Série fotográfica traz novos contrastes entre os dois mundos em que vivemos

Uğur Gallen nasceu e vive na Turquia, e há anos viu a Síria, seu país vizinho, ser mergulhada em uma guerra civil que afetou a vida de milhões de pessoas. Ele se incomoda com a desigualdade e os contrastes no modo de vida de cidadãos que moram a pouca distância uns dos outros, mas praticamente vivem em mundos diferentes.

Uğur fez montagens para criar uma série fotográfica impactante para evidenciar esse contraste. A primeira parte fez sucesso – até pintou  e estimulou o turco a continuar com o trabalho, capaz de nos alertar novamente para as brutas desigualdades que afetam o planeta.

Fonte:via Todas as imagens via Uğur Gallen

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Ele escalou uma montanha de 2.500 metros e encontrou no topo a surpresa mais inesperada

O polonês Wojciech Jabczynski treinou bastante e se esforçou muito para escalar a montanha Rysy, a mais alta de seu país, cujo pico passa dos 2500 metros de altitude. Mas, mesmo com toda a preparação, ele jamais poderia imaginar o que encontraria por lá: um gato alpinista. Parece que os felinos não cansam de surpreender.

É isso mesmo: a 2500 metros de altura, Jabczynski encontrou um gato malhado, indiferente ao seu momento de superação, calmamente lambendo as próprias patas.

Ninguém sabe como o bichano foi parar lá até o momento, mas Jabczynski acredita que ele tenha escalado a partir de uma cabana de turistas instalada um pouco abaixo do pico.

Como a história é incrível demais para que as pessoas acreditem, o alpinista logo sacou o celular e fez alguns registros em foto e vídeo para comprovar que o gato realmente estava lá, completamente alheio ao frio ou à altura.

Imagens: Reprodução/fonte:via

Navio naufragado mais antigo do mundo é descoberto no Mar Negro

2400 anos sob a água, mas ainda praticamente intacto. Acredite se quiser, mas essa é a condição em que arqueólogos encontraram um navio naufragado no Mar Negro, que fica no leste europeu.

A embarcação tem 23 metros de comprimento e os pesquisadores acreditam que tenha sido construída na Grécia Antiga. O navio está com mastro, lemes e bancos de remo bastante preservados, provavelmente por estar a cerca de 1,6km da superfície, num local com pouco oxigênio.

Os arqueólogos acreditam que o navio fosse usado comercialmente, e dizem que só se conhecia embarcações parecidas com essa graças à arte grega, principalmente às pinturas em objetos de cerâmica, como o chamado Vaso de Sereia, que está exposto no Museu Britânico, em Londres.

A intenção dos pesquisadores é que o navio seja mantido onde está e, caso seja estudado, isso aconteça mesmo debaixo do mar. Um pedaço da embarcação foi levada para a Universidade de Southampton, na Inglaterra, e passou por uma datação por carbono, que indicou a idade aproximada de 2400 anos, o que o transforma no navio naufragado mais antigo já descoberto.

A equipe de arqueólogos está em uma missão de três anos que tem como objetivo explorar o Mar Negro e entender melhor como mudanças no nível do mar durante a pré-história impactaram a humanidade. Até agora, mais de 60 navios naufragados foram encontrados durante o processo.

Foto do navio: Divulgação Científica

Foto do vaso via British Museum/fonte:via

Conheça o ranking dos passaportes mais poderosos em 2018

O passaporte pode ser a porta que leva a possibilidades quase infinitas de conhecer o mundo. Mas, dependendo do país em que tiver nascido, também pode ser uma barreira que impede as pessoas de viajar em busca da liberdade que desejam.

Desde 2006, o site Henley & Partners organiza o Passport Index, uma espécie de ranking que classifica os passaportes mais ‘poderosos’ do mundo, ou seja, que organiza aqueles que garantem acesso a mais países ao redor do planeta.

Basicamente o critério para o ranking é o número de destinos para os quais os portadores do passaporte podem viajar sem a necessidade de solicitar vistos. O Japão está no topo da lista, com acesso a 190 países. Singapura, com 189, vem logo atrás, seguido por França, Alemanha e Coreia do Sul, todos com 188.

O Brasil não está mal colocado: é o 16º no ranking, com destino livre de visto para 171 países – é o melhor posicionamento brasileiro desde a criação da lista. Na ponta contrária está o Afeganistão, cujo passaporte garante acesso a apenas 30 países, assim como o do Iraque.

