A bailarina Baderna e a história de resistência por trás dessa palavra

Por trás de toda e qualquer palavra, das mais simples às mais exóticas, existe uma história. A etmologia ou a origem de um termo, gíria ou expressão pode ir muito além de meras premissas linguísticas, e revelar traços culturais, sociais e até mesmo econômicos sobre um país, uma época ou uma pessoa. Poucas palavras, no entanto, possuem efetiva e objetivamente uma história tão concreta, e ligada a uma fascinante personagem real e especifica quanto a palavra “baderna”.

Segundo o dicionário, “baderna” é um substantivo feminino, de origem brasileira, com função pejorativa, que quer dizer “situação em que reina a desordem; confusão, bagunça”. Sabemos, no entanto, que a baderna é justificativa utilizada para todo tipo de repressão por autoridades, dos professores aos policiais, contra os alunos mais alegres, as festas populares, as reuniões mais efusivas e a acaloradas, a alegria desenfreada, as manifestações políticas ou tudo que sai da retidão contida da ordem. Assim como muitas badernas propriamente, essa é uma palavra exclusivamente brasileira – que só existe no português.

Houve um período, porém, mais especificamente na segunda metade do século XIX no Rio de Janeiro, em que Baderna era simplesmente o nome de uma bailarina. Por trás desse signo de desordem existiu uma mulher forte, talentosa e fascinante – e um séquito de seguidores que a admirava e defendia ruidosamente. Ainda que não tenha destaque nos anais da história da dança nem muitas vezes seja sequer lembrada, foi pelo seu estilo e talento, aliado a um coquetel de preconceito, misoginia e também resistência, mobilização e comoção que seu nome se imortalizou há tempos nos dicionários nacionais. Sua história, no entanto, vai muito além do mero verbete.

Marietta Baderna nasceu na cidade de Castel San Giovanni, província de Piacenza, no norte da Itália, em 1828. Filha de Antônio Baderna, médico e músico nas horas vagas, rapidamente seu destino artístico se traçou, com dedicação especial ao balé, estreando aos 12 anos nos palcos suas sapatilhas. Rapidamente Baderna passaria a fazer parte da companhia de dança do teatro Scala, de Milão e, aos 21 já se destacava como “prima ballerina assoluta” (ou primeira bailarina absoluta) com sucesso por toda a Itália, participando de diversas turnês em outros países europeus.

A rebeldia, pelo que se relata, corria no sangue de Marietta, e seu pai, em pleno contexto de ocupação austríaca na Itália, se afirmava publicamente como um entusiasmado defensor do movimento democrático que corria a conturbada Europa dos meados do Século XIX. À época da resistência, no entanto, os rebeldes revolucionários mantinham como forma de protesto a decisão de que não houvesse vida artística no país enquanto durasse a ocupação – e, militante que era, Marietta seguiu tal orientação. A perseguição política direta sofrida pelos apoiadores do movimento democrático era intensa, e assim Antônio e sua filha entenderam que era hora de cruzar o Atlântico. A família Baderna desembarcou em exílio no Brasil em 1849.

O país que se tornou casa da militante Marietta era ainda um conservador império escravocrata (o que, no fundo, ainda segue sendo), governado por Dom Pedro II. Com seu talento, rapidamente Baderna estreou como bailarina em palcos brasileiros (mais precisamente em 29 de setembro de 1849, com o balé “Il Ballo delle Fate”), um acontecimento de tal forma celebrado que, à época, seu sucesso por aqui foi capaz de ofuscar até mesmo a luz das grandes divas do canto. Marietta em pouco tempo se tornou, no Brasil, uma estrela.

Baderna não era, porém, revolucionária somente em suas orientações políticas, mas também em seus costumes: gostava de festejar, de beber, de sexo e, por mais que dançasse nos salões tradicionais, a jovem gostava mesmo era de rua. Foi nas ruas que conheceu a resistência dos escravos, e principalmente que se apaixonou pelas danças que coreografavam tal resistência nos corpos das mulheres negras. A sensualidade e a força dos ritmos e danças africanas rapidamente foram assimilados por Baderna, que passou a não só frequentar as reuniões populares como principalmente a incorporar à delicadeza do balé os passos do lundu, da cachuca e da umbigada – e assim, aos poucos foi mudando sua forma de dançar e se tornando uma bailarina do povo.

