‘Café dos ouriços’ permite descontrair na companhia dos simpáticos bichinhos

Os chamados ‘Pet Cafés’ têm feito sucesso no Japão (e em outros países que gostaram da ideia) por permitirem que os frequentadores levem seus animais de estimação, especialmente cães e gatos, para acompanha-los durante momentos de relaxamento ou até trabalho.

Mais do que uma moda, os Pet Cafés já estão estabelecidos no Japão, e há estabelecimentos inovando no conceito: conheça o Chikuchiku, ou Hedgehog Home & Café, onde vários ouriços (os animais que inspiraram o personagem Sonic) circulam próximos aos clientes.

Os bichinhos moram em dez casas temáticas construídas por Akiko Tanimoto, um conhecido designer de casas de bonecas japonês. Os funcionários da cafeteria têm experiência para lidar com os ouriços e a casa só abre ao meio-dia, já que eles são animais noturnos e precisam descansar pela manhã.

Crianças de até 6 anos não podem tocar os bichinhos, e aquelas com menos de 12 precisam estar junto de um adulto para isso. Às quintas e sextas, o Chikuchiku fica aberto até mais tarde e serve drinks alcoólicos. Por 25 dólares é possível passar uma hora dentro do café, com direito a dois drinks com álcool e bebida não alcoólica ilimitada.

 

Imagens: Reprodução/Chikuchiku /fonte:via

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Milionário japonês seleciona artistas para irem com ele à lua sem gastar nada

Elon Musk durante o comunicado nesta segunda-feira (Foto: Reprodução/YouTube)

Algumas vezes podemos nos esquecer, mas sim, estamos no futuro. A afirmação se comprova com os planos da SpaceX de levar oito artistas para a lua. De graça.

O anúncio da missão foi feito pelo milionário japonês Yusaku Maezawa, que marcou a viagem ao espaço para 2023. Logo ali. Os viajantes terão a chance de conhecer a lua de perto, entretanto, não há previsão de pouso no satélite natural.

Segundo Yusaku, que vai bancar o passeio com sua fortuna, os artistas selecionados devem usar a inspiração lunar para a produção de obras que vão ficar para a posteridade.

Elon Musk divulgou o protótipo do modelo que levará turistas à Lua (Foto: Divulgação)

“Se Pablo Picasso tivesse visto a lua de perto, que tipo de pinturas teria feito? Se John Lennon tivesse prestado atenção nas curvas da Terra, que tipo de músicas teria composto? Se eles tivessem ido ao espaço, como seria o mundo hoje?”, escreveu Maezawa no site do projeto Dear Moon (Querida lua, em inglês).

Por isso, ele está em busca de um dançarino, um estilista, um escritor, um escultor, um fotógrafo e um arquiteto. Os custos da empreitada não foram revelados, mas veículos da imprensa japonesa dizem que Yusaku possui uma fortuna equivalente a do presidente dos Estados Unidos Donald Trump.

A viagem para a lua será feita a bordo de uma nave reutilizável, que transportará os artistas durante uma semana. No período, eles vão dar voltas em torno da lua e depois retornar para a Terra.

Foto: Reprodução/fonte:via

Brasil consegue acordo que garante proteção de baleias contra caça comercial

Baleia

O quarto dia da 67ª reunião da Comissão Baleeira Internacional foi recheado de tensões. Apesar do acirramento dos ânimos, é possível considerar a aprovação da Declaração de Florianópolis uma vitória para os defensores da manutenção da proibição da caça as baleias.

Com 67% dos votos, o acordo reafirma o banimento da caça comercial de baleias em águas internacionais. A declaração foi proposta pelo Brasil e contou com 40 votos favoráveis e 27 contrários. Seguiram ao lado do Brasil, Argentina, Colômbia, México, Chile, Costa Rica, Panamá e Peru. Os pró-caça Rússia e Japão, bateram o pé. Mas, pelo menos por enquanto, ficaram em desvantagem.

A Declaração de Florianópolis propõe a valorização das baleias e da própria comissão. O trato afasta a noção perpetuada ao longo do século passado de que caçar baleias poderia ser considerada uma atividade econômica como a pesca. Assim, segue em vigor o tratado assinado em 1986, permitindo apenas a caça para fins científicos e a caça aborígene – praticada por povos tradicionais em determinadas regiões.

O texto da Declaração de Florianópolis foi enfático ao defender a preservação das baleias. Entre os principais pontos está o entendimento de que a “caça comercial não é mais uma atividade econômica necessária e a caça com fins científicos não é mais uma alternativa válida para responder às questões científicas, dada a existência de abundantes métodos de pesquisa não letais.”