Gráfico via Statista

Ranking via Henley & Partners

Imagens ilustrativas via Pixabay (Creative Commons CC0)/fonte:via

A paixão de fotógrafo é registrar as mais incríveis portas espalhadas pelo mundo

As portas são não somente a entrada física e objetiva para um lugar, mas também a própria abertura e revelação do espírito do local – assim pensa o fotógrafo belga Paschal Mannaerts. Viajando há mais de dez anos pelo mundo e registrando com sua câmera as mais diversas culturas, são fascínio pela arquitetura e seus símbolos o atraiu aos poucos a começar a fotografar as portas dos países e lugares que visitava.

Para Paschal, as portas são símbolos do desconhecido, da descoberta, da hospitalidade e da passagem. Assim, inspirado, intrigado, e impactado ele fotografou portas em lugares tão variados quanto Cuba, Vietnã, Etiópia e Índia – e aqui ele divide um pouco sua coleção de portas e emoções conosco, a partir de um post original no site Bored Panda.

© fotos: Paschal Mannaerts/fonte:via

Mapa mostra o mundo como ele realmente é sem as distorções usuais

Quando pensamos na geografia do planeta, e queremos lembrar das fronteiras de um país, da dimensão de um continente ou em qualquer questão terrestre da Terra, logo pensamos em um mapa mundi, estendido em nossa cabeça. Esse mapa tradicional, conhecido como Mercator, foi desenvolvido pelo geógrafo e cartógrafo flamengo Gerardus Mercator em 1569, também responsável pelo termo “atlas” para designar uma coleção de mapas. Acontece que o mapa Mercator não corresponde às dimensões e distâncias reais do planeta. Ainda que as formas dos continentes estejam corretas, os tamanhos não estão. Um exemplo é que a Groelândia aparece quase tão grande quanto a África, ainda que o continente africano seja 14,4 vezes maior.

Foi por isso que o artista e arquiteto japonês Hajime Narukawa desenvolveu um mapa que mostra com mais precisão as proporções reais entre os países, os continentes e as distâncias. Para desenvolver seu mapa, intitulado AutaGraph, Narukawa se baseou no origami, a milenar arte japonesa de dobradura para alcançar incríveis formas em papel. O AutaGraph foi vencedor do Good Design Award, um dos mais importantes prêmios de design do Japão e do mundo.

Para desenvolver seu mapa “origami”, Narukawa dividiu o globo terrestre em 96 triângulos, logo transformados em tetraedros, poliedros com quatro faces – formas geométricas com faces planas e volumes definidos. A partir de tal divisão o arquiteto chegou, na forma de um retângulo, às proporções corretas do planeta, resolvendo a dificuldade de representar uma esfera em um mapa plano.”AuthaGraph representa fielmente os oceanos e os continentes, incluindo a Antártida, e fornece uma perspectiva precisa e moderna do nosso planeta”, disseram os responsáveis pelo prêmio oferecido a Narukawa.

Os críticos apontam outras imprecisões, as poucas subdivisões e o fato de não ser um bom mapa para navegações como críticas à criação de Narukawa, mas os problemas do mapa tradicional Mercator parecem ter sido de fato resolvidos pelo AutaGraph. Representar o mundo em papel de fato é um problema do tamanho do planeta – que estaremos para sempre, como uma tarefa infinita, tentando resolver.

© fotos: reprodução/fonte:via

Esta empresa quer transformar lixo marinho em biocombustível

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Desde 2000, a empresa canadense Enerkem se dedica a estudar e implementar maneiras de transformar lixo orgânico em biocombustível, ajudando ao mesmo tempo a diminuir a queima de combustíveis fósseis e a quantidade de detritos no planeta.

O mais novo projeto da companhia consiste em uma parceria com a The Ocean Legacy Foundation, que faz limpeza na costa do país, para aplicar a mesma tecnologia usada em detritos urbanos ao lixo que a organização retirar dos mares canadenses.

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Marie-Hélène Labrie, vice-presidente da Enerkem, declarou que “A tecnologia inovadora que transforma lixo em biocombustível já aborda problemas relacionados ao lixo urbano, incluindo o plástico. Através dessa colaboração inovadora, o comprometimento é com iniciativas locais concretas para transformar resíduos plásticos de oceanos em produtos de valor”.

O chamado bioetanol produzido pela Enerkem é considerado até 3 vezes menos poluente que a gasolina, e a empresa também está trabalhando em alternativas para substituir o óleo diesel.

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, há cerca de 150 milhões de toneladas de plástico flutuando nos oceanos do planeta. Mesmo com os esforços para reduzir a produção, consumo e descarte de materiais plásticos, estima-se que 8 milhões de toneladas cheguem aos oceanos a cada ano.

Fotos via The Ocean Legacy Foundation /fonte:via