Quando os filhos e netos de Bob Marley se reuniram para um retrato pela primeira vez em uma década

Bob Marley, a lenda do reggae, deixou um legado vivo: foram 11 filhos com sete mulheres diferentes, e essa é só a conta oficial. Ele também assumiu a criação de dois filhos de uma relação anterior de sua esposa, Rita Marley.

Alguns deles seguiram os passos musicais do pai e até alcançaram algum sucesso – casos de Ziggy, Stephen, Julian e Damian -, enquanto outros atingiram sucesso de outras maneiras, ligadas ou não à música – Cedella é uma empresária bem-sucedida e Karen se deu bem na indústria fashion.

Nem todos os descendentes de Bob são próximos, mas alguns deles, incluindo os netos Skip, que também é músico, e Joseph, se reuniram há algum tempo para participar de uma sessão fotográfica registrada pela GQ. O resultado é um ensaio de família pra lá de estiloso.

Cedella Marley

Ziggy Marley

Stephen Marley

Rohan Marley

Robert “Robbie” Marley

Karen Marley

Julian Marley

Ky-Mani Marley

Damian “Jr. Gong” Marley

Joseph “Jo Mersa” Marley (filho de Stephen)

Skip Marley (filho de Cedella)

Fotos por Eric Ray Davidson via GQ fonte: via

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Este músico de rua estava indo embora… Mas aí surgiu um fofa plateia de gatinhos

Os artistas de rua podem transformar momentos comuns em ocasiões especiais – e até receber a companhia de seus ídolos. Às vezes a plateia pode não estar muito empolgada, mas nada como a presença de animais para animar a apresentação.

Foi o que aconteceu com um músico que estava tocando nas ruas da Malásia: ninguém estava parando para escutar sua arte e ele já estava se preparando para ir embora, mas de repente uma plateia de gatinhos se juntou e ele não teve como decepciona-los.

O artista continuou tocando, acompanhado pelo quarteto de bichanos que o observava atentamente. A cena chamou a atenção de um pedestre que filmou a plateia inusitada, e o vídeo fez sucesso na internet, com mais de cinco milhões de visualizações no Youtube.

Imagens: Reprodução/fonte:via

Estas são as últimas fotos de Kurt Cobain antes de tirar a própria vida

Março de 1994: a turnê do Nirvana pela Europa não ia bem, e chegou ao fim quando o vocalista e guitarrista Kut Cobain perdeu a voz, sendo aconselhado pelos médicos a cancelar os shows que restavam e descansar por pelo menos quatro semanas.

Ele viajou para Roma para encontrar a esposa, Courtney Love. Enfrentando a depressão já há algum tempo, Kurt sofreu uma overdose no hotel no dia 4, resultado da mistura entre champanhe e um medicamento chamado Flunitrazepam, usado para diminuir crises de ansiedade.

Mais tarde, Courtney declararia que aquela tinha sido uma tentativa de suicídio mal sucedida – ele tomou cerca de 50 pílulas do remédio. Ele passou alguns dias no hospital, e em 12 de março viajou de volta para casa, em Seattle.

As fotografias abaixo, tiradas no aeroporto Sea-Tac, são, provavelmente, os últimos registros em imagem do artista. Kurt é visto junto da filha, Frances Bean Cobain, e posando com fãs.

Menos de um mês depois, no dia 5 de abril, Kurt cometeu suicídio, atirando contra a própria cabeça. Ainda que teorias sobre se o que aconteceu foi de fato um suicídio, fato é que a geração de fãs do Nirvana ficou órfã de seu grande líder – ainda que o fardo da liderança sempre o tenha incomodado.

Fotos: Reprodução/fonte:via

Vídeo inédito mostra Lennon e Harrison tocando juntos após fim dos Beatles

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Os anos 1960 não acabaram nada bem para os Beatles. Depois de reinarem absolutos no cenário da música e da cultura, os quatro rapazes de Liverpool atravessavam uma verdadeira tormenta.

As coisas já não eram mais como antes e nem mesmo os ensaios e sintonia de outros tempos foi suficiente para impedir brigas quentes no seio do grupo mais famoso da história. Tudo começou durante as sessões de gravação do Álbum Branco, por volta de 1968. McCartney estava insatisfeito com a presença de Yoko Ono, levada por John Lennon, que de tão apaixonado, não conseguia ficar longe da amada.

Os embates eram frequentes entre os dois e sobrou inclusive para George Harrison e Ringo Starr. Durante uma sessão, diante de inúmeros desentendimentos, Harrison resolveu chamar Eric Clapton para tocar em While My Guitar Gently Weeps.

