10 beijos que mataram quem os recebeu

 

O beijo da morte é uma expressão que ninguém acredita que possa ser, de fato, algo literal. Beijos são uma das coisas mais legais da vida, e não algo que pode levar à morte, correto? Bom, na maior parte das vezes, sim. Mas, às vezes, com uma mistura de azar e descuido, alguns beijos podem ser realmente letais, como os 10 que estão nesta lista macabra.

 

10. Myriam Ducre-Lemay


Em outubro de 2012, a canadense Myriam Ducre-Lemay, de 20 anos, foi a uma festa em Montreal com seu novo namorado. Quando voltaram para casa, os dois se beijaram antes de ir para a cama. De repente, Myriam passou a experimentar muitos problemas para respirar.

Uma ambulância foi chamada e Myriam foi imediatamente levada para um hospital, mas, embora a ambulância tenha chegado apenas oito minutos depois de ter sido chamada, a jovem morreu pela privação de oxigênio no cérebro.

Descobriu-se mais tarde que o namorado de Myriam tinha comido um sanduíche de manteiga de amendoim antes de escovar os dentes. Ele não sabia que ela tinha uma alergia grave ao amendoim. Com apenas um inalador quebrado e nenhuma injeção de adrenalina por perto, Myriam morreu por causa do beijo de seu namorado.

9. Mariana Sifrit


Em 10 de julho de 2017, os americanos Nicole Kilpatrick e Shane Sifrit se casaram nove dias depois que sua filha, Mariana, havia nascido.

Mas o que era para ser um dia especial, se tornou um pesadelo. Algumas horas depois do casamento, eles notaram que Mariana não estava acordando e, em pouco tempo, não estava respirando também. Ela foi transportada até o Hospital da Criança da Universidade de Iowa, onde foi estabilizada. Infelizmente, o jovem sistema imune de Mariana era muito fraco para protegê-la e a criança morreu oito dias depois.

Mariana foi diagnosticada com meningite HSV-1. Esta é uma forma viral de meningite que ocorre como resultado da contração do vírus herpes simple, o vírus que causa a herpes labial. Seus pais foram testados, mas o vírus não veio deles.

 

Acredita-se que Mariana contraiu o vírus quando foi beijada por um portador da doença, o que pode ocorrer mesmo que a pessoa não tenha nenhuma ferida visível. Os pais da menina não tiveram interesse em saber quem havia sido o responsável, por acreditarem que seria melhor assim.

8. Jemma Benjamin


Nesse caso, o beijo não foi o culpado pela morte, mas foi praticamente a última coisa que a vítima fez. Em 30 de abril de 2009, a estudante galesa Jemma Benjamin, de 18 anos, passou o dia estudando para uma prova de francês na universidade. Quando ela terminou, ela se encontrou com o colega Daniel Ross e saiu para tomar algumas bebidas. Mais tarde, eles voltaram para a casa dele. Os dois se beijaram fora de seu apartamento antes de Daniel levá-la para dentro.

Quando Daniel estava mostrando seu apartamento a ela, a moça sentou-se no sofá da sala de estar. Foi quando Daniel percebeu que as pálpebras dela estavam caídas e ela estava espumando pela boca. Antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, Jemma desabou.

A ambulância teve que ser chamada duas vezes antes de finalmente aparecer mais de 20 minutos depois. Apesar dos esforços da equipe que chegou ao local, a jovem faleceu. Após a autópsia, determinou-se que Jemma havia morrido de síndrome da morte súbita adulta.

Embora um inquérito tenha constatado que o serviço de ambulância não respondeu suficientemente rápido, o patologista determinou que esmo que chegasse mais cedo, a equipe médica não teria conseguido salvá-la.

7. Anthony Powell


Melissa Ann Blair e Anthony Powell se conheceram quando o então marido de Melissa, um ex-presidiário, recebeu uma carta de Powell, que estava cumprindo uma sentença perpétua pelo assassinato de sua sogra. Melissa Blair respondeu à carta, e os dois começaram a se conhecer, e eventualmente deram início a um relacionamento romântico. Em 2 de junho de 2016, Blair foi ver Powell, agora seu namorado, para uma visita que terminou em um longo beijo. Algumas horas depois, Powell estava morto.

Durante o beijo, Melissa Blair passou sete sacos com metanfetaminas para Powell, dois dos quais logo se romperam no estômago do homem e o mataram. Embora Blair e Powell tenham sido considerados ambos responsáveis ​​pela morte, Blair não foi acusada de homicídio culposo ou qualquer coisa do tipo. Ela foi condenada a dois anos de prisão por levar as drogas para dentro da prisão.

