12 países incríveis para conhecer nas 4 estações do ano

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É possível, portanto, agendar a viagem de seus sonhos para qualquer época do ano, e desfrutar das mais variadas maravilhas nos lugares mais diversos do planeta. Não importa quão longe seja seu destino, porém, não é preciso perder o contato com suas raízes, e se isolar das pessoas que nos esperam em casa. Para isso a Claro oferece as vantagens do Passaporte Mundo, que permite que o cliente utilize seu plano Pós Ilimitado em 80 países.

A chegada de um novo ano é sempre a abertura de novas possibilidades –de descobertas e transformações para cada um de nós. 2019 já começou e, se todo ano que se inicia é esse abrir de novas portas, nada mais apropriado para nossa renovação do que uma bela viagem.

Mudar o cenário ao nosso redor é o gesto mais eficaz para mudarmos igualmente nossos cenários internos – mas é também fato que a maioria não pode simplesmente viajar na hora que quer. O apertado cronograma da vida, e principalmente o aperto em nossos bolsos exige que nossas viagens sejam planejadas com muita antecedência.

Alguns aproveitam o fim do ano que acaba e o início do novo ano para, junto com as férias escolares da criançada, finalmente realizar a sonhada viagem. Outros esperam o meio do ano, para fugirem do inverno brasileiro, e outros simplesmente podem escolher períodos entre as férias, para justamente fugir das altas temporadas. Assim, com a ajuda da Claro e seu Passaporte Mundo, preparamos uma lista de lugares incríveis para se visitar em cada época do ano – cada um com seu charme e especialidade para cada estação.

Enquanto é verão no sul, o frio do inverno chega ao norte, então qualquer época do ano oferece uma possibilidade de viagem, seja você alguém do calor ou alguém do frio.

VERÃO

1. Grécia

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Para fugir da chuva e viver o esplendor das águas do Mar Egeu, a viagem perfeita para a Grécia é entre julho e agosto. As ilhas mais famosas, como Santorini e Mykonos, oferecem praias paradisíacas e água transparente, em um dos mais belos países do mundo – além das ruínas e de toda a história da Grécia antiga.

2. Nova Zelândia

Um dos países mais espetaculares em belezas naturais do mundo, o verão na Nova Zelândia acontece junto com o brasileiro, entre dezembro e fevereiro. Sol, mar e areia são as principais atrações do verão neozelandês, mas pelo país todo trilhas, verde e atrações especiais – como nadar com golfinhos e grandes caminhadas – oferecem a possibilidade de desfrutar de uma das naturezas mais intocados do mundo.  

3. África do Sul

O clima tropical da África do Sul faz do país uma possibilidade incrível de viagem de verão. As estações se dão na mesma época que o Brasil, e entre dezembro e fevereiro as temperaturas secas podem chegar a 35 graus. Dos safaris, praias espetaculares até algumas das melhores vinícolas do mundo, a África do Sul oferece uma imensa variedade de atrações para uma viagem inesquecível.

OUTONO

4. Uruguai

Entre março e junho, o outono no Uruguai é o período perfeito para conhecer o charme de um dos mais agradáveis países da América Latina. Período mais seco do ano, a temperatura amena – entre 12 e 20 graus – permite longos passeios por Montevidéu, por exemplo, sem ter de enfrentar o frio rigoroso ou o calor intenso que também acometem o país – com a beleza da coloração avermelhada das árvores e o tapete de folhas caídas que cobre a capital especialmente verde que é Montevidéu.

5. Portugal

O outono em Portugal, entre setembro e o início de dezembro, traz com a queda das folhas a chuva para o país. Não é preciso, porém, se assustar: apesar do friozinho que começa a despontar, trata-se de uma das temperaturas mais amenas da Europa. A temperatura só traz mais charme para Lisboa e a cidade do Porto. Aproveite para passear pelos belíssimos parques e calçadas assistindo o charme das árvores vermelhas e das folhas pelo chão que marcam a cara do outono europeu.

