Com pinturas geométricas, neon e detalhes retrô, casal tira apê alugado da mesmice

Depois de um tempo morando fora da casa dos pais você aprende que mais importante do que ter uma casa financiada é ter um lugar para chamar de lar. Sem medo de arriscar, a jornalista Sheila Almendros tratou de arregaçar as mangas ao lado do marido Henrique Gios e da bulldog de seis anos Dora para deixar o apê alugado com a cara deles. A aposta em pinturas geométricas, detalhes retrô e um neon pra lá de estiloso deixaram o cantinho com muito mais personalidade, mesmo não apostando em grandes reformas.

Fotos por Sheila Almendros /fonte:via

Noiva que teve casamento invadido por cão que deitou em vestido vê história se repetir

Você deve se lembrar de uma história curiosa envolvendo o casamento entre Marília e Matheus. Não bastasse a expectativa de consumar a união, os dois tiveram que enfrentar uma forte chuva, além de uma presença inusitada em plena cerimônia.

Pois é, um cachorro resolveu aproveitar a festa e não queria sair dali por nada. As pessoas tentaram, os seguranças se desesperam, mas o bicho não arredou pé. Pelo contrário, se sentiu confortável até para deitar no véu da noiva. Fazer o que?

Bom gente, essas coisas acontecem. Aliás, não dá pra pedir que o cachorro saiba que pessoas estão se casando. Aparentemente foi este o caminho seguido pelos noivos, que surpreenderam todos ao adotarem o cãozinho em um gesto inspirador.

A vida seguiu e mais um membro da família de Marília se casou. A cerimônia de sua tia, Rosemeire Bidinotti, corria normalmente em Laranjal Paulista, cidade interior de São Paulo, quando, adivinhem, não só um, mas dois vira-latas invadiram a igreja.

Para deixar todos os convidados de boca aberta com tamanha coincidência, assim como ocorreu com a Marília, um dos cachorros deitou no véu da noiva.

“Achei muito curioso acontecer com ela também. Ele foi lá e ficou deitadinho. Muita coincidência. Depois saiu porque veio outro cachorro e começou a brigar com aquele que deitou. Chamou a atenção de todo mundo. Acho que os cachorros gostam da minha família”, disse ao G1.

Até o momento não se sabe se estes dois penetras do bem vão ganhar um lar, mas dá pra sentir que os animais gostam desta família. Claro, o mais importante foi encarar o fato com bom humor.

Fotos: foto 1: Arquivo Pessoal/Marília Pieroni/foto 2:  Arquivo Pessoal/Felipe Paludetto/fonte:via

Ele caminhou 32 km no 1º dia de trabalho. E ganhou um carro do chefe

O primeiro dia de trabalho é sempre cercado de expectativas e um certo nervosismo. Apesar da frase ‘a primeira impressão é a que fica’ não ser uma verdade absoluta, é sempre importante cumprir algumas obrigações.

Talvez o principal item da cartilha seja a pontualidade. É complicado chegar depois do horário logo de cara. Walter Carr viveu uma situação semelhante e precisou encontrar uma saída desafiadora para chegar ao trabalho depois de seu carro ter quebrado.

A pé em pleno subúrbio de Birmingham, no Alabama, Carr resolveu caminhar 35 quilômetros durante a noite para cumprir o compromisso de trabalho. Durante o trajeto o rapaz foi interpelado por um policial militar, que sensibilizado com sua história, o convidou para tomar café e institui em acompanhá-lo até o destino.

O expediente começava às 8h e Carr estava encumbido de realizar a mudança de uma das clientes da empresa. Por volta das 6h30 a campainha é acionada. Ao abrir a porta Jenny Lamey se surpreendeu ao ver o estudante acompanhado do oficial.

“Ele contou que tinha pegado aquele bom rapaz em Pelham, logo cedo pela manhã. Walter disse que estava ali para me ajudar na mudança”, escreveu em relato publicado no Facebook.

O caso gerou grande comoção, inclusive do chefe do rapaz, que reconhecendo o gesto de superação, resolveu presenteá-lo com um carro novo. Luke Marklin, diretor da empresa de mudanças Bellhops, se deslocou do Tennesse ao Alabama para encontrar pessoalmente o funcionário. Na sequência lhe entregou as chaves do próprio veículo.

Estudante de um curso na área de saúde, Walter Carr disse ter sido a primeira oportunidade de emprego em alguns anos. O jovem, cujo a família teve que deixar Nova Orleans depois do furacão Katrina, queria mostrar sua dedicação.

“Walter, você não tem ideia de quantas vidas você mudou e inspirou. Você é um jovem muito especial e vai fazer grandes coisas”, finalizou Jenny.

Fotos: Reprodução/CBS/fonte:via

Marido de 84 anos aprende a maquiar esposa, que está perdendo a visão

Nunca é tarde para aprender algo novo, não é? Que o diga o irlandês Des, de 84 anos, que está se especializando em maquiagem por um motivo mais do que especial: ajudar a esposa, Mona, a se sentir linda mesmo após perder a visão.