À beleza fria da técnica do balé ela acrescentou um certo furor pélvico, a sugestão da sensualidade, da força e da alegria das danças que conhecera nas ruas. A reação foi intensa e imediata: no lugar do impoluto, comedido e tedioso público da alta sociedade que antes lhe assistia, ao importar para o balé as danças de rua Marietta trouxe aos teatros a classe operária, os trabalhadores, os mais pobres, que celebravam sua presença, sua sensualidade e seu gestual em cena feito torcedores de futebol. A bailarina passou a ser conhecida como Maria Baderna, e seus seguidores eram os “baderneiros”. Quando entrava em cena, o público aplaudia efusivamente, batia com os pés no chão e gritava seu nome: Baderna.

Rapidamente o sucesso de Baderna, e principalmente a reconhecível presença da cultura negra em sua dança, fez com que a crítica conservadora, os empresários e a pudica sociedade imperial atacassem a bailarina com furor equivalente ao que sua dança provocava no povo – que passava a se reconhecer numa fina e “elevada” forma de expressão artística. Baderna começou a ser posta em papeis menos importantes, ao fundo do palco, ou mesmo a ser banida de espetáculos, e cada vez que percebiam o boicote, os baderneiros tratavam de se expressar ruidosamente. Se, em sua chegada aos palcos brasileiros, os jornais da época utilizavam seu nome como sinônimo de elegância, com seu sucesso popular a palavra baderna passou a ser utilizada para significar bagunça, desordem e depravação.

Aos poucos as cortinas dos palcos foram se fechando, os pagamentos cessaram, os contratos começaram a desaparecer, e o impedimento a seu nome se solidificou – a outrora estrela italiana da dança se transformara em musa do povo, dos ritmos negros, da cultura popular, e assim se definiu seu ocaso. Segundo a biografia Maria Baderna, a bailarina de dois mundos, do italiano Silverio Corvisieri, ela “vivia livremente demais para o Brasil de Pedro II”. A perseguição que sofrera na Itália de certa forma se reproduzia no Brasil; Baderna foi ao Recife, mas lá também foi boicotada – e, enquanto os poderosos de plantão tentavam expulsá-la do país, os trabalhadores, estudantes, jovens e escravos a viam como a expressão de um Brasil melhor, mais popular, mais livre: pelas mãos e pela dança de uma imigrante, enxergavam nela um Brasil mais efetivamente brasileiro.

O fim de sua vida permanece um tanto nebuloso. Dizem que teria voltado à Itália depois da morte de seu pai por febre amarela, ou que Antônio não teria morrido, e voltado à Europa com ela, e Baderna teria passado a dar aulas de dança até sua morte, em 1870. A rebelde que desafiou o conservadorismo por amor à dança, por alegria e por sincero interesse nas manifestações populares não viveu para ver a abolição da escravatura no Brasil nem a premissa da mistura entre a dita alta cultura e a cultura popular se tornar base para as mais profundas revoluções artísticas e éticas na cultura nacional.

A mística ao redor de sua vida, no entanto, nos faz hoje pensar no potencial revolucionário que a arte, enquanto um provável espelho dos anseios, desejos, fúrias e expressões de uma população, pode possuir. Ao levar o povo para dentro dos nobres teatros e salões – estética ou literalmente – e se tornar alvo dos esforços conservadores, Baderna expôs o quanto as elites e os poderosos em verdade lutam contra a educação, a expressão e a libertação, mesmo que simbólica, das camadas populares. A dança de Baderna era também uma luta, contra a igualmente precisa coreografia que até hoje desqualifica e diminui o que vem de tais camadas.