6. Estados Unidos

A dimensão continental faz com que os EUA tenham, para cada estação, diversas intensidades de temperatura e clima em geral. Assim, escolhemos o destino mais óbvio e, ao mesmo tempo, mais lindo: Nova York. Os diversos parques que cruzam a cidade (e como não pensar no Central Park?) simbolizam o imaginário do outono, com as árvores avermelhadas e as folhas no chão, entre setembro e dezembro – quando o frio começa a despontar mais ainda não nos castiga, tornando a temperatura agradável em uma das cidades mais vibrantes do mundo.

INVERNO

7. Argentina

Toda a Argentina se torna um lugar especial durante o inverno, com frio forte e o charme europeu que marcam o país. Há, porém, alguns locais especiais e menos óbvios, como a Terra do Fogo, Ushuaia (a cidade mais ao sul do mundo, onde é possível ver baleias, focas e muitos outros animais) e El Calafate, para visitar as geleiras do Parque Perito Moreno. No inverno de nossos hermanos – entre junho e setembro – é possível esquiar, comer muito bem ou simplesmente curtir a beleza de sua capital, Buenos Aires, devidamente encasacado no prazer do frio.

8. Canadá

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Se você quer mergulhar no frio intenso e as botas na neve, o Canadá é seu destino de escolha. Entre dezembro e março, as temperaturas podem chegar a até -24 graus, e por isso é fundamental estar preparado. Além da beleza da neve cobrindo o país, é um local perfeito para a prática de esportes de gelo, como esqui, snowboard, hóquei e patinação e os tantos festivais de inverno que acontecem no país – sempre apreciando a beleza das montanhas cobertas de neve.

9. Chile

Outro país vizinho que oferece uma experiência muito mais intensa de frio no inverno é o Chile  – que, entre junho e setembro, as temperaturas na capital Santiago podem chegar aos graus negativos. Nas diversas estações de esqui que o país oferece, porém, os termômetros chegam a marcar -18 graus! Se esquiar é seu desejo para o inverno, o Chile é perfeito, sendo possível se hospedar nas montanhas ou conhecer a cordilheira dos Andes viajando para um país próximo ao Brasil.

PRIMAVERA

10. Holanda

Entre os meses de março e maio a primavera transforma a Holanda em um verdadeiro festival de flores. O destaque vai para o parque Keukenhof, na capital Amsterdã, considerado por muitos o parque de flores mais lindo do mundo – com mais de 7 milhões de bulbos de tulipas decorando o passeio. As tulipas e flores, porém, estão espalhadas pelo país, que se torna um jardim inacreditável em beleza durante a primavera.

11. Itália

A primavera é considerado período de baixa temporada na Itália, então a volta do verde ao país traz também preços mais em conta. É o período no qual, pelas temperaturas mais amenas, é possível aproveitar o país em todas as suas tantas atrações: museus, passeios, parques, flores, viagens de barco, festas ao ar livre, monumentos, ruínas, paisagens do interior e mais. De bicicleta ou a pé, a primavera permite que se conheça um país ancestral e tão belo quanto a Itália sem qualquer limite.

12. Índia

Desde antes de Cristo que a chegada da primavera na Índia é celebrada em uma das mais belas e antigas festas populares do mundo: o Holi, ou Festival das Cores. Realizado em todo o país entre fevereiro e março – com força especial na região norte da Índia. As cores são atiradas amigavelmente entre pessoas em pós coloridos, transformando a população nas ruas em verdadeiras flores. Além das cores, a festa é marcada por abraços e muita alegria pela chegada da primavera.

É possível, portanto, agendar a viagem de seus sonhos para qualquer época do ano, e desfrutar das mais variadas maravilhas nos lugares mais diversos do planeta. Não importa quão longe seja seu destino, porém, não é preciso perder o contato com suas raízes, e se isolar das pessoas que nos esperam em casa. Para isso a Claro oferece as vantagens do Passaporte Mundo, que permite que o cliente utilize seu plano Pós Ilimitado em 80 países.