6. Abby Fenstermaker


No início de 2009, o americano John Strike contraiu uma forma mortal de E. coli de um hambúrguer feito com carne contaminada. Após algumas semanas de tratamento em terapia intensiva, Strike foi transferido para um centro de reabilitação onde ele se recuperaria de sua doença.

Logo depois da mudança, a neta de Strike, Abby, de sete anos de idade, ficou doente. Quando a menina perdeu 1kg em menos de uma semana, seus pais perceberam que algo sério estava acontecendo e a levaram para o hospital.
Dentro de 10 dias após mostrar os primeiros sinais de doença, Abby sofreu insuficiência renal e danos cerebrais. Ela entrou em coma e morreu. Testes revelaram que ela havia contraído E. coli, aparentemente, quando ela beijou a bochecha do avô ao visitá-lo na reabilitação.

5. Julio Macias Gonzalez


O caso de Julio Macias Gonzalez não envolve exatamente um beijo, mas sim outra forma de demonstração amorosa. Em agosto de 2016, Gonzalez, de 17 anos, jantava com sua família em sua casa em Iztapalapa, na Cidade do México, quando começou a ter convulsões. Paramédicos foram chamados, mas nada puderam fazer e o jovem morreu.

No momento da sua morte, Gonzalez tinha a marca de um chupão no pescoço que lhe tinha sido dado por sua namorada de 24 anos. Esse tipo de marca se forma porque a sucção cria pressão suficiente para estourar os vasos sanguíneos. Embora isso seja geralmente inofensivo, causou coagulação sanguínea no caso de Gonzalez. O coágulo viajou para seu cérebro, o que o levou a ter um acidente vascular cerebral e, finalmente, levou a sua morte.

4. Somnath Mhatre


Os beijos da morte listados até aqui foram obra do mais puro azar – ou de descuidos muito sutis. Não é o caso de Sommath Mhatre. A Índia tem cerca de 300 espécies de cobras. Compreensivelmente, muitas pessoas que moram lá vêem as cobras como pragas e simplesmente as matam.

Isso causou grandes problemas de conservação e deu origem a um resgate das cobras, o ato de pegar a cobra e liberá-la longe dos humanos. Embora isso seja admirável, inevitavelmente fez com que algumas pessoas buscassem uma boa oportunidade de selfie com os animais.

Somnath Mhatre era um homem de 21 anos de idade de Navi Mumbai e um ávido salvador de cobras. Seu perfil no Facebook possuía várias imagens dele manipulando e posando com cobras. Infelizmente, ele decidiu um dia posar para uma foto beijando uma cobra antes de soltá-la.

Quando ele levantou a cobra para perto de seu rosto, o animal o atacou e mordeu. Ele foi imediatamente para um hospital, mas morreu três dias depois. De acordo com um herpetologista indiano, essa foi a 30ª morte registrada de um salvador de cobras em 12 anos.

3. Mao Ansheng


Diferente dos outros itens da lista, este beijo foi um beijo da morte proposital. O caso ocorreu na China em 2007, quando Xin Xinfeng matou seu marido, Mao Ansheng. Mas não dá para dizer que ele não sabia o que o aguardava: o casal havia feito um pacto de infidelidade, pelo qual eles concordaram que eles seriam mortos se qualquer um fosse pego traindo um ao outro.

Um dia, Mao foi visto conversando com outra mulher. Se ele pretendia trair sua esposa ou não, não há como saber, porque vê-los conversar foi evidência suficiente para Xin. Antes que os dois se encontrassem no dia seguinte, Xin colocou veneno de rato em um plástico, fazendo uma pequena pílula que ela colocou debaixo da língua. Quando eles estavam se beijando, ela passou a pílula para a boca do marido e ele a engoliu sem perceber.

Mao morreu logo depois, e Xin foi condenada à morte pelo assassinato.

2. Dominique Wright


Em 30 de outubro de 2016, Dominique Wright estava bebendo com seu namorado, Benjamin Hughes. Eles pretendiam voltar para casa de ônibus, mas perderam o último coletivo da noite. Benjamin então decidiu deixar Dominique em casa em sua van, apesar de ter passado a noite bebendo. Essa decisão foi fatal para sua namorada.

