Madonna numa boate nos anos 1980 pela lente de Eric Kroll

Sabe aquela dobradinha que não podia ficar melhor? É Madonna sendo fotografada por Eric Kroll. SIM!

Madonna dispensa apresentações, é claro. Eric Kroll, no entanto, é um dos fotógrafos mais fodásticos de sua época, tendo publicado coleções como “Fetish Girls” e”Beauty Parade“.

Os dois se encontraram na legendária boate Danceteria, uma casa noturna localizada em Nova York que reunia alguns dos mais famosos artistas e músicos locais. O encontro resultou em uma série de fotos de Madonna ainda no início da carreira.

As fotos foram clicadas em 1983, mesmo ano em que ela lançava seu primeiro álbum e cerca de dois anos depois do romance da diva do pop com Jean-Michel Basquiat, cuja carreira também estava em ascensão na época.

As imagens foram resgatadas recentemente pelo site Vintage Everyday e se tornaram um sucesso imediato.

Não é todo dia que vemos um ícone sendo criado, não é mesmo?

 

 

 

 


 

 

 

 

 

Fotos © Eric Kroll/fonte:via

Fotos raras de Madonna com 18 anos na Universidade de Michigan

Alguns anos antes de sacudir, excitar e chocar o planeta, Madonna era somente uma estudante de dança na Universidade do Michigan – e, confirma seu histórico, uma excelente aluna. Em 1976, Peter Kentes registrou a jovem artista no campus da universidade – e um tanto do espírito que viria a tomar o mundo já pode ser visto, mesmo que em uma versão ainda tímida para os padrões da artista, nessas fotos.

Dois anos depois, em 1978, a então aspirante à estrela viria a lagar a universidade para se mudar para Nova Iorque, a fim de tentar sua sorte no showbusiness. Ela tomaria aulas da dança, trabalharia em restaurantes e companhias de dança, vivendo com pouco dinheiro e muita força de vontade até 1982, quando enfim lançaria seu primeiro compacto. Largar a universidade em Michigan e mudar-se para Nova Iorque, no entanto, permaneceria como um ponto de virada em sua vida.

“Foi a primeira vez que entrei em um avião, que peguei um táxi. Fui para Nova Iorque com 35 dólares no bolso. Foi a coisa mais corajosa que fiz”, ela diz. A pessoa, portanto, que tomou tal decisão que mudou não só sua própria vida como o cenário cultural e a música popular foi essa jovem das fotos, que, aos 18 anos, se preparava para transformar a estudante Madonna Louise Ciccone em simplesmente Madonna.

© fotos: Peter Kentes/fonte:[via]

A história por trás das 66 polaroides perdidas de Madonna antes da fama

Quando tomou conhecimento do sucesso daquela então nova cantora a tomar conta das rádios e televisões chamada Madonna, o fotógrafo Richard Corman só conseguiu pensar em uma coleção de polaroides que havia clicado poucos meses antes, e que simplesmente tinha desaparecido. Nas fotos, Madonna era ainda uma ambiciosa artista de 24 anos – meses depois, ela se tornara a maior cantora do mundo, e suas polaroides haviam sumido, ou pior: talvez ele mesmo as tivesse jogado no lixo.

Madonna foi apresentada a Corman pela mãe do fotógrafo, que garantiu a ele que ela seria uma grande estrela um dia, e que ele deveria fotografa-la. As fotos aconteceram em abril de 1983, no apartamento de Madonna e, em seguida, no apartamento do irmão da cantora, em Nova Iorque.

No segundo dia, mais de 70 polaroides foram clicadas – algumas foram separadas por Corman, as outras foram guardadas. Meses depois, quando Madonna já havia lançado o hit “Holiday” e estourado nos EUA e no mundo, ele se deu conta de que não sabia onde as imagens guardadas estavam. Assim o dilema permaneceu por nada menos que 33 anos, até fevereiro de 2016.