O sequestro de seu nome, no entanto, pode ser visto ao fim de tudo como um involuntário tributo às avessas. Os baderneiros podem ser vistos hoje em muitos casos também e ainda como sinônimos de resistência contra tal sinistra dança conservadora e elitista – se valendo do que a imprensa insiste em chamar de baderna para atacar a hipocrisia vigente que esconde o massacre contra tudo que a bailarina, com seu corpo, afirmava enquanto força: a cultura negra, a sexualidade, o feminino, o popular. Maria Baderna se diluiu como artista na força transformadora da dança enquanto gesto, enquanto corpo em movimento, para se transformar em uma palavra mal apropriada e mal criada, mas que, revista em sua origem, se revela com um sentido paralelo profundo em potencial, de resistência e liberdade.

© fotos: reprodução/fonte:via

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As praias italianas definitivamente não se parecem nada com as brasileiras

Organização perfeita e geométrica, cores combinadas e calmaria. Não parece exatamente a descrição de uma praia que nós conhecemos, certo? Pois um ensaio fotográfico aéreo do artista Bernhard Lang mostra o quão diferentes nossas praias são das italianas.

Especializado em fotografia aéreas, Lang expressa mais uma vez todo o seu talento, agora com vistas de cima da praia de Versilia, no coração da Toscana. Depois de ter registrado Miami, Kansas, Florida, entre outras cidades, ele acaba de publicar esta nova série de fotografias e, mais uma vez, o resultado é impressionante: tudo parece gráfico, colorido e tranquilo. Confira:


Na mesma pegada deste ensaio, Lang fez uma série de fotografias aéreas das praias de Adria, também na Itália, documentando a precisão simétrica dos guarda-sóis e cadeiras. Com ela, o fotógrafo ganhou o prêmio Sony World Photography 2015 na categoria “Professional Travel”. Veja mais abaixo e conheça o trabalho completo de Bernard Lang.


 

Fotos: Bernhard Lang /fonte:via

Semanas sem chuva e superlua secam canais de Veneza e deixam barcos encalhados

A paisagem de Veneza nesses dias não é aquela tradicionalmente romântica que nos acostumamos. Alguns canais da cidade secaram por conta da falta de chuvas e da superlua, que apareceu no mundo todo nesta semana.

A situação reúne alguns outros fatores, como a alta pressão sobre a região e a falta de vento, que dificulta a chegada das chuvas. Tradicionalmente, é época de enchentes em Veneza, quando os canais chegam até a transbordar e inundar a cidade por conta da maré alta.

Só que, além da seca, o fenômeno da superlua impediu essa cheia. A lua conversa diretamente com o mar, e sua mudança de fase implica na altura da maré do oceano.

Além de afetar o turismo, a seca também dificulta a vida dos locais, uma vez que as principais locomoções pela cidade são feitas através de barcos, que estão em grande parte encalhados.

Uma situação semelhante aconteceu em Veneza há dois anos. Na época, a maré baixa deixou o nível dos canais até 66 cm abaixo do nível do mar, segundo a agência ANSA. Desta vez, o nível está ao menos 60 cm abaixo do oceano. O recorde é -212 cm, atingido em fevereiro de 1934.

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Com medo de virar ‘cidade fantasma’, vilarejo italiano vende casas por apenas 1 euro

O presidente da Câmara de Ollolai, região montanhosa de Barbagia, na Ilha da Sardenha, decretou a venda de diversas casas abandonadas na região em uma tentativa de buscar novos habitantes.

A maioria dos imóveis estão em ruínas, e o preço da casa é simbólico, apenas 1 euro (quase 4 reais). Porém, há algumas obrigações que o morador deve cumprir, como se comprometer a reabilitar as casas em no máximo três anos.

As informações são da CNN. De acordo com a publicação, a recuperação de um imóvel poderá atingir até 25 mil euros (cerca de 98 mil reais). O objetivo é rejuvenescer a cidade, que enfrenta uma crise habitacional nos últimos 50 anos. Hoje, são apenas 1300 habitantes e uma média de seis nascimentos ao ano.

