Funcionário com síndrome de Down comemora 30 anos de trabalho no McDonald’s

Se hoje as pessoas com síndrome de Down precisam enfrentar desafios causados pelo preconceito, há 30 anos as barreiras eram ainda maiores. Mas o australiano Russell O’Grady passou por cima delas e já acumula mais de três décadas de trabalho em uma filial do McDonald’s.

De acordo com seu pai, Russell é a pessoa mais conhecida da cidade de Northmead, perto de Sydney. “As pessoas o param na rua para cumprimenta-lo. Ele é muito afetuoso, muito amado e estimado. Chega a um ponto que nem podemos acreditar”, conta.

Russell começou no emprego quando tinha 18 anos, como uma forma de estágio, mas logo ele mostrou seu valor e passou a ser contratado para embalar caixas para festas. Desde então ele passou por outras funções, entre limpeza, cozinha e a sua favorita: cumprimentar os clientes.

O pai de Russell conta que o emprego mudou a forma como o filho vê a vida: “Quando perguntavam se ele tinha alguma deficiência ele respondia que costumava ser quando ia para a escola, mas que agora trabalhava no McDonald’s. Ele percebeu que era tão normal como as outras pessoas que trabalhavam lá”.

Ele está há tanto tempo no emprego que os filhos de um antigo colega agora trabalham junto com ele. Em 2016, Russell ganhou uma festa para comemorar os 30 anos de serviços prestados, além de poder inspirar e abrir as mentes de todos que cruzam seu caminho.

Fotos: Reprodução/fonte:via

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Aos 11, ela teve a perna amputada por conta de um câncer. E virou modelo 20 anos depois

A vida nunca é fácil, mas para algumas pessoas ela pode ter momentos extremamente difíceis, onde somos obrigados a tomar decisões que irão nos marcar para sempre. A norte americana Tessa Snyder, tem 29 anos e, aos 11 tomou a dura decisão de amputar sua perna inteira, para aumentar suas chances de sobreviver após um câncer. Hoje, ela é modelo e uma verdadeira inspiração para as pessoas.

Ao site Bored Panda, ela conta que começou a sentir dores na perna, no ano de 2000, mas os médicos disseram que eram dores normais de crescimento. Um dia, ela acordou e não conseguia mais dobrá-la e, foi então que, foi diagnosticada com câncer no fêmur direito.

Depois de dois meses de quimioterapia, a garota se sentia cada vez mais fraca, já havia perdido o cabelo e foi obrigada a largar a escola, pois já não tinha força para nada. A ideia de amputar a perna surgiu dos pais, ao verem que a filha não estava respondendo bem ao tratamento, que ao mesmo tempo que pode nos curar, nos enfraquece em vários outros aspectos.

Pouco tempo depois, ela teve sua perna amputada e deu início a uma nova vida. Se a adolescência já é difícil por si só, imagina para uma garotinha com uma prótese na perna? Lidar com esta nova realidade não foi fácil, mas hoje ela conta sua história com orgulho da decisão que tomou e, tem inspirado muita gente que passa por algo parecido.

Tessa hoje é casada, modelo e tem 2 filhos. Tem dias em que não quer usar a prótese, pois incomoda e muitas vezes, machuca. Quase 20 anos depois, ela aprendeu a conviver com ela, que é o que permite que ela leve uma vida normal: Mas uma coisa eu percebi é que eu não poderia continuar vivendo minha vida odiando algo que eu não poderia mudar. Minha prótese é uma parte de mim e é quem eu sou“.

Fotos: Tessa Snyder /fonte:via

Moradores de vilarejo afastado constroem estrada entre falésia com as próprias mãos

Quem vive em grandes centros urbanos nem imagina que ainda existem pessoas que são obrigadas a atravessar 8 vilarejos ou, se aventurar no meio de um penhasco para chegar na cidade mais próxima. Era essa a realidade dos moradores de Shenlongwan, uma vila isolada na província de Shanxi – norte da China. Insatisfeitos com a dificuldade de chegar à civilização, eles decidiram construir uma estrada com as próprias mãos, em 1985.

Com 1526 metros de comprimento, ela é uma verdadeira maravilha da engenharia, construída de maneira rudimentar, porém milagrosa. A estrada, que passa entre as falésias, levou 15 anos para ficar pronta, após muito esforço da comunidade, que não contou com a ajuda do governo. Agora, no entanto, ela vem atraindo milhares de turistas para a região.

Desde a inauguração, em 2000, a região tornou-se um um importante polo de turismo da província. Somente no ano passado, mais de 300 mil turistas sedentos por passar pela estrada mágica, viajaram para Shenlongwan, que há poucos anos era apenas uma vila remota e sem recursos do norte da China. Hoje, a vila saiu da pobreza graças à estrada, que já injetou mais de U$ 7 milhões na economia do local.

Fotos: News.cn /fonte:via

Esta ministra foi de bicicleta até o hospital para dar à luz

A Nova Zelândia é realmente um lugar de mulheres inspiradoras. Primeiro, o país da Oceania elegeu a chefe de governo mais jovem do mundo. Como se não fosse suficiente, Jacinda Ardern se tornou a primeira ocidental a dar à luz enquanto está no poder.