No início do ano passado, enquanto realizava uma mudança de seu antigo apartamento, foi que Corman encontrou, no fundo de um armário, uma misteriosa caixa: dentro, as 66 polaroides restantes e totalmente inéditas. Como, de 1983 pra cá, Madonna superou em muito seu sucesso inicial, tornando-se uma das mais importantes artistas da história da música pop, as fotos de Corman possuem valor de documento, e ele fez o que deveria ser feito: reuniu as 66 polaroides em um livro, mostrando a graça, o frescor, o charme e a intimidade de uma Madonna poucos meses antes de seu destino lhe encontrar.

O livro Madonna 66 pode ser adquirido aqui.

Quando tomou conhecimento do sucesso daquela então nova cantora a tomar conta das rádios e televisões chamada Madonna, o fotógrafo Richard Corman só conseguiu pensar em uma coleção de polaroides que havia clicado poucos meses antes, e que simplesmente tinha desaparecido. Nas fotos, Madonna era ainda uma ambiciosa artista de 24 anos – meses depois, ela se tornara a maior cantora do mundo, e suas polaroides haviam sumido, ou pior: talvez ele mesmo as tivesse jogado no lixo.

Madonna foi apresentada a Corman pela mãe do fotógrafo, que garantiu a ele que ela seria uma grande estrela um dia, e que ele deveria fotografa-la. As fotos aconteceram em abril de 1983, no apartamento de Madonna e, em seguida, no apartamento do irmão da cantora, em Nova Iorque.

No segundo dia, mais de 70 polaroides foram clicadas – algumas foram separadas por Corman, as outras foram guardadas. Meses depois, quando Madonna já havia lançado o hit “Holiday” e estourado nos EUA e no mundo, ele se deu conta de que não sabia onde as imagens guardadas estavam. Assim o dilema permaneceu por nada menos que 33 anos, até fevereiro de 2016.

No início do ano passado, enquanto realizava uma mudança de seu antigo apartamento, foi que Corman encontrou, no fundo de um armário, uma misteriosa caixa: dentro, as 66 polaroides restantes e totalmente inéditas. Como, de 1983 pra cá, Madonna superou em muito seu sucesso inicial, tornando-se uma das mais importantes artistas da história da música pop, as fotos de Corman possuem valor de documento, e ele fez o que deveria ser feito: reuniu as 66 polaroides em um livro, mostrando a graça, o frescor, o charme e a intimidade de uma Madonna poucos meses antes de seu destino lhe encontrar.

O livro Madonna 66 pode ser adquirido aqui.

© fotos: Richard Corman/fonte:via

Fotos raras documentam o primeiro show da carreira de Madonna

Mesmo os maiores e mais icônicos nomes da história da música um dia foram iniciantes, nervosos e desajeitados, dando os primeiros passos incertos sobre o palco.

No início da década de 1980 o fotógrafo George Dubose foi chamado por um agente para registrar o primeiro show de uma banda em começo de carreira, chamada The Breakfast Club. George tirou as fotos e nunca as usou, tornando-as públicas somente muitos anos mais tarde. O fez dessas fotos um raro e especial registro não foi tanto a banda, mas sim a vocalista do grupo, que estreava nos palcos: ninguém menos que Madonna.

Não é possível, pelas fotos, saber muito sobre o show – da qualidade da banda, das músicas, ou nem mesmo se a apresentação foi um fracasso ou um sucesso. Podemos, porém, reconhecer na jovem Madonna não só elementos de estilo e figurino que viriam a compor seu personagem no futuro, como a certeza de que, mesmo em seu primeiro show, a cantora deu tudo de si.

Difícil imaginar, olhando as imagens, que Madonna tenha passado desapercebida ao público – era, afinal, diante das sortudas lentes de Dubose, o primeiro brilho de uma das mais reluzentes estrelas da história da música pop.

 

© fotos: George Dubose/fonte:via