A lenda (e a foto) do encontro épico entre Frida Kahlo e Josephine Baker

A pintora mexicana Frida Kahlo e a cantora e dançarina francesa Josephine Baker foram duas das artistas mais importantes do século XX. Mas as semelhanças entre as trajetórias das duas vão muito além da paixão pela arte, e desembocam num encontro em Paris que, quase 80 anos depois, segue sustentando rumores sobre o que rolou entre as duas.

Tanto Frida quanto Josephine foram o tipo de artista que não fascina apenas por suas obras, mas por toda a postura de vida e o desafio aos padrões impostos em suas épocas.

Josephine nasceu nos Estados Unidos, mas sentia que seu talento artístico era constantemente reprimido no país. Negra, ela sofria resistência para ser reconhecida como cantora e dançarina, e decidiu se mudar para a França, e gostou tanto do que viveu por lá que até se naturalizou.

Já a mexicana Frida, vinda de uma infância pobre e tendo sofrido um acidente que a deixou com dores nas costas por toda a vida, sempre fez questão de deixar o sofrimento transparecer em seus autorretratos, sem vontade alguma de maquiar a realidade.

Ambas se casaram cedo, tiveram relacionamentos conturbados, tiveram gravidezes difíceis, que resultaram em aborto, e foram politicamente atuantes. Frida teve laços com Leon Trotsky, enquanto Josephine atuou como espiã na França durante o período em que os nazistas ocuparam o país.

O único registro do encontro entre as duas é uma fotografia de 1939. Frida viajou até Paris para divulgar uma exposição de suas obras no Louvre. A admiração mútua entre as artistas é notável, e é a partir de outra similaridade entre as duas que surgiu um rumor que ainda fascina.

Frida era abertamente bissexual, tendo se relacionado com algumas mulheres durante sua vida. Os relacionamentos de Josephine não eram tão expostos, mas até seu filho e biógrafo, Jean-Claude Baker, confirmou que ela teve affairs com algumas mulheres.

O filme Frida, de 2002, até mostra Salma Hayek, que interpreta a mexicana, se relacionando amorosamente com Karine Plantadit, que interpreta Josephine. Naturalmente, isso reacendeu os boatos sobre as duas, dando um ar de confirmação sobre o laço entre elas.

Apesar disso, o filme mistura ficção e realidade, não podendo ser considerado uma biografia propriamente dita. O podcast Queer as Fact, que pesquisa fatos históricos sobre o universo LGBT, fez uma investigação no ano passado para tentar descobrir o que há de concreto sobre o caso.

As duas principais biografias sobre as artistas. Josephine: O coração faminto, escrito por Jean-Claude Baker, cita algumas mulheres com quem a cantora se relacionou, mas o nome de Frida jamais é mencionado.

Algo parecido acontece com Frida – A Biografia, escrita por Hayden Herrera. O livro também aborda a bissexualidade da mexicana, mas jamais confirma que ela e Josephine foram amantes, nem mesmo por uma noite.

Assim, o que temos de fato é mesmo apenas a fotografia de Paris em 1939, em tempos em que pouquíssimos momentos eram eternizados para a história. O resto fica por conta de nossa imaginação, tão aguçada pelo talento artísticos de pessoas como Frida e Josephine.

Fotos: Reprodução/fonte:via

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A maravilhosa campanha LGBT das forças armadas da Suécia

As cidades suecas Gotemburgo e Estocolmo receberam a edição 2018 do EuroPride, um evento internacional europeu com debates, apresentações artísticas e uma grande parada para chamar atenção para a causa LGBT e a luta por seus direitos.

Para demonstrar que estão alinhadas com a importância do respeito à diversidade, as Forças Armadas da Suécia promoveram uma campanha publicitária em jornais, outdoors e redes sociais.

Foram criadas duas imagens, com uma soldada e um soldado, ambos fardados, com o rosto pintado com as cores do arco-íris e os dizeres “We Don’t Always Walk Straight” (“Nem Sempre Andamos Straight”) – trocadilho com Straight, que pode significar tanto andar em linha reta quanto se referir à heterossexualidade.

Embaixo, segue a frase “Mas não importa onde ou como marchemos, sempre nos posicionamos pelo seu direito de viver da forma como quiser com quem você quiser. Leia mais sobre como trabalhamos para proteger a liberdade e o direito de escolher como viver em nosso site”.

Imagens: Divulgação/Forças Armadas Suecas/fonte:via

Madrinhas usam cores da bandeira LGBT em casamento de noivos brasileiros

Quer coisa mais bonita que um grupo de pessoas se unindo para celebrar o amor de um casal? Casamentos são sempre especiais, mas as madrinhas de Helivelton Morozesky e Victor Grolla, moradores de Vitória (ES), deram um jeito de fazer a cerimônia deles ainda mais bacana.

Os dois tinham a união estável registrada em cartório desde 2012, mas só neste ano foram ao cartório para registrar o casamento no civil, e no começo de junho fizeram a cerimônia com amigos e família. A história foi contada pelo Razões Para Acreditar.

As sete madrinhas de Helivelton e Victor decidiram usar vestidos nas cores do arco-íris para homenagear não apenas o casal, mas toda a comunidade LGBTQ+. Aliás, coincidentemente, a cerimônia foi realizada no mesmo fim de semana da Parada Gay de São Paulo, quando mais de um milhão de pessoas se reuniram para celebrar o Orgulho LGBTQ+ e exigir respeito.

“É possível, acredite! Não se esconda, case sim, faça festa, convide as pessoas que vocês amam. Foram tantas lágrimas de emoção, risos, danças, que vale a pena acreditar!”, afirma o recém-casado Helivelton.

Como o casamento rolou há menos de uma semana, as fotos profissionais ainda não foram disponibilizadas, mas as imagens feitas por amigos são um ótimo aperitivo!

Fotos: Reprodução/Arquivo pessoal/fonte:via

‘O escudo do orgulho’: Criaram uma bandeira LGBTQ à prova de balas

17 de maio é o Dia Internacional Contra a Homofobia e Transfobia, em memória de quando, em 1990, a Organização Mundial da Saúde excluiu o então chamado “homossexualismo” da Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde.

Para celebrar, a agência Rethink Canada criou o “Escudo do Orgulho” (“The Pride Shield”, no original em inglês), uma bandeira do arco-íris, símbolo da luta LGBTQ, à prova de balas. Feito a partir de 193 bandeiras, uma para cada país membro da ONU, o escudo pretende simbolizar “o poder das ações coletivas para enfrentar a violência homofóbica ou transfóbica”.

A Rethink criou um vídeo para divulgar a ação (veja abaixo), em que reproduz noticiários de diversos países sobre a violência contra pessoas LGBTQ, e promete levar o Escudo do Orgulho para diversos espaços públicos, a fim de levantar discussões sobre a importância de criar ações para garantir a segurança de pessoas que ainda correm risco de morrer por causa de sua sexualidade.

Fotos: Reprodução/Rethink Canada/fonte:via

Pai solo adota quatro crianças com deficiência para que tenham uma vida melhor

Desde jovem o britânico Benjamin Carpenter sentia o desejo de ser pai e cuidar muito bem de seus filhos. Mas, por ser gay, ele sabia que teria de achar uma alternativa à paternidade tradicional, e já aos 21 anos se cadastrou no programa de adoções do Reino Unido.

Foram 4 anos tentando provar que seu desejo era verdadeiro e que ele poderia ser um bom pai, mesmo sendo gay e sozinho, até que em 2010 a Justiça finalmente o autorizou a adotar Jack, então com 2 anos.

Ben sabia que o garoto estava tendo uma infância difícil, mas só descobriu que ele era autista e sofria de Transtorno Obsessivo Compulsivo quando o processo de adoção se completou.

A questão não foi problema algum, pelo contrário: Ben sentiu que cuidar de crianças com deficiência e que foram deixadas pelos pais biológicos era sua vocação.

Dois anos depois, ele conheceu Ruby, então com 3 anos de idade. Portadora de Síndrome de Pierre Robin, com problemas de visão, escoliose e uma doença congênita que a impede de mexer os braços e mãos com precisão, a garota foi a segunda adotada por Ben.

Em seguida chegou Lily, meia-irmã de Ruby e um ano mais nova. Ela é surda e motivou Ben a aprender linguagem de sinais para se comunicar com a filha, além de ter ensinado a técnica para as outras duas crianças.

Joseph foi o quarto e, por enquanto, último filho adotivo de Ben. O garoto chegou até a família com um ano de idade, após ser deixado pelos pais biológicos quando eles descobriram que ele tinha Síndrome de Down. Ele também tem colostomia e precisa usar uma bolsa par armazenar as fezes, necessitando de atenção praticamente 24 horas por dia.

“Todos meus filhos têm uma atitude do tipo ‘E daí que tenho uma deficiência?’”, conta Ben, que vive com os quatro em uma fazenda na companhia de coelhos, galinhas, gansos, patos e pavões.

“Nossa vida é completa. Eles estão completos comigo e eu com eles”, conta o orgulhoso pai, que chegou a ser apontado Pai Adotivo do Ano por uma entidade britânica de apoio à adoção.

Além de cuidar das crianças, Ben também ensina linguagem de sinais em escolas da região de Huddersfield, onde eles vivem. Além disso, ele se dedica a participar de encontros com pais que buscam a adoção para ajuda-los a planejar e lidar com o processo.

“Muitos deles têm em mente o que chamo de Adoção Angelina Jolie ou Madonna, em que tudo é perfeito”. Ben gosta de explicar sobre as crianças com mais de 4 anos ou com necessidades especiais, que têm dificuldade para encontrar famílias por não ‘se encaixarem nos moldes’.

“O que faço é mostrar fotos da minha família e contar minha história – os pontos positivos e os negativos -, para acabar com essa noção de ‘normal’. Para mim, é uma questão de fazer as pessoas pensarem fora da caixa”, completa.

 

Fotos: Arquivo pessoal/Benjamin Carpenter/fonte:[via]

A incrível história do casal de lésbicas que enganou a Igreja Católica para se casar

A história do casamento ocorrido em 1901, na igreja católica de São Jorge, na cidade espanhola de La Coruña, seria tão banal quanto qualquer outra: Marcela e Mario se casaram poucos dias após a conversão do noivo ao catolicismo e seu batismo, visto que Mario seria filho de ingleses protestantes de origem. O detalhe que transforma tal casamento em uma verdadeira odisseia de amor e coragem é nada mero fato de que Mário era, na verdade, Elisa – que se fingiu de homem para que pudesse se casar com Marcela, seu amor.

Marcela Gracia Ibeas e Elisa Sánchez Loriga se conheceram na escola de magistério, em La Corunã, ainda em meados dos anos 1880, e se apaixonaram. A família de Marcela a enviou para Madri para que se afastasse de seu amor por uma outra mulher, mas de nada adiantou. As duas fingiram estarem afastadas em definitivo, Marcela engravidou e anunciou que se casaria com um primo de Elisa, de nome Mario. O noivo de Marcela era, no entanto, Elisa vestida em um terno e com o cabelo cortado curto. Assim foi realizado o único casamento homossexual na história da Igreja Católica que se tem notícia.

As duas foram rapidamente descobertas pela imprensa local, porém, que espalhou a incrível história por toda a Europa e mesmo o mundo. Um mandado de prisão foi decretado na Espanha, e o casal fugiu então para Portugal. Lá Elisa passou a se chamar de Pepe, e as duas viveram por alguns meses como um casal heterossexual. Rapidamente, porém, a pedido da polícia espanhola, Elisa e Marcela foram descobertas e presas em terras portuguesas. A imprensa de Portugal também se interessou intensamente pelo caso mas, em oposição à imprensa espanhola, em favor do casal. Apesar da simpatia da imprensa e até mesmo de boa parte da população, Portugal acabou por aceitar a extradição das duas de volta para Espanha.

Antes de serem mandadas de volta, porém, as duas conseguiram escapar, e fugiram mais uma vez, agora para Argentina. Por lá mudaram de nome mais uma vez, e a história das duas começou então a se dissipar no tempo. As duas viveram normalmente como duas jovens por lá; Marcela mudou o nome para Cármen, Elisa para Maria, e se casou com um homem dinamarquês. O casamento não deu certo, no entanto – Elisa se recusava a ter relações sexuais com seu novo marido.

O fim da história é desconhecido – sabe-se apenas de um jornal mexicano que, em 1909, publicou um relato afirmando que Elisa teria se suicidado no país. O que se mantém, no entanto, é o eco da luta e do amor das duas, especialmente considerando que o casamento homossexual é permitido na Espanha há pouco mais de uma década.

Não por acaso, a história de Elisa e Marcela será transformada em um filme, baseado no livro Marcela e Elisa, muito além dos homens. Cem anos depois, se muito do preconceito e do horror que perseguiu o amor das duas, a força dessas vidas e desse próprio amor também ainda ressoa, mais alto que qualquer preconceito, por todas as pessoas que simplesmente se amam.

© fotos: divulgação/fonte:via

Emocionante série de fotos conta histórias dos sobreviventes do ataque a boate em Orlando

No dia 12 de junho de 2016, o ódio e a homofobia acabaram com 49 vidas de pessoas que foram à boate gay Pulse, em Orlando, para se divertir. O ataque também deixou 53 feridos, isso sem contar o atirador, que morreu em confronto com a polícia. Um ano depois, uma série fotográfica mostra como os sobreviventes vem reconstruindo suas vidas.

O projeto foi conduzido pela Dear World, que tem como objetivo contar histórias através da fotografia. Eles entrevistaram sobreviventes, familiares e policiais e bombeiros que foram acionados para prestar socorro na Pulse. Depois das conversas, os retratados escreveram em seus corpos mensagens que os fazem lembrar daquela noite.

Robert Fogarty, fundador do Dear World, contou ao Buzzfeed que algumas pessoas choraram durante a entrevista, algumas até conseguiam dar risadas, mas todos têm um ponto comum: disseram dar mais valor às próprias vidas. As frases escritas pelos sobreviventes foram inspiradas nas conversas com Fogarty, e as entrevistas estão disponíveis na íntegra (em inglês) em dearworld.org/orlando.

Rodney Sumter

Batman, Superman, Hulk. Ele disse que eu era seu favorito”

Rodney trabalhou como bartender na noite do ataque e levou quatro tiros.

“No Dia dos Pais, meu filho, que é fã dos quadrinhos da DC e ama super heróis, fez um pôster para mim:

Batman é esperto.

Super-Homem é rápido.

Hulk é forte.

Mas meu pai é meu super herói favorito.

Tomei aqueles tiros e tudo em que podia pensar eram meus filhos. Conseguir sair dali e ser chamado de herói me motiva a continuar seguindo em frente”

Mina Justice

“Fui para seu quarto e ele não estava lá”

Mina Justice, mãe de Eddie Justice, uma das vítimas fatais do tiroteio

“Recebi uma ligação do FBI dizendo que precisavam fazer perguntas. Respondi ‘Não, vocês vão me dizer que ele se foi’.

Ele foi a sexta pessoa a ser identificada e eu estava dizendo que não, não era ele.

– ‘Sim, Sra. Justice, encontramos a identidade dele no bolso. Sentimos muito’

Depois disso, não lembro de nada. Eu só caí. E não pude compreender mais nada.

