Cientistas descobrem gravuras rupestres que podem dar pistas de civilização perdida

Desenhos feitos em paredes de cavernas no oeste da Índia, que há anos são reverenciados como mensagens divinas pelos habitantes locais, podem ser a pista inicial para a descoberta de uma antiga civilização jamais estudada antes.

A região de Konkan, no estado de Maharashtra, conta com dezenas de vilarejos cheios de petróglifos (desenhos rupestres em pedras). Alguns deles estavam em cavernas que foram transformadas em templos pela população local, mas a grande maioria estava escondida sob terra e lama.

Os desenhos foram encontrados em 52 vilarejos, mas só em cinco deles os moradores sabiam da existência das gravuras. Pesquisadores indianos ficaram sabendo dos petróglifos graças a fotografias tiradas por estudantes locais, curiosos para entender do que se tratavam as imagens.

De acordo com os arqueólogos envolvidos no projeto, os petróglifos devem ter sido feitos por volta de 10 mil a.C. Eles são parecidos com outras pinturas rupestres já achadas em outras partes do mundo e retratam majoritariamente pessoas e animais.

Os pesquisadores acreditam que a antiga civilização local baseava-se na caça e na coleta de alimentos, já que há desenhos relacionados a esses temas, mas não à agricultura. Nenhuma imagem relacionada a cultivo agrícola foi localizada.

Entre os desenhos foram encontrados representações de pássaros, tubarões, baleias e tartarugas. Uma questão que intriga os cientistas é que também há pinturas de animais parecidos com hipopótamos e rinocerontes, que, desde que a ciência pode registrar, vivem na África, e não na Ásia.

Um dos objetivos dos pesquisadores agora é entender se os autores dos desenhos viveram na África antes de migrar para a região que conhecemos como Índia, ou se é possível que animais pré-históricos parecidos com os hipopótamos e rinocerontes atuais tenham vivido na Ásia.

Fotos: reprodução/fonte:via

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Um rolê por dentro do museu dos cérebros humanos na Índia

O cérebro é mais complexo e misterioso órgão do corpo humano, e entender seu funcionamento mecânico não nos aproxima sequer de efetivamente compreende-lo. Ver um cérebro de fato, e mais ainda, segurar o órgão nas mãos, é necessariamente ver nossa própria complexidade humana, e segurar uma vida em toda sua profundidade – e é isso a que nos convida o Instituto Nacional de Saúde Mental e Neurociência, em Bangalore, na Índia. Além de expor uma vasta coleção de cérebros, esse curioso museu permite ao visitante segurar um.

Antes de se tornar sede do Instituto, o local era o asilo para lunáticos de Bangalore, e entre os cérebros expostos há uma série de exemplos de órgãos que sofreram de doenças mentais, como Mal de Parkinson, Alzheimer e esquizofrenia, além de cérebros que viveram ferimentos e hemorragias.

A ideia da visita ao instituto é de ajudar a justamente desmistificar o próprio cérebro e suas doenças. “As pessoas pensam que doenças neurológicas são como espíritos malignos. Nós queremos combater essa ideia”, disse Dr. S. K. Shankar, cientista que há décadas trabalha no instituto.

Além da coleção de cérebros, o local oferece outras atrações de nosso corpo, como o pulmão de um fumante inveterado, pâncreas, rins, um coração e um esqueleto completo.

Todo o acervo do instituto indiano é formado por pessoas que doaram seu corpo para a ciência, e para além dos 300 expostos, há um total de quase 3.000 cérebros no local – essa impressionante massa cinzenta que nos permite viver e pensar.

© fotos: reprodução/fonte:via

Conheça a (nova) maior estátua do mundo que está, prestes a ser concluída

O título de maior estátua do mundo está prestes a mudar de dono.

Se antes a China esbanjava poder com o Buda do Templo da Primavera e seus 128 metros de altura, agora a Índia promete desbancar essa liderança. Para isso, o país está construindo uma estátua de Sardar Vallabhbhai Patel, considerado um herói durante a luta pela independência e unificação do país.