Enquanto estavam no caminho, Dominique, que não estava usando cinto de segurança, se inclinou e deu um beijo em Benjamin. Infelizmente, isso aconteceu quando eles se aproximaram de uma curva na estrada. Enquanto Benjamin estava distraído pelo beijo, a van entrou em uma vala e colidiu com uma árvore.

Benjamin conseguiu sair da van, mas Dominique morreu no local. Benjamin estava com quase o dobro do limite legal de álcool no sangue. Apesar dos pedidos de indulgência dos pais de Dominique, ele foi condenado a dois anos de prisão e recebeu uma proibição de condução de quatro anos.

1. Triatominae


Beijos em entes queridos (ou, eventualmente, em cobras) podem ser fatais, mas nenhum beijo é tão fatal quanto o do barbeiro, o inseto que transmite a doença de Chagas. Esses insetos minúsculos gostam de morder humanos ao redor da boca e então defecar na ferida – em inglês, os barbeiros são conhecidos como “kissing bugs” (algo como insetos dos beijos) por esse hábito. Se eles estão carregando o parasita Trypanosoma cruzi, eles podem infectá-lo com a doença de Chagas.

A doença de Chagas geralmente passa despercebida. Não só as pessoas vivem por anos sem perceber que estão infectadas, mas os profissionais médicos agora acreditam que a maioria dos casos é negligenciada.

A taxa de mortalidade de pessoas com doença de Chagas é até três vezes a taxa normal e o risco de problemas cardíacos é 17 vezes maior. Não só muitos casos nunca foram diagnosticados, mas menos da metade das pessoas com doença de Chagas tem o mal como causa em seus certificados de óbito.

fonte:[via][Listverse]

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Foi por isso que 200 mil antílopes ameaçados morreram repentinamente no Cazaquistão

 

Quando mais de 200 mil antílopes do tipo saiga caíram mortos em um intervalo de poucos dias no Cazaquistão, cientistas ficaram assustados.

Em apenas três semanas, no mês de maio de 2015, 60% da população da espécie ameaçada simplesmente morreu. Isso também havia sido observado em maio de 1998, quando 270 mil animais morreram. Em maio de 2010 o mesmo problema aconteceu, mas de forma menos intensa. Naquele ano, 12 mil antílopes morreram de um rebanho de 26 mil.

É claro que o fato de os três surtos terem acontecido na mesma época do ano chamou atenção dos pesquisadores. Desde 2015, eles já sabiam que a causa da morte foi a infecção pelas bactérias Pasteurella multocida tipo B, que causa septicemia hemorrágica, mas não sabiam exatamente como uma bactéria que vivia dentro dos próprios antílopes sem causar problemas, de repente os matava em ritmo assustador.

A conclusão do estudo, realizada pela mesma equipe que analisou as mortes há três anos, é que a união de vários fatores, que individualmente não trariam problemas para os animais, causa a mortalidade observada.

Os pesquisadores conseguiram determinar a principal condição para que a bactéria se torne mortal: um clima mais quente e úmido que o comum. Isso causa uma invasão das bactérias na corrente sanguínea dos animais e a morte. Além disso, o mês de maio é quando estes animais têm os seus filhotes, e eles nascem com o maior tamanho em proporção à mãe entre todos os mamíferos com cascos. Isso significa que as mães estão exaustas fisicamente por conta da gestação e parto, e os recém-nascidos são mais vulneráveis à doença.

Ao analisar o histórico do clima no Cazaquistão, os pesquisadores encontraram o mesmo padrão em dois outros eventos de morte em massa: o já citado caso de 1998, e o de 1981, que deixou 70 mil animais mortos.

Ainda não foi possível explicar a relação entre aumento de temperatura e umidade e o surto da bactéria. Mesmo assim, há motivo para temer que a espécie já rara acabe extinta, uma vez que a região deve ficar ainda mais quente nos próximos anos, segundo o estudo.

 

“Entender esses eventos de mortalidade em massa, o que os causa e o que podemos fazer para combatê-los é muito importante para o desenvolvimento de estratégias de conservação das saigas”, diz Steffen Zuther, da Sociedade Zoológica de Franckfurt e da Associação para a Conservação da Biodiversidade do Cazaquistão.

O trabalho foi publicado na revista Science Advances.

fonte:[via][Science Alert]

Poluição mata 1.7 milhão de crianças todos os anos, segundo a OMS

Todos os anos, poluentes ambientais custam um estimado de 1,7 milhão de vidas entre crianças com menos de cinco anos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

As causas incluem água suja, falta condições sanitárias apropriadas, higiene insuficiente e poluição interna e externa. Segundo o relatório, esses poluentes são responsáveis pela morte de uma em quatro crianças entre 1 mês de vida e 5 anos.