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O anúncio oficial do fim do sonho foi feito por McCartney. De forma surpreendente, o baixista foi sucinto ao confirmar que estava de saída da banda. A notícia deixou Lennon revoltado, pois nos bastidores tinha sido ele o primeiro a largar o barco.

A confusão gerou processos e troca de farpas entre Lennon e McCartney. John foi bastante agressivo e em seu primeiro disco solo lançou a ácida How do You Sleep? (Como você dorme?, em português) com um desfile de críticas ao ex-amigo.

Mais de 40 anos depois, uma fato interessante surge. O canal oficial de Lennon divulgou um vídeo inédito de John e George tocando juntos na gravação da faixa. A revelação faz parte da divulgação do lançamento de Imagine – Ultimate Collection. O clipe está disponível no YouTube e vem emocionando os fãs.

Aliás, quando a poeira baixou, Paul e John fizeram as pazes antes da morte trágica de Lennon – assassinado por Mark Chapman na porta do Edifício Dakota, em Nova York. Em entrevista recente, Macca disse ter se sentido aliviado por ter aparado as arestas com o amigo antes de sua morte. O fato ficou conhecido como Lost Weekend (fim de semana perdido).

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Dia do Amigo: 9 grandes amizades que mudaram a história para sempre

A amizade é um fenômeno das reações humanas que desperta muita curiosidade. Talvez pela não existência de regras para que ela aconteça. Você já deve ter se deparado com pessoas de personalidades distintas dividindo uma cerveja no bar e histórias décadas a fio.

Como o ser humano é um bicho curioso, recentemente uma pesquisa norte-americana encabeçada pela Universidade da Califórnia buscou entender os sentimentos gerados quando se está na presença daquela pessoa que mora do lado esquerdo do peito.

Os genes dos humanos exercem algum papel relevante na eleição das amizades? Sim e não. Vamos lá, a pesquisa avaliou seis genes humanos e entre eles dois ganharam mais destaque, o DRD2 – vinculado ao desenvolvimento do alcoolismo e o CYP2A, aqui relacionado com o metabolismo de defesa contra substâncias como a nicotina.

Bom, o DED2 interveio diretamente na produção de neurotransmissores como serotonina, associada ao estado de ânimo e a dopamina, fundamental para a conservação da motivação, do aprendizado e atenção. Conclusão, para os estudiosos, estes elementos comprovam que na amizade não se busca apenas humor ou carisma, mas sobretudo elementos que completem os sentimentos.

Trocando em miúdos, amigo é aquela pessoa que chega em para preencher a parte que falta. No sentido mais poético, afinal de contas mesmo que diga-se que a felicidade deve ser construída sem dependência dos outros, é muito melhor quando se tem companhia para seguir pela estrada.

Para celebrar o Dia do Amigo, o Hypeness elegeu os nove amigos mais inseparáveis. São figuras das artes, política, mas que em comum possuem a vontade de estar ao lado do outro. Isso não significa a ausência de brigas ou rompimento, mas como diria o poeta, o importante é o triunfo do amor.

1. Lennon & McCartney

Provavelmente a parceria mais frutífera da história da música pop. Os dois rapazes de Liverpool são um perfeito retrato das nuances da amizade. Um canhoto. O outro destro. De um lado a guitarra. Do outro o baixo. Não importa, Paul e John se uniram por meio da paixão pela música.

Responsáveis pela criação de uma das bandas mais importantes de todos os tempos, os Beatles, a dupla dividiu por quase uma década a composição dos maiores sucessos musicais. Sabe aquele lance de individualizar duplas? Com Lennon e McCartney é bem esta a pegada. Lado a lado por tanto tempo, é impossível desassociar a existência de um do outro.

Claro, houveram momentos de turbulência, especialmente nos últimos anos dos Fab Four. Quem não se lembra das brigas homéricas entre eles pela imprensa? Rolou até uma música, How do You Sleep, com John literalmente chamando Paul para a briga.

Entretanto, o que ficam são os momentos de ternura. Por isso a história por trás de Hey Jude não pode ser deixada de lado. O final da relação entre John e Cynthia Lennon deixou muito abalado o filho do casal. Então com cinco anos, Julian não conseguia conviver com a ideia do fim do casamento do pai.

Percebendo a confusão na mente do garoto Paul, bastante próximo do jovem, resolveu visitá-lo em Londres. No caminho, como de costume,  tornou a pensar em uma nova canção. Ao chegar começou a cantarolar Hey Julian’, enquanto improvisava a letra.