Com uma altura estimada em 182 metros, a estátua deve ser inaugurada ainda este ano, no dia 31 de outubro. Para se ter uma ideia da magnitude da construção, basta saber que ela tem um tamanho equivalente ao de um edifício de mais de 50 andares e está custando R$ 1,7 bilhão aos cofres indianos.

Quem é o líder que merece tamanha admiração? Sardar Vallabhbhai Patel foi o primeiro vice-ministro após a independência do país. Ele é considerado um herói por ter persuadido regiões rivais a se unirem durante este período.

A estátua de Patel ficará no estado de Gujarate, onde o político nasceu, e deverá ter uma galeria para visitação situada na área do peito da figura. Nesse local, os visitantes poderão ter uma vista panorâmica do entorno – o que, de quebra, serve para atrair turistas estrangeiros que não conhecem a história do ex-vice-ministro indiano.

Os visitantes, no entanto, precisarão percorrer cerca de 200 km a partir de Ahmedabad, capital do estado de Gujarate, para chegar até o monumento.

Ansiosos para ver como será a estátua quando estiver pronta? Nós estamos!

Fotos: /fonte via Reprodução Youtube/Jitega Gujarat, exceto quando especificado diferente

A árvore mais larga do mundo mais parece uma floresta inteira

/fonte:via

Quem se depara com a Grande Baniana pode achar que está diante de uma floresta, mas trata-se de somente uma árvore.

Localizada no Jardim Botânico de Acharya Jagadish Chandra Bose, em Haora, na Índia, a árvore se espalha por mais de 14 mil metros quadrados. Segundo o Oddity Central, o espaço ocupado por ela é maior do que uma construção média do Wal-Mart.

Acredita-se que a Grande Baniana tenha pelo menos 250 anos. As primeiras referências que se tem sobre a árvore datam do século 19 e foram encontradas em um diário de viagens.

E por que ela se parece tanto com uma floresta? Não é apenas por seu tamanho, mas também pelas enormes raízes que se levantam do chão como se fossem troncos de outras árvores.

São as próprias raízes que sustentam a planta, que teve seu caule removido após ser infectado por um fungo em 1925. Essa não foi a única intempérie à qual a árvore sobreviveu: ela também já aguentou dois ciclones ocorridos em 1864 e 1867. Mesmo assim, sua resistência não foi abalada e ela continua crescendo – mais de 2 acres foram ocupados pela Grande Baniana nos últimos 30 anos.

Treze pessoas são responsáveis pelos cuidados com a árvore, considerada a mais larga do mundo. Os curiosos podem visitá-la durante um passeio pelo Jardim Botânico, que fica a uma curta distância do centro da cidade de Kolkata, na Índia.

Nós já estamos pesquisando as passagens, e vocês?

Créditos das fotos sob as imagens/fonte:via

Vovó de 89 anos cria site e vendas das bolsas que ela cria bombam

Talento definitivamente não tem idade, e o novo empreendimento da indiana Latika Chakraborty é a prova de que nunca é tarde para começar um grande projeto. Aos 89 anos, com a ajuda de seu neto, ela lançou sua linha de bolsas, manufaturadas por ela – e a mesma beleza do seu trabalho que espantou o neto e o levou a criar para sua avó um site vem conquistando o público do mundo todo. Da Alemanha à Nova Zelândia, a Latika’s Bags é um sucesso.

Antes de seu neto Joy descobrir as bolsas que a avó confeccionava e criar seu site, o trabalho de Latika só era conhecido mesmo entre amigos e familiares. Há 4 anos que que ela começou a criar as bolsas, que tomam cerca de 3 dias cada uma para ficarem prontas.

Hoje Latika já produziu mais de 300 peças, todas exclusivas e devidamente batizadas por essa senhora indiana.

