ICQ, MSN e telefone fixo: museu reúne acervo com sons da sua infância

A máxima do tempo ser implacável é um fato mais do que sabido. Todavia, a percepção de sua passagem é um fato muito mais complexo de lidar. Pense bem, desde a virada do século (quase há 20 anos) muitos equipamentos tecnológicos que fizeram parte da vida de gerações, não são mais úteis.

Na verdade, objetos como telefone fixo e a máquina de escrever estão praticamente extintos. Pergunte para um adolescente se ele tem ideia do que era viver sem conexão com a internet ou ouvir música no rádio. Com algumas poucas exceções, a resposta será negativa.

Para preservar o ruído de itens agora quase obsoletos, o Museum of Endangered Sounds recolheu em um site mais de trinta sons em perigo de extinção. O objetivo do corpo curatorial é preservar lembranças auditivas e surgiu a partir da reunião de três publicitários norte-americanos.

Phil Hadad, Marybeth Ledesma e Greg Elwood encontraram um meio de alimentar a nostalgia saudável de quem assiste seus aparelhos favoritos sendo substituídos por novas máquinas. Finalmente estamos entendendo nossos pais.

O acervo do museu conta com o som do toque do telefone sem fio, os efeitos sonoros da digitação numa máquina de escrever, o tema do Windows 95 e até o ruído do bichinho virtual. Nós separamos mais alguns pra você revisitar tempos que não voltam mais.

Notificação de mensagem do MSN

Toque do celular Nokia

Som da Internet discada

Windows 95

Som do ICQ

Som do Yoshi

Som caixa registradora

Som do orelhão

Fita cassete rebobinando

Foto: Reprodução/fonte:via

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Museu da Lua: Artista cria réplica gigante e perfeita da Lua que vai rodar o mundo

E se você pudesse ver a Lua de pertinho?

É o que propõe este museu incrível, que exibe uma réplica de nosso satélite natural com sete metros de diâmetro.

O Museu da Lua foi criado pelo artista britânico Luke Jerram e já foi exibido tanto em áreas internas quanto em ambientes externos. Cada localidade cria seus próprios eventos em torno da exposição, que já passou por diversas cidades na Europa, além de ser exibida nos Estados Unidos, Austrália e na China.

A obra expressa todos os detalhes do satélite, recriados através de imagens do Centro de Ciências Astrológicas da NASA. Cada centímetro da réplica representa cerca de 5 km da superfície lunar.

Em um vídeo de apresentação do projeto, Luke conta que seu fascínio pela Lua vem do fato de que cada cultura possui diferentes histórias e lendas a respeito dela. Dá o play para ver!

Para saber os próximos lugares em que a exposição irá acontecer, clica aqui e confira a agenda do Museu da Lua.

Este museu de arte imersiva e digital de Tóquio vai mudar seus conceitos de contemplação

Uma característica comum a várias obras de arte é a capacidade de transportar o espectador para além de sua realidade. Graças à tecnologia, um coletivo de artistas japonês está prestes a levar esse conceito a um novo nível.

O teamLab é conhecido por suas instalações tecnológicas e imersivas, como o restaurante em que os pratos ‘ganham vida’ e as flores que flutuam sobre os visitantes. Agora, eles vão inaugurar um espaço totalmente dedicado à arte digital imersiva.

Com abertura prevista para 21 de junho, em Odaiba, Tóquio, o Museu de Arte Digital MORI vai contar com 10 mil metros quadrados, 520 computadores e 470 projetores para exibir as experiências imersivas mais inovadoras já criadas pelo teamLab.

De acordo com o coletivo, a ideia de inaugurar o próprio espaço surgiu porque os integrantes sentem falta de um local dedicado inteiramente à arte digital, com estrutura capaz de aguentar o aparato tecnológico e o espaço para o público interagir com as obras.

A principal exibição do Museu, chamada Borlderless (“Sem Fronteiras”) não se limita a um único espaço, podendo se mover entre as salas do museu, formando relações com outras instalações e interagindo com o público.

Assim, o teamLab declara que o intuito do museu é “Romper com as fronteiras entre ‘uma obra e a outra’, ‘arte e visitantes’ e ‘si próprio e os outros’, permitindo que os visitantes se fundam à arte e se tornem parte dela”.