“Hey Jules, don’t make it bad, take a sad song and make it better” (Ei Julian, não se sinta mal, ouça uma música triste para se sentir melhor). O tempo passou e Hey Jules se transformou no clássico Hey Jude. Falando com os repórteres, Macca admitiu sempre lembrar de John, assassinado na década de 1980, quando canta Hey Jude.

2. Tina Turner & Cher

Estamos diante de duas divas da música pop. Cada uma a sua maneira, a dupla conserva mais de 50 anos de companheirismo. Neste tempo todo foram tantos momentos de confidências que é difícil escolher. Claro, não dá pra deixar de lado Shame, Shame, Shame, que marcou o ano de 1975 com estas duas mulheres dividindo os palcos.

Outro momento interessante foi uma entrevista recente realizada no programa de Oprah Winfrey. O esperado encontro entre as duas rainhas do show biz foi marcado por uma resposta ‘mais Cher impossível’. Perguntada por Oprah sobre os efeitos da idade ela respondeu, “é uma merda”, arrancando risos efusivos de Tina.

“A primeira vez em que Tina e eu trabalhamos juntas ela veio ao estúdio e eu estava esperando, você sabe, algo mais Tina Turner. Mas ela me chega vestindo uma camiseta calça e sapatos de salto. Porém quando ela começou a falar e eu ouvi aquela voz!”, revelou Cher.

“Ela ficava olhando pra mim como se pensasse ‘nossa, de onde saiu essa pessoa?’, lembra Tina.

3. Roberto Carlos & Erasmo Carlos

“Em outra encarnação eu gostaria de novamente ser parceiro, amigo, compadre, companheiro e irmão do Roberto”. A emotividade presente na confidência de Erasmo sobre a amizade com Roberto Carlos dá o tom de uma das relações mais belas da música popular brasileira.

A proximidade é tanta que algumas pessoas chegam a se questionar se os dois não seriam irmãos. Não são. Na verdade, Roberto e Erasmo, como a própria música diz são ‘amigos de fé, irmãos camaradas’.

Atravessando boa parte do século 20, a história se inicia no Rio de Janeiro, especificamente na Tijuca. Eram os anos 1950, auge do rock e Elvis Presley. Por intermédio do amigo Arlênio Lívio, Roberto Carlos foi levado ao encontro de um grupo de amigos que curtiam rock no Bar do Divino.

Chegando lá esbarrou com outro fã de rock’n’roll, Erasmo. O resto é história. Mas vale dizer que deste companheirismo surgiu nada menos do que a Jovem Guarda, até hoje considerada o sustentáculo do rock brasileiro.

4. Serena Williams & Meghan Markle

Você pode até não saber, mas a amizade entre Serena e Meghan vem de muito tempo. Aliás, relação entre a tenista e a atriz – atual Duquesa de Sussex, está sendo descrita por aí como uma ‘amizade empoderadora’. Isso pelo tamanho da representatividade de ambas.

Com 35 títulos de Grand Slam, Serena Williams é considerada a maior tenista de todos os tempos. Mulher negra, sempre levou consigo a importância do combate ao racismo. Recentemente a norte-americana suscitou um importante debate sobre maternidade ao retornar ao esporte depois de ser mãe.

Meghan não deixa barato também. Famosa por sua trajetória como atriz, com direito a participações em séries como CSI, Markle defende conceitos feministas. “Tenho orgulho de ser mulher e feminista”. Depois do casamento com o príncipe Harry a Duquesa de Sussex é apontada como fundamental para a modernização da família real britânica.

Apesar dos laços de amizade, as duas não eram vistas em público desde o NY Fashion Week, por causa da distância física mesmo. Meghan se mudou para Londres e Serena vive na Flórida. Mas não há nada que a distância possa mudar e no tão esperado casamento real lá estava Serena Williams, exuberante com seu longo vestido, como uma das principais convidadas da amiga querida.

5. Gil & Caetano

‘Caetano das Luzes’ e ‘Gilberto Misterioso’. Gil é nascido em Salvador, mas cresceu em Ituaçu, cidade do interior da Bahia. Desde pequeno dizia querer ser ‘musgueiro e pai de menino’. Já Caetano nasceu em Santo Amaro da Purificação, cidade do Recôncavo Baiano. Ainda criança dava pistas de que seria um homem diferente dos outros. Aliás, foi ele quem escolheu o nome de sua irmã, Maria Bethânia.

