Conheça Jenny Saville, a nova artista mulher mais cara do mundo

Aos 48 anos, a pintora britânica Jenny Saville acaba de vender o quadro mais caro de uma artista mulher viva. Trata-se de “Propped”, que em tradução livre significa algo como “apoiado”, um retrato de uma mulher nua, vendido em leilão por 9.5 milhões de libras – cerca de 47 milhões de reais. A pintura em óleo foi vendida na casa de leilão Sotheby’s, e como é costume nas obras de Saville, mostra uma versão um tanto grotesca do corpo humano.

“Eu pinto a carne pois sou humana”, diz Saville. “Se você trabalha com tinta óleo, como eu, acontece naturalmente. O corpo é a coisa mais linda para se pintar”. Ligada ao grupo conhecido como Young British Artists, de nomes como Sarah Lucas e Damien Hirst, que surgiu com força na cena britânica dos anos 1990, seu olhar sobre o corpo humano, sempre retratado em desproporções e deformações de imensa força simbólica, faz com que Saville seja colocada na tradição de pintores como Lucian Freud.

 

O quadro “Propped” seria uma reconstrução de sua imagem no espelho, como uma crítica às convenções de beleza e de tamanhos do corpo.

Ainda que o momento seja definitivamente positivo para artistas mulheres no mundo da arte, a comparação do valor pago pelo quadro de Saville como o mais alto preço de uma obra feita por uma mulher viva é muito reduzido diante da obra mais cara de um artista homem vivo: pela escultura “Balloon Dog”, de Jeff Koons, o leilão alcançou em 2013 o valor de 36.8 milhões de libras – o equivalente a cerca de 183 milhões de reais.

© fotos: reprodução/fonte:via

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Chocante: Hóspedes racistas abandonam piscina de hotel após menina negra entrar na água

O caso de racismo envolvendo uma criança de 4 anos – vítima de discriminação em um hotel de luxo em São Paulo, é o exemplo perfeito da forma de agir deste preconceito no Brasil.

Ser negro neste país é conviver com o risco de ser ofendido por causa da cor de sua pele a qualquer momento. Não importa, seja em uma simples ida até o supermercado ou para entrar no prédio onde mora, invariavelmente olhares e cochichos emergirão.

Um relato publicado no Universa, mostra outra característica da discriminação. Algumas vezes o racismo sequer pede licença. O caso aconteceu em uma tarde do domingo ensolarada no Hotel Fasano, em Porto Feliz, cerca de 100 km da capital paulista. Ava, de 4 anos, estava acompanhada pelos pais, quando toda sorridente foi para a piscina querendo fazer amigos.

Logo de cara, foi rejeitada pelas crianças brancas. “Você não está vendo que eu estou aqui?”, indagou uma delas, mostrando que desde cedo o racismo faz parte do, digamos, plano educacional de muitas crianças caucasianas do país.  

Luzinete da Silva Leandro, de 41 anos, é uma mulher negra, que trabalha como babá com a família. Calejada e possivelmente vítima de uma imensidão de preconceitos raciais, ela logo sacou o que se passava e pediu para a garota se afastar dos pequenos racistas.

Comprovando a tese que racismo vem de berço, as mães das crianças não repreenderam seus filhos, pelo contrário, insinuaram que Ava teria ‘micose’ ou algum outro tipo de ‘doença contagiosa’. Para completar, as madames se referiram a criança como ‘esse tipo de gente’.

Uma amiga de Maria – mãe da criança, ficou com Ava na piscina. Pasmem, as outras mães pegaram seus filhos e deixaram o espaço.

“Me deu raiva, vontade de chorar, me senti humilhada. Porque é como se não fôssemos gente. Como se negros só existissem para servir seus palacetes. Jamais para dividir a piscina”, disse Luzinete.

O Fasano emitiu uma nota lamentando o ocorrido. O hotel disse ainda que ‘“repudia qualquer ato de discriminação” e “reafirma seu compromisso em defesa do respeito humano e da diversidade e se coloca à disposição das autoridades para auxiliar na elucidação dos fatos”.

É importante ser dito que o Hotel Fasano Boa Vista é um point frequentado pela elite paulista. O espaço está localizado dentro de um condomínio de alto padrão onde a amiga de Maria tem uma casa. Racismo não existe?

Fotos: Reprodução/fonte:via

Acusada de embranquecimento, Disney redesenha ‘Princesa Tiana’ em ‘Detona Ralph’

Desde a primeira aparição da Princesa Tiana em Detona Ralph, a Disney foi alvo de inúmeras críticas por causa do tom de pele mais claro e traços distante do fenótipo de uma mulher negra da personagem.  

A pressão aumentou e grupos com o Color of Change – instrumento de combate ao racismo sistêmico disseminado por muitos veículos de comunicação, a gigante do cinema mundial resolveu voltar atrás.

Segundo noticiou o The Wall Street Journal, a Disney se comprometeu em redesenhar a Princesa Tiana, desta vez com características mais próximas a de uma mulher negra. A decisão vem, sobretudo, por causa dos insistentes pedidos de Anika Noni Rose, a atriz responsável pela voz da personagem.

No Twitter, Rashad Robinson, presidente da Color of Change, comemorou a decisão. “Grande notícia. Por causa dos membros da COC (Color of Change), a Princesa Tiana vai ser redesenhada desta vez mantendo a forma original. Agora, garotas negras vão poder assistir Detona Ralph e encontrar a princesa com uma cor de pele que realmente parece com as delas”.