Fonte:via


Série fotográfica traz novos contrastes entre os dois mundos em que vivemos

Uğur Gallen nasceu e vive na Turquia, e há anos viu a Síria, seu país vizinho, ser mergulhada em uma guerra civil que afetou a vida de milhões de pessoas. Ele se incomoda com a desigualdade e os contrastes no modo de vida de cidadãos que moram a pouca distância uns dos outros, mas praticamente vivem em mundos diferentes.

Uğur fez montagens para criar uma série fotográfica impactante para evidenciar esse contraste. A primeira parte fez sucesso – até pintou  e estimulou o turco a continuar com o trabalho, capaz de nos alertar novamente para as brutas desigualdades que afetam o planeta.

Fonte:via Todas as imagens via Uğur Gallen

Ele escalou uma montanha de 2.500 metros e encontrou no topo a surpresa mais inesperada

O polonês Wojciech Jabczynski treinou bastante e se esforçou muito para escalar a montanha Rysy, a mais alta de seu país, cujo pico passa dos 2500 metros de altitude. Mas, mesmo com toda a preparação, ele jamais poderia imaginar o que encontraria por lá: um gato alpinista. Parece que os felinos não cansam de surpreender.

É isso mesmo: a 2500 metros de altura, Jabczynski encontrou um gato malhado, indiferente ao seu momento de superação, calmamente lambendo as próprias patas.

Ninguém sabe como o bichano foi parar lá até o momento, mas Jabczynski acredita que ele tenha escalado a partir de uma cabana de turistas instalada um pouco abaixo do pico.

Como a história é incrível demais para que as pessoas acreditem, o alpinista logo sacou o celular e fez alguns registros em foto e vídeo para comprovar que o gato realmente estava lá, completamente alheio ao frio ou à altura.

Imagens: Reprodução/fonte:via

Navio naufragado mais antigo do mundo é descoberto no Mar Negro

2400 anos sob a água, mas ainda praticamente intacto. Acredite se quiser, mas essa é a condição em que arqueólogos encontraram um navio naufragado no Mar Negro, que fica no leste europeu.

A embarcação tem 23 metros de comprimento e os pesquisadores acreditam que tenha sido construída na Grécia Antiga. O navio está com mastro, lemes e bancos de remo bastante preservados, provavelmente por estar a cerca de 1,6km da superfície, num local com pouco oxigênio.

Os arqueólogos acreditam que o navio fosse usado comercialmente, e dizem que só se conhecia embarcações parecidas com essa graças à arte grega, principalmente às pinturas em objetos de cerâmica, como o chamado Vaso de Sereia, que está exposto no Museu Britânico, em Londres.

A intenção dos pesquisadores é que o navio seja mantido onde está e, caso seja estudado, isso aconteça mesmo debaixo do mar. Um pedaço da embarcação foi levada para a Universidade de Southampton, na Inglaterra, e passou por uma datação por carbono, que indicou a idade aproximada de 2400 anos, o que o transforma no navio naufragado mais antigo já descoberto.

A equipe de arqueólogos está em uma missão de três anos que tem como objetivo explorar o Mar Negro e entender melhor como mudanças no nível do mar durante a pré-história impactaram a humanidade. Até agora, mais de 60 navios naufragados foram encontrados durante o processo.

Foto do navio: Divulgação Científica

Foto do vaso via British Museum/fonte:via

Conheça o ranking dos passaportes mais poderosos em 2018

O passaporte pode ser a porta que leva a possibilidades quase infinitas de conhecer o mundo. Mas, dependendo do país em que tiver nascido, também pode ser uma barreira que impede as pessoas de viajar em busca da liberdade que desejam.

Desde 2006, o site Henley & Partners organiza o Passport Index, uma espécie de ranking que classifica os passaportes mais ‘poderosos’ do mundo, ou seja, que organiza aqueles que garantem acesso a mais países ao redor do planeta.