A amizade entre os dois começou antes mesmo do primeiro encontro. Na década de 1960 um então jovem Gilberto Gil participava semanalmente de um programa de TV. Caê acompanhava com afinco e todo mundo sabia, inclusive sua mãe, Dona Canô, que dizia, “Caetano, venha ver aquele preto que você gosta”.

“Eu sentia a alegria por Gil existir, por ele ser preto, por ele ser ele, e por minha mãe saudar tudo isso de forma tão direta e tão transcendente”, escreveu Veloso em trecho de seu livro Verdade Tropical.

O tão esperado encontro aconteceu já nos tempos de Salvador, pouco antes da revolução iniciada nos palcos do Teatro Castro Alves. O contato entre Gil e Caetano foi intermediado pelo produtor Roberto Sant’anna e Caetano foi logo elogiando as canções e Gil. Daquele jeito que só ele sabe fazer. Nós aqui ficamos imaginando um sorriso cheio de ternura vindo de Gilberto.

Dali em diante são 50 anos de amizade, companheirismo e claro, criações artísticas. O primeiro passo dado por eles foi o movimento tropicalista, marcado por uma verdadeira revolução na música e também na estética. Jorge Ben, Tom Zé, Gal Costa, todos seguiram os comandos da dupla de baianos em um movimento marcado pela contracultura.

Ao final da década de 1960, Gil e Caê passaram por momentos difíceis. Com o aumento da repressão provocada pela ditadura militar foram presos no Rio de Janeiro e depois exilados em Londres. Apesar do momento difícil, especialmente para Caetano, os dois se apoiaram e dividiram a mesma casa com suas mulheres e filhos.

Na volta o Brasil, apesar de tudo, foi presenteado com nada menos do que os Doces Bárbaros, quando Caetano e Gil convocaram Gal e Bethânia para uma turnê nacional. Outro momento catártico da nossa música.

“Com relação a Caetano, o que sinto não chamaria de medo. É respeito”, Gilberto Gil.

6. Malala & Varaidzo Kativhu

A história de vida da jovem paquistanesa Malala é um exemplo para todos nós. A prêmio Nobel é um vento que sopra esperança em tempos tão complexos. Agora, assim como todo mundo, ela não deixa de ser uma mulher dando os primeiros passos na vida adulta. Ou seja, Malala também precisa dos amigos por perto.

As notícias são escassas, mas podemos assegurar que ela encontrou uma companheira daquelas nos corredores da Universidade de Oxford. Trata-se de Varaidzo Kativhu, uma youtuber com quem Malala passa horas saboreando pratos de comida indiana e ouvindo Beyoncé e Rihanna.

Elas são tão grudadas, que no Dia dos Namorados foram juntas em uma espécie de jantar das amigas. Não é lindo?

“Um ano e meio depois e minha melhor amiga é ninguém menos do que Malala Yousafzai, vencedora do prêmio Nobel!”

7. Angela Davis & Toni Morrison

Entre os nomes mais importantes do século 20, Toni Morrison e Angela Davis foram responsáveis por um pensamento feminista interseccional. A ideia era propor uma visão que fizesse um recorte para a realidade vivida pelas mulheres negras. Sempre com uma postura combativa, inclusive contra o FBI, estas duas mulheres negras se encontraram na militância há mais de 40 anos. Desde então cultivam uma das amizades mais notáveis do mundo.

A luta pelos direitos civis da população negra no mundo todo saiu ganhando. Veja, no caso de Davis, o pensamento de Morrison foi fundamental para o entendimento melhor sobre a escravidão, por exemplo.

“Com ela foi possível imaginar a escravidão muito diferente. A escravidão não destruiu a humanidade dos escravizados. Claro que a escravidão foi terrível, mas com Morrison conseguir perceber que estas pessoas conseguiram encarar o sistema escravocrata ao manterem sua humanidade”.

8. Betty Davis & Jimi Hendrix

A relação entre eles é do tamanho do impacto causado por ambos na música mundial. Dono de personalidades fortes e uma presença de palco poucas vezes vista na história, Betty Davis e Jimi Hendrix nutriram uma amizade tão complexa quanto o momento revolucionário surgido na década de 1960.

Durante o período Betty foi bastante influenciada pelo modo de fazer música de Hendrix – naquele tempo já se mostrando um virtuoso guitarrista. Percebendo a importância do momento, esta mulher de voz forte e fundamental para o desenvolvimento do feminismo, bebeu na fonte do rock produzido pelo guitarrista norte-americano para criar um novo estilo: o Jazz Fusion.