A estrelinha da inspiração desta vez vai para Julie Anne Ganter, que na 42ª semana de gravidez, pedalou até hospital para o nascimento de seu filho. A Ministra para as Mulheres foi atendida por uma parteira no centro médico de Auckland – maior cidade do país – e publicou um texto sobre a experiência na página do Instagram.

“Estamos muito felizes em anunciar a chegada do nosso filho. Depois do longo trabalho de parto, passamos por um procedimento tranquilo e prático. Queremos agradecer aos funcionários do hospital e a todos que nos apoiaram”, encerrou.  

Com carreira centrada no ambientalismo e no uso da bicicleta como meio de transporte, Julie decidiu pedalar por volta de 1 quilômetro de sua casa até o hospital municipal para destacar suas propostas de políticas públicas. A história repercutiu positivamente entre os veículos de comunicação e nas redes sociais.

A primeira-ministra neozelandesa Jacinda Ardern, que acaba de retornar ao trabalho depois de seis semanas, aproveitou para elogiar a atitude da colega. A Ministra para as Mulheres vai tirar três meses de licença.

“Muito feliz em saber da chegada de um novo integrante ao grupo de brincadeiras do Parlamento. Espero que aproveite os primeiros dias muito especiais”, publicou no Twitter.

Foto: Reprodução/fonte:via

Por dentro do apartamento-ateliê vintage e psicodélico dos artistas Rafael Silveira e Flávia Itiberê

Difícil competir com artistas no que diz respeito à criatividade. Com talento praticamente nato, a dupla Flávia Itiberê e Rafael Silveira dorme e trabalha sob o mesmo teto em Curitiba há nove anos. Ao longo do tempo, o apartamento que começou minimalista foi se transformando num baú de memórias e peças artísticas.

Foi através de amigos em comum que a artista têxtil conheceu o artista plástico, a 11 anos atrás. “Sempre íamos nos mesmos circuitos, shows e bares de rock da cidade. Aí sempre acabávamos nos encontrando e desde então temos muitas afinidades”.

A primeira afinidade a ser notada é a arte, é claro. Os dois possuem mentes borbulhantes para trabalhos manuais que dialogam entre si, seja por linhas ou tintas. Os bordados dela são de cair o queixo, enquanto a pintura e ilustração surrealista dele traz um frescor divertido para a cultura pop.

Fotos: reprodução/fonte:via

Garota indígena de 13 anos é indicada ‘Nobel infantil’ da paz

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Ela tem apenas 13 anos, mas já está fazendo história ao ser nominada para nada menos do que o Global Children’s Peace Prize, considerado o ‘Nobel infantil da paz’. Natural da reserva indígena de Wikwemikong, em Ontário, no Canadá, Autumn Peltier se destaca pelo trabalho em defesa do meio ambiente.

Mesmo com pouca idade, a jovem já acumula uma ficha curricular que inclui encontro com alguns dos principais líderes mundiais. Peltier esteve na linha de frente de uma marcha em defesa da água, além de ter sido responsável por introduzir o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, na Assembleia Geral das Nações, em 2016.

“Eu gosto de dividir a minha ideia de que a água é sacralizada. A Mãe Terra não precisa da gente, nós é que precisamos dela”, disse a pequena ativista.

O mar de inspirações navegado por Autumn é vasto. Em novembro do ano passado, por exemplo,  ela convidou as pessoas para bloquearem uma estrada no Canadá. O objetivo era chamar a atenção justamente para a proteção da água.

A braveza desta jovem índia se fez valer e, durante o encontro com o premiê canadense, aproveitou para manifestar seu descontentamento com as escolhas do mandatário. A iniciativa surtiu efeito, pois segundo ela, Justin prometeu mudar sua postura.

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“Disse que estava muito brava com as escolhas dele. Ele me respondeu dizendo compreender. Eu comecei a chorar e pensar na água”, falou ao Huffington Post Canadá.

O Prêmio Internacional da Criança elege anualmente uma criança que tenha oferecido contribuição significativa para a defesa dos direitos das crianças e melhorado a vida das que vivem em situação de vulnerabilidade.

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O honraria foi lançada em 2005, durante o Encontro Mundial de Prêmios Nobel da Paz, em Roma, que contou com a presença da UNICEF e da Anistia Internacional. A cerimônia já foi apresentada por nomes como Desmond Tutu e Bob Geldof.

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Com pinturas geométricas, neon e detalhes retrô, casal tira apê alugado da mesmice

Depois de um tempo morando fora da casa dos pais você aprende que mais importante do que ter uma casa financiada é ter um lugar para chamar de lar. Sem medo de arriscar, a jornalista Sheila Almendros tratou de arregaçar as mangas ao lado do marido Henrique Gios e da bulldog de seis anos Dora para deixar o apê alugado com a cara deles. A aposta em pinturas geométricas, detalhes retrô e um neon pra lá de estiloso deixaram o cantinho com muito mais personalidade, mesmo não apostando em grandes reformas.

Fotos por Sheila Almendros /fonte:via