Ainda existem riscos de uma manobra dos países pró-caça. O comissário Deven Joseph, de Antígua e Barbuda, não aceitou a resolução proposta pelo país anfitrião, “uma resolução não vinculadora, irresponsável, anormal, inconsistente, enganosa e completamente errada. Eles podem pegar essa organização e enviá-la para o abismo para onde as baleias vão quando morrem!”, bradou durante a reunião.

A CBI confirmou ter debatido a proposta do Japão, que pretende criar um sistema que equilibre caça e preservação, que seria controlada por um Comitê Baleeiro Sustentável.

“A ciência é clara: há certas espécies de baleias cuja população é saudável o suficiente para ser colhida de forma sustentável”, declarou o comissário interino do Japão, Hideki Moronuki. O titular, Joji Morishita, é presidente da CBI. Islândia e Noruega simplesmente ignoraram a moratória.

A notícia foi recebida com alegria e alívio pelas entidades de defesa dos animais. Ao longo da semana, ONGs como o Greenpeace exerceram grande pressão nas redondezas do Costão do Santinho, onde é realizado o encontro da CIB.

Contudo, os ativistas se dizem atentos, especialmente com o forte lobby liderado pelo Japão. O Greenpeace manifestou pesar e confirmou que irá tentar de tudo para garantir a criação de um santuário de baleias na costa brasileira.

“Estamos começando a entender a importância das baleias no ecossistema, incluindo sua participação na ciclagem de nutrientes, e a valorizá-las pelo papel que desempenham ao longo de suas longas vidas, por exemplo capturando carbono e exportando-o para o fundo do oceano e sustentando a fauna de águas profundas”, escreveu no site do Greenpeace a bióloga da Universidade Leandra Gonçalves, representante do órgão na Comissão Baleeira Internacional.

O já citado Japão é um dos maiores interessados em autorizar a caça as baleias. O país asiático é acusado de oferecer dinheiro e cargos em troca de votos. Desde o final da Segunda Guerra Mundial, comer carne de baleia se tornou comum no país, entretanto nos últimos anos o número de consumidores caiu consideravelmente. Atualmente, menos 4% da população ingere carne de baleia de vez em quando.

Embora o uso do arpão esteja proibido há mais de 30 anos, Japão, Islândia e Rússia continuam caçando baleias nos oceanos e se escondendo atrás de supostos pesquisas científicas para vender sua carne. 

Fotos: Reprodução /fonte via

Conheça o hotel mais antigo do mundo, gerido pela mesma família há mais de 1300 anos

No hotel japonês Nishiyama Onsen Keiunkan, ou simplesmente The Keiunkan, a ideia de que em time que está ganhando não se mexe é levada ao extremo: inaugurado no ano de 705 e funcionando portanto há mais de 1300 anos, o hotel é gerido desde sua fundação – novamente, em espanto: desde sua fundação – pela mesma família. São 52 gerações de descendentes cuidando do mais antigo hotel do mundo.

Localizado nos arredores da cidade de Kyoto, o Keiunkan é também possivelmente a mais antiga empresa em funcionamento no mundo. Com 37 quartos e água quente vindo diretamente das fontes termais naturais de Hakuho, a justificativa para o (realmente) longevo sucesso do hotel começa em seu cenário: localizado aos pés das montanhas Akaishi e próximo ao sagrado Monte Fuji, a espetacular natureza ao redor do local oferece não só a água pura e quente como uma vista imbatível.

Ainda que obviamente o hotel tenha sido algumas vezes restaurado e renovado, é também seu espírito tradicional, luxuoso em sua simplicidade e elegância, que fazem do lugar um perfeito retiro – com direito a uma atração diretamente do passado, inequivocamente eficaz para um descanso especial: a ausência de internet. Aos desconectados hóspedes, são oferecidas refeições de qualidade superior, banhos naturais, karaokês impagáveis, e a insuperável imersão na natureza.

Seus mais de 1300 anos de história o levaram a ser reconhecido pelo Guiness como o hotel mais antigo do mundo. O hotel foi fundado por Fujiwara Mahito, filho de um ajudante do imperador e, desde sua inauguração o Keiunkan já recebeu um sem-fim de personalidades – entre samurais e imperadores do passado, chefes de estado, artistas e celebridades das mais diversas épocas – todos atrás desse preciso encontro entre tradição e inovação, com um segredo realmente atemporal: a hospitalidade.

O preço de um quarto capaz de receber entre 2 a 7 hóspedes é de 52.000 ienes, ou cerca de 1.780 reais.

© fotos: reprodução/fonte:via

A sobremesa japonesa que leva uma galáxia inteira ao seu prato

Japoneses parecem ser capazes de encontrar uma solução criativa para tudo. Qual outro povo no mundo seria capaz de lançar um doce especial para comemorar a exploração de um asteroide?