A costura era até então somente um passatempo de Latika, que ao longo da vida aproveitou as viagens de trabalho do falecido marido para colecionar tecidos de todas as regiões da Índia. O passatempo, com a ajuda do neto, se tornou um negócio, e hoje os pedidos chegam do mundo todo. As bolsas da Latika’s Bags são vendidas a preços que variam de R$ 28 a R$ 86, que ainda reaproveitam tecidos antigos em lindas novas peças, fazendo bem à natureza e aos nossos olhos.

© fotos: reprodução/fonte:via

O vídeo do elefante fumante que está intrigando pesquisadores

Ao longo dos anos já se viu de tudo neste mundo, agora registros em vídeo de um elefante ‘fumante’ tem grandes condições de ser principal novidade dos últimos tempos.

O resultado de filmagens realizadas pela ONG Wildlife Conservation Society (WCS) na Índia, mostram um elefante indiano consumindo cinzas de carvão e baforando nuvens de fumaça como se fosse um fumante. Obviamente, o fato deixou pesquisadores intrigados, abrindo espaço para especulações sobre os efeitos medicinais ou se o comportamento não passa de uma brincadeira.

No vídeo, o elefante aparece bastante relaxado, enquanto usa a tromba para com o auxílio da boca, tragar e na sequência baforar as cinzas. Criando uma nuvem de fumaça que vale por uns 50 fumantes juntos. Mas, ao contrário dos tabagistas convictos, suspeita-se que o animal ingere o carvão de madeira para fins medicinais. Isso porque o carvão possui propriedades contra toxinas e os restos de madeira queimada servem como laxantes.

Se confirmado, o fato pode ser considerado raro, já que na literatura científica existe apenas um relato de consumo de carvão entre animais irracionais. Trata-se do macaco colobus-vermelho-de-Kirk, habitante de uma ilha do arquipélago de Zanzibar, conhecido por ingerir carvão para combater toxinas geradas por alimentos como a manga.   

 

Foto: Reprodução/Vinay Kumar/fonte:via

Mãe usa sêmen de filho morto para realizar sonho e a gente entende

Um dos países mais populosos do mundo, a Índia chama a atenção por suas características de cuidado com a alma e espiritualidade, representados pelo icônico Taj Mahal, tema de músicas e visitado por personalidades como o beatle George Harrison. Agora, o país asiático rouba a cena por um caso, digamos, peculiar. Aos 49 anos, a professora Rajashree Patil usou sêmem do filho morto e uma barriga de aluguel para se tornar avó.

Isso mesmo, com a ajuda de uma mãe de aluguel de 35 anos, Patil utilizou o esperma armazenado após a morte precoce do filho para gerar um casal de bebês gêmeos. Em entrevista publicada na BBC Brasil, a professora explica que esta foi a única maneira encontrada para “se manter perto do filho de alguma forma”.

Diagnosticado com câncer no cérebro em 2013, o jovem acabou falecendo em 2016, mas seguindo conselho da equipe médica, Prathamesh armazenou o sêmen antes do início do tratamento para em seguida fertilizar o óvulo de uma doadora anônima e implantado em uma parente próxima via fertilização in vitro. Para a Patil, o recurso foi uma forma de não prolongar o luto e “reviver” o filho morto por meio de netos.

Mas não vá achando que este se trata de um caso incomum e chocante, pelo menos não na opinião do médico Suriya Puranik, especialista em fertilização in vitro do hospital Sahyadri, onde o procedimento foi realizado.  “Se trata de uma ação de rotina, mas o caso virou único por se tratar de uma mãe entristecida que queria recuperar seu filho a qualquer custo”, analisa.

Ah! Os gêmeos nasceram em 12 de fevereiro e a avó deu nome do filho ao menino e a menina se chama Preesha, que significa presente de Deus. E aí, quem concorda e discorda desta mãe indiana? 

 

Foto: Sagar Casar/Reprodução/fonte:via