A maioria das causas de morte de crianças são preveníveis com intervenções que já estão disponíveis nessas comunidades mais afetadas. Essas causas são diarreia, malária e pneumonia, que podem ser evitadas usando mosqueteiros nas camas, combustíveis seguros para cozinhar e acesso à água limpa melhorado.

“Um ambiente poluído é fatal, particularmente para crianças pequenas. Seus sistemas imunológicos e órgãos em desenvolvimento e seus pequenos corpos e vias respiratórias os tornam especialmente vulneráveis à sujeira no ar e na água”, explica a diretora geral da OMS, Dr. Margaret Chan.

Bebês expostos a poluição do ar, seja dentro ou fora de casa, incluindo fumaça de cigarro, têm um alto risco de ter pneumonia durante a infância além de risco de doenças crônicas respiratórias, como asma, para o resto de suas vidas. A organização global também deu destaque ao risco aumentado de doenças cardíacas, derrame e câncer por conta da poluição do ar.

Crédito imagem: Greenpeace India

“Tanto a poluição externa quanto a interna têm um efeito importante na saúde e desenvolvimento das crianças, e não é apenas o contexto estereotipado da ‘poluição das cidades’ que traz esses problemas, que também acontecem nas zonas rurais em que as famílias cozinham dentro de casa com lenha ou carvão”, diz Joy Lawn, professora de reprodução materna e saúde infantil da London School of Hygiene and Tropical Medicine (Reino Unido).

Mais de 90% da população mundial respira ar com menos qualidade do que a recomendada pela OMS. O relatório também lista formas nas quais esses fatores de risco podem ser removidos para prevenir doenças e morte.

“Investir na remoção de riscos ambientais para a saúde, como melhorar a qualidade da água ou usar combustíveis limpos pode resultar em enormes benefícios para a saúde”, diz Maria Neira, diretora do Departamento de Saúde Pública da OMS. “Um ambiente poluído resulta em um grande peso para a saúde das crianças”.

Mais eletrônicos, maior perigo para crianças

O aumento da fabricação de eletrônicos e da disposição incorreta de suas partes já utilizadas também é uma preocupação, de acordo com o relatório. Se não separados e reciclados corretamente, esse tipo de lixo pode expor crianças a toxinas que podem causar danos à inteligência e atenção, além de problemas nos pulmões e câncer.

As crianças asmáticas também estão enfrentando maiores problemas nos últimos anos, já que o aumento do dióxido de carbono no ar e dos pólens são desencadeadores do problema. Cerca de 44% dos casos de asma entre crianças no mundo todo estão relacionados à exposição ambiental.

Além da poluição

“Também precisamos tomar cuidado ao atribuir essas mortes à água suja ou poluição”, diz Lawn. “Para prevenir mortes por pneumonia, também precisamos de vacinas e antibióticos; por malária, também precisamos de mosquiteiros e medicamentos anti-malária. Não é apenas relacionado à poluição”.

Outras soluções potenciais mencionadas no relatório são remover das casas insetos e roedores, mofo e tinta com base de chumbo. O planejamento urbano também é importante para criar mais espaços verdes na cidade. O gerenciamento de lixo industrial também deve ser encarado com seriedade, além de interromper o uso de pesticidas perigosos na agricultura e proteger as crianças do trabalho nas plantações.

Efeitos a longo prazo

“Precisamos lembrar que não precisamos nos preocupar apenas com os efeitos agudos da poluição na saúde das crianças, mas também com os potenciais efeitos a longo prazo da exposição a poluentes no começo da vida, que pode ter efeitos para a vida toda na saúde e qualidade de vida”, alerta John Holloway, professor de genética alérgica e respiratória na Universidade de Southampton.

Ele também lembra que esta não é uma preocupação apenas para países em desenvolvimento. “Exposição à poluição do ar e à fumaça de cigarro também afeta a saúde de crianças de países desenvolvidos como a Inglaterra”, aponta ele.

Para o especialista, a responsabilidade de reduzir a poluição ambiental é responsabilidade de todos. “Isso vai exigir mudanças na sociedade para monitorar melhor a poluição e levar em conta os custos a longo prazo da poluição”, argumenta.

fonte:[via] [CNN]