Mãe vira escudo humano para proteger bebê durante tempestade de gelo

Uma mãe passou por poucas e boas para garantir a segurança de sua pequena filha. Fiona Simpson estava dirigindo em Kingaroy, na Austrália, com a bebê  e a avó quando uma das janelas do carro acabou estilhaçada.

O vidro não resistiu a força dos ventos provocados por um tornado e se partiu. Com isso, a bebê ficou exposta ao frio, vidro e gelo. Fiona não pensou duas vezes e para protegê-la, a mãe envolveu a criança em seu corpo, se transformando em um verdadeiro escudo humano.

“A janela desapareceu, deixando pedaços de vidro espalhados pelo carro. Eu tirei meu cinto de segurança, sentei no banco de trás e fiquei em cima dela esperando a tempestade cessar”, declarou ao jornal Ten Daily.  

Com queimaduras provocadas pelas pedras de gelo (algumas do tamanho de uma bola de tênis), Fiona disse não ter tido tempo para sentir dor.

“Eu não podia focar na dor. Só tinha tempo de permanecer sobre a bebê e protegê-la. Não houve tempo para pensar em outra coisa”, finalizou. Apesar dos esforços da mãe, a criança acabou machucando a cabeça sem gravidade.  

Fotos: Reprodução/fonte:via

Mãe diz que filho não arruma ‘dates’ por conta do feminismo e acusações de assédio; internet não perdoa

Apesar das boas intenções, a ingenuidade de uma mãe, temperada com pitadas de conservadorismo e uma boa porção de desconhecimento a respeito do que é o movimento #MeToo nos EUA e a afirmação feminina em denúncia contra os abusos sexuais fez de um post que visava “divulgar” as qualidades de seu filho solteiro uma isca perfeita para a fábrica de memes que é a internet. A mãe claramente também não sabia como a internet funcionava, e seu post original se transformou na matéria prima para uma hilária onda de memes.

No post, a mãe compartilhou uma foto do filho em um uniforme da marinha, com a seguinte legenda: “Esse é meu filho. Ele se formou em primeiro, ganhou um prêmio na United Service Organization, foi o primeiro na escola. Ele é um cavalheiro e respeita as mulheres. Ele não sai para encontros pelo atual clima de falsas acusações sexuais por feministas radicais com um machado prontas para destruir”. EU VOTO #HimToo” e, no lugar da hashtag #MeToo, que no movimento significa “eu também”, como alguém que também sofreu abusos, ela criou uma nova: #HimToo, ou Ele também. Ao invés de responder com agressividade, a internet percebeu a ingenuidade da mãe, e respondeu com humor, replicando o mesmo texto escrito pela mãe, com imagens diversas e bem humoradas.

Ao fim, o próprio Pieter Hanson, o marinheiro em questão, respondeu da melhor maneira possível – e a história se completou bem sucedida, com o deboche peculiar ao mundo virtual resolvendo o hilário dilema original. “Essa é minha mãe. Às vezes pessoas que amamos fazem coisas que nos machucam sem perceber. Vamos contornar isso. Eu respeito e acredito nas mulheres, e nunca apoiaria um movimento #EleTambém. Eu sou um orgulhoso veterano da marinha, e Twitter, seu jogo de memes foi perfeito”, respondeu – para alegria da internet, que concluiu com precisão e carinho: “Agora você é NOSSO filho”, disse um post.

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Irmãos recriam fotos da infância décadas depois para presentear a mãe pelos 50 anos

Recriar fotos da infância ou juventude é uma maneira divertida de relembrar os velhos tempos e um jeito interessante de observar as mudanças trazidas pelo tempo.

Para Simon Tester e seu irmão, foi também uma maneira criativa de homenagear a mãe em seu aniversário de 50 anos. Os dois escolheram nove entre as dezenas de fotos da dupla que ela mantém em retratos pela casa e refizeram tudo mais de 20 anos depois.

Além de emocionar a mãe revelando as fotos e as exibindo em grandes molduras, Simon diz que a experiência foi especialmente divertida porque seu irmão, apesar de ser dois anos e meio mais novo, ficou bem mais alto que ele.

Fotos: Reprodução/fonte:via

Pessoas rejeitadas pelas famílias por serem gays ganham ‘abraço de mãe’ de desconhecidos

Infelizmente ainda são muitos os homossexuais que não recebem apoio de seus amigos e familiares e, essa questão fica mais evidente em cidades como o Texas, berço da cultura country e terra dos cowboys. Mas, se depender de Jen Hatmaker – autora, palestrante, blogueira e apresentadora de televisão cristã americana, todo mundo tem direito de ganhar um acolhedor  e indispensável abraço de mãe.

A norte americana, que faz parte da Austin New Church, se juntou a sua congregação e decidiu oferecer abraços para quem estava na Austin Pride Week, a semana do orgulho LGBTQ+ da cidade. De fato não existe nada mais reconfortante do que receber um ‘abraço de mãe’ e a ideia por trás desta ação surgiu a partir da história de Sara Cunningham, uma mulher muito religiosa que demorou para aceitar a sexualidade do filho.

Percebendo quantos jovens passam pela mesma situação de seu filho, Sara decidiu criar um grupo de apoio no Facebook com a ajuda de seu marido e, juntos passaram a oferecer apoio a eles. Foi então que surgiu a ideia de se oferecer como ‘mãe postiça’ nos eventos de orgulho gay e seu “serviço” começou a ficar conhecido. Assim nasceu o ‘Free Mom Hugs’ (‘Abraços de Mãe de Graça’) – sua organização, que além de oferecer os deliciosos e acolhedores abraços, dá suporte e recursos para a comunidade  LGBTQ+, através de palestras e eventos.