Em 1969 os jornais debatiam o perfil violento e explosivo de Miles Davis e os efeitos de tais características no casamento com Betty. O destempero respingou na amizade entre ela e Jimi. Miles não tinha dúvidas, os dois eram amantes. Nem a insistência de Betty e Hendrix de formar uma colaboração entre os três mudava a cabeça do músico.

Para tristeza de todos Jimi Hendrix morreu aos 27 anos vítima do abuso de drogas. Com isso o trabalho entre os três não pode se materializar e a amizade complexa entre Davis e Hendrix teve um final melancólico. Aliás, a tristeza pode ser percebida na expressão consternada de Betty Davis durante o enterro do amigo.

9. Tina Fey & Amy Poehler

Estas duas são uma espécie de Thelma e Louise do século 21. Elas foram líderes de uma das fases mais gloriosas do clássico humorístico Saturday Night Live.

Mas a amizade entre Tina e Amy nasceu tempos antes da fama. É uma relação de outros carnavais e que foi germinada há mais de 20 anos. Estes dois rostos engraçadíssimos se cruzaram em uma escola de teatro. Aqui pra nós, imagine só a peripécias cometidas por estas mulheres antes da fama.

Um dos momentos mais engraçados e afetuosos protagonizados por Tina e Amy foi durante o Globo de Ouro de 2014. Era a terceira vez em que as duas comandavam a cerimônia deste célebre prêmio do cinema mundial, mas as expectativas permaneciam altas. Não deu outra, elas arrasaram.

Na ocasião as atrizes usaram da acidez proporcionada pelo humor para comentar as acusações de estupro contra Bill Cosby. “Em ‘Caminhos da Floresta’ Cinderela foge do príncipe, Rapunzel é salva da torre por seu príncipe e a Bela Adormecida pensa que estava só tomando um café com Bill Cosby”, disseram arrancando risos da plateia.

Fotos: Reprodução/fonte:via

Ele dedicou anos da vida a clicar os cenários de capas de vinis de reggae

Quando o fotógrafo francês Alex Bartsch era criança, seu pai o apresentou ao reggae de Bob Marley, o que o fez se tornar fã do gênero nascido na Jamaica. Á cerca de dez anos, Alex, que vive em Londres, começou a colecionar vinis de seus artistas preferidos.

Ao observar que a maioria dos vinis tinha locações da capital inglesa como capas, ele decidiu iniciar o projeto Covers. Alex busca a localização onde cada foto foi tirada e a retrata com o disco na frente, mostrando como os lugares mudaram (ou não).

Em entrevista, Alex explica que a ajuda de fotógrafos, artistas e produtores dos álbuns foi fundamental para o desenvolvimento do projeto. Em alguns casos, as informações no encarte do disco eram suficiente para ajudá-lo a fazer as buscas. Em outras vezes, ele procurava ao redor do prédio onde as gravadoras funcionavam. Mas, quando essas estratégias não funcionavam, apenas o contato com quem trabalhou nos discos era capaz de salvá-lo.

“Para minha surpresa, a maioria dos locais que eu procurei não mudaram muito. Mas há outros que desapareceram e alguns que eu não consegui encontrar. Talvez eles tenham sido substituídos por prédios ou supermercados e simplesmente sumiram”, conta.

 

Fotos: Alex Bartsch /fonte:[via]

Madonna numa boate nos anos 1980 pela lente de Eric Kroll

Sabe aquela dobradinha que não podia ficar melhor? É Madonna sendo fotografada por Eric Kroll. SIM!

Madonna dispensa apresentações, é claro. Eric Kroll, no entanto, é um dos fotógrafos mais fodásticos de sua época, tendo publicado coleções como “Fetish Girls” e”Beauty Parade“.

Os dois se encontraram na legendária boate Danceteria, uma casa noturna localizada em Nova York que reunia alguns dos mais famosos artistas e músicos locais. O encontro resultou em uma série de fotos de Madonna ainda no início da carreira.

As fotos foram clicadas em 1983, mesmo ano em que ela lançava seu primeiro álbum e cerca de dois anos depois do romance da diva do pop com Jean-Michel Basquiat, cuja carreira também estava em ascensão na época.

As imagens foram resgatadas recentemente pelo site Vintage Everyday e se tornaram um sucesso imediato.

Não é todo dia que vemos um ícone sendo criado, não é mesmo?

 

 

 

 


 

 

 

 

 

Fotos © Eric Kroll/fonte:via