Basicamente o critério para o ranking é o número de destinos para os quais os portadores do passaporte podem viajar sem a necessidade de solicitar vistos. O Japão está no topo da lista, com acesso a 190 países. Singapura, com 189, vem logo atrás, seguido por França, Alemanha e Coreia do Sul, todos com 188.

O Brasil não está mal colocado: é o 16º no ranking, com destino livre de visto para 171 países – é o melhor posicionamento brasileiro desde a criação da lista. Na ponta contrária está o Afeganistão, cujo passaporte garante acesso a apenas 30 países, assim como o do Iraque.

Gráfico via Statista

Ranking via Henley & Partners

Imagens ilustrativas via Pixabay (Creative Commons CC0)/fonte:via

A paixão de fotógrafo é registrar as mais incríveis portas espalhadas pelo mundo

As portas são não somente a entrada física e objetiva para um lugar, mas também a própria abertura e revelação do espírito do local – assim pensa o fotógrafo belga Paschal Mannaerts. Viajando há mais de dez anos pelo mundo e registrando com sua câmera as mais diversas culturas, são fascínio pela arquitetura e seus símbolos o atraiu aos poucos a começar a fotografar as portas dos países e lugares que visitava.

Para Paschal, as portas são símbolos do desconhecido, da descoberta, da hospitalidade e da passagem. Assim, inspirado, intrigado, e impactado ele fotografou portas em lugares tão variados quanto Cuba, Vietnã, Etiópia e Índia – e aqui ele divide um pouco sua coleção de portas e emoções conosco, a partir de um post original no site Bored Panda.

© fotos: Paschal Mannaerts/fonte:via

Mapa mostra o mundo como ele realmente é sem as distorções usuais

Quando pensamos na geografia do planeta, e queremos lembrar das fronteiras de um país, da dimensão de um continente ou em qualquer questão terrestre da Terra, logo pensamos em um mapa mundi, estendido em nossa cabeça. Esse mapa tradicional, conhecido como Mercator, foi desenvolvido pelo geógrafo e cartógrafo flamengo Gerardus Mercator em 1569, também responsável pelo termo “atlas” para designar uma coleção de mapas. Acontece que o mapa Mercator não corresponde às dimensões e distâncias reais do planeta. Ainda que as formas dos continentes estejam corretas, os tamanhos não estão. Um exemplo é que a Groelândia aparece quase tão grande quanto a África, ainda que o continente africano seja 14,4 vezes maior.

Foi por isso que o artista e arquiteto japonês Hajime Narukawa desenvolveu um mapa que mostra com mais precisão as proporções reais entre os países, os continentes e as distâncias. Para desenvolver seu mapa, intitulado AutaGraph, Narukawa se baseou no origami, a milenar arte japonesa de dobradura para alcançar incríveis formas em papel. O AutaGraph foi vencedor do Good Design Award, um dos mais importantes prêmios de design do Japão e do mundo.

Para desenvolver seu mapa “origami”, Narukawa dividiu o globo terrestre em 96 triângulos, logo transformados em tetraedros, poliedros com quatro faces – formas geométricas com faces planas e volumes definidos. A partir de tal divisão o arquiteto chegou, na forma de um retângulo, às proporções corretas do planeta, resolvendo a dificuldade de representar uma esfera em um mapa plano.”AuthaGraph representa fielmente os oceanos e os continentes, incluindo a Antártida, e fornece uma perspectiva precisa e moderna do nosso planeta”, disseram os responsáveis pelo prêmio oferecido a Narukawa.

Os críticos apontam outras imprecisões, as poucas subdivisões e o fato de não ser um bom mapa para navegações como críticas à criação de Narukawa, mas os problemas do mapa tradicional Mercator parecem ter sido de fato resolvidos pelo AutaGraph. Representar o mundo em papel de fato é um problema do tamanho do planeta – que estaremos para sempre, como uma tarefa infinita, tentando resolver.

© fotos: reprodução/fonte:via