Efisio Arbau, presidente da Câmara, teme que o local se torne uma cidade fantasma. “A minha cruzada é resgatar as nossas tradições únicas de caírem no esquecimento”, afirmou. “O orgulho no nosso passado é a nossa força. Sempre fomos um povo forte e não vamos permitir que a nossa cidade morra”.

Ollolai está no centro da Ilha da Sardenha, com uma rotina tranquila e trabalho focado em atividades voltadas para agricultura e artesanato. Já foram três vendas concluídas dentro do projeto e já passam de 100 os pedidos de informações sobre o plano, vindo de lugares como Rússia e Austrália.

 

Fotos: foto 1: Pixabay; foto 2: Ollolai comune proloco; foto 3: Ollolai comune proloco; foto 4: Ollolai comune proloco:fonte:via

Quem está por trás das respostas às milhares de cartas deixadas no túmulo de Julieta

A famosa história de Romeu e Julieta, eternizada por Shakespeare no final do século 16, continua inspirando pessoas ao redor do mundo. Apesar de nunca ter sido comprovada a existência do casal, Verona incorporou-a como verdadeira, tendo criado até mesmo um túmulo para a jovem.

A cidade costuma atrair milhares de turistas, que chegam até lá para conhecer as casas que teriam sido das famílias rivais Montéquio e Capuleto. Mas como não é privilégio de todos ir até a Itália, há também a opção de enviar uma carta para as “secretárias” da Julieta – voluntárias que recebem as cartas deixadas no túmulo da jovem e respondem de volta aos remetentes.

Estima-se que mais de 50 mil cartas sejam enviadas todos os anos, sendo que 70% delas são escritas por mulheres. E a maioria dos textos, como era de se esperar, pedem conselhos amorosos à Julieta. Elas quase sempre começam com ‘só você pode me ajudar’”, contou uma secretária.

Em 2001, o Clube da Julieta, como é chamado, contava com 7 voluntárias, que respondiam aproximadamente 4.000 cartas anualmente, além de um gato chamado Romeo. Hoje, são 45 secretárias, sendo na sua maioria moradoras locais, mas também há voluntárias que vêm dos quatro cantos do planeta para viver essa experiência especial.  

O Clube criou até uma premiação, a “Dear Juliet” (Querida Julieta), que premia as melhores cartas e a melhor história de amor. Se você ficou com vontade de escrever uma carta, basta endereçá-la para Julieta, em Verona, na Itália, que ela chegará aos cuidados das secretárias. E, caso tenha se interessado pelo assunto, há um filme inspirado nessa história, a comédia romântica Cartas para Julieta, de 2010.

 

Imagens © Pixabay/StockSnap/fonte:via

A “dolce vita” da Itália dos anos 1980 registrada em fotos sedutoras e interessantes

Em um país tão peculiar, orgulhoso da própria personalidade e dono de uma história tão ancestral e cheia de capítulos como a Itália, com tantos altos e baixos, crises, estabilidades e confusões, parece haver algo de essencial, que o genial cineasta Federico Fellini tão bem capturou em sua obra-prima La Dolce Vita, de 1960: a busca e o anseio por essa “vida doce”. Pleno em prazeres, sensualidade, sexualidade e felicidade, foi esse espírito que o fotografo americano Charles H. Traub procurou registrar, durante a década de 1980, em suas viagens pelas ruas de todo o país.

Marcello Mastroianni e Anita Ekberg em cena de La Dolce Vita, de Fellini 

Tal espírito foi encapsulado no livro Dolce Via: Italy In the 1980’s (Doce rua: Itália nos anos 1980) no qual Traub reúne essas fotos, revelando um espírito de rua que, para ele, anda em vias de desaparecer diante dos problemas que surgem com as crises econômicas globais.

A impressão de uma vida mais simples e diretamente apontada na direção dos prazeres, tanto da carne quanto da mente, parece saltar das fotos. Mesmo em seus registros mais inocentes, o tal doce sabor que Fellini explora em seu filme parece sempre presente, sensual, colorido e suculento.