Na versão anterior, Tiana aparecia com a pele visivelmente embranquecida e com um cabelo mais para o cacheado. Além disso, a princesa possuía traços finos.

“Assim eu posso apresentar para as meninas (e adultos também) a importância da representatividade por meio do tom de pele, do nariz arredondado, que agora vão ser retratados com maestria no filme”, encerrou  Anika Noni Rose.

Fotos: Reprodução/fonte:via

Perfil do Instagram reúne lindas pinturas com os temas ‘mulher’ e ‘natureza’

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Desde a pré-história a mulher é representada pela arte, carregando arquétipos e características que foram se transformando ao longo do tempo. Descobrimos um perfil no Instagram que diariamente posta mulheres retratadas pelos mais diferentes artistas, em diferentes períodos históricos. Com uma curadoria incrível, o Paintings Daily é uma verdadeira homenagem à figura feminina e à natureza.

De clássicos como Monet e Caravaggio, até obras contemporâneas e quadros clássicos da Frida, entrar neste Instagram é mergulhar no mundo das artes e das cores e, aprender sobre os mais diferentes estilos artísticos. Um verdadeiro deleite para os olhos!

Fotos: Paintings Daily /fonte:via

Restaurante de sucesso dentro de presídio em Cartagena ajuda detentas a se preparar para retorno à liberdade

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Moradores e visitantes de Cartagena, um dos principais destinos turísticos da Colômbia, têm desde o fim de 2016 uma oportunidade única de fazer deliciosas refeições ao mesmo tempo em que contribuem para a reintegração de detentas à sociedade.

Trata-se do Restaurante Interno, instalado dentro do Presídio Distrital de San Diego. 170 mulheres que cumprem pena por diferentes crimes foram treinadas em diversas funções e 20 foram selecionadas para trabalhar no restaurante, que serve receitas criadas por chefs famosos no país.

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Além da cozinha e do atendimento aos clientes, as internas também cultivam uma horta, de onde são colhidos alguns dos alimentos servidos no restaurante. A ação é parte do projeto Teatro Interno, criado pela atriz Johana Bahamon, que começou realizando oficinas de teatro dentro de presídios do país, e hoje também atua oferecendo cursos de artesanato, hotelaria, finanças e empreendedorismo.

O objetivo de todas as frentes é o mesmo: preparar as mulheres que foram presas para se reintegrarem à sociedade depois de cumprirem as devidas penas. Além de ensinar novos ofícios, o Interno também ajuda as detentas a aprender a trabalhar em conjunto e foi capaz de tornar o convívio dentro do presídio mais agradável.

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O presídio feminino de San Diego é uma penitenciária de segurança baixa, para onde detentas são enviadas para cumprir os últimos meses de suas penas antes de retornarem à liberdade. Mas isso não quer dizer que as condições por lá sejam muito melhores que em outros presídios: apesar de ter capacidade oficial para receber 100 detentas, cerca de 150 mulheres vivem nas seis celas do local.

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Fotos: reprodução/Restaurante Interno /fonte via

Idosas que vivem com paixão são as estrelas de campanha da Helmut Lang

A Helmut Lang quer mostrar que não há idade para gostar de se vestir com muito estilo: desafiando um dos padrões de beleza mais persistentes da indústria da moda, a nova campanha da grife é estrelada por idosas para lá de fashion.

Mulheres de idade avançada que vivem no País de Gales foram selecionadas para estrelar a campanha que mostra a linha de outono e inverno da grife austríaca. A escolha do País de Gales se deu por causa da relação de membros da produção, incluindo o diretor do ensaio, com o local.

Alexandra Leese, a fotógrafa, contou ao Independent que “quis celebrar mulheres de uma idade que costuma ser ignorada pela grande mídia”. “É importante mostrar que estilo e paixão não são exclusividades dos jovens”, completou.

Alexandra explicou ainda que o objetivo foi retratar mulheres com grandes histórias para contar, capazes de inspirar as pessoas e colocar sorrisos em seus rostos.

Um exemplo é Dilys Price (foto acima), de 86 anos, que é atual detentora do recorde de mulher mais velha a saltar de paraquedas e cujo lema é “Faça o que quiser e não sinta medo”.

Outra modelo é Puleng (foto abaixo), de 66 anos, que nasceu na África do Sul mas vive no País de Gales. Ela conheceu o marido nos anos 70, mas perdeu o contato com ele após voltar para seu país natal. Há seis anos os dois se reencontraram e têm vivido juntos na cidade galesa de Merthyr.

Imagens: Divulgação/Helmut Lang/fonte:via

Retratos cinematográficos e impressionantes feitos com luz natural por Alessio Albi

Dramáticas e etéreas, as obras do fotógrafo italiano Alessio Albi nos imergem em retratos com estética e emoção quase palpáveis. Trabalhando principalmente por instinto, o artista raramente prepara suas modelos e é guiado pelo ambiente disponível para ele. Ele brinca com as formas, as cores, o caráter das modelos e a luz para um resultado intoxicante e cinematográfico.

“É um paradoxo para mim, sou uma pessoa muito ansiosa em outros aspectos da vida e gosto de organizar tudo! É por isso que a fotografia é para mim como uma terapia e uma maneira de me desligar da realidade. Eu sou inspirado por outras formas de arte; como pintura, desenho, cinema, música e literatura. A natureza também tem um grande papel na minha produção; Crescer no centro da Itália ajudou-me a este respeito, graças ao seu incrível ambiente natural “, diz ele. Siga seu trabalho no Instagram.

Fotos: Alessio Albi/fonte:via