Mona Monahan tem 83 anos e sabe que sua visão está se deteriorando. É praticamente certo que ela ficará cega. “Ela não vai mais conseguir se maquiar sozinha, então pensei que quanto antes eu aprender, melhor”, explicou o marido, que está tomando aulas desde outubro.

Diariamente, Des e Mona vão até uma loja de roupas e produtos de beleza onde a maquiadora Rosie O’Driscoll oferece o curso. O marido já sabe passar batom, base delineador como um expert, e continua se esforçando para aprender mais.

“Estou tendo dificuldade para distinguir diferentes tons, mas graças ao Des eu sei que minha maquiagem sempre estará ótima”, conta Mona. E Des até tira uma onda: “Estou tão confiante para maquiar agora que poderia até começar a dar minhas próprias aulas”, brinca.

Fotos via Carter News/fonte:via

Há 40 anos, indiano trocou tudo por uma bike e pedalou 5 mil km para encontrar seu amor na Suécia

“Isso foi decidido pelos céus. Nós fomos destinados a nos encontrar”. Foi com essas frases que o indiano Pradyumna Kumar Mahanandia (ou P K Mahanandia) começou a explicar para a sueca Charlotte Von Schedvin por que ele acreditava que o amor dos dois estava previsto em uma profecia.

O encontro aconteceu em Délhi, em dezembro de 1975, mas, de acordo com Mahanandia, era só questão de tempo. Segundo o indiano, que nasceu em 1949, em uma família da casta dalit, a mais inferior do hinduísmo, era comum na região que astrólogas visitassem as casas com crianças recém-nascidas para falar sobre o que o futuro lhes reservaria.

Sobre Mahanandia, a astróloga disse que ele não se casaria em um casamento arranjado, mas que se uniria a uma “mulher estrangeira, vinda de terras distantes, nascida sob o signo de Touro, dona de uma selva ou floresta e que tocasse flauta”.

A história era repetida pela mãe de Mahanandia sempre que o filho ficava desanimado após ser perseguido na escola por sua condição de dalit. Era a forma que ela encontrava para mostrar que o futuro lhe reservava algo melhor.

O encontro com Charlotte aconteceu em Délhi, onde o indiano, aos 25 anos, vivia como artista de rua, anunciando ser capaz de desenhar retratos em apenas dez minutos, cobrando 10 rúpias por cada um.

É assim que ele descreve o encontro: “Me lembro claramente: era 17 de dezembro de 1975, e uma mulher com longos e belos cabelos loiros e olhos azuis se aproximou de mim ao fim da tarde. Quando ela apareceu além do meu cavalete, foi como se eu não pesasse nada. Palavras não são precisas o suficiente para descrever a sensação”.

“Seus olhos eram tão azuis, grandes e redondos, e eu senti como se ela não olhasse para mim, mas sim para meu interior”, continua. Apesar da vontade de fazer justiça à beleza de Charlotte, Mahanandia conta que ficou nervoso e seu retrato não saiu tão bom. Então ele pediu que ela voltasse no dia seguinte.

Foi quando ele decidiu se arriscar e fazer as perguntas da profecia. Após confirmar que a jovem, então com 19 anos, era do signo de Touro, possuía uma floresta em sua terra natal, e tocava flauta (além de piano), ele decidiu falar sobre aquilo que tinha sido anunciado pela astróloga logo que nasceu.

Por mais incrível que possa parecer, Charlotte, que havia se sentido estranhamente atraída pelo local onde Mahanandia fazia seus retratos, decidiu dar uma chance a ele e topou sair para tomar chá, depois combinando de visitar a vila onde a família dele morava.

Eles passaram cerca de duas ou três semanas juntos, até que Charlotte precisou voltar para a Suécia – ela havia viajado para a Índia junto e algumas amigas, percorrendo a chamada “Trilha Hippie”, que ligava a Europa ao sul da Ásia, passando pela Turquia e pelo Oriente Médio.

Os dois passaram um ano e meio trocando cartas, até que Mahanandia decidiu que era hora de vender tudo que ele possuía e ir ao encontro de seu grande amor. Ele comprou uma bicicleta usada, guardou um pouco de dinheiro para a viagem e partiu pelo mesmo caminho que havia levado Charlotte até a Índia.

Sua jornada começou em 22 de janeiro de 1977. Com mais de 6 mil km para percorrer, ele pedalou cerca de 70 km por dia, alternando com algumas caronas de caminhão. Graças ao talento artístico, conseguiu trocar retratos e outros desenhos por dinheiro, comida ou um lugar para passar a noite.

Em 28 de maio, depois de pouco mais de quatro meses de viagem, ele chegou à Europa, em Istambul e depois Viena, e viajou até a Gotemburgo, na Suécia, de trem. Depois de alguns choques culturais e da dificuldade para impressionar os pais de Charlotte, finalmente os dois se casaram.

