Caçadores invadem reserva de rinocerontes e acabam devorados por leões

Um grupo de caçadores invadiu ilegalmente uma reserva de rinocerontes e acabou sendo devorado pelos leões. De acordo com informações do jornal inglês Daily Mail, acredita-se que pelo menos três homens tenham sido comidos pelos felinos. Eles vivem no resort Sibuya Game Reserve, no Cabo Oriental, África do Sul.

Não se sabe ao certo como tudo aconteceu, mas pela quantidade de sangue encontrada, é possível dizer que os três foram comidos pelos leões. No entanto, é complicado chegar ao número exato.

Os funcionários da reserva, localizada em um lugar com vegetação densa, dizem ter encontrado três pares de sapato, uma cabeça e partes de corpos e membros cobertos por sangue. Além disso, foram recolhidos armamentos pesados, como rifles, cortadores e até um machado. É provável que os objetos sejam usados para cortar chifre de rinocerontes.

“Encontramos armas pesadas e comida suficiente para dias, então suspeitamos que eles estavam mesmo atrás dos nossos rinocerontes. Os leões são os nossos vigilantes e guardiões, eles encontraram o grupo errado e acabaram virando refeição. Ficamos tristes pela perda de qualquer vida, mas isso envia uma mensagem clara aos caçadores de que eles nem sempre sairão vencedores”, relatou Nick Fox, proprietário do resort.

O rinoceronte é um dos principais alvos da caça ilegal no mundo. Só este ano, nove foram assassinados em reservas por pessoas em busca de seus chifres.

Fotos: Reprodução/Sibuya Game Reserve/fonte:via

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Filhote de leão da caverna de até 50 mil anos atrás é encontrado na Sibéria

Um morador da Sibéria caminhava pelas geladas cavernas da região quando encontrou um pequeno filhote de leão, morto porém conservado em perfeitas condições. Quando informou as autoridades de sua descoberta, um porém natural e imediatamente surgiu: os leões que conhecemos hoje vêm da África, e não existem leões na Sibéria. Como poderia o leãozinho congelado estar em parte tão gelada do planeta?

 

Um parente do leão, conhecido como leão da caverna, um dia de fato viveu por lá, até o fim da última era glacial, há cerca de 11,7 mil anos. Trata-se, portanto, de um filho dessa espécie, perfeitamente conservado, que vivia pela Sibéria entre 20 e 50 mil anos atrás, quando o animal faleceu.

O filhote possui 4 quilos e 45 centímetros. Cerca de dois anos atrás, outros dois filhotes da mesma espécie foram encontradas na Rússia.

Tal descoberta reacende um debate quente na comunidade científica, ao redor da possibilidade de se clonar tais animais. Questões técnicas e éticas perpassam tal discussão, e experimentos similares – não com animais tão antigos, porém – já foram realizados.

Assim seriam, na época, os leões das cavernas, em reconstrução artística

Quais os efeitos de trazer de volta à vida uma espécie extinta há tanto tempo ainda não podem ser realmente medidos, mas como pode se supor pelas fotos, a fofura dos leões – ao menos dos filhotes – já era irresistível, mesmo na Sibéria há 40 mil anos.

 

© Fotos: Anastasiya Koryakina /fonte:via

O encontro deste homem com a leoa que salvou há 7 anos teve um desfecho de tirar o fôlego

Há 7 anos, o zoólogo Kevin Richardson resgatou duas leoas filhotes que estavam se afogando. Desde então, ele deu nomes para elas (Meg e Amy) e o trio se tornou praticamente inseparável. Por muito tempo, elas viveram em um santuário criado por Kevin, que os amigos apelidaram de “o homem que pode falar com os leões“.

Em um vídeo realizado para o canal do Youtube da GoPro, o zoólogo explica que mesmo leões que viveram a maior parte da vida em cativeiro podem caçar muito bem – e esse é o caso das duas leoas resgatadas por ele. Mas Kevin decidiu mostrar como estes animais são capazes de expressar seu amor pelos humanos em um vídeo emocionante.

Gravado no habitat natural das leoas, o vídeo pretende mostrar como os animais reagiriam ao reencontrar o seu velho amigo. Vem descobrir como foi esse encontro!

Todas as fotos: Reprodução Facebook/Fonte:[ via ]