deixado para trás pelos bombeiros e pela empresa que administra do edifício.

Foto: Twitter/DC Mayor’s Office/Reprodução/fonte:via

As múmias incríveis que o mundo perdeu no incêndio do Museu Nacional

A verdadeira dimensão da tragédia ocorrido no último domingo com o incêndio que destruiu o Museu Nacional, no Rio de Janeiro, não pode ser medida em números, e será percebida por muitos e muitos anos daqui em diante. Permitir a destruição de praticamente todo um acervo científico, antropológico, arqueológico e histórico de mais de 20 milhões de peças significa permitir a destruição do próprio país. Um dentre os milhões de exemplos possíveis do tesouro destruído é o acervo de múmias que estavam no museu.

As múmias do Museu Nacional eram uma das atrações mais populares de seu acervo. Amazônicas, mineiras, egípcias, indígenas ou andinas, a coleção de múmias do Museu era a maior da América Latina, e uma das mais importantes do mundo. A coleção arqueológica egípcia do Museu era a maior e mais antiga da América Latina, e foi para o Museu Nacional que a primeira múmia egípcia foi trazida para o continente.

Uma das múmias mais populares do acervo era a da Princesa egípcia Kherima, que tinha cerca de 2 mil anos e trazia principalmente os dedos dos pés praticamente intactos. Quando foi trazida ao museu, ainda era permitido encostar na múmia, e diversos casos de reações de transe e experiências paranormais foram relatados depois de se encostar em Kherima.

A múmia Kherima

Hoje provavelmente todo esse acervo de múmias está simplesmente perdido, e trata-se somente de uma diminuta parte do que representa a destruição do Museu Nacional.

Assim como o incêndio é uma metáfora quase literal da atual realidade do país, em que o obscurantismo, os interesses financeiros e a mera ignorância colocam a ciência, a pesquisa, a história e a memória como descartáveis, o significado da perda das múmias é também um perfeito reflexo, de tesouros que, depois de resistirem a literalmente milhares de anos, agora foram destruídos pelo descaso, a burocracia, o obscurantismo.

© fotos: reprodução/fonte:via

Homem se arrisca no incêndio devastador da Califórnia para salvar coelho preso pelas chamas

O incêndio devastador que assusta os moradores do Condado de Ventura, no litoral da Califórnia, já forçou mais de 200 mil pessoas a deixarem suas casas e buscarem abrigo em outros lugares.

Mas nem todo mundo tem a habilidade de fugir do desastre, como é o caso dos coelhos selvagens que vivem em grande número na região.

Para a sorte de um deles, um morador local se preocupou em não permitir que os animais fossem deixados para morrer e resgatou um colega peludo que estava na estrada próximo de La Conchita.

A ação do morador foi filmada por uma pessoa que estava por perto. Ele vai atrás do coelho, que se assusta e acaba correndo em direção ao fogo.

O rapaz se desespera e logo percebe que não tem jeito, se quiser salvar o bichinho, terá que enfrentar as chamas.

E é exatamente o que ele faz.

O homem rejeitou os pedidos de entrevista e disse que prefere se manter anônimo, o que fez com que os californianos se tornassem ainda mais fãs do ato dele. Afinal, nem todo herói quer mídia.

Veja no vídeo o momento da ação: