Cobra e centopéia travam uma luta improvável no deserto; veja o vídeo

Duas criaturas improváveis lutam no deserto do Vietnã em batalha final e surreal. Em um vídeo de três minutos postado no Live Leak, podemos ver uma luta mortal entre uma cobra píton e a uma centopéia gigante. Elas se mordem, imobilizam e tentam derrotar a oponente.

Nas filmagens raras, elas giram e se torcem em forma de um pretzel, girando e se retorcendo. À medida que a centopéia leva vantagem na batalha, aperta mais o corpo da serpente. A barriga branca do réptil aparece quando a centopeia rasteja por cima e parece estar roendo o pescoço da cobra.

Quando a serpente se contorce nos momentos finais, a centopéia pode relaxar, tendo vencido a improvável batalha da natureza.

Assista:

Foto: Tobias Nordhausen /fonte:via

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Câncer volta, se espalha, mas ela mantém data do casamento: ‘Foco é amar a vida’

Laurin Long e Michael Bank não deixariam o câncer mandar na data do casamento deles. Alguns meses atrás, os médicos avisaram que haviam chances dela estar com tubo oxigênio ou mesmo dela não poder andar sozinha. Sua doença havia sido vencida há mais de dois anos, mas de repente voltou quando o casal estava planejando a vida juntos.

“Mude sua data de casamento”, os médicos aconselharam. Mas o dia 24 de março era muito especial para ser deixado de lado – foi o dia em que Laurin e Michael se conheceram. Mudar isso seria como ceder ao câncer e desistir. Então os dois encararam o desafio.

Laurin e Michael conseguem se casar, como planejado

“Decidimos que em 24 de março, qualquer que fosse a condição em que eu estava, nós faríamos”, disse Laurin ao site Today. “Ela é incrível. Temos nos concentrado em amar uns aos outros e amar a vida”, acrescentou Michael.

O casal, que mora em Columbia, na Carolina do Sul, se casou como sempre planejou. A noiva estava andando pelo corredor e depois dançando com o marido – energia que ela credita ao tratamento “muito intenso” que está recebendo como parte de um teste clínico que combate o câncer, mas também fazendo seu cabelo cair e causando outros efeitos colaterais.

O casal caminha feliz durante o casamento

A História

O casal se conheceu em um site de namoro no dia 24 de março de 2015. Na época, Laurin já estava lutando contra o câncer de mama, diagnosticado pouco antes dela completar 26 anos. Ela passou por quimioterapia, mastectomia dupla e seis semanas de radiação.

Para celebrar o fim do tratamento, Laurin fez um ensaio fotográfico onde aparecia com a cabeça careca e luvas de boxe cor-de-rosa. Ela usou essas fotos para seu perfil no site namoro, o que deixou Michael, dono de uma escola de karatê, intrigado.

“Apenas o fato de que ela estava sorrindo em meio a tudo o que estava acontecendo e disposta a se colocar lá fora – eu pensei que ela era alguém que tinha amor pela vida”, lembrou ele. “Eu continuei voltando e olhando as fotos”, conta. Ele mandou então uma mensagem e eles tiveram um encontro no café no dia seguinte.

Ambos eram apaixonados por viagens e aventuras. E havia muito para comemorar: os testes mostraram que Laurin não tinha resquícios da doença.

O casal celebra e acredita na vida

Ainda assim, quando Laurin e Michael se apaixonaram, permaneceram atentos. O câncer já havia devastado a família de Laurin: sua mãe morreu de câncer no pâncreas quando ela tinha 17 anos e seu pai morreu de câncer de cólon quando ela tinha 22.

“Nós nos concentramos em fazer aventuras incríveis e viajar, sabendo que havia uma chance de que isso pudesse voltar”, disse Michael. Eles fizeram um cruzeiro para as Bahamas, passaram as férias em Cancun e viajaram por todo o país.

Em agosto de 2017, Laurin começou a sentir fortes dores nas costas e acabou num pronto socorro. Os médicos pensaram que eram apenas espasmos musculares e receitaram relaxantes musculares e analgésicos, mas ela sentia como se seus ossos estivessem quebrando. Depois de uma série de exames, descobriram que o câncer de mama havia voltado, espalhando-se por seus ossos e fígado.

“Ficamos apavorados”, disse Michael. Foi quando os médicos começaram a sugerir que eles adiassem a data do 24 de março, mas o casal ficou firme, não deixando o medo mudar seus planos. Laurin começou uma nova sessão de quimioterapia, mas, em dezembro, recebeu a notícia de que o tumor tinha se espalhado para seus pulmões. Sua única opção, então, era participar de um teste clínico agressivo. Assim, exames começaram a mostrar que os tumores estavam diminuindo.

A jovem compartilhou as boas novas com os amigos: “A médica entrou hoje e perguntou como nós estávamos. Nós respondemos que bem e ela respondeu ‘ótimo, vamos deixá-lo ainda melhor!’. Eu sabia que nós iríamos receber ótimas notícias. Os exames chegaram… os dois tumores são diminuindo. O restante dos melanomas metastáticos estão pequenos demais para serem medidos e estão estáveis. O teste está funcionando”.

O casal não se arrepende de ter mantido a data: “Esperamos pelo casamento e fizemos tudo nos nossos termos“, conta a noiva. A partir de agora eles pretendem continuar fazendo o que amam: viajar! “Nós continuaremos vivendo, viajando e fazendo o que queremos dentro do possível. Nós decidimos que sempre focaremos na qualidade e não na quantidade“, disse Michael.

Laurin segurando o retrato de sua mãe

 

Fotos: Tiffany Ellis Photography/fonte:[via]

Série fotográfica retrata o dia a dia da primeira lutadora transexual de Muay Thai na Tailândia

Quando nasceu, há 21 anos, Rose foi registrada como Somros Polchareon. Hoje, rebatizada como Nong Rose Baan Charoensuk, é uma reconhecida lutadora transsexual de Muay Thai no seu país, a Tailândia.

Rose luta desde os 8 anos de idade, por influência de um tio, e conta que precisou enfrentar muita resistência por parte dos seus adversários, que não admitiam lutar contra ela. “Eles falavam que seria constrangedor independentemente se ganhassem ou perdessem”, disse à Reuters.

A lutadora já conta com mais de 300 lutas no currículo, tendo vencido metade delas, 30 por nocaute. Ainda que esteja quebrando barreiras, Rose não é a primeira lutadora trans do seu país. Parinya “Nong Toom” Charoenphol foi a primeira que se tem conhecimento, fazendo bastante sucesso nos anos 90 e, após uma longa pausa, voltou aos ringues em 2006.

E apesar da Tailândia ser vista como um paraíso para os transexuais, muitos deles alegam serem tratados com desprezo. Inclusive, não é possível alterar o gênero em documentos de identidade, mesmo com uma lei contra a discriminação de gênero tendo entrado em vigor em 2015.

 

 

Imagens © Reuters/Athit Perawongmetha/fonte:via