Eles já estão juntos há mais de 40 anos e seguem se amando, tendo criado dois filhos. A história do casal virou o livro A Incrível História do Homem que Pedalou da Índia à Europa por Amor e, segundo especulações, pode se tornar um filme em breve.

Fotos: Reprodução/Arquivo Pessoal

Com informações da BBC e National Geographic /fonte:via

As 15 fotos de noivado mais criativas de 2018 até agora

Todo ano, o site Juneburg Weddings seleciona as 50 fotos de celebrações de noivados mais bonitos do mundo. O site realiza concursos de fotografia nos últimos nove anos e o deste ano recebeu quase 6.000 inscrições de imagens de fotógrafos de todo o mundo.

Quem julga as fotos selecionadas são fotógrafos profissionais da indústria de casamentos, como Helena e Laurent, Don + Helen e Kristen Marie Parker.

“Com a ajuda do nosso talentoso painel de jurados, pudemos organizar uma coleção de fotos incrivelmente inspiradora para o concurso deste ano. Estamos muito felizes em compartilhar essas imagens com o mundo e esperamos que as pessoas em todos os lugares se apaixonem por essa coleção tanto quanto nós”, disse Carrie Schwab, gerente geral e editora-chefe da Junebug Weddings.

Junebug Weddings é um site de casamento internacional que inspira casais artísticos em todo o mundo, conectando-os aos melhores fornecedores de sua região. Como líder na indústria do casamento, a Junebug faz a curadoria dessas coleções de imagens para celebrar a arte da fotografia de casamento. Além de melhores fotos de noivado, o Junebug realiza concurso de melhores fotos de casamento a cada inverno e concurso de melhor fotografia de destino no verão.

Veja algumas das nossas fotos selecionadas no concurso de melhor foto de noivado deste ano:

Imagens: Junebug Weddings/fonte:via

Avó de 76 vive sozinha na Sibéria e cruza o Baikal de patins todo dia para cuidar de animais

Todos os dias, às 5:30 da manhã, a russa Lyubov Morekhodova, de 76 anos, se levanta em meio ao frio da Sibéria, dá um pouco de comida para suas vacas e as leva para pastar numa montanha.

A idade não diminui sua disposição, e ela costuma patinar pelas águas congeladas do grande Lago Baikal para conferir se as vacas estão bem. Lyubov – cujo nome significa Amor – também cuida de alguns cachorros, um gato, galos e galinhas, bezerros e búfalos.

Ela vive sozinha numa pequena casa às margens do Baikal desde 2011, quando o marido faleceu. Engenheira e especialista em tecnologia, ela trabalhou por 42 anos em uma fábrica de Irkutsk, uma das maiores cidades da Sibéria, até se aposentar e decidir voltar para a casa onde passou a infância.

Foi lá mesmo que, mais de 70 anos atrás, o pai de Lyubov fez o par de patins que ela usa desde os 7 anos de idade. Ele cortou uma serra de metal e inseriu as duas metades em pedaços de madeira, criando o dispositivo que Lyubov amarra até hoje em suas Valenki, tradicionais botas de feltro.

“Não gosto dos patins modernos. Eles ficam soltos na região dos tornozelos e meus pés ficam gelados. Os Valenki estão sempre quentes”, conta a senhora, que costumava apostar corridas com os colegas de trabalho usando os mesmos patins.

Lyubov se tornou uma pequena celebridade na Rússia depois que um amigo publicou imagens dela patinando na internet. Vários jornalistas a convidaram para viajar a Moscou para dar entrevistas, mas ela prefere o recolhimento, apesar de não ver problemas em atender as equipes dispostas a ir até a margem do Baikal.

Os filhos, sobrinhos e netos de Lyubov costumam visita-la no verão, mas os pedidos para que ela se mude de volta para a cidade não são capazes de convence-la.

Contemplar o Baikal é o que mais a alegra: “Eu sento sozinha na cozinha. Sento e olho para isso (o lago). Me traz felicidade, bom humor, e sempre penso que se alguém estivesse sentado ao meu lado eu diria ‘Que beleza. Que incrível beleza’”.

A rotina de Lyubov inclui subir e descer até dez vezes um morro para buscar água para ela e os animais. Ela também é ótima no bordado, macramê, crochê e na tecelagem com contas.

Não há nada no Baikal que a assuste. “Não sinto medo aqui. Nem sei do que eu deveria ter”, conta. “A única coisa desagradável são os turistas bêbados dirigindo quadriciclos que sempre dão um jeito de quebrar alguma coisa. Já mataram dois cães e viraram meu barco de cabeça para baixo”, completa.

“Mas eu percebi que não posso fazer muito sobre eles. No verão, vem muita gente para cá. Apenas digo ‘Recolham seu lixo, arrumem a própria bagunça. Não deixem nada para trás, tudo acaba no Baikal”, conta a protetora do lago, que diz viver uma vida feliz junto aos animais. “No verão posso ver minha família, e no inverno estou ocupada demais para ficar entediada”, conclui.

 

Fotos e informações: Siberian Times /fonte:via