Agora é Jen Hatmaker que se orgulha de ter levado sua igreja para participar da Austin Pride Parade, entretanto, esta não foi a primeira vez que a autora mostrou apoio à comunidade, já que, em uma entrevista em 2016, ela criticou o presidente Donald Trump e afirmou que casamentos LGBTQ+ deveriam ser sagrados.

Fotos: Jen Hatmaker /fonte:via

Ela transforma roupas velhas e sem caimento em peças estilosas e exclusivas

Você sabia que a indústria da moda é a segunda maior poluidora industrial, perdendo apenas para o petróleo e que o norte americano costuma jogar fora cerca de 70 quilos de roupas todos os anos? Foi essa preocupação, somada com a necessidade de economizar dinheiro, que fizeram com que a norte americana Sarah Tyau passasse a dar nova vida às roupas velhas, que já tinham o lixo como destino certo.

Ela, que é mãe de 3, começou a reciclar as peças de roupa antigas que encontrava em brechós e com a sua família, logo que sua primeira filha nasceu e, desde então essa tornou-se sua ideologia. Com o tempo escasso e sem nunca ter feito um curso de corte e costura, Sarah já conquistou mais de 135 mil seguidores no Instagram e tem mostrado que suas habilidades não são poucas.

Escandalizada com o fato de que as marcas de fast fashion costumam lançar cerca de 52 mini coleções todos os anos (uma por semana), ela decidiu diminuir seu impacto no meio ambiente e inspira as pessoas a fazerem o mesmo. Sua dica? “Comprar peças clássicas mais intemporais e misturá-las com algumas peças da moda aqui e ali. Dessa forma, você não joga fora tantas roupas e nem sempre precisa comprar constantemente para continuar na moda”, disse ao site Bored Panda.

Com um canal no Youtube onde ensina a fazer transformações geniais em roupas que ninguém daria nada, ela já possui quase 5o mil inscritos e agora planeja sua própria linha de roupas, sempre mantendo a mesma ideologia e, com os lucros destinados às crianças carentes.

Autodidata, consciente e direta, Tyau deixa um recado: As roupas, como qualquer outra coisa materialista, não lhe dão felicidade duradoura, mas apenas um momento fugaz de excitação. Em vez de dar tanta importância ao que você veste, quanto custa ou qual marca de grife você está usando, concentre-se em ser gentil, ter integridade e moral e você sempre estará na moda”.

Fotos: Sarah Tyau /fonte:via

Mãe dá à luz a gêmeos gerados em dois ventres diferentes. Feito tem uma chance para 500 milhões de tentativas

Dez vezes mais improvável que ganhar na Mega-Sena. Em maio, a britânica Jennifer Ashwood deu à luz a duas crianças, Poppy e Piran, em um acontecimento tão raro que até seus obstetras não sabiam o que esperar antes do parto: a mãe tem útero duplicado, e cada bebê se desenvolveu em um dos ventres.

De acordo com os médicos, Jennifer tem duas cavidades uterinas, separadas por um colo, algo que não foi notado oito anos atrás, durante a gestação da filha mais velha da britânica. Após a descoberta, a equipe precisou tomar cuidados especiais, pois o risco de abortou ou nascimento prematuro aumentou.

Segundo a literatura médica, menos de 100 casos assim já foram reportados em todo o mundo. A chance de uma gestação do tipo acontecer é de 1 em 500 milhões. Os gêmeos de Jennifer ficaram por duas semanas na maternidade para tratar a icterícia neonatal, mas já estão plenamente saudáveis.

“Ter dois úteros já é raro, mas ter um óvulo em cada e que os dois sejam fecundados… É como um milagre. Você pode pensar que conhece bem o próprio corpo, mas nem sempre é verdade”, disse Jennifer. “Estamos muito ocupados em casa. É o dobro de abraços e o dobro de amor”, completou.

Fotos: Reprodução/Arquivo Pessoal/fonte:via

Esta mãe correu uma meia maratona empurrando os filhos

Correr é um grande desafio. A conquista dos primeiros quilômetros só é possível com muita disciplina e treinamento. Imagine só correr uma meia maratona com os três filhos.

Cynthia Lauren Arnold, de 34 anos, ficou em 14ª lugar no geral feminino e em terceiro na classificação de pessoas da sua idade na Meia Maratona de Missoula, nos Estados Unidos. Detalhe, ela fez todo o trajeto empurrando um carrinho com as três crianças a bordo.

A conquista rendeu para a atleta o recorde mundial para uma mulher empurrando um carrinho com três crianças. Cynthia concluiu a prova com folga, batendo a marca de 1h29min08, enquanto o antigo recorde era de 1h47min32.

“Ele disse: você deveria tentar esse recorde mundial triplo na meia maratona”, declarou à Runner’s sublinhando que a vitória veio por meio do incentivo do marido.

Mas não pense que tudo aconteceu da noite pro dia. Na verdade Cynthia Arnold sempre fez da corrida um estilo de vida. A motivação para correr com os filhos não foi só para bater o recorde, mas sobretudo para incentivá-los a adotarem um estilo de vida saudável.

Foto: Reprodução/Twitter/fonte:via