Sim, os moradores da terra do sol nascente acabam de registrar mais esse feito!

Tudo começa em 2014, quando a agência espacial do Japão (a JAXA) lançou a sonda não tripulada Hayabusa2 ao espaçof para explorar o asteroide 162173 Ryugu. Até aí, um pequeno passo para a sonda, mas não tão grande para a humanidade, você poderia dizer.

Bom, recentemente, a Hayabusa2 chegou ao seu destino e está pronta para coletar amostras do solo que serão trazidas para análise na Terra. A rede japonesa de lojas de conveniência Lawson achou que a ocasião merecia ser celebrada da melhor maneira: com comida, claro!

A rede lançou um concurso temático para a criação de uma sobremesa comemorativa. Entre os participantes, uma imagem chamou a atenção dos jurados do concurso – e temos certeza de que não foi por causa das habilidades de ilustração.

Com base nesse esboço, a equipe da Lawson desenvoleu uma ideia de sobremesa que lembra um céu estrelado. O doce ganhou o nome de Butterfly Beauty Pururun Water Gelatin e têm sabor de limão e chá de ervas. Mesmo assim, o destaque não está apenas no sabor, mas na aparência do prato, que conta com flocos de pó dourado em seu interior para representar as estrelas.

A sobremesa estará disponível apenas nas lojas Lawson do Japão a partir de 10 de julho. Surpreendentemente, colocar um céu estrelado no prato não terá custos estratosféricos – o doce sairá por apenas JP¥ 180 (ou pouco mais de R$ 6).

Imagens: Divulgação Lawson

Com informações de Sora News 24 /fonte:via

15 imagens mostram por que o Japão não é igual a nenhum outro país

Os japoneses parecem estar muito à frente do nosso tempo. A sensação é de que tudo funciona perfeitamente bem no país – e talvez não seja apenas uma sensação…

Essas 15 imagens mostram algumas das coisas que fazem com que o Japão seja um lugar tão único (e você vai morrer de vontade de ver tudo se repetir por aqui também!).

1. Elevadores equipados com água, desodorante, lanterna, papel higiênico e um BANHEIRO DE EMERGÊNCIA

2. A companhia de trem se desculpou por um atraso de 20 segundos

3. Você pode acender apenas metade da lâmpada do abajour

4. A equipe do aeroporto organiza as malas por cores

5. É assim que se espera o trem no Japão

6. Os mictórios são equipados com um jogo

7. O jeito certo de subir as escadas

8. “Bati acidentalmente na sua bicileta e quebrei o sino”, diz o bilhete

9. A descarga do banheiro reutiliza a água da lavagem das mãos

10. Até a comida de hospital é boa no Japão

11. E os banheiros têm uma cadeirinha de bebê

12. Na Copa de 2014, eles ficaram mais tempo no estádio para limpar a sujeira

13. Como é ser cego no Japão

14. Durante a greve, os motoristas de ônibus continuavam dirigindo, mas se recusaram a aceitar o pagamento das passagens

15. Há mais de 300 faixas de pedestres na diagonal para atravessar a rua com mais segurança

Créditos das fotos sob as imagens/fonte:via

Este museu de arte imersiva e digital de Tóquio vai mudar seus conceitos de contemplação

Uma característica comum a várias obras de arte é a capacidade de transportar o espectador para além de sua realidade. Graças à tecnologia, um coletivo de artistas japonês está prestes a levar esse conceito a um novo nível.

O teamLab é conhecido por suas instalações tecnológicas e imersivas, como o restaurante em que os pratos ‘ganham vida’ e as flores que flutuam sobre os visitantes. Agora, eles vão inaugurar um espaço totalmente dedicado à arte digital imersiva.

Com abertura prevista para 21 de junho, em Odaiba, Tóquio, o Museu de Arte Digital MORI vai contar com 10 mil metros quadrados, 520 computadores e 470 projetores para exibir as experiências imersivas mais inovadoras já criadas pelo teamLab.

De acordo com o coletivo, a ideia de inaugurar o próprio espaço surgiu porque os integrantes sentem falta de um local dedicado inteiramente à arte digital, com estrutura capaz de aguentar o aparato tecnológico e o espaço para o público interagir com as obras.

A principal exibição do Museu, chamada Borlderless (“Sem Fronteiras”) não se limita a um único espaço, podendo se mover entre as salas do museu, formando relações com outras instalações e interagindo com o público.

Assim, o teamLab declara que o intuito do museu é “Romper com as fronteiras entre ‘uma obra e a outra’, ‘arte e visitantes’ e ‘si próprio e os outros’, permitindo que os visitantes se fundam à arte e se tornem parte dela”.

Fotos: Divulgação/teamLab/fonte:via