Fotos: Divulgação/teamLab/fonte:via

DNA do primeiro britânico revela que ele tinha pele escura e olhos azuis

 

Cientistas do Museu de História Natural da Grã-Bretanha e da Universidade College London analisaram os restos de um homem que viveu no sudoeste da Inglaterra 10 mil anos atrás. Seu DNA revelou que ele tinha pele escura e olhos azuis.Esse é o mais antigo “britânico moderno” já encontrado, o que significa que é o primeiro britânico conhecido. Apelidado de “Cheddar Man”, seu esqueleto foi descoberto em uma caverna em 1903.

Análise de DNA

 

Os pesquisadores fizeram um furo de 2 milímetros no crânio do Cheddar Man, extraindo pó ósseo para análise.As descobertas transformaram a maneira como eles viam o antigo britânico, que inicialmente tinha sido retratado como tendo olhos castanhos e pele clara.

“É muito surpreendente que um britânico 10 mil anos atrás poderia ter essa combinação de olhos muito azuis e pele muito escura”, disse Chris Stringer, do Museu de História Natural.Os achados sugerem que a pigmentação de pele mais clara, característica das populações do norte da Europa, é mais recente do que pensávamos anteriormente.

A história humana é uma história sobre migrações

A tribo do Cheddar Man migrou para a Grã-Bretanha no final da última Era do Gelo e seu DNA foi ligado a indivíduos descobertos na Espanha, na Hungria e em Luxemburgo.Selina Brace, pesquisadora de DNA do Museu de História Natural, disse que o ambiente da caverna em que o esqueleto foi encontrado ajudou a preservar seus restos. “Na caverna você tem um ambiente muito agradável, seco e constante, e isso basicamente impede que o DNA se desintegre”, afirmou.

Um busto do Cheddar Man foi criado usando impressão em 3D para ser exibido no museu. Cerca de três meses foram necessários para construir o modelo, através de um scanner de alta tecnologia projetado para a Estação Espacial Internacional.

Alfons Kennis, que fez o busto ao lado de seu irmão Adrie, disse que as descobertas eram revolucionárias. “É uma história sobre migrações. E [essa história] talvez apague a ideia de que você tem que ter uma certa aparência para ser de algum lugar. Somos todos imigrantes”, falou para o Canal 4 britânico em um documentário que ainda irá ao ar.

fonte:[via][Phys]

Pinacoteca provoca com campanha: “Não tem certo. Não tem errado. Tem arte.”

Ultimamente estamos presenciando uma onda conservadorista interferindo em diversas áreas da sociedade supostamente em nome da ‘família e dos bons costumes’.

A arte tem sido um dos alvos frequentes de ira e protestos de muitos grupos conservadores, justamente por falta de conhecimento, então a Pinacoteca lançou uma campanha muito providencial para esclarecer: “Não tem certo. Não tem errado. Tem arte.”

Em vídeo de pouco mais de 1 minuto e 20 segundos, o espectador mergulha no quadro “Antropofagia”, de Tarsila do Amaral, de 1929. Com a obra como protagonista, questões básicas de qualquer pessoa que visita um museu vão sendo realizadas: ‘Qual o tempo certo de olhar para um quadro?’, ‘O que o artista quis passar com isso?’, ‘Tem algum sentido nisso?’, ‘Aquilo é um sol ou uma laranja?…

Enquanto as perguntas vão sendo realizadas, na tela vão surgindo novas interpretações da arte na imaginação do público que visualiza o quadro. Desta forma, a mensagem da campanha fica mais do que clara: cada ser humano tem uma maneira única de compreender a arte.

Imagens: Reprodução/Fonte:[ via ]

Matches de roupas com quadros famosos te farão acreditar nas coincidências

Os projetos do artista francês Stefan Draschan, que vive em Viena, na Áustria, costumam ser baseados na combinação de coisas, que vão desde carros e arquitetura até casais que usam roupas iguais.

E seu mais recente trabalho traz um “match” bastante inusitado. Stefan fotografou pessoas em museus que, acidentalmente, combinavam peças de roupas ou barbas e cabelos com as obras de arte do local.

E engana-se quem imagina que foi tudo feito de caso pensado. De acordo com o artista, ele fica horas dentro do museu esperando pela pessoa, obra e momento ideal. O resultado são essas imagens engraçadas e únicas onde há uma harmonia inesperada entre as pessoas e as obras de arte que observam. Confira abaixo:

Fotos: Stefan Draschan /Fonte:[ via ]