© fotos: Charles H. Traub/fonte:via

7 dicas para curtir o maravilhoso turismo gastronômico italiano

Viajar e conhecer novas cozinhas é uma das melhores coisas do mundo. Se essa cozinha for italiana então, a experiência se torna ainda mais incrível. São queijos, massas e pizzas para todos os gostos e bolsos, que ainda podem vir acompanhados de um bom vinho montepulciano para fechar com chave de ouro.

A cozinha italiana deve ser provavelmente a cozinha mais popular de todo o mundo, estando presente nos mais diferentes tipos de países. A origem das suas famosas massas, por exemplo, é desconhecida. A história mais popular é de que Marco Polo tenha trazido o macarrão ao país após uma viagem à China, mas muitos dizem que isso não passa de uma lenda.

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Já as pizzas foram levadas para a Itália durante as Cruzadas, no século 11, por turcos que desembarcaram no porto de Nápoles. Na época, era apenas um pão (como o sírio de hoje) coberto com carne e cebola. Mas os napolitanos foram desenvolvendo novas massas e recheios até que se chegou a pizza que conhecemos hoje (obrigado por isso, Nápoles!).

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E como comida é um assunto pra lá de sério para os italianos, fizemos uma lista com algumas dicas para você não fazer feio durante sua viagem ao país. Confira:

1. Vá preparado para comer muito

Na Itália se come muito. E muito bem. Se você não quer voltar da viagem com uns quilos a mais, é bom fazer uma dieta antes de ir. Lá, não tem essa de pedir somente um prato. Os restaurantes costumam servir três refeições: o antipasto, que é uma entrada, o primo, que são as massas e risotos, e o secondo, que são as carnes, frangos ou peixes. E se você recusar algum deles pode se preparar para um olhar bem torto do garçom.

2. Pizza 2 sabores

Sabe pedir uma pizza com dois sabores? Lá na Itália eles não curtem muito isso. E na verdade chegam a ficar até confusos, pois é algo que não faz parte da cultura italiana. Hoje, até como uma forma de agradar os turistas, alguns restaurantes aceitam esse pedido. Mas não vá achando que eles vão ficar feliz com isso não. Então o melhor que você tem a fazer é pedir uma pizza por vez (acredite, você vai querer repetir!).

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3. Não corte o macarrão

Nunca, de jeito nenhum, corte um macarrão. O bom e velho italiano vai preferir a morte a ver essa cena (sim, eles são um tanto quanto dramáticos também)! Se tiver dificuldades, use uma colher para te ajudar a enrolar o espaguete no garfo, mas cortar, jamais!

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4. Limpe o prato com gosto

Sabe aquele costume de limpar o prato com o pão que é muitas vezes visto com maus olhos aqui no Brasil? Pois se prepare para deixar seu prato bem limpinho na Itália! Lá isso é um costume, e eles têm até uma expressão para o ato: fare la scarpetta. É o melhor jeito de agradar o chef e demonstrar que a comida estava realmente boa!

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5. Se veio sem queijo ralado, tem um motivo

Se o seu prato com frutos do mar chegar na mesa sem o queijo ralado, não foi porque alguém esqueceu de mandar. Mesmo que tenha uma massa no meio, eles jamais polvilham o prato com o queijo. Isso porque acreditam que o queijo ralado rouba o sabor dos outros ingredientes, tirando todo o foco principal do prato.

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6. Bistecca alla Fiorentina bem passada não!

Sabe o costume que temos aqui de pedir carne bem passada? Lá na Itália tem um prato bastante popular, o Bistecca Alla Fiorentina, cujo esse pedido chega a ser um crime. Os chefs não aceitam de jeito nenhum, e muitos restaurantes chegam até mesmo a colocar um aviso na porta para os clientes mais desinformados.

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7. Preste atenção aos horários dos restaurantes

E por último, mas nem por isso menos importante, é bom prestar atenção nos horários dos restaurantes. Não pense que vai conseguir almoçar depois das 15h, ou então jantar antes das 19h30. Apesar dos locais já abrirem às 17h, até às 19h servem apenas bebidas e aperitivos.

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Imagens © Saveur/StockSnap/fonte:via