Fui até o quarto dele. Meu coração se foi, ele se foi. Ele não está lá. Ele se foi”

Barbara Poma

“Você é ela, não é?”

Barbara Poma é a dona da boate Pulse e criou uma fundação para criar um memorial onde ficava a balada.

“Eu estava no mercado alguns meses depois, tentando voltar ao normal, e um rapaz estava atrás de mim na fila, me encarando. De repente ele começou a chorar.

“Você é ela, não é?”, perguntou. “Sim, eu sou ela”.

Ele começou a me contar sua história, a chorar, quis me abraçar. Ele comprou flores e me deu.

Eu sempre vou ser a dona da Pulse. Sempre vou ser aquela pessoa”

Omar Delgado

“Eu queria que eles tivessem atendido seus telefones”

Omar Delgado foi um dos policiais a atender o chamado na Pulse.

“A música tinha sido cortada. Telefones tocavam em todo o lugar. Um me chamou a atenção, estava perto dos meus pés e tocava, e tocava, e tocava. Eu podia ver o nome de quem estava ligando, sua foto, e pensava ‘Essa pessoa nunca mais poderá atender seu telefone’. Eles continuavam tocando, e as vibrações faziam com que o sangue saísse daquelas pobres pessoas. Tirou toda minha concentração”

Marissa Delgado

“Ele disse: ‘Você precisa sair da sua casca’”

Marissa Delgado sobreviveu ao ataque na Pulse, mas seu amigo, Stanley Almodóvar, não.

“Como você se sente um ano depois? Como está sua recuperação?

Que recuperação? Você acha que eu deveria ter me recuperado porque passou um ano? Não, não é assim que acontece.

Uma pergunta comum que eu odeio: ‘Como está seu processo de cura?’

O que? Demora mais do que isso”

Orlando Torres

“Eu te dei um beijo de Olá, mas nunca o de Tchau”

Orlando Torres sobreviveu ao ataque na Pulse.

“A última pessoa que eu vi foi Anthony Laureano. O cumprimentei com um beijo.

Eu estava na cama do hospital quando vi sua foto entre as imagens das vítimas fatais.

Eu disse Oi, mas não tive a chance de dizer Tchau.

É isso o que mais me incomoda”

Dimarie Rodriguez

“Cadê meu boa noite?”

Jean Carlos Nieves Rodriguez, filho de Dimarie, foi uma das vítimas fatais do ataque.

“Eu sempre eu lhe enviava uma mensagem desejando boa noite. Ele respondia e falava que me amava. E eu dizia que o amava mais.

Mas naquela noite não teve boa noite. Eu sabia que ele estava na boate, então enviei o meu. Ele disse que me amava, mas não enviou o ‘boa noite’ porque estava fora. Quando eu acordei naquela noite e vi que ele não estava na sua cama, enviei uma mensagem. Eu não vi seu ‘boa noite’”

Angel Colon

“Na escuridão do quarto no hospital, eu o perdoei”

Angel Colon sobreviveu ao ataque.

“Estava escuro, maseu não conseguia dormir. Aquelas foram as noites em que mais rezei. Enquanto todos dormiam, eu orava a Deus, lutava com Ele.

Eu nunca vou esquecer, mas, para ficar bem comigo, minha família, para que eles pudessem falar comigo, eu precisava passar pelo processo. E o perdão fazia parte disso.

Quando se pensa em perdão, tem algo ou alguém específico que precisa ser perdoado. Então sim, na minha cabeça, era o cara que fez isso.

‘Eu te perdoo’.

Se eu me arrepender de perdoar, a raiva vai crescer dentro de mim, e isso é ruim.

Eu só repito na minha cabeça:

Amor, Esperança, Positividade.

Siga em frente.

Você vai ficar bem”

Todas as fotos © Daymon Gardner